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06.06.22

Um pool de investidores verdes

A BSBios, de Erasmo Batistella, está em conversações com dois fundos europeus, candidatos a se associar ao projeto de instalação de uma biorrefinaria no Paraguai. Estima-se que a dupla poderá aportar até US$ 200 milhões no negócio. O meio de campo está a cargo do Santander. Batistella já tem outros dos sócios para dividir a conta do empreendimento, orçado em mais de US$ 1 bilhão: a espanhola Cobra e a paraguaia Copetrol. Esta última, uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país vizinho, terá um papel importante na comercialização do diesel verde e do bioquerosene que serão produzidos na

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02.06.22

Stone e Getnet querem passar o cartão na mesma maquininha

A reestruturação societária anunciada pela Stone – com a redução do poder do sócio fundador Eduardo Pontes – é vista na própria empresa como antessala para uma operação maior, leia-se uma fusão com outro grande player do setor financeiro. Além do decantado interesse do BTG, há algum tempo apontado como candidato ao negócio, o RR apurou que a companhia estaria mantendo conversações com a Getnet, pertencente ao Santander. No mercado, há, inclusive, quem enxergue mais do que uma mera coincidência no fato da Stone ter anunciado mudanças no bloco de controle simultaneamente ao fechamento de capital da Getnet, já divulgado pelo banco espanhol.

As operações seriam movimentos societários geminados, um preparativo para a posterior associação entre as duas companhias. Procuradas pelo RR, Stone e Getnet não se manifestaram. A eventual combinação de negócios das duas empresas de meios de pagamentos daria origem a um gigante do mercado de “maquininhas”. Stone e Getnet somam receita líquida da ordem de R$ 7 bilhões e um Ebitda superior a R$ 1 bilhão – a números de 2021. Tudo, ressalte-se, potencializado por um sem-número de possibilidades de sinergia com os demais negócios do Santander no Brasil.

Stone e Getnet têm um ponto fundamental em comum: ambas precisam encontrar uma resposta rápida para enfrentar a concorrência de espécies cada vez mais distintas do ecossistema financeiro, de empresas de adquirência a startups com novas soluções de pagamento. O Pix é outro adversário brutal. Não por acaso, as ações das empresas de “maquininhas” derretem. De junho de 2021 para cá, o valor de merca- do da Stone caiu impressionantes 86% – o equivalente a mais de R$ 130 bilhões. A Getnet não chega a tanto. Mas apenas sete meses depois da sua listagem direta em bolsa, o valor da ação da empresa acumula uma retração de 58%.

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10.12.21

O dia em que o Nubank virou banco

O mercado abriu champanhes comemorando o IPO do Nubank, na última quarta-feira, como o de maior valor de um “banco” da América Latina. Não é bem assim. O Nubank não é um banco, mas um animal híbrido entre a fintech e qualquer outra coisa financeira. Mas, na hora do IPO, vira banco. São dois pesos e duas medidas: parafraseando Nelson Rodrigues, o Banco Central anuncia há mil anos antes do nada a regulamentação das fintechs e instituições derivativas. Reconhece que, como está hoje, existe uma assimetria grave na competição. A questão é que o BC mostra duas caras: ao mesmo tempo em que constata um desequilíbrio regulatório, considera essa desigualdade ampliadora da concorrência. Ora, todo mundo já sabe que os compromissos de Bradesco, Itaú, Santander e Safra, para dizer somente os que carregam uma maior responsabilidade social – agências, funcionários diretos e indiretos, fornecedores etc -, são imensamente superiores aos desses “bancos” de dois andares e 30 pessoas. Com essa assimetria, ressalte-se ainda, o BC está produzindo novos bilionários com IPOs de “bancos de festim”. Gerar valuation não é tudo nesse mundo. Se for, estamos todos lascados.

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28.10.21

Padrão ESG

Sergio Rial, que deixa a presidência do Santander Brasil para assumir o board em janeiro, está submerso em projetos na área socioambiental e em conversas com ONGs. Rial quer ser o chairman mais ESG da história do banco no país.

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30.09.21

Corda bamba

A Ricardo Eletro pode estar entrando em um caminho sem volta. Excluídos do plano de recuperação judicial, grandes bancos credores, como Itaú Unibanco e Santander, estudam acionar a Justiça para anular o acordo. Se isso ocorrer, o risco de falência da rede varejista cresce consideravelmente. Procurados, Ricardo Eletro, Santander e Itaú não se pronunciaram.

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17.08.21

Do Brasil para o mundo

A Getnet virou a princesinha dos olhos dos espanhóis do Santander. Depois do México, Argentina e Europa, o grupo pretende levar a plataforma de pagamentos digitais para a Ásia.

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03.08.21

Controle remoto

Sergio Rial foi voz determinante na escolha de seu sucessor na presidência do Santander Brasil, o atual VP de empresas, Mario Leão. No banco, a aposta é que o entrosamento entre ambos é tão grande que o Santander terá dois “presidentes” no país.

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19.11.20

Publipix

O Santander retornou ao último da fila entre os bancos gastadores com a publicidade do Pix. Entre quatro paredes discute-se um superbrinde para quem migrar para o banco.

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04.11.20

Guilhotina afiada no Santander

É grande o zunzunzum no Santander de que o banco terá uma nova leva de demissões até o fim do ano. A rádio-corredor fala em até 500 cortes. Em tempo: em teleconferência com analistas na última terça-feira, quando consultado sobre as 1,2 mil demissões feitas no terceiro trimestre, o vice-presidente financeiro do Santander Brasil, Angel Santodomingo, disse que “ainda há espaço para melhorias no índice de eficiência do banco”.

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17.08.20

Santander Brasil pode ser o arrimo de família da matriz

O Banco Central acompanha com prudência o delicado momento do Santander. Segundo banco da Zona do Euro em valor de mercado, o grupo espanhol registrou entre março e junho o maior prejuízo trimestral da sua história, de aproximadamente 11 bilhões de euros. O rombo decorreu da baixa contábil de 12,6 bilhões de euros que o banco foi obrigado a lançar em balanço para cobrir possíveis perdas nos Estados Unidos, Espanha, Polônia e, principalmente Reino Unido.

O caso da Inglaterra é o mais grave, conforme destacado pela mídia especializada internacional: o Santander teve de fazer um impairment da ordem de 6 bilhões de euros. Junto com os resultados desabou também a confiança dos investidores. Desde o início do ano, o valor de mercado do Santander na bolsa de Londres despencou 45%, atingindo os níveis mais baixos em uma década. São números que levaram a presidente mundial do banco, Ana Botín, a dizer, consternada, que “os últimos seis meses estão entre os mais desafiadores da nossa história”.

A direção mundial do Santander garante que as perdas globais são não monetárias e não recorrentes, sem impacto sobre a liquidez ou as posições de risco de crédito. Ainda assim, o Banco Central monitora a possibilidade de efeitos colaterais sobre o Brasil. Antes que alguém faça ilações precipitadas, no BC não há preocupação de que algo similar ocorra com a operação brasileira. Neste caso, o “problema” é justamente o inverso: a notória saúde financeira da filial.

O receio é que o Santander Brasil seja convocado para cobrir perdas internacionais do grupo por meio de uma maior transfusão de lucros para a matriz, no limite sendo forçado até mesmo a reduzir sua exposure no país. Tomando-se como base o tamanho do banco no Brasil, essa cota de sacrifício seria absolutamente natural. A subsidiária brasileira é hoje a maior operação dos espanhóis no mundo, respondendo por mais de um terço dos ganhos globais do Santander. Não por acaso, sem qualquer modéstia, o próprio Sergio Rial, CEO do Santander no país, costuma dizer que já é o presidente mundial do grupo, tamanho o peso do Brasil no conglomerado. Nessa toada, talvez o próprio Rial seja uma das “remessas” da subsidiária brasileira para a matriz na tentativa de acertar os rumos do conglomerado financeiro.

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