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09.05.22

Mais gás

A Shell estuda a construção de dois terminais de gás natural liquefeito (GNL) no Nordeste. Com a decisão da Petrobras de reduzir a oferta do insumo às distribuidoras locais, há uma crescente disputa entre grupos privados na região.

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24.02.22

“RaízenTech”

A Raízen, joint venture e a Cosan e a Shell, pretende ter a sua própria fintech.

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07.02.22

Shell está com todo o gás

Segundo uma fonte da própria Shell, a empresa negocia um acordo para a venda de gás à Cegás, distribuidora do Ceará. O RR apurou ainda que há conversas com outras concessionárias do Nordeste. A Shell tem avançado a passos largos no mercado brasileiro de gás: fechou recentemente contratos com a Unigel e a Bahiagás e já é a segunda maior produtora do insumo no país, atrás apenas da Petrobras. Procurada, a companhia não se pronunciou, alegando estar em período de silêncio.

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10.01.22

Operação cruzada

A Raízen enxerga segundas intenções na ação movida pela Gran Petro na Justiça holandesa contra a Shell. A empresa de origem mato grossense cobra uma indenização financeira alegando que a multinacional criou dificuldades para a sua entrada no mercado de combustível de aviação no Brasil. No entanto, o que se diz nos bastidores é que a Gran Petro quer mesmo é fechar um acordo e receber em troca bases operacionais da própria Raízen – joint venture entre a Shell e a Cosan – em aeroportos brasileiros. Procuradas, Raízen e Gran Petro não se pronunciaram.

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05.11.21

Combustível

A Raízen, que já atua na Argentina com a bandeira da Shell, planeja esticar seus tentáculos para outros mercados da América do Sul, com a compra de postos no Uruguai e no Chile.

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05.08.21

Só falta o “E” de ESG

Além do projeto anunciado para Minas Gerais, Shell e Gerdau já estudam a instalação de um segundo parque de energia solar no Rio Grande do Sul. No total, os aportes passariam de R$ 1 bilhão.

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15.06.20

Um pé fora do Uruguai

A Petrobras estaria em conversações com a espanhola Disa para a venda de seus ativos no Uruguai. O pacote inclui 88 postos, 16 lojas de conveniência, uma planta de querosene de aviação e um terminal de lubrificantes. A Disa já opera no Uruguai, com a bandeira Shell.

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01.04.20

“Pane seca” na aviação civil

Azul e Gol procuraram a BR e a Shell para negociar um corte profundo nos contratos de fornecimento de combustível. Ressalte-se que o número de voos semanais autorizados pela Anac para o período de 28 de março a 30 de abril equivale a 10% do movimento normal da aviação civil no país. Procurada, a Gol informou que “vem estudando soluções com o objetivo de equilibrar e equalizar compromissos”. Azul, BR e Shell não se pronunciaram.

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04.05.18

Mudança de ventos

O Banco Votorantim estaria em negociações com a Shell para a venda do parque eólico Faísa, no Ceará. O controle é compartilhado por fundos de investimento administrados pelo banco e pela empresa de energia Enerplan. A Shell, ressalte-se, já está à frente da construção de dois complexos eólicos no Nordeste, um investimento de R$ 1,5 bilhão.

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02.03.18

Rubens Ometto mira nas eólicas da Shell

Rubens Ometto, dono da Cosan, vislumbra a possibilidade de um passo adiante no casamento com a Shell. Ele viria com a incorporação pela Raízen dos projetos de energia eólica da multinacional no país. Está prevista a construção de duas usinas no Nordeste, um investimento de R$ 1,5 bilhão. A Raízen, joint venture entre a Cosan e a Shell, ganharia contornos de uma empresa integrada de energia renovável. Falta combinar com os anglo-holandeses… É justamente o que Ometto espera fazer nos próximos meses.

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