fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
15.03.22

Gigante dos cassinos de Macau joga suas fichas no Brasil

A julgar pela operação de lobby montada em Brasília, há um forte candidato a puxar os investimentos em cassinos no Brasil: a SJM Resorts, um dos “Big Six” de Macau – leia-se os seis grandes grupos autorizados pelo governo da China a operar apostas na região. Nas últimas semanas, segundo o RR apurou, representantes do conglomerado asiático têm mantido uma agenda de contatos com autoridades brasileiras. De acordo com a mesma fonte, entre os interlocutores estariam o ministro Ciro Nogueira e o “02 Eduardo Bolsonaro, dois dos principais defensores da liberação do jogo o Brasil.

A SJM já teria manifestado o interesse de instalar um resort/ cassino no Nordeste, na esteira da aprovação, pela Câmara, do projeto de lei que legaliza jogos de azar no país – falta ainda o Senado cacifar a proposta, e Bolsonaro não vetar. Em tempo: nas conversas que têm mantido em Brasília, os asiáticos acenam também com patrocínios a clubes de futebol, em uma estratégia similar à adotada por sites de apostas eletrônicas. A SJM é comandada por Daisy Ho, uma das herdeiras de Stanley Ho Hung-Sun.

Morto em 2020, aos 99 anos, Ho foi um dos maiores e mais influentes empresários do ramo de apostas na Ásia. O Brasil desponta como um oportuno mercado especialmente para os grupos de apostas de Macau, que vivem um período turbulento do ponto de vista regulatório. O governo local estuda uma série de normas para apertar a fiscalização sobre os jogos de azar. Não por acaso, as ações dos grandes conglomerados de resorts e cassinos da região têm caído seguidamente. O valor de mercado da SJM, por exemplo, despencou 40% somente nos últimos seis meses.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.