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14.05.19
ED. 6113

Uma tribuna para Amôedo

Parlamentares do Partido Novo reacenderam a ideia de que João Amôedo assuma um cargo no governo de Romeu Zema em Minas Gerais. Buscam uma vitrine para manter o presidenciável Amôedo em evidência até 2022.

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07.05.19
ED. 6108

Zema lança “reforma penitenciária”

Antes de pensar em privatização de presídios, Romeu Zema quer reduzir a população carcerária de Minas Gerais. A tarefa não é simples, até porque envolve uma medida controversa: Zema articula uma espécie de tour de force com o TJ-MG e a Defensoria Pública não apenas para acelerar julgamentos de casos mais simples, mas também para transferir ao regime de liberdade condicional presos considerados de baixa periculosidade. Trata-se de uma promessa de campanha de Zema – como, aliás, também era vender a frota de helicópteros do estado e reduzir os custos com viagens oficiais, o que não aconteceu. O fato é que as cadeias mineiras não fogem à regra do país e estão entupidas: levantamento mais recente aponta que há 140% a mais de presos do que a capacidade das quase 200 penitenciárias do estado.

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03.05.19
ED. 6106

Cemig de saída

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, trabalha pela retomada do processo de venda do controle da usina de Santo Antônio. Zema é um dos maiores interessados no negócio: estima-se que a venda da participação na hidrelétrica possa render cerca de R$ 1,5 bilhão para a Cemig. O candidato mais forte ao negócio é a chinesa State Power Corporation (Spic).

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26.04.19
ED. 6102

Valor intangível

O iminente retorno de Ana Marta Veloso à presidência da Light é um movimento eivado de simbolismo. Nas entrelinhas, pode ser interpretado como uma forma de o governador Romeu Zema mostrar que não há mais ingerência da Andrade Gutierrez sobre a Cemig, controladora da distribuidora fluminense – algo que ocorreu mesmo após a empreiteira vender sua participação na empresa, em dezembro de 2017. Em sua primeira passagem pelo comando da Light, Ana Marta deixou o cargo após desentendimentos com a construtora de Sergio Andrade. Ressalte-se que a Polícia Federal acaba de abrir um novo front de investigação com foco na Cemig e na Andrade Gutierrez, no âmbito da Operação “E o vento levou”.

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22.03.19
ED. 6078

Copasa à venda

O governador Romeu Zema já está com o dedo no gatilho: aguarda apenas a aprovação da MP 868, que estabelece o novo marco regulatório do setor de saneamento, para abrir o processo de privatização da Copasa.

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08.03.19
ED. 6068

Baixa altitude

Entre os ativos que colocará sobre o balcão, o governo de Romeu Zema estuda se desfazer da participação de 12,5% na Helibrás. A fatia pertence à estatal Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge). Consultado, o governo de Minas diz “não ter informação sobre a venda desse percentual”.

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15.02.19
ED. 6056

Guerra fiscal nas alturas

O governador Romeu Zema planeja reduzir a tributação sobre o querosene de aviação, a exemplo do que fez recentemente João Doria, em São Paulo. A medida teria como objetivo principal atrair um número maior de voos e companhias aéreas para o Aeroporto de Confins. Nos últimos dois anos, o terminal mineiro perdeu para Viracopos o posto de sexto maior do país. Consultada, a Secretaria de Fazenda confirmou que o “Estado de Minas está conversando com o setor.” Em tempo: além de gerar uma maior arrecadação fiscal, por vias oblíquas a medida ajudaria também a estancar o esvaziamento de Confins, depois que a Infraero decidiu transferir linhas comerciais para o terminal da Pampulha. A concessionária, à frente CCR e Zurich Airport, ainda tenta reverter a medida na Justiça.

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08.02.19
ED. 6051

Gota em gota

Após comprar a Zema da família do governador mineiro, Romeu Zema, a Total está em negociações com duas redes de postos no interior de São Paulo. A meta dos franceses é duplicar sua participação no mercado brasileiro. Ainda assim, terão uma gota do setor: algo em torno de 2%.

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06.02.19
ED. 6049

Rejeitos fiscais

Além de acompanhar os desdobramentos da tragédia de Brumadinho, Romeu Zema teve outro forte motivo para não participar do encontro de governadores com Sergio Moro, na última segunda-feira. Zema passou boa parte do dia reunido com assessores da área econômica com o objetivo de agilizar o processo de adesão de Minas Gerais ao Regime de Recuperação Fiscal. A ordem é enviar o projeto à Assembleia Legislativa até o fim deste mês.

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25.01.19
ED. 6041

Conselhinho

A proposta de ter um CEO na gestão pública parece ter entrado em hibernação. Mas Romeu Zema tem alimentado a ideia de criar uma espécie de Conselho de Administração no governo de Minas de Gerais, composto por um grupo seleto de empresários locais. Josué Gomes da Silva – sempre ele – já foi sondado.

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23.01.19
ED. 6039

Transparência tem limite

O Partido Novo recomendou ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que transmita ao vivo, nas redes sociais, algumas das reuniões com o seu secretariado. Zema ficou de pensar e nada mais disse.

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11.01.19
ED. 6031

Contagem regressiva para a Copasa

O governador Romeu Zema já abriu tratativas com deputados da Assembleia Legislativa mineira em busca da autorização para a privatização da Copasa, a empresa de saneamento de Minas Gerais. Pelo esboço inicial, o governo manteria 49% da companhia.

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07.01.19
ED. 6027

Rota imperial

A equipe de Romeu Zema está embalando um pacote de concessões rodoviárias estaduais para ser ofertado ao mercado ainda em 2019. É parte do esforço para cobrir um déficit fiscal de R$ 6 bilhões.

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02.01.19
ED. 6024

Sangue, suor e lágrimas

Os estudos fechados na última semana pela equipe econômica de Romeu Zema contemplam a redução dos gastos com o funcionalismo para algo perto de 60% da arrecadação do estado. Vão ser tempos difíceis: hoje esse índice beira os 80%.

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19.12.18
ED. 6018

Nióbio puxa o programa de privatizações de Zema

Por uma via oblíqua, os Moreira Salles despontam como potenciais financiadores do déficit fiscal de Minas Gerais, na casa dos R$ 10 bilhões por ano. O governo de Romeu Zema estuda vender o controle da maior jazida de nióbio do mundo. A reserva pertence à Companhia de Mineração Pirocloro de Araxá (Comipa). Trata-se da joint venture entre o governo mineiro e a Companhia Brasileira de Mineração e Metalurgia (CBMM), dos Moreira Salles, candidata natural à compra dos 50,9% pertencentes à Codemig.

A operação daria à CBMM o controle integral da empresa e das reservas de Araxá, um manancial com mais de 490 milhões de toneladas e uma vida útil estimada de 400 anos. Responsável por 80% da produção de nióbio no mundo, a mineradora dos Moreira Salles arrenda as reservas da Comipa desde 1972. Pelo acordo em vigor desde então, paga ao governo de Minas uma participação de 25% nos lucros da mineradora. O atual contrato vence em 2032. Automaticamente, ao fechar a compra do controle, a CBMM levaria de arrasto o consórcio chinês e o pool de empresas japoneses e sul-coreanas que detêm, cada um, 15% do seu capital.

Procurados por meio de suas respectivas assessorias, o governador eleito Romeu Zema e a CBMM não se pronunciaram. A operação é parte de um projeto maior do futuro governo mineiro: a desmobilização de participações societárias da Codemig – a Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais. Estudos preliminares feitos pela equipe de transição de Zema apontam para a possibilidade de captação de aproximadamente R$ 2,5 bilhões com a venda de ativos pendurados na estatal, entre os quais 15% da fabricante de helicópteros Helibras e outro tanto da IAS, empresa de manutenção de aeronaves.

Com a venda da Cemig e da Copasa já descartadas, ao menos no curto prazo, o governo Zema vislumbra na venda da mina de Araxá e das demais participações da Companhia de Desenvolvimento a possibilidade de fazer caixa já no primeiro ano. O projeto pode ser considerado uma variação sobre o mesmo tema do movimento que o atual governador, Fernando Pimentel, tentou fazer há quase dois anos, com o IPO da Codemig e a venda de 49% ao mercado. Já fragilizado por denúncias de corrupção, que acabaram devorando suas chances de reeleição, Pimentel teve suas pretensões barradas na Assembleia Legislativa de Minas. Não deve ser este o caso de Zema, que chegará ao governo lastreado em uma votação expressiva e com uma base de apoio forte no Legislativo mineiro.

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13.12.18
ED. 6014

De vice para vice

Por ora, a ponte entre Minas Gerais e Brasília é uma construção de vice para vice. Eleito na chapa de Romeu Zema, Paulo Brant tem mantido assídua interlocução com o General Mourão. As conversas giram quase que invariavelmente sobre o repasse de recursos para investimentos em infraestrutura no estado.

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12.12.18
ED. 6013

Zema exorciza os fantasmas do funcionalismo

Por mais prosaico que possa parecer, uma das primeiras medidas do governo Romeu Zema será a implantação de um novo sistema de ponto eletrônico na administração pública. A equipe de transição de Zema mapeou diversas zonas cinzentas no controle de frequência do funcionalismo mineiro. Há secretarias e estatais sem registro eletrônico de presença para todos os servidores. Não é difícil imaginar aonde Zema quer chegar. O governador eleito promete uma guilhotina afiada, especialmente para os ocupantes dos mais de três mil cargos de chefia que não prestaram concurso público. Procurado, o governo mineiro informa que “há e sempre houve diversas situações em que servidores não registram presença em sistema eletrônico, conforme especificidades e a natureza do conjunto de funções de cada órgão público”.

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11.12.18
ED. 6012

Penhora mineira

No melhor estilo “Cedae“, o governador eleito Romeu Zema já admite usar o controle da Copasa como moeda de troca para renegociar a dívida de Minas Gerais com a União – o passivo é de R$ 78 bilhões. O vice governador eleito, Paulo Brant, foi escalado para conduzir as primeiras negociações com a equipe de transição de Jair Bolsonaro.

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06.12.18
ED. 6009

Romeu Zema a dez por hora

Os aliados de Romeu Zema já não escondem a inquietação com o ritmo de montagem da sua equipe de governo. Até o momento, o governador eleito de Minas Gerais escolheu apenas os secretários de Fazenda, Gustavo Barbosa, e de Planejamento e Gestão, Otto Reis. Zema confidenciou a assessores que até o próximo fim de semana anunciará pelo menos mais três nomes do seu secretariado. Outro fator de preocupação no entorno do governador é a sua dificuldade em encontrar o seu “CEO”, leia-se um responsável pela governança da máquina pública. Pelo menos três importantes executivos já recusaram a missão.

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29.11.18
ED. 6004

Legado explosivo

O governador eleito Romeu Zema vai questionar na Justiça a dívida de R$ 100 milhões com a Universidade Estadual de Minas. É uma das bombas fiscais que serão deixadas por Fernando Pimentel, a exemplo dos R$ 200 milhões/ano em aumento salarial que o governador concedeu ao TJ-MG, MP e Tribunal de Contas ao apagar das luzes da sua gestão.

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19.11.18
ED. 5996

Governança corporativa

Romeu Zema busca um CEO para Minas Gerais, leia-se um executivo que fique responsável pela “governança corporativa” do estado.

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09.11.18
ED. 5991

Zema amacia os sindicatos mineiros

O governador eleito de Minas Gerais, Romeu Zema, abriu um canal de interlocução com os sindicatos e centrais de trabalhadores. Trata-se de um processo de terraplenagem para a venda de ativos da Cemig. Zema não espera dos sindicalistas a mesma parcimônia que o petista Fernando Pimentel, bem ou mal, encontrou para a alienação de algumas participações da estatal.

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17.10.18
ED. 5975

O jeito Zema de ser

Se as decisões do empresário Romeu Zema servem de proxy para seu eventual governo, Minas Gerais já pode ir se preparando para tempos de sangue, suor e lágrimas. Em dois anos, a rede varejista Zema, controlada pelo candidato, fechou 60 lojas e demitiu quase três mil pessoas. Ao mesmo tempo, tem apertado os fornecedores, impondo períodos mais longos para o pagamento.

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