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Romeu Zema

Relacionados

11.12.18
ED. 6012

Penhora mineira

No melhor estilo “Cedae“, o governador eleito Romeu Zema já admite usar o controle da Copasa como moeda de troca para renegociar a dívida de Minas Gerais com a União – o passivo é de R$ 78 bilhões. O vice governador eleito, Paulo Brant, foi escalado para conduzir as primeiras negociações com a equipe de transição de Jair Bolsonaro.

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06.12.18
ED. 6009

Romeu Zema a dez por hora

Os aliados de Romeu Zema já não escondem a inquietação com o ritmo de montagem da sua equipe de governo. Até o momento, o governador eleito de Minas Gerais escolheu apenas os secretários de Fazenda, Gustavo Barbosa, e de Planejamento e Gestão, Otto Reis. Zema confidenciou a assessores que até o próximo fim de semana anunciará pelo menos mais três nomes do seu secretariado. Outro fator de preocupação no entorno do governador é a sua dificuldade em encontrar o seu “CEO”, leia-se um responsável pela governança da máquina pública. Pelo menos três importantes executivos já recusaram a missão.

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29.11.18
ED. 6004

Legado explosivo

O governador eleito Romeu Zema vai questionar na Justiça a dívida de R$ 100 milhões com a Universidade Estadual de Minas. É uma das bombas fiscais que serão deixadas por Fernando Pimentel, a exemplo dos R$ 200 milhões/ano em aumento salarial que o governador concedeu ao TJ-MG, MP e Tribunal de Contas ao apagar das luzes da sua gestão.

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19.11.18
ED. 5996

Governança corporativa

Romeu Zema busca um CEO para Minas Gerais, leia-se um executivo que fique responsável pela “governança corporativa” do estado.

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09.11.18
ED. 5991

Zema amacia os sindicatos mineiros

O governador eleito de Minas Gerais, Romeu Zema, abriu um canal de interlocução com os sindicatos e centrais de trabalhadores. Trata-se de um processo de terraplenagem para a venda de ativos da Cemig. Zema não espera dos sindicalistas a mesma parcimônia que o petista Fernando Pimentel, bem ou mal, encontrou para a alienação de algumas participações da estatal.

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17.10.18
ED. 5975

O jeito Zema de ser

Se as decisões do empresário Romeu Zema servem de proxy para seu eventual governo, Minas Gerais já pode ir se preparando para tempos de sangue, suor e lágrimas. Em dois anos, a rede varejista Zema, controlada pelo candidato, fechou 60 lojas e demitiu quase três mil pessoas. Ao mesmo tempo, tem apertado os fornecedores, impondo períodos mais longos para o pagamento.

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