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04.07.19

Trilhos sinuosos

A Rumo Logística, que arrematou a Norte-Sul, está conversando com outras operadoras, a exemplo da VLI, sobre a utilização da ferrovia. O chamado direito de passagem é uma das zonas cinzentas do edital e quase levou o TCU a suspender a licitação.

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08.05.19

Rumo ao exterior

A Rumo Logística estaria preparando uma emissão de títulos no exterior. Seria o trem-pagador para financiar a recente compra da concessão da Ferrovia Norte-Sul e o plano de investimentos na Malha Paulista, de R$ 4,5 bilhões.

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12.04.19

Norte-Sul para na “estação STF”

A Rumo Logística ganhou, mas pode não levar. A FerroFrente, que reúne associações de trabalhadores do setor ferroviário, entrou com recurso no STF para anular o resultado do leilão da Norte-Sul, vencido pela empresa de Rubens Ometto. O caso está nas mãos do ministro Luiz Roberto Barroso. Não é uma voz isolada. De acordo com a fonte do RR, a russa RZD, que desistiu de disputar a licitação por discordâncias quanto às regras do jogo, também estaria avaliando a judicialização do caso. O nó é o chamado direito de passagem, que permite à concessionária da Norte-Sul o transporte de cargas por ferrovias de outras operadoras. A própria RZD desistiu de participar do leilão por entender que as regras sobre o direito de passagem não eram claras. A FerroFrente tentou suspender a realização da licitação pelo mesmo motivo. Antes mesmo do leilão, espocaram acusações de que o edital foi feito para favorecer a Rumo e a VLI Logística, justamente as duas únicas empresas que disputaram o certame. Ambas controlam ferrovias que levam ao Porto de Santos, exatamente o ponto de escoamento mais importante para os clientes que utilizarão a Norte-Sul. Portanto, estando nas duas concessões, tanto a Rumo quanto a VLI não teriam o menor risco de serem barradas.

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29.03.19

Segundo ato

Informação que circulava ontem no Ministério de Infraestrutura pouco depois do leilão da NorteSul, na B3: a Rumo Logística, que arrematou a licença da ferrovia, vai buscar um sócio para dividir os investimentos de R$ 3 bilhões. A russa RZD seria forte candidata a embarcar nessa locomotiva. O bilhete incluiria ainda a entrada no capital da Malha Paulista, controlada pela Rumo.

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22.02.19

RZD na Norte-Sul

A russa RZD abriu um canal de interlocução com o Ministério de Infraestrutura. O assunto sobre a mesa é a privatização da Norte-Sul, prevista para o fim de março. O grupo já acenou com financiamento de bancos internacionais – o investimento mínimo obrigatório é de quase R$ 3 bilhões. Os russos entrariam na licitação lado a lado da Rumo Logística.

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11.02.19

Um trilho de mão dupla

A Rumo Logística, de Rubens Ometto, encaminhou ao ministro da Infraestrutura, Tarcisio Freitas, um projeto de investimentos na Malha Paulista, no valor de R$ 5 bilhões. Não deixa de ser uma forma de pressionar o TCU, que até o momento não autorizou a renovação antecipada da concessão. Enquanto não tiver o sinal verde do Tribunal, Ometto não gastará um centavo.

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15.01.19

Dobradinha ferroviária

A Rumo Logística, de Rubens Ometto, e a China Railway vêm mantendo conversações. Em pauta, uma parceria para o leilão da ferrovia Norte-Sul.

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28.09.18

Ometto esbarra na “Estação TCU”

No encontro que teve com o presidente Michel Temer no Palácio do Planalto, na última quarta-feira, o empresário Rubens Ometto falou de eleições (pouco) e de ferrovia (muito). Hoje, um dos grandes nós entre os negócios de Ometto é a renovação antecipada da concessão da Malha Paulista, pertencente à Rumo Logística. Depois de mais de um ano sentada sobre a questão, a ANTT aprovou a extensão do contrato por mais 30 anos. Ometto, no entanto, ainda aguarda pelo sinal verde do TCU, onde o processo está parado. Na conversa com Temer, o empresário jogou com sua carta trunfo, alertando que um investimento da ordem de R$ 4,5 bilhões está condicionado à renovação da concessão. A essa altura, contudo, a três meses de deixar o Planalto, o presidente está longe de ser o melhor “advogado” da República para interceder junto ao TCU.

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A China Railway entrou na disputa pela compra de 40% da Malha Sul, concessão da Rumo Logística – leia-se Cosan. Segundo o RR apurou, a companhia chinesa já teria encaminhado uma proposta ao empresário Rubens Ometto. Seu principal concorrente é a Sumitomo; a conterrânea China Communications Construction Company (CCCC) corre por fora. Com o descarrilamento do programa de concessões do governo Temer, a venda da Malha Sul é o grande “leilão” ferroviário da temporada. Que o diga a própria China Railway, que tinha interesse na licitação da ferrovia Norte-Sul e, diante do adiamento sine die da operação, tomou a direção da Rumo Logística. A venda de um pedaço da Malha Sul pode chegar à casa dos R$ 3 bilhões. No entanto, na prática, o valor em jogo é mais do que o dobro dessa cifra. A entrada do novo sócio será o estopim para a execução do plano de expansão da Malha Sul, da ordem de R$ 4 bilhões.

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22.01.18

Trilhos que não se encontram

O governo insiste em colocar em risco um dos maiores investimentos privados da área de infraestrutura. Até o momento, a ANTT não deu sinal de prazo e muito menos se vai ou não autorizar a renovação antecipada da concessão da Malha Paulista, pertencente à Rumo Logística. A extensão da licença é uma peça importante no quebra-cabeças ferroviário, por se tratar de condição fundamental para a expansão da Ferronorte, também controlada pela companhia. O investimento previsto seria da ordem de R$ 5 bilhões

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