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14.12.20

Duelo chinês

A privatização da CEEE, prevista para fevereiro de 2021, poderá ser marcado por uma disputa made in China: além da State Grid, a Three Gorges, dona da EDP, sinalizou ao governo gaúcho o interesse em participar do leilão da distribuidora.

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07.12.20

Derrota sob medida

A derrota da CPFL no leilão da CEB, na última sexta-feira, foi celebrada pelo governo gaúcho. A aposta é que agora a empresa, controlada pela State Grid, vai entrar com a faca nos dentes na privatização da distribuidora gaúcha CEEE, também marcada para este mês.

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11.11.20

Energia virtual

O RR tem a informação de que a CPFL, leia-se a chinesa State Grid, trabalha no lançamento de uma plataforma digital para a comercialização de energia no mercado livre.

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09.11.20

Cadeira cativa

O RR tem a informação de que a chinesa State Grid bateu o martelo: vai disputar a privatização da CEB, a distribuidora de energia do Distrito Federal.

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01.10.20

Pacote elétrico

O RR informa de primeira: a chinesa State Grid está embalando um novo pacote de investimentos em energia renovável no Brasil. É uma descarga elétrica para mais de R$ 2 bilhões.

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10.07.20

Geradoras de energia cobram sua “Conta Covid”

A “Conta Covid” está longe de resolver o curto-circuito no setor elétrico, causado pela pandemia. Os grandes grupos de geração – a exemplo de State Grid, Engie, Three Gorges/EDP, entre outros – estão pleiteando ao governo um pacote de ajuda específico para o segmento, similar ao concedido às distribuidoras no valor de R$ 16 bilhões. No modelo elaborado pelo Ministério de Minas e Energia e pela Aneel e anunciado na semana passada, em tese caberá às empresas de distribuição receber os empréstimos da União e fazer com que esses recursos irriguem toda a cadeia do setor elétrico. Em tese. Na prática, as geradoras alegam que não vão ver a cor desse dinheiro. O argumento é que a maior parte do empréstimo será tragada na “fonte”, cobrindo os prejuízos das próprias distribuidoras. Até agora, das 53 concessionárias do segmento, 50 já solicitaram sua adesão à “Conta-Covid”.

As empresas de geração pressionam o governo valendo-se do principal trunfo que têm à mão: acenam com o risco de um apagão de investimentos no setor caso não recebam recursos públicos para atravessar a pandemia. O estoque de projetos do segmento soma mais de R$ 310 bilhões, contabilizando-se os leilões promovidos pela Aneel até o fim de 2019. A questão é de onde o Ministério de Minas e Energia vai tirar o dinheiro para uma eventual ajuda às geradoras? A cúpula do setor elétrico levou quase
quatro meses da pandemia para fechar o modelo da “Conta Covid” com a equipe econômica.

Em 16 de abril, a Aneel soltou uma nota técnica recomendando uma renegociação entre agentes de geração e distribuição para a “modulação de pagamentos relativos à compra de energia”. Para hidrelétricas, térmicas e congêneres foi o popular “resolvam vocês aí”. Além do risco de suspensão de investimentos na área de geração, em um cenário mais radical o Ministério de Minas e Energia já vislumbra uma nova onda de ações na Justiça. Como se o passivo judicial do setor elétrico no Brasil, da ordem de R$ 40 bilhões, já não fosse o suficiente.

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03.07.20

Alta voltagem

Quando a pandemia passar, a State Grid vai investir cerca de R$ 1 bilhão em transmissão no Brasil. Parte dos recursos deverá ser destinados à Xingu Rio Transmissora, em Minas Gerais, onde os chineses já aportaram mais de R$ 1,4 bilhão.

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16.06.20

Ventos chineses

Um alento em meio à pandemia: a Envision, uma das maiores fabricantes de turbinas eólicas da China, planeja se instalar no Brasil. Virá no rastro de investimentos de conterrâneas, como a State Grid., no setor.

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05.06.20

Xepa elétrica

A State Grid vai sair às compras no Brasil ao fim da pandemia. Os chineses já monitoram empresas de geração e transmissão que estão com a corda no pescoço por conta da crise do coronavírus.

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06.05.20

Um facho de luz

Em meio ao breu da pandemia, uma rara boa notícia. A gigante chinesa State Grid estuda dois grandes projetos de geração renovável para o Nordeste. O investimento seria na casa dos US$ 500 milhões.

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