fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
31.03.21

Canto da sereia

Janguiê Diniz, dono da Ser Educacional, tem sido sondado por pessoas próximas a Jair Bolsonaro para entrar na política. No entorno de Bolsonaro, há quem enxergue no empresário paraibano, que fez fortuna em Recife, um potencial aliado no Nordeste em 2022. Entre outros sinais de apoio a Bolsonaro, Diniz já criticou o isolamento social por longo tempo e defendeu publicamente a cloroquina.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.02.21

O pôquer da Ser Educacional

A decisão da Ser Educacional de encerrar as negociações para a compra da IMBR, UniRitter e Faderg soou como blefe entre os executivos da Ânima Educação, dona das três universidades. Segundo informações filtradas pelo RR, a leitura é que o grupo controlado por Janguiê Diniz está usando a suposta desistência para pressionar uma redução no valor dos ativos. A distância entre os dois lados da mesa é grande: a Ser teria oferecido cerca de R$ 500 milhões; a Ânima pede o dobro. Esta última, cabe lembrar, está revendendo as três universidades recém-compradas da norte-americana Laureate. Procurada, a Ser afirmou que “Caso haja qualquer novidade nessa esfera, faremos a informação conforme normativas”. Já a Ânima limitou-se a dizer que “Os ativos em questão fazem parte da transação com a Laureate, que está sujeita à aprovação pelo Cade. Antes disso não há nenhuma informação a ser dada”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.02.21

Country Club

A recém-lançada rede social Clubhouse, que permite criar salas para trocas de mensagens por voz, é a nova coqueluche dos empresários brasileiros. Só no fim de semana, entraram no clube Guilherme Benchimol, fundador da XP, Janguiê Diniz, dono da Ser Educacional, e Flavio Augusto, controlador do WiseUp e do time de futebol Orlando City.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.12.20

Se correr a pandemia pega…

Grandes grupos da área de educação, a exemplo de Yduqs, Ser Educacional e Cogna, estão entre a cruz e a espada. Essas empresas tentam derrubar centenas de liminares obtidas por alunos das suas universidades, solicitando desconto ou mesmo isenção de pagamento da mensalidade durante a pandemia. O efeito colateral pode ser a perda definitiva desses estudantes. A tendência é que a maior parte cancele sua matrícula caso as liminares caiam.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

01.12.20

Será que agora vai?

Segundo fonte envolvida na negociação, ao longo desta semana Ânima Educação e Ser Educacional farão uma nova rodada de conversações na tentativa de selar a transferência do controle das universidades Uniritter e Gadergs, no Rio Grande do Sul, e IBMR, no Rio de Janeiro. A Ânima pede pouco mais de R$ 1 bilhão pelo pacote. Até agora, de acordo com a fonte do RR, a oferta mais alta da Ser não chegou sequer a R$ 800 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.10.20

Ser Educacional avança sobre a Vitru

Na edição de 26 de agosto, o RR informou, com exclusividade, que a Ser Educacional, de Janguiê Diniz, apresentaria uma oferta pelos ativos da Laureate no Brasil. Dito e feito – ainda que, logo depois, a negociação tenha descambado para um contencioso. Mas, Diniz vai atacar novamente. A mesma fonte, próxima ao empresário, crava que o novo alvo da Ser Educacional é a Vitru Educação, controladora da rede de universidades Uniasselvi.

A operação passaria pela compra das participações do Carlyle e da Vinci Partners, os dois maiores acionistas, com participações somadas de aproximadamente 53%. Não custa lembrar que as duas gestoras desistiram de ofertar suas ações na recente abertura de capital da Vitru na Nasdaq. Talvez já estivessem esperando coisa melhor. Tomando-se como base apenas o valor de mercado da holding, as participações da Vinci e do Carlyle estariam avaliadas em algo próximo a US$ 160 milhões.

A aquisição da Vitru permitiria à Ser Educacional dar um salto no segmento de ensino a distância. A Uniasselvi soma mais de 600 polos de educação remota, além de 10 unidades presenciais. Em número de matriculados, a empresa de Janguiê Diniz mais do que duplicaria de tamanho, saindo de aproximadamente 210 mil para 480 mil alunos. A compra da Vitru exigiria um esforço financeiro bem menor da Ser. O grupo preservaria boa parte do caixa para a aquisição de ativos de maior porte, a exemplo da frustrada investida sobre a própria Laureate – um negócio da ordem de R$ 4 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.10.20

Teto de gastos

Segundo fonte envolvida nas negociações, a Ser Educacional está disposta a chegar, no máximo, a R$ 5 bilhões em sua oferta pelos ativos da Laureate no Brasil. Pelo acordo firmado, o grupo de Janguiê Diniz tem direito de preferência. Seus concorrentes são a Ânima Educação e Yduqs.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.08.20

Ser Educacional prepara o bote sobre a Laureate

A Ser Educacional, do empresário Janguiê Diniz, trabalha em um agressivo plano para galgar posições no ranking do setor. Segundo o RR apurou, a empresa prepara um follow-on, mediante uma oferta primária de ações. O valor da operação poderá chegar à casa de R$ 800 milhões.

De acordo com a mesma fonte, o objetivo da companhia é levantar recursos para disputar a compra dos ativos da norte-americana Laureate no Brasil. São 11 universidades, entre as quais as paulistas Anhembi Morumbi e FMU e a IBMR, no Rio de Janeiro, um pacote avaliado em aproximadamente R$ 3 bilhões. Diniz e seus executivos tratam a oferta de ações e a investida sobre os ativos da Laureate como o teste de madureza da Ser, um passo capaz de colocar o grupo no top three da área de educação.

A empresa mais do que duplicaria de tamanho, saltando de 200 mil para aproximadamente 460 mil alunos. Ficaria atrás apenas da Cogna Educação (ex-Kroton) e Yduqs (antiga Estácio), que somam, respectivamente, 850 mil e 600 mil estudantes matriculados. Por sua vez, o Ebitda da Ser pularia de R$ 300 milhões para cerca de R$ 550 milhões. Procurada, a Ser não se pronunciou. A Laureate, por sua vez, informou que “não comenta estratégias de M&A”. O sentimento entre Janguiê Diniz e seus executivos é que a Ser Educacional vive um momento de turning point: ou se consolida como uma predadora ou será presa fácil na cadeia alimentar da área de educação.

No passado recente, a própria Yduqs teria sondado Diniz em torno da eventual aquisição da empresa. O avanço sobre a operação da Laureate no Brasil é um movimento bastante arrojado dadas as atuais circunstâncias do setor. A pandemia derrubou os resultados dos grandes grupos da área de educação. A Cogna fechou o segundo trimestre com uma queda de 80% de seu Ebitda no comparativo com o mesmo período em 2019. A Yduqs carrega um recuo de 12% no primeiro trimestre. Outro dado preocupante é a disparada da inadimplência: em um ano, o índice de alunos matriculados com mensalidades atrasadas subiu de 15% para 26%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.10.19

Uniasselvi na mira

A Ser Educacional, de Janguiê Diniz, que cravar uma aquisição antes do ano letivo terminar. Após perder a disputa pelo Ibmec para a Yduqs, volta suas baterias na direção da Uniasselvi, controlada por Carlyle e Vinci Partners.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.09.19

Banco escolar

O norte-americano Apollo Management está em negociações para a compra de uma participação na Ser Educacional, do empresário Janguiê Diniz. Tomando-se como base a cotação em mercado, a empresa está avaliada em quase R$ 3 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.