fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
12.03.20

Fintech a caminho da bolsa

A transferência do controle da Superdigital do Santander Brasil para a matriz foi apenas um preparativo para uma operação maior: a abertura de capital da plataforma da pagamentos eletrônicos do grupo espanhol. A fintech tem cerca de 1,5 milhão de contas ativas. Os espanhóis querem fechar o ano com cinco milhões de CPFs nas mãos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.02.20

A “nova Olé”

O Santander joga suas fichas na criação de uma nova plataforma digital para a Olé. A ideia é dar um ar de fintech do crédito à “velha” financeira. Será a primeira grande mexida após o Santander comprar os 40% restantes da Olé que pertenciam à família Pentagna Guimarães.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.02.20

Confissão de culpa?

O Santander negocia com o Cade um acordo para encerrar o processo contra a GetNet. A empresa de maquininhas do banco espanhol é investigada por supostamente rastrear dados de clientes de terceiros. Santander e GetNet também são suspeitos de práticas antidumping, notadamente a venda casada de produtos financeiros para lojistas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.12.19

As “maquininhas” do Santander

Nem se voltar a vestir a cafonice “high tech” que usou na recente convenção do Santander – uma roupa e uma máscara com lâmpadas de led vermelho –, o presidente do banco, Sergio Rial, vai conseguir se esconder dos conselheiros do Cade. Segundo informações filtradas pelo RR, o colegiado já reúne fortes evidências de que a GetNet, a empresa de maquininha do banco espanhol, se utilizou de dados cadastrais de concorrentes para oferecer seus serviços. Como o Santander teria tido acesso à base alheia, ainda é um mistério.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.12.19

Santander cai na malha fina do Cade

O Cade promete chumbo grosso na direção do Santander e da GetNet, a empresa de maquininhas do banco – conforme o RR antecipou na edição de 14 de outubro. Além de investigar o uso de um aplicativo anunciado pelos espanhóis capaz de rastrear e fisgar clientes de concorrentes, o órgão antitruste vai apurar denúncias de prática de dumping e de “venda casada” contra o grupo financeiro. O Santander estaria forçando lojistas a usarem os serviços da GetNet para ter acesso a outros serviços e melhores taxas de juros. A chamada “guerra das maquininhas” não é para amadores.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.10.19

Guerra das “maquininhas”

A Rede, leia-se Itaú, vai recorrer ao Cade e à Justiça contra a GetNet, leia-se Santander. Uma fonte ligada à empresa informou ao RR que a disposição interna é partir para a guerra. A Rede acusa a GetNet de concorrência desleal por conta de um aplicativo recém lançado, que promete um arrastão sobre a clientela alheia. A tecnologia permite a portabilidade de estabelecimentos comerciais e pessoas físicas que utilizem “maquininhas” de cartão de outras operadoras. Ao anunciar a novidade, o presidente da GetNet, Pedro Coutinho, disse que queria provocar a concorrência. Já conseguiu.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

01.09.19

Bandeira branca

O Santander negocia um acordo para encerrar o contencioso com os Pentagna Guimarães. O clã, dono do Banco BS2, decidiu exercer a opção de venda da sua participação de 40% na financeira Olé para os espanhóis. Mas levou o caso à Justiça por discordâncias em relação ao valor. A diferença entre o que um diz que tem a receber e o outro a pagar passa dos R$ 800 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.07.19

O Olé do Santander

O BS2, ex-Bonsucesso, está exigindo na Justiça a contratação de um novo laudo de avaliação da Olé, a financeira da qual é o sócio ao lado do Santander. Já teria, inclusive, apresentado em juízo três propostas para a realização do serviço – uma delas seria do Credit Suisse. O BS2 decidiu exercer a opção de venda dos seus 40% para os espanhóis. No entanto, acusa o Morgan Stanley, contratado pelo Santander, de ter feito uma avaliação da Olé sob medida para os ibéricos, jogando o preço do ativo lá embaixo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.06.19

60 mil pagantes e uma empreiteira inadimplente

Os movimentos do Grêmio para a compra de sua Arena junto à OAS têm esbarrado nos credores da empreiteira. Santander, Banco do Brasil e Banrisul exigem uma série de garantias para autorizar a operação. A OAS deve aos bancos mais de R$ 150 milhões referentes à construção do estádio. O Grêmio tenta fechar acordo com um grande fundo de investimento que assumiria o passivo. O contrato original prevê que a Arena só passará para o controle do clube em 2032. No entanto, o tricolor gaúcho tenta mandar o acordo para escanteio e assumir a propriedade o quanto antes devido ao esfarelamento financeiro da OAS, em recuperação judicial.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.05.19

Crédito rural

O Santander é o banco que mais tem pressionado o governo a autorizar instituições financeiras privadas a oferecerem crédito rural com juros subsidiados. A carteira de financiamento agrícola dos espanhóis no país deve passar dos R$ 20 bilhões neste ano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.