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08.11.19

Procura-se um cargo

Romero Jucá é o nome do MDB para concorrer à Prefeitura de Boa Vista (RR) em 2020. Fazer o que? A exemplo de Eunício Oliveira, cotado para disputar a Prefeitura de Fortaleza, é mais um velho cacique do partido buscando abrigo nas eleições municipais.

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24.06.19

Lei de Migração é o “muro” de Bolsonaro contra refugiados

O presidente Jair Bolsonaro planeja endurecer a Lei de Migração. A crise venezuelana dá o motivo e o respaldo necessário para uma agenda que está no cromossomo do governo Bolsonaro – vide a saída do Brasil do Pacto Global de Migração da ONU em 8 de janeiro – e une a extrema direita internacional. A adoção de normas mais restritivas à entrada de estrangeiros no Brasil se justificaria pelas seguidas ondas de refugiados venezuelanos que têm cruzado a fronteira. A solução mais à mão seria acelerar a tramitação do Projeto de Lei (PLS) 408/2018, de Romero Jucá, que está parado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

O PLS propõe uma série de mudanças na Lei de Migração, promulgada há apenas um ano e meio, e na Lei 9.747/97, o Estatuto dos Refugiados. O entendimento no Planalto é que é necessário adequar a legislação a estes “novos tempos”, ainda que o país adote uma política de acolhimento humanitário, digamos assim, menos acolhedora. Desde novembro, com o agravamento da crise econômica no governo Maduro, em média 400 refugiados venezuelanos atravessam a fronteira a cada dia. Segundo projeções da ONU, o número de imigrantes da Venezuela no Brasil mais do que duplicará ao longo de 2019, chegando perto dos 190 mil.

A maioria segue concentrada no Norte, sobretudo em Roraima. Mas dez mil refugiados já se espalharam por outros estados, e 16 mil aguardam autorização para fazer o mesmo. O RR entrou em contato com a Presidência da República, que informou que o assunto é da alçada do Ministério da Justiça. Este, por sua vez, não se pronunciou até o fechamento da edição. Pelo PLS, a Lei 9.474/97 passaria a contemplar a hipótese de expulsão do país de refugiados ou peticionário de refúgio condenado em decisão final da Justiça por qualquer crime praticado no Brasil. Goste-se ou não da medida, trata-se de uma régua bem definida.

O mesmo não se aplica a outra proposta contida no projeto. Ele estabelece a possibilidade de refugiados serem expulsos por “motivo de segurança nacional ou ameaça à ordem pública”. Este é um critério mais complacente, que pode ser espichado ao gosto da circunstância. O projeto de Jucá daria ainda à União instrumentos para definir a capacidade de o país absorver refugiados e peticionários a partir de uma cesta de critérios, tais como oferta de empregos, IDH, renda per capita, oferta de leitos hospitalares e vagas na rede pública de educação. Ou seja: o governo federal passaria a ter um respaldo legal mais sólido para restringir movimentos imigratórios ou mesmo, no limite, fechar as fronteiras brasileiras a refugiados.

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07.05.19

Operação Jucá

Romero Jucá trabalha para que Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, seja o próximo presidente do MDB. Jucá não vota exatamente em Ibaneis, mas em si próprio: está convicto de que se trata do nome ideal para continuar dando as cartas no partido.

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25.04.19

Um teto para Jucá

Existe uma articulação no MDB para alçar Romero Jucá à presidência da Fundação Ulysses Guimarães. O consenso é que o afastamento “temporário” de Moreira Franco do cargo será definitivo. Em tempo: curiosamente, há dois anos, Jucá chegou a sugerir o fim da Fundação. À época, tinha mandato de senador e era um dos homens fortes do governo Temer.

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28.02.19

Obra do Jucá

Mecias de Jesus (PRB-RR) enxerga as dez digitais do desafeto Romero Jucá no vazamento de informações e nas seguidas denúncias de que teria sido ele o autor da fraude na eleição à Presidência do Senado. Trata-se de uma rixa antiga na política de Roraima, que se acirrou de vez em 2018. Jucá perdeu a eleição ao Senado – e consequentemente o foro privilegiado – para Mecias por uma diferença de apenas 426 votos.

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05.02.19

Ato final

Romero Jucá foi um consigliere decisivo para que Renan Calheiros retirasse sua candidatura à presidência do Senado. No início da tarde de sábado e mesmo após aberta a votação, em um último esforço Jucá manteve contato com mais de quatro dezenas de senadores em busca de apoio a Renan. Por volta das 17 horas, ao ver que a derrota era certa, recomendou ao aliado que pulasse fora. A mise-en-scéne na tribuna ficou por conta do próprio Renan.

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12.09.18

Efeito Temer

Romero Jucá, um dos cavaleiros da távola redonda de Michel Temer, quer distância do presidente. A proximidade com Temer contaminou seu desempenho eleitoral. Candidato à reeleição ao Senado por Roraima, Jucá tem aparecido nas pesquisas atrás de Márcia de Jesus (PRB) e Angela Portela (PDT).

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04.06.18

Távola redonda

A távola redonda de Michel Temer, notadamente Eliseu Padilha e Romero Jucá, tem cobrado que o pré-candidato Henrique Meirelles seja mais incisivo na defesa do governo. Melhor esperar sentado.

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02.03.18

Jucá perdeu

Romero Jucá teve uma raríssima derrota no governo. Na última terça-feira, intercedeu diretamente junto a Michel Temer na tentativa de evitar a demissão de Fernando Segovia no comando da Polícia Federal. Temer, como sempre, disse que ia ver com carinho…

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19.12.17

Apadrinhados

Calcula-se que Romero Jucá tenha mais de uma dezena de apadrinhados em cargos de gerência para cima na Eletronorte. Assim fica difícil privatizar a Eletrobras.

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