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14.09.20

Heineken e Coca-Cola não se cansam de quebrar garrafas

A relação entre Heineken e Coca-Cola parece ter entornado de vez. Mesmo após decisão contrária de uma câmara arbitral, o RR apurou que a cervejeira holandesa estaria disposta a romper – por vias judiciais, se necessário – o contrato que mantém com a Coca, responsável pela distribuição de seus produtos no Brasil. O acordo vai até 2022, mas, segundo a mesma fonte, a Heineken já estuda outras opções. Hoje não há clima para as duas empresas seguirem juntas. As multinacionais travam um efervescente contencioso no país. A Coca-Cola entrou na Justiça acusando a Heineken de se valer de “manobra societária fraudulenta”. Ao comprar a Brasil Kirin, antiga Schincariol, em vez de assumir diretamente o controle da cervejeira, o grupo holandês pendurou o ativo na Bavaria, sua subsidiária e hoje uma empresa de papel. A Coca-Cola acusa a Heineken de agir deliberadamente para assumir ela própria a distribuição das marcas da Brasil Kirin, driblando o acordo de exclusividade a que a multinacional de Atlanta diz ter direito. Consultada, a Heineken informa que “de acordo com a decisão do Tribunal Arbitral!, manterá seus acordos atuais com o Sistema de Distribuição Coca-Cola Brasil”. Já a Brasil Kirin “continuará suas operações com seu modelo de distribuição atual”. A Coca-Cola não se pronunciou.

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 O ex-governador de Sergipe Albano Franco negocia a recompra da cervejaria Nobel, vendida em 2007 para a então Schincariol, hoje Brasil Kirin. A empresa, que tem uma fábrica em Pernambuco, está avaliada em aproximadamente R$ 200 milhões. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Albano Franco e Brasil Kirin

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