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11.06.18
ED. 5885

Um tempero árabe para BRF e Minerva

O RR apurou que o Saudi Agricultural and Liverstock Investment (Salic), acionista da Minerva Foods, é um dos principais artífices das negociações para a fusão da empresa com a BRF. O Salic, fundo ligado à família real da Arábia Saudita, quer ter uma posição relevante na nova companhia, transformando-a em ponta de lança para futuros investimentos na cadeia da proteína no Brasil. Além da aquisição de novos frigoríficos, o fundo vislumbra a possibilidade de entrar na produção de outras commodities agrícolas, como soja. Procurada, a Salic não se pronunciou. A BRF informou que “não recebeu nenhuma formalização por parte da Minerva ou de qualquer investidor estrangeiro ou nacional a respeito da operação mencionada”. O Minerva, por sua vez, disse que “não realizou qualquer proposta de investimento”, acrescentando que manterá “os acionistas informados acerca do andamento de qualquer assunto de interesse do mercado.” Para bom entendedor…

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23.05.18
ED. 5873

Primavera árabe

Ligado à família real saudita e sócio do Minerva, o fundo Salic prepara-se para semear mais de US$ 500 milhões em investimentos na produção de soja e milho no Brasil.

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12.04.18
ED. 5845

Semente plantada

A nomeação de Matthew Jansen como CEO global da Salic, gestora da família real da Arábia Saudita, foi saudada na Minerva Foods. Tudo leva a crer que, muito em breve, os árabes farão uma oferta para aumentar sua participação no frigorífico. Jansen é um “brasilianista”: sob sua gestão, a chinesa Cofco investiu mais de US$ 2 bilhões no agronegócio brasileiro.

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12.03.18
ED. 5823

Tempero árabe

A família Queiroz está disposta a entregar mais alguns anéis ao fundo Salic, que já detém 20% do Minerva. O aporte dos árabes tornou-se peça-chave para o equacionamento do passivo do frigorífico. No intervalo de um ano, a relação dívida líquida/Ebitda saiu de 3,4 para 4,6 vezes.

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19.02.18
ED. 5808

Proteína, terras e muitos petrodólares

A Saudi Agricultural and Liverstock Investiment (Salic), fundada pela família real da Arábia Saudita, está se movimentando para comprar terras no Centro-Oeste. Os árabes terão a escolta de investidores locais na empreitada – ao menos enquanto a lei assim exigir. A maior parte das terras deverá ser dedicada a atividades de pecuária. Ressalte-se que o Salic é acionista do frigorífico Minerva.

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02.01.18
ED. 5777

Reforço de caixa

O fundo árabe Salic, dono de 20% do Minerva, estaria com o dedo no gatilho, pronto para disparar mais um aporte de capital no frigorífico. No primeiro, em 2015, injetou R$ 700 milhões na companhia.

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22.06.17
ED. 5645

Quibe e esfiha

Os controladores do Minerva dizem a pura verdade quando afirmam que o ciclo de aquisições na América do Sul está encerrado, após a compra de frigoríficos da JBS na região. A família Vilela de Queiroz só pensa agora em incorporar ativos no Oriente, pegando carona na associação com o fundo saudita Salic.

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20.02.17
ED. 5564

Segunda fatia

Dono de 19,95% da Minerva Foods, o fundo árabe Saudi Agriculture and Livestock (Salic) quer um pedaço maior na empresa da família Vilela de Queiroz.

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22.11.16
ED. 5500

BRF e Minerva são um prato só no cardápio de Abilio Diniz

Abilio Diniz está debruçado sobre mais uma grande operação de M&A: a fusão entre a BRF e a Minerva Foods. A ligação societária já existente entre as duas companhias é um combustível para os planos de Diniz. A BRF detém uma participação relevante na concorrente: 12% do capital votante. O empresário conta ainda com outro importante trunfo: o apoio do Saudi Agriculture and Livestock Investment (Salic), gestora de recursos da família real saudita que administra mais de US$ 180 bilhões em ativos. Em dezembro do ano passado, o Salic desembolsou cerca de R$ 740 milhões para ficar com 19,95% das ações ordinárias da Minerva. Ou seja: juntos, Diniz e o fundo árabe somam quase 32% das ONs, mais do que qualquer outro investidor isoladamente. Significa dizer que a família Vilela de Queiroz, fundadora da empresa e maior acionista individual por meio da holding VDQ, está imprensada entre o rochedo e o mar. Procuradas, BRF e Minerva não quiseram se manifestar.

 A fusão entre BRF e Minerva Foods daria origem a uma companhia integrada da cadeia de proteínas, com presença na produção de carne bovina, suína e no setor de laticínios. Tomandose como base os resultados do ano passado, a nova empresa nasceria com um faturamento superior a R$ 40 bilhões, um Ebitda combinado da ordem de R$ 6,7 bilhões e fábricas em mais de duas dezenas de países. Os dois grupos carregam ainda uma dívida líquida somada de aproximadamente R$ 15 bilhões – R$ 11,5 bilhões referentes à BRF. Curiosamente, ainda que a empresa de Abílio Diniz tenha um nível de alavancagem mais confortável, é a Minerva que apresenta uma curva de endividamento descendente. Nos últimos 12 meses, sua relação dívida líquida/Ebitda caiu de preocupantes 4,8 vezes para 3,2. No caso da BRF, tal proporção subiu de 1,4 para 2,3 no mesmo intervalo, por conta das seguidas aquisições feitas pela companhia no período.

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03.10.16
ED. 5467

Em nome do rei

 Representantes do Salic , fundo de investimento ligado à família real da Arábia Saudita, têm percorrido o Centro-Oeste em busca de terras.

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02.08.16
ED. 5424

Carne e leite

 O Salic, fundo administrado pela família real saudita, avança no agronegócio brasileiro. Após se associar ao frigorífico Minerva, busca ativos no setor de laticínios.

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12.04.16
ED. 5346

Carne à moda árabe

 O fundo Saudi Agricultural and Liverstock (Salic), ligado à família real da Arábia Saudita, vai investir em negócios agropecuários no país atrelados a projetos de recuperação ambiental. Já há parcerias engatilhadas no Centro-Oeste. O Salic desembarcou no Brasil no fim do ano passado, ao comprar 20% do frigorífico Minerva.

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