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15.12.20

Se correr a pandemia pega…

Grandes grupos da área de educação, a exemplo de Yduqs, Ser Educacional e Cogna, estão entre a cruz e a espada. Essas empresas tentam derrubar centenas de liminares obtidas por alunos das suas universidades, solicitando desconto ou mesmo isenção de pagamento da mensalidade durante a pandemia. O efeito colateral pode ser a perda definitiva desses estudantes. A tendência é que a maior parte cancele sua matrícula caso as liminares caiam.

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01.12.20

Será que agora vai?

Segundo fonte envolvida na negociação, ao longo desta semana Ânima Educação e Ser Educacional farão uma nova rodada de conversações na tentativa de selar a transferência do controle das universidades Uniritter e Gadergs, no Rio Grande do Sul, e IBMR, no Rio de Janeiro. A Ânima pede pouco mais de R$ 1 bilhão pelo pacote. Até agora, de acordo com a fonte do RR, a oferta mais alta da Ser não chegou sequer a R$ 800 milhões.

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28.10.20

Ser Educacional avança sobre a Vitru

Na edição de 26 de agosto, o RR informou, com exclusividade, que a Ser Educacional, de Janguiê Diniz, apresentaria uma oferta pelos ativos da Laureate no Brasil. Dito e feito – ainda que, logo depois, a negociação tenha descambado para um contencioso. Mas, Diniz vai atacar novamente. A mesma fonte, próxima ao empresário, crava que o novo alvo da Ser Educacional é a Vitru Educação, controladora da rede de universidades Uniasselvi.

A operação passaria pela compra das participações do Carlyle e da Vinci Partners, os dois maiores acionistas, com participações somadas de aproximadamente 53%. Não custa lembrar que as duas gestoras desistiram de ofertar suas ações na recente abertura de capital da Vitru na Nasdaq. Talvez já estivessem esperando coisa melhor. Tomando-se como base apenas o valor de mercado da holding, as participações da Vinci e do Carlyle estariam avaliadas em algo próximo a US$ 160 milhões.

A aquisição da Vitru permitiria à Ser Educacional dar um salto no segmento de ensino a distância. A Uniasselvi soma mais de 600 polos de educação remota, além de 10 unidades presenciais. Em número de matriculados, a empresa de Janguiê Diniz mais do que duplicaria de tamanho, saindo de aproximadamente 210 mil para 480 mil alunos. A compra da Vitru exigiria um esforço financeiro bem menor da Ser. O grupo preservaria boa parte do caixa para a aquisição de ativos de maior porte, a exemplo da frustrada investida sobre a própria Laureate – um negócio da ordem de R$ 4 bilhões.

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08.10.20

Teto de gastos

Segundo fonte envolvida nas negociações, a Ser Educacional está disposta a chegar, no máximo, a R$ 5 bilhões em sua oferta pelos ativos da Laureate no Brasil. Pelo acordo firmado, o grupo de Janguiê Diniz tem direito de preferência. Seus concorrentes são a Ânima Educação e Yduqs.

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26.08.20

Ser Educacional prepara o bote sobre a Laureate

A Ser Educacional, do empresário Janguiê Diniz, trabalha em um agressivo plano para galgar posições no ranking do setor. Segundo o RR apurou, a empresa prepara um follow-on, mediante uma oferta primária de ações. O valor da operação poderá chegar à casa de R$ 800 milhões.

De acordo com a mesma fonte, o objetivo da companhia é levantar recursos para disputar a compra dos ativos da norte-americana Laureate no Brasil. São 11 universidades, entre as quais as paulistas Anhembi Morumbi e FMU e a IBMR, no Rio de Janeiro, um pacote avaliado em aproximadamente R$ 3 bilhões. Diniz e seus executivos tratam a oferta de ações e a investida sobre os ativos da Laureate como o teste de madureza da Ser, um passo capaz de colocar o grupo no top three da área de educação.

A empresa mais do que duplicaria de tamanho, saltando de 200 mil para aproximadamente 460 mil alunos. Ficaria atrás apenas da Cogna Educação (ex-Kroton) e Yduqs (antiga Estácio), que somam, respectivamente, 850 mil e 600 mil estudantes matriculados. Por sua vez, o Ebitda da Ser pularia de R$ 300 milhões para cerca de R$ 550 milhões. Procurada, a Ser não se pronunciou. A Laureate, por sua vez, informou que “não comenta estratégias de M&A”. O sentimento entre Janguiê Diniz e seus executivos é que a Ser Educacional vive um momento de turning point: ou se consolida como uma predadora ou será presa fácil na cadeia alimentar da área de educação.

No passado recente, a própria Yduqs teria sondado Diniz em torno da eventual aquisição da empresa. O avanço sobre a operação da Laureate no Brasil é um movimento bastante arrojado dadas as atuais circunstâncias do setor. A pandemia derrubou os resultados dos grandes grupos da área de educação. A Cogna fechou o segundo trimestre com uma queda de 80% de seu Ebitda no comparativo com o mesmo período em 2019. A Yduqs carrega um recuo de 12% no primeiro trimestre. Outro dado preocupante é a disparada da inadimplência: em um ano, o índice de alunos matriculados com mensalidades atrasadas subiu de 15% para 26%.

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25.10.19

Uniasselvi na mira

A Ser Educacional, de Janguiê Diniz, que cravar uma aquisição antes do ano letivo terminar. Após perder a disputa pelo Ibmec para a Yduqs, volta suas baterias na direção da Uniasselvi, controlada por Carlyle e Vinci Partners.

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22.09.19

Banco escolar

O norte-americano Apollo Management está em negociações para a compra de uma participação na Ser Educacional, do empresário Janguiê Diniz. Tomando-se como base a cotação em mercado, a empresa está avaliada em quase R$ 3 bilhões.

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26.12.17

Nota baixa

Após frustradas tratativas com Laureate e Ser Educacional, Carlyle e Vinci teriam oferecido a Uniasselvi à Anima Educação. Consultada, a Anima diz “não confirmar a informação”. Carlyle e Advent não quiseram comentar.

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10.07.17

O eclipse do Fies

Segundo o RR apurou, a Ser Educacional trabalha com a estimativa de que em até quatro anos o Fies responderá por menos de 15% dos seus matriculados. Há cerca de dois anos, esse índice chegou a ser de mais de 40%.

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01.06.17

Ser Educacional abre o cofre

O empresário Janguiê Diniz, da Ser Educacional, aguarda o desfecho dos megabusiness do setor para definir como poderá embarcar nesse trem. Enquanto isso não ocorre, vai investir cerca de R$ 7 bilhões para a abertura de 60 Centros de Aprendizagem voltados ao ensino a distância. A expansão só aumentará o cacife do grupo quando a locomotiva do M&A passar a sua frente.

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