fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
23.06.20

O anti-marketing do Santander

Há um desencontro de intenções entre o prefeito Bruno Covas e o Santander. Covas pretende tornar ainda mais rigorosa a regulamentação contra a poluição visual em São Paulo. O Santander, por sua vez, planeja soltar uma enxurrada de cartazes em bancas de jornal pela cidade. É a contrapartida do projeto “A gente banca”, lançado pela instituição financeira em meio à pandemia para financiar jornaleiros de todo o país. Covas já manifestou seu incômodo com propagandas espalhadas por vias públicas. O projeto “A gente banca” parece precisar de sal grosso. A pedido da Associação Nacional de Jornais, o Conar tirou do ar a campanha publicitária do Santander. Os filmetes incentivavam as bancas a mudarem seu modelo de negócio, apresentando jornais e revistas como algo ultrapassado. Consultado, o Santander confirma que a campanha foi encerrada “tão logo o banco foi notificado pelo Conar”. Em relação à ordem pública, a instituição assegura que o projeto está focado “nas cidades onde a legislação local permite a sua aplicação”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.05.20

O roto e o esfarrapado

A Rede, leia-se Itaú, estaria abastecendo o Cade com munição de sobra para incriminar o Santander e a Getnet, a empresa de maquininhas do grupo espanhol. Ambas são investigadas por práticas abusivas, entre elas venda casada de serviços. Não deixa de ser curioso: a credenciadora dos Setúbal também é alvo de processo no órgão antitruste.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A julgar pelas ações compartilhadas no combate ao coronavírus ficou claro quem está na primeira e na segunda divisão da banca nacional. BTG e Safra sequer foram cogitados para participar das medidas conjuntas capitaneadas por Bradesco, Santander e Itaú.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.03.20

Banco de solidariedade

Os grandes bancos privados, capitaneados pelo Bradesco, assinaram uma página de humanidade em sua história. O banco da Cidade de Deus, o Itaú e o Santander vão ceder cinco milhões de testes rápidos de detecção do coronavírus, tomógrafos e respiradores. É uma iniciativa inédita que poderia se tornar frequente em um Brasil desigual, onde a miséria grassa e a saúde é uma dádiva de algumas minorias. Afinal, não dói nadinha, como está comprovando a banca. Palmas para todos eles.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.03.20

Fintech a caminho da bolsa

A transferência do controle da Superdigital do Santander Brasil para a matriz foi apenas um preparativo para uma operação maior: a abertura de capital da plataforma da pagamentos eletrônicos do grupo espanhol. A fintech tem cerca de 1,5 milhão de contas ativas. Os espanhóis querem fechar o ano com cinco milhões de CPFs nas mãos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.02.20

A “nova Olé”

O Santander joga suas fichas na criação de uma nova plataforma digital para a Olé. A ideia é dar um ar de fintech do crédito à “velha” financeira. Será a primeira grande mexida após o Santander comprar os 40% restantes da Olé que pertenciam à família Pentagna Guimarães.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.02.20

Confissão de culpa?

O Santander negocia com o Cade um acordo para encerrar o processo contra a GetNet. A empresa de maquininhas do banco espanhol é investigada por supostamente rastrear dados de clientes de terceiros. Santander e GetNet também são suspeitos de práticas antidumping, notadamente a venda casada de produtos financeiros para lojistas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.12.19

As “maquininhas” do Santander

Nem se voltar a vestir a cafonice “high tech” que usou na recente convenção do Santander – uma roupa e uma máscara com lâmpadas de led vermelho –, o presidente do banco, Sergio Rial, vai conseguir se esconder dos conselheiros do Cade. Segundo informações filtradas pelo RR, o colegiado já reúne fortes evidências de que a GetNet, a empresa de maquininha do banco espanhol, se utilizou de dados cadastrais de concorrentes para oferecer seus serviços. Como o Santander teria tido acesso à base alheia, ainda é um mistério.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.12.19

Santander cai na malha fina do Cade

O Cade promete chumbo grosso na direção do Santander e da GetNet, a empresa de maquininhas do banco – conforme o RR antecipou na edição de 14 de outubro. Além de investigar o uso de um aplicativo anunciado pelos espanhóis capaz de rastrear e fisgar clientes de concorrentes, o órgão antitruste vai apurar denúncias de prática de dumping e de “venda casada” contra o grupo financeiro. O Santander estaria forçando lojistas a usarem os serviços da GetNet para ter acesso a outros serviços e melhores taxas de juros. A chamada “guerra das maquininhas” não é para amadores.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.10.19

Guerra das “maquininhas”

A Rede, leia-se Itaú, vai recorrer ao Cade e à Justiça contra a GetNet, leia-se Santander. Uma fonte ligada à empresa informou ao RR que a disposição interna é partir para a guerra. A Rede acusa a GetNet de concorrência desleal por conta de um aplicativo recém lançado, que promete um arrastão sobre a clientela alheia. A tecnologia permite a portabilidade de estabelecimentos comerciais e pessoas físicas que utilizem “maquininhas” de cartão de outras operadoras. Ao anunciar a novidade, o presidente da GetNet, Pedro Coutinho, disse que queria provocar a concorrência. Já conseguiu.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.