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Sérgio Côrtes

22.07.19
ED. 6161

Agora, falta a Justiça

Sergio Cortes é oficialmente um ex-médico. Na última quinta-feira, o Conselho Federal de Medicina (CFM) cassou o registro profissional do ex-Secretário de Saúde do Rio e uma das principais peças da engrenagem de corrupção montada por Sergio Cabral. Cortes é acusado de ter participado de um esquema na área de saúde que desviou mais de R$ 300 milhões. O tribunal corporativo do CFM foi mais rápido do que a própria Justiça. Cortes aguarda julgamento em liberdade, graças a um habeas corpus concedido pelo STJ em abril. Enquanto esteve na cadeia, por sinal, o ex-secretário chegou a exercer a profissão no presídio de Benfica, atendendo outros detentos. Ou seja: se for condenado, o sistema carcerário do Rio de Janeiro terá um médico a menos.

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14.05.19
ED. 6113

Cabeça a cabeça

O ex-secretário de Saúde do Rio, Sergio Cortes, acelera as tratativas para fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público. Cortes disputa uma corrida com o antigo chefe, Sérgio Cabral. Se o ex-governador destampar de vez a Caixa de Pandora da saúde, lá se vai sua moeda de troca com a Lava Jato.

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29.03.19
ED. 6083

Centro de memória

A exemplo do antigo chefe, o ex-secretário de Saúde de Sérgio Cabral, Sérgio Côrtes, estaria negociando um acordo de delação premiada com o Ministério Público. Em fevereiro, Cortes teve seu pedido de liberdade ao STF negado por Gilmar Mendes. Ao que parece foi a gota d ́água para o ex-secretário e seu silêncio.

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23.10.17
ED. 5730

Plano de saúde

Em negociações com o Ministério Público Federal para fechar um acordo de delação, o ex-secretário de Saúde do governo Cabral, Sérgio Côrtes, promete escancarar as vísceras do PMDB no Rio de Janeiro. Côrtes tem revelado detalhes de um esquema para a compra de vacinas, medicamentos e próteses, com capilaridade em dezenas de municípios do Rio de Janeiro. A operação envolveria distribuidoras de artigos hospitalares no Brasil e no exterior e, não poderia faltar, doleiros – espécie onipresente no ecossistema da Lava Jato. Segundo investigações do MPF, parte dos recursos públicos desviados teria sido utilizada para financiar a reeleição de Sérgio Cabral ao governo do Rio, em 2010, e candidaturas do PMDB a prefeituras no estado do Rio em 2012. Além, claro, de deixar muita gente rica.

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