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28.03.22

Os novos ventos da CPFL

O RR apurou que a CPFL, leia-se State Grid, está negociando com fabricantes de turbinas eólicas internacionais uma grande encomenda. Parte dos equipamentos seria destinada à instalação de usinas offshore. A CPFL já anunciou investimentos da ordem de R$ 1,4 bilhão em geração. Segundo fonte ligada à empresa, esse número deve ganhar ainda mais voltagem.

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12.11.21

Alta voltagem

Com o perdão do trocadilho, o mercado de energia está mesmo elétrico. A chinesa State Grid estaria em conversações para a compra da Ibitu Energia. Controlada pela gestora norte-americana Castlelake, a empresa reúne um colar de usinas eólicas avaliadas em aproximadamente US$ 1 bilhão.

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13.10.21

Turbina chinesa

A Sany, uma das grandes fabricantes de turbinas para usinas eólicas da China, estuda desembarcar no Brasil. Viria no rastro dos crescentes investimentos de grupos conterrâneos em energia renovável no país, caso, por exemplo, da State Grid e da Spic.

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06.10.21

Rede elétrica

A chinesa State Grid estaria em conversações com a Cemig para a compra da sua participação na Usina de Santo Antônio. O valor do ativo gira em torno de R$ 1 bilhão.

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14.12.20

Duelo chinês

A privatização da CEEE, prevista para fevereiro de 2021, poderá ser marcado por uma disputa made in China: além da State Grid, a Three Gorges, dona da EDP, sinalizou ao governo gaúcho o interesse em participar do leilão da distribuidora.

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07.12.20

Derrota sob medida

A derrota da CPFL no leilão da CEB, na última sexta-feira, foi celebrada pelo governo gaúcho. A aposta é que agora a empresa, controlada pela State Grid, vai entrar com a faca nos dentes na privatização da distribuidora gaúcha CEEE, também marcada para este mês.

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11.11.20

Energia virtual

O RR tem a informação de que a CPFL, leia-se a chinesa State Grid, trabalha no lançamento de uma plataforma digital para a comercialização de energia no mercado livre.

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09.11.20

Cadeira cativa

O RR tem a informação de que a chinesa State Grid bateu o martelo: vai disputar a privatização da CEB, a distribuidora de energia do Distrito Federal.

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01.10.20

Pacote elétrico

O RR informa de primeira: a chinesa State Grid está embalando um novo pacote de investimentos em energia renovável no Brasil. É uma descarga elétrica para mais de R$ 2 bilhões.

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10.07.20

Geradoras de energia cobram sua “Conta Covid”

A “Conta Covid” está longe de resolver o curto-circuito no setor elétrico, causado pela pandemia. Os grandes grupos de geração – a exemplo de State Grid, Engie, Three Gorges/EDP, entre outros – estão pleiteando ao governo um pacote de ajuda específico para o segmento, similar ao concedido às distribuidoras no valor de R$ 16 bilhões. No modelo elaborado pelo Ministério de Minas e Energia e pela Aneel e anunciado na semana passada, em tese caberá às empresas de distribuição receber os empréstimos da União e fazer com que esses recursos irriguem toda a cadeia do setor elétrico. Em tese. Na prática, as geradoras alegam que não vão ver a cor desse dinheiro. O argumento é que a maior parte do empréstimo será tragada na “fonte”, cobrindo os prejuízos das próprias distribuidoras. Até agora, das 53 concessionárias do segmento, 50 já solicitaram sua adesão à “Conta-Covid”.

As empresas de geração pressionam o governo valendo-se do principal trunfo que têm à mão: acenam com o risco de um apagão de investimentos no setor caso não recebam recursos públicos para atravessar a pandemia. O estoque de projetos do segmento soma mais de R$ 310 bilhões, contabilizando-se os leilões promovidos pela Aneel até o fim de 2019. A questão é de onde o Ministério de Minas e Energia vai tirar o dinheiro para uma eventual ajuda às geradoras? A cúpula do setor elétrico levou quase
quatro meses da pandemia para fechar o modelo da “Conta Covid” com a equipe econômica.

Em 16 de abril, a Aneel soltou uma nota técnica recomendando uma renegociação entre agentes de geração e distribuição para a “modulação de pagamentos relativos à compra de energia”. Para hidrelétricas, térmicas e congêneres foi o popular “resolvam vocês aí”. Além do risco de suspensão de investimentos na área de geração, em um cenário mais radical o Ministério de Minas e Energia já vislumbra uma nova onda de ações na Justiça. Como se o passivo judicial do setor elétrico no Brasil, da ordem de R$ 40 bilhões, já não fosse o suficiente.

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