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09.10.19

Livro desfolhado

A crise da Saraiva fez mais uma “vítima”: em recuperação judicial, com uma dívida de R$ 650 milhões, a empresa fechou sua loja no Shopping Tijuca, no Rio.

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18.09.19

Páginas rasgadas

Após arrancar a família Saraiva da gestão, os credores da rede de livrarias já trabalham no próximo movimento: a venda do controle da empresa.

Também em recuperação judicial, a Livraria Cultura está tentando empurrar a Estante Virtual, sua plataforma de vendas online, para a Amazon.

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31.07.19

Saraiva vs. credores

Hoje a Saraiva deverá apresentar aos credores uma nova versão do seu plano de recuperação judicial – na assembleia de junho, a empresa sequer levou a proposta à votação pelo alto risco de reprovação. Independentemente do livro que será aberto sobre a mesa, uma página já é dada como certa: um grupo de editoras, encabeçado pela Sextante e pela Ediouro, condiciona a aprovação de qualquer proposta à defecção da família Saraiva da gestão da rede de livrarias.

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10.07.19

Intentona

Credores da Saraiva concederam a si próprios “mandato” para vender a rede varejista. Um grupo de bancos e editoras procurou a Amazon e fundos de investimento. Só não há conversa com os controladores da companhia. Esses mesmos credores se movimentam para tirar a família Saraiva da gestão, conforme o RR antecipou na edição de 24 de junho.

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24.06.19

Credores em guerra com a família Saraiva

Um grupo de 17 editoras, capitaneado pela Sextante e pela Record, articula uma espécie de “intervenção branca” na Saraiva. Os credores pressionam pela saída da família Saraiva da gestão, notadamente o CEO Jorge Saraiva Neto. Neste caso, um pool formado pelas próprias editoras assumiria a administração da rede varejista, em recuperação judicial desde novembro do ano passado. O entendimento destes fornecedores, que representam mais de 80% do passivo da companhia, é que qualquer possibilidade de reversão da crise financeira da Saraiva depende da saída do clã da linha de frente do negócio. Os credores queixam-se da dificuldade de interlocução com Saraiva Neto e demais integrantes da família, em especial o presidente do Conselho, Jorge Eduardo Saraiva. Os credores já recusaram uma primeira proposta da Saraiva, que previa o pagamento das dívidas em prazos superiores a dez anos. Exigem a apresentação de outro plano na assembleia já marcada para 8 de agosto.

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03.06.19

Saraiva deixa credores com um pé atrás

Em recuperação judicial, a Saraiva tem encontrado séries restrições para repor seus estoques. As editoras adotaram o expediente de cortar, em média, um terço dos pedidos feitos pela rede varejista para reduzir seu risco. Além disso, novas encomendas estão sendo condicionadas ao pagamento integral da remessa anterior. Fabricantes de celulares já haviam adotado prática similar, o que forçou a Saraiva a encerrar a venda de smartphones em suas lojas físicas. Consultada, a empresa disse que “não comenta tratativas comerciais”.

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26.11.18

Páginas rasgadas

O relacionamento entre os credores da Saraiva e a gestão da empresa é o pior possível. Grandes bancos e editoras estariam se negando a manter negociações com o herdeiro e CEO do grupo, Jorge Saraiva Neto, acusado de prometer uma coisa e fazer outra. A situação tende a ficar ainda mais inflamável com o pedido de recuperação judicial da Saraiva – informação antecipada pelo RR na edição de 1 de outubro.

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31.10.18

Crise sistêmica?

O mercado de livrarias parece estar se desfolhando. Se a Saraiva anunciou o fechamento de 20 lojas, a Cultura estuda desativar cinco dos 15 pontos de venda. Em recuperação judicial, a empresa tem uma dívida de R$ 285 milhões. Procurada, a Cultura disse não comentar “questões pontuais”.

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30.08.18

Alibaba é a primeira na fila do caixa da Saraiva

O Alibaba – uma das maiores empresas de e-commerce do mundo – entrou no páreo pela compra da Saraiva. O grupo chinês já teria aberto conversações com os controladores da rede de livrarias, que enfrenta uma delicada situação financeira. Os asiáticos buscam uma operação híbrida, com vendas online e lojas físicas, capaz de turbinar sua atuação no país. Ao mesmo tempo, o Alibaba vislumbra a possibilidade de trazer para o mercado brasileiro seus produtos financeiros – como o e-Credit-line, um sistema de concessão de crédito para compras online. Na Saraiva, o assunto é guardado a sete chaves. Segundo o RR apurou, as tratativas para a venda do controle estariam restritas a um seleto grupo de não mais do que três acionistas, à frente Jorge Eduardo Saraiva, presidente do Conselho. Há pelo menos um ano, a empresa tem atrasado sistematicamente o pagamento a fornecedores, notadamente editoras. A companhia acumula mais de 300 títulos protestados em cartório, além de uma dívida da ordem de R$ 250 milhões. Sobre os atrasos, a Saraiva afirma estar “trabalhando em uma proposta para chegar a uma solução que seja razoável para todos os envolvidos.” Em relação à venda do controle, a empresa diz que “não comenta rumores de mercado.”

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19.02.18

Há uma Amazon nas entrelinhas da Saraiva?

A forte subida das ações da Saraiva tem provocado um frenesi no mercado. Dez entre dez analistas apostam suas fichas que a Amazon reabriu tratativas para a compra da rede de livrarias. Desde o início de janeiro, o papel acumula alta de quase 30% – 15% apenas na semana anterior ao Carnaval. Entre os principais compradores, ressalte-se, estariam a H11 Capital e a GWI, que já detêm participação no capital da Saraiva. Por sinal, são sócios do barulho, que têm causado muita dor de cabeça aos controladores da companhia. A GWI, do gestor Mu Hak You, protagonizou uma longa disputa com a família e chegou a pedir o afastamento de Jorge Saraiva Neto da presidência da empresa. Por sua vez, a H11 briga por mais espaço no Conselho. E, talvez, por uma posição privilegiada no capital caso a Amazon desembarque no capital da Saraiva e recompre as ações em mercado.

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