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26.08.20

Ser Educacional prepara o bote sobre a Laureate

A Ser Educacional, do empresário Janguiê Diniz, trabalha em um agressivo plano para galgar posições no ranking do setor. Segundo o RR apurou, a empresa prepara um follow-on, mediante uma oferta primária de ações. O valor da operação poderá chegar à casa de R$ 800 milhões.

De acordo com a mesma fonte, o objetivo da companhia é levantar recursos para disputar a compra dos ativos da norte-americana Laureate no Brasil. São 11 universidades, entre as quais as paulistas Anhembi Morumbi e FMU e a IBMR, no Rio de Janeiro, um pacote avaliado em aproximadamente R$ 3 bilhões. Diniz e seus executivos tratam a oferta de ações e a investida sobre os ativos da Laureate como o teste de madureza da Ser, um passo capaz de colocar o grupo no top three da área de educação.

A empresa mais do que duplicaria de tamanho, saltando de 200 mil para aproximadamente 460 mil alunos. Ficaria atrás apenas da Cogna Educação (ex-Kroton) e Yduqs (antiga Estácio), que somam, respectivamente, 850 mil e 600 mil estudantes matriculados. Por sua vez, o Ebitda da Ser pularia de R$ 300 milhões para cerca de R$ 550 milhões. Procurada, a Ser não se pronunciou. A Laureate, por sua vez, informou que “não comenta estratégias de M&A”. O sentimento entre Janguiê Diniz e seus executivos é que a Ser Educacional vive um momento de turning point: ou se consolida como uma predadora ou será presa fácil na cadeia alimentar da área de educação.

No passado recente, a própria Yduqs teria sondado Diniz em torno da eventual aquisição da empresa. O avanço sobre a operação da Laureate no Brasil é um movimento bastante arrojado dadas as atuais circunstâncias do setor. A pandemia derrubou os resultados dos grandes grupos da área de educação. A Cogna fechou o segundo trimestre com uma queda de 80% de seu Ebitda no comparativo com o mesmo período em 2019. A Yduqs carrega um recuo de 12% no primeiro trimestre. Outro dado preocupante é a disparada da inadimplência: em um ano, o índice de alunos matriculados com mensalidades atrasadas subiu de 15% para 26%.

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25.10.19

Uniasselvi na mira

A Ser Educacional, de Janguiê Diniz, que cravar uma aquisição antes do ano letivo terminar. Após perder a disputa pelo Ibmec para a Yduqs, volta suas baterias na direção da Uniasselvi, controlada por Carlyle e Vinci Partners.

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22.09.19

Banco escolar

O norte-americano Apollo Management está em negociações para a compra de uma participação na Ser Educacional, do empresário Janguiê Diniz. Tomando-se como base a cotação em mercado, a empresa está avaliada em quase R$ 3 bilhões.

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26.12.17

Nota baixa

Após frustradas tratativas com Laureate e Ser Educacional, Carlyle e Vinci teriam oferecido a Uniasselvi à Anima Educação. Consultada, a Anima diz “não confirmar a informação”. Carlyle e Advent não quiseram comentar.

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10.07.17

O eclipse do Fies

Segundo o RR apurou, a Ser Educacional trabalha com a estimativa de que em até quatro anos o Fies responderá por menos de 15% dos seus matriculados. Há cerca de dois anos, esse índice chegou a ser de mais de 40%.

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01.06.17

Ser Educacional abre o cofre

O empresário Janguiê Diniz, da Ser Educacional, aguarda o desfecho dos megabusiness do setor para definir como poderá embarcar nesse trem. Enquanto isso não ocorre, vai investir cerca de R$ 7 bilhões para a abertura de 60 Centros de Aprendizagem voltados ao ensino a distância. A expansão só aumentará o cacife do grupo quando a locomotiva do M&A passar a sua frente.

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06.02.17

Ser Educacional aplica as lições que recebeu na Estácio

Por mais dolorosa que tenha sido a lição, a derrota na disputa pela Estácio serviu como um pós-doutorado para Janguiê Diniz, dono da Ser Educacional. O novo plano de investimentos do grupo pernambucano, que está recebendo os últimos retoques, prevê a abertura de 18 unidades de ensino nas regiões Norte e Nordeste até 2018, além de outras 27 nos dois anos seguintes. Procurada, a empresa confirmou a meta de inaugurar 45 universidades até 2020. Informou ainda que nove delas já estão autorizadas pelo Ministério da Educação.

Trata-se do mais agressivo projeto de expansão nos quase 24 anos da Ser Educacional. Caso o número previsto seja atingido, significa dizer que ao longo dos próximos quatro anos o grupo vai duplicar de tamanho – hoje são exatamente 45 universidades. E onde, afinal, a citada Estácio entra nesta história? Janguiê Diniz só pensa em voltar à mesa da consolidação do setor de educação, mas está convicto de que, antes, precisa ganhar musculatura para as quedas de braço que tais negociações exigem.

A prioridade neste momento é crescer pelo greenfield e reforçar a posição da Ser Educacional no Norte e Nordeste. Trata-se do caminho natural e mais seguro para aumentar a escala da companhia. Janguiê Diniz conhece cada canto de sala de aula nas duas regiões, que concentram aproximadamente 85% dos 130 mil alunos da Ser Educacional. Some-se a isso a necessidade da empresa defender seu território no momento em que grandes grupos do Sudeste ensaiam investimentos no Norte e Nordeste, casos da Ânima Educação e da própria Kroton, que, aliás, venceu o duelo pela Estácio e agora corre o risco de perder o negócio por decisão do Cade.

A Ser Educacional é uma das emergentes da área de ensino. Fatura cerca de R$ 1,2 bilhão e tem crescido, em média, 20% ao ano desde 2012. Um indicador reflete o bom desempenho da empresa: sua margem Ebitda, na casa dos 24%, é hoje bem superior à da própria Estácio, que patina em torno dos 15% desde o ano passado. Mas ainda está longe das espécies mais parrudas do setor, como a própria Kroton, que trabalha com margens próximas de 50%.

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21.11.16

Segunda época

Após a frustrada tentativa de fusão com a Estácio, a Ser Educacional caminha em nova direção: o Grupo Objetivo, de João Carlos Di Gênio.

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22.08.16

DeVry carrega uma bolsa de estudos de R$ 2 bi no Brasil

 A norte-americana DeVry está empenhando mundos e fundos para se firmar como uma das grandes consolidadoras do setor de educação no Brasil. O grupo, que já investiu aproximadamente R$ 1 bilhão no país, pretende desembolsar o dobro em novas aquisições. Após comprar o Ibmec, um peixe graúdo que custou R$ 700 milhões, os norte-americanos avançam sobre redes com forte atuação regional. Segundo o RR apurou, a DeVry teria aberto conversações com a Tuiuti, uma das principais universidades privadas do Paraná. Com 14 mil estudantes e quatro campi em Curitiba, a empresa é controlada pela Set Educacional. Outro alvo dos norte-americanos é a Universidade Tiradentes, maior faculdade particular do Sergipe. A DeVry monitora a companhia nordestina há mais de um ano. Seu acionista fundador e reitor, Joubert Uchoa de Mendonca, 79 anos, tem enfrentado problemas de saúde – em setembro de 2015, precisou se submeter a uma cirurgia para a colocação de pontes de safena. A Tiradentes tem quatro faculdades em Sergipe, além de uma operação importante no segmento de ensino a distância, somando mais de 20 mil alunos. Consultadas, a DeVry e a Tuiuti negaram as tratativas.  Caso se concretize, a dupla aquisição da Tuiuti e da Tiradentes fará com que a DeVry Brasil atinja um novo patamar dentro do grupo. A operação brasileira chegará à marca de 150 mil estudantes, superando o próprio número de alunos da companhia nos Estados Unidos. Aliás, não é apenas no tamanho do negócio que os executivos da subsidiária gostariam de se descolar da matriz. O desejo de distanciamento se aplica, sobretudo, à imagem do grupo lá fora. Na América, a DeVry é alvo de diversos processos: a companhia é acusada de práticas comerciais irregulares, de subornar alunos em troca de boas avaliações dos seus cursos e de fraudar a legislação local para entidades sem fins lucrativos.

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10.08.16

Questão de honra

 A Ser Educacional vai brigar tanto no Cade quanto na Justiça para melar a fusão da Kroton com a Estácio . Quer retardar o processo e dificultar o plano de expansão da concorrente. Mas, de antemão, já perdeu.

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