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05.08.21

Só falta o “E” de ESG

Além do projeto anunciado para Minas Gerais, Shell e Gerdau já estudam a instalação de um segundo parque de energia solar no Rio Grande do Sul. No total, os aportes passariam de R$ 1 bilhão.

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15.06.20

Um pé fora do Uruguai

A Petrobras estaria em conversações com a espanhola Disa para a venda de seus ativos no Uruguai. O pacote inclui 88 postos, 16 lojas de conveniência, uma planta de querosene de aviação e um terminal de lubrificantes. A Disa já opera no Uruguai, com a bandeira Shell.

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01.04.20

“Pane seca” na aviação civil

Azul e Gol procuraram a BR e a Shell para negociar um corte profundo nos contratos de fornecimento de combustível. Ressalte-se que o número de voos semanais autorizados pela Anac para o período de 28 de março a 30 de abril equivale a 10% do movimento normal da aviação civil no país. Procurada, a Gol informou que “vem estudando soluções com o objetivo de equilibrar e equalizar compromissos”. Azul, BR e Shell não se pronunciaram.

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04.05.18

Mudança de ventos

O Banco Votorantim estaria em negociações com a Shell para a venda do parque eólico Faísa, no Ceará. O controle é compartilhado por fundos de investimento administrados pelo banco e pela empresa de energia Enerplan. A Shell, ressalte-se, já está à frente da construção de dois complexos eólicos no Nordeste, um investimento de R$ 1,5 bilhão.

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02.03.18

Rubens Ometto mira nas eólicas da Shell

Rubens Ometto, dono da Cosan, vislumbra a possibilidade de um passo adiante no casamento com a Shell. Ele viria com a incorporação pela Raízen dos projetos de energia eólica da multinacional no país. Está prevista a construção de duas usinas no Nordeste, um investimento de R$ 1,5 bilhão. A Raízen, joint venture entre a Cosan e a Shell, ganharia contornos de uma empresa integrada de energia renovável. Falta combinar com os anglo-holandeses… É justamente o que Ometto espera fazer nos próximos meses.

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02.02.18

Raízen abastece em pequenos postos

A Raízen pretende comer market share no setor de combustíveis pelas bordas do prato. A dobradinha Cosan e Shell vai partir para aquisição de rede de postos regionais. O principal nome na alça de mira é a gaúcha Charrua, que reúne cerca de 250 estabelecimentos no Sul do país. A empresa tem uma participação modesta no bolo nacional – algo como 0,7% da venda de combustíveis. No entanto, concentra uma fatia nada desprezível de quase 10% do mercado gaúcho. A Raízen considera o timing favorável para a investida, pelas circunstâncias que cercam seus concorrentes. A BR Distribuidora reorganiza a casa após seu IPO; e a Ipiranga apruma sua estratégia após a frustrada tentativa de aquisição da Ale. Em tempo: ao olhar para a Charrua, a Raízen talvez não esteja enxergando apenas uma, mas três portas entreabertas. A companhia gaúcha é um istmo que leva a outras duas redes, a também gaúcha Megapetro e a paranaense Potencial, com as quais montou uma joint venture na área de logística de combustíveis.

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20.10.17

Rubens Ometto empurra a Comgás na direção da Gas Brasiliano

Rubens Ometto enxerga a compra da participação da Shell na Comgás, sacramentada na última semana, como um rito de passagem para um projeto maior. Após assumir, sozinho, o controle da distribuidora, até então compartilhado entre a Cosan e os anglo-holandeses, Ometto está empenhado em costurar a fusão da empresa com a Gas Brasiliano. A operação passa pela Petrobras e pela Mitsui, donas, respectivamente, de 51% e 49% da Gaspetro.

Esta, por sua vez, é a controladora da Gas Brasiliano. A condução do negócio requer dois requisitos que Ometto tem de sobra: musculatura financeira e boa circulação entre as veias e artérias do Poder, neste caso não apenas no governo federal, por conta da Petrobras, mas, sobretudo, na esfera estadual. A associação entre as duas distribuidoras de gás teria de passar pelo crivo da Agência Reguladora de Serviços Públicos de São Paulo (Artesp). Trata-se de um projeto acalentado por Rubens Ometto desde 2012, quando a Cosan, sua empresa, entrou no capital da Comgás. No entanto, a Shell sempre foi um entrave a qualquer investida neste sentido. Como já havia sido em relação a sua sócia anterior na Comgás, a BG, que também chegou a estudar a associação com a Gas Brasiliano.

Para os três protagonistas da operação, a associação entre as duas concessionárias faz todo o sentido estratégico. Cosan, Petrobras e Mitsui passariam a dividir o controle do maior cinturão de distribuição de gás do país, uma empresa que teria sob o seu guarda-chuva mais de 40 milhões de consumidores, ou quase 90% da população de São Paulo. A dobradinha Comgás e Gas Brasiliano seria responsável pela distribuição de quase 50% do gás natural comercializado no país. Juntas, formariam ainda uma companhia com mais de R$ 6 bilhões em receita e um Ebitda da ordem de R$ 2 bilhões, a números de 2016. No seu caso específico, a Petrobras liberaria ainda mais recursos de seu apertado orçamento para investir em atividades do seu core business.

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04.10.17

Raízen se torna o fiel depositário dos postos da Shell

Há conversas ainda preliminares em torno da venda de postos de combustíveis da Shell no Chile para a Raízen, joint venture entre o próprio grupo e a Cosan, de Rubens Ometto. A operação sugere um redesenho da operação dos anglo-holandeses na América do Sul. Seria uma repetição do que ocorreu na Argentina: na última semana, a Raízen confirmou a aquisição de postos da Shell no país – informação antecipada pelo RR na edição de 29 de agosto.

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29.08.17

Seis por meia dúzia

A Raízen está perto de fechar a compra dos postos e de uma refinaria da Shell na Argentina. Segundo o RR apurou, a oferta gira em torno de US$ 1 bilhão. Em certa medida, a Shell está vendendo os ativos para si mesma, uma vez que é dona de 50% da Raízen. Na prática, vai dividir a operação argentina com Rubens Ometto, seu sócio na joint venture.

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08.05.17

Da Shell para a Shell

A Raízen Fuels Finance, subsidiária da Raízen, está na disputa por ativos da Shell na Argentina: uma refinaria e uma rede de distribuição de combustíveis com 600 postos. As ofertas chegam a US$ 2 bilhões e o acordo deverá ser fechado, no máximo, em três semanas. Estão também no páreo Luksic, Trafigura, YPF e Vitol. Curioso: se a Raízen fechar o negócio, indiretamente a Shell estará vendendo os ativos para ela própria, sócia da joint venture ao lado da Cosan.

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