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23.09.16

Safran corta as asas da operação brasileira

  Os planos da francesa Safran para o Brasil estão perdendo altitude. O que era para ser uma espécie de holding da fabricante de equipamentos de defesa no país virou apenas um singelo escritório de representação. Os executivos da subsidiária têm sido progressivamente podados em suas atribuições.  Os dirigentes da Safran no país perderam a ingerência sobre os rumos de cada uma das áreas de atuação da companhia – montagem de turbinas para helicópteros; equipamentos militares de visão; peças para aviação e engenharia aeronáutica. Todas as decisões têm sido tocadas diretamente da França. Há ainda uma quinta unidade do grupo no Brasil, mas por pouco tempo. A Morpho, divisão de sistemas biométricos, será vendida em breve. Consultada, a Safra confirmou que vai se desfazer da operação. Sobre o fim do projeto de criação da holding, nenhuma palavra.

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04.02.16

Baixo custo

 O que era para ser feito com pompa e circunstância virou um ação meio envergonhada. O grupo francês Safran, da área de defesa, vai abrir uma filial no país. No open office, não vai servir nem salgadinho. Se pudesse, a Safran não divulgava para ninguém.

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23.12.15

Reforço externo

 A francesa Safran salvou o 2016 da controlada Turbomeca. Transferiu para a fabricante de turbinas de helicópteros sediada em Xerém (RJ) encomendas que ficariam a cargo de subsidiárias do grupo na Europa. A Turbomeca tem perdido altitude junto com seu maior cliente na América Latina, a Helibras .

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20.10.15

Safran

 A francesa Safran, que está no topo do mercado mundial de defesa e segurança, decidiu puxar o freio de mão no Brasil. A principal medida contracionista será juntar as quatro empresas do grupo na Safran do Brasil, com os inevitáveis cortes administrativos e operacionais

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