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15.05.19

“Samsung Bank”

A Samsung já pode ser considerada uma das grandes fintechs do país. Projeções da própria companhia indicam que o número de usuários do Samsung Pay, serviço de pagamentos eletrônicos, deverá crescer 600% no Brasil em 2019. É um salto sobre o salto de 400% registrado em 2018. Os sul-coreanos já fecharam acordos com mais de uma dezena de bancos no país.

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28.03.18

Telecontrabando

Apple e Samsung têm cobrado da Receita Federal e da Polícia Federal medidas mais rigorosas no combate à entrada de smartphones contrabandeados no Brasil. Antes que o celular, guardadas as devidas proporções, vire o novo cigarro. Estima-se que cerca de 12 milhões de aparelhos sejam ativados anualmente no país sem as devidas licenças de importação e muito menos certificação da Anatel.

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06.03.18

Com a bola toda

Tite está com a bola toda. Depois de Samsung e Itaú, tem convite de outra grande empresa para ser seu garoto-propaganda. Em breve o técnico será visto, todo sorridente, de celular na mão.

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16.03.17

Feitos um para o outro

A Samsung – quem diria? – virou motivo de chacota entre os cartolas da CBF. Em novembro, a empresa rompeu o contrato de patrocínio com a entidade por conta das denúncias contra Marco Polo del Nero. Três meses depois, o grupo enfrenta o maior escândalo da sua história, com a revelação do pagamento de propina a aliados do governo da Coreia do Sul.

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17.11.16

Padrasto Noel II

 A Samsung espera o pior Natal dos últimos cinco anos na venda de celulares no Brasil. Além da crise econômica, a empresa ainda enfrenta o impacto negativo causado pelo “incendiário” modelo Note 7, recolhido em todo o mundo.

• Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Samsung.

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20.10.16

Fogo na roupa

 O cancelamento das vendas do “explosivo” Galaxy Note 7 deverá render à Samsung um prejuízo de R$ 400 milhões no Brasil. O valor se refere aos mais de 100 mil smartphones que ela esperava comercializar no curtíssimo prazo – uma pequena fração diante dos US$ 2 bilhões que serão gastos para recolher 2,5 milhões de celulares em todo o mundo. Procurada, a Samsung não se pronunciou sobre as perdas.

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30.09.16

Celulares da Xiaomi tocam bem baixinho no Brasil

 A chinesa Xiaomi deve passar como um meteoro pelo Brasil. Apenas um ano após a sua chegada, a gigante asiática da área de tecnologia, com faturamento anual em torno de US$ 25 bilhões, estaria se preparando para deixar o país. Os sinais de despedida vêm dos mais diversos lados. Nos últimos três meses, a empresa teria dispensado mais de uma dezena de funcionários do seu escritório de São Paulo. A produção local de smartphones foi suspensa. De acordo com informações filtradas junto à Vivo, um dos principais parceiros comerciais dos chineses no Brasil, desde junho a Xiaomi vem reduzindo o volume de handsets entregues à operadora. A distribuição de aparelhos para o varejo, notadamente sites de comércio eletrônico como Americanas.com e Submarino, estaria praticamente suspensa. Os novos modelos importados que eram aguardados para meados deste ano sequer chegaram ao Brasil. Procurada pelo RR, a Xiaomi nega que esteja deixando o país. Informa que “apenas decidiu não lançar novos produtos no curto prazo”. A empresa confirma que interrompeu a produção no Brasil devido a mudanças nos incentivos fiscais para a produção local, mas garante que a decisão é temporária. Sobre os cortes de pessoal, a Xiaomi diz que “decidiu centralizar a maior parte do seu know how de marketing e mídia no escritório central, em Pequim”.  Uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo e sensação das bolsas asiáticas, com valor de mercado da ordem de US$ 50 bilhões, a Xiaomi chegou ao Brasil com o discurso afiado. Prometia atingir, em poucos anos, o top three do setor, ficando atrás apenas da Samsung e da Apple. Deu tudo errado. No segundo semestre de 2015, os chineses teriam comercializado apenas 35 mil celulares, menos da metade do esperado. Em 2016, mesmo após uma dose extra de investimentos em marketing, a Xiaomi não decolou: de janeiro para cá, as vendas não passaram dos 15 mil aparelhos. Consultada, a empresa informa que não divulga seus números por país. Algumas decisões equivocadas dos asiáticos contribuíram para o mau desempenho. Uma delas, a opção inicial de oferecer smartphones por meio do próprio site e de parceiros quase exclusivos, como a Vivo, em detrimento do varejo convencional.  A se confirmar, a melancólica saída do Brasil talvez seja o primeiro grande fracasso na biografia do empresário chinês Lei Jun, fundador da companhia. Dono de um patrimônio pessoal de mais de US$ 10 bilhões, Jun é chamado de “Steve Jobs chinês” e faz de tudo para alimentar a comparação, a começar pela calça jeans e pela camisa preta que costuma usar na apresentação de seus produtos. Parece uma cor adequada para a passagem da Xiaomi pelo Brasil.

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08.09.16

Linha de fundo

 A relação entre a CBF e a Samsung, patrocinadora da seleção brasileira, é uma bola prestes a sair pela linha de fundo.

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03.08.16

Samsung x Pelé

 A Samsung tenta fechar um acordo com Pelé para encerrar a ação movida pelo ex-atleta na Justiça dos Estados Unidos. O Rei cobra mais de US$ 30 milhões da empresa por uso indevido da sua imagem em material publicitário. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Samsung.

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 O sinal de alerta está aceso no Banco Itaú, Nike , Vivo, Samsung e demais patrocinadores da seleção brasileira. O motivo é a truculência com que a CBF vem tratando seus ex-parceiros. A entidade entrou na Justiça contra a BRF, com quem manteve contrato até o início deste ano. A justificativa é que a Sadia está fazendo “marketing de emboscada” em sua campanha publicitária para a Olimpíada ao vestir seu tradicional mascote com uma camisa verde e amarela. Ou seja: ao que tudo indica, Marco Polo Del Nero e cia. entendem que a CBF tem a primazia sobre as cores da bandeira. A BRF não está sozinha. Segundo o RR apurou, a Confederação também está abrindo um processo contra a Michelin, que patrocinava a seleção brasileira até fevereiro. A alegação é de que a empresa francesa não teria cumprido cláusulas do contrato relativas ao prazo e aos valores da rescisão. Procurada, a BRF confirmou o processo e disse lamentar a “postura da CBF”. Como apoiadora oficial da Rio 2016, a empresa afirma ter o direito contratual de usar os uniformes das equipes brasileiras, cujas cores “não são exclusivas da entidade”. A CBF não quis comentar o assunto. A Michelin também não se pronunciou.  Ao olhar para a BRF e a Michelin, os atuais patrocinadores da CBF temem o efeito do “eu sou você amanhã”. A percepção é de que a entidade iniciou uma caça às bruxas em represália aos ex-parceiros. E não são poucos. A escalação inclui ainda nomes como Gillette e Unimed. Não por coincidência, o turnover publicitário cresceu consideravelmente nos últimos dois anos, em meio aos seguidos escândalos envolvendo os ex e atuais cartolas da entidade. Ricardo Teixeira sumiu do mapa. O também ex-presidente José Maria Marin cumpre regime de prisão domiciliar em Nova York. Já Marco Polo Del Nero não sai do Brasil nem a decreto, temendo ter o mesmo destino de Marin, seu antecessor, preso na Suíça e extraditado para os Estados Unidos.

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