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26.04.21

Coalizão doméstica

O presidente Jair Bolsonaro faz planos de lançar uma chapa caseira no Rio Grande do Norte em 2022: para governador, o Ministro das Comunicações, Fabio Farias; para o Senado, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

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01.04.21

Não há orçamento que segure Rogério Marinho

O atentado constitucional ao orçamento federal, feito por políticos que transferiram R$ 26,5 bilhões das despesas obrigatórias para emendas parlamentares, implodiu os planos de Rogério Marinho. O ministro do Desenvolvimento Regional pretendia fazer dessas e de outras emendas um trampolim para o aumento de gastos da sua Pasta. Seriam aportados no Desenvolvimento Regional R$ 10,2 bilhões transferidos das despesas obrigatórias. Marinho é o maior garimpeiro de recursos orçamentários e extraorçamentários do governo. O ministro trabalha desde já para garantir alguma verba do fundo Renda Brasil, que Paulo Guedes pretende criar com o objetivo tríplice de renegociar os passivos dos estados, instituir um programa de renda mínima e abater a dívida pública interna federal.

Marinha atua com o firme propósito de detonar o teto de gastos, ou seja, abrir a porteira para as despesas com obras públicas, principalmente em 2022, ano eleitoral. O ministro pretende driblar o orçamento da União neste ano, através da aprovação do estado de calamidade, o que permitiria capturar recursos para obras de infraestrutura no meio dos gastos com a Covid-19. O argumento de Marinho é que os salvos com a vacina e beneficiários com os programas provisórios de preservação dos postos de trabalho precisarão de empregos à frente. Ele defende tirar os investimentos desse cárcere fiscal.

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25.03.21

A façanha de Pazuello

Eduardo Pazuello conseguiu algo pouco provável: pôs Paulo Guedes e Rogério Marinho do mesmo lado. A exemplo de Guedes, Marinho trabalha para “desconvencer” Bolsonaro da ideia de colocar Pazuello à frente das PPIs. O que se diz em Brasília é que Marinho age em causa própria: ele almeja levar o programa para o Desenvolvimento Regional.

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10.03.21

Voto de desempate

Nem Paulo Guedes, nem Onyx Lorenzoni. O que se diz no Palácio do Planalto é que Jair Bolsonaro poderá transferir o PPI para o Desenvolvimento Regional, de Rogério Marinho. Seria a forma de acabar com as disputas entre Guedes e Lorenzoni.

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19.02.21

Conta Arthur Lira

As faturas do Centrão não param de chegar no Palácio do Planalto. A bancada ruralista cobra o aumento da linha de crédito disponibilizada para agricultores do Pantanal por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). O valor inicialmente reservado gira em torno dos R$ 180 milhões, mas os parlamentares da Frente Agropecuária pedem R$ 250 milhões. O assunto foi parar na mesa do ministro Rogério Marinho. O FCO é administrado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional.

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08.12.20

Eles só pensam naquilo

Estão cada vez mais estreitas as relações entre Rogério Marinho e Jair Bolsonaro. O objetivo é sempre o mesmo: empreitar, não literalmente, a eleição de 2022. O próximo movimento é a realização de um evento no Nordeste para marcar o lançamento do Casa Verde e Amarela. Bolsonaro já confirmou presença.

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05.11.20

Rebaixamento

Depois de Jair Bolsonaro, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, é hoje o principal interlocutor do governo com o senador Marcio Bittar, relator da proposta orçamentária para 2021. Paulo Guedes? No máximo, pega o terceiro lugar do ranking.

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29.10.20

Rogério Marinho prepara o bote sobre a Funasa

Mais uma demonstração da força de Rogério Marinho no governo: o presidente Jair Bolsonaro cogita transferir a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) do Ministério da Saúde para a Pasta do Desenvolvimento Regional. A ideia foi levada a Bolsonaro pelo próprio Marinho. Caso a migração seja consumada, o ministro passará a ter sob seu poder um orçamento adicional da ordem de R$ 3 bilhões. Sob o aspecto das sinergias, o “corta e cola” faz sentido: na prática, a Funasa tem mais a ver com o Desenvolvimento Regional do que propriamente com a Saúde, que lhe dá nome. A Fundação é responsável por executar projetos na área de saneamento básico. Do ponto de vista político, a ida da Funasa para debaixo do guarda-chuva de Marinho também seria o encaixe perfeito. O ministro do Desenvolvimento Regional teria um arco maior de obras para inflar a agenda de inaugurações do candidato Jair Bolsonaro. Rogério Marinho prepara o bote sobre a Funasa.

Por falar no assunto: quando parecia que Paulo Guedes tinha ganho a parada, eis que Rogério Marinho deu uma nova volta por cima. O ministro do Desenvolvimento Regional foi autorizado por Jair Bolsonaro a preparar um tour envolvendo o Norte e o Nordeste. As inaugurações e comícios se iniciariam ainda neste ano. Mas, o que reafirma o prestígio de Marinho é a orientação de Jair Bolsonaro para que ele já vá preparando a agenda de eventos para o ano que vem. Como se sabe, por trás desses agitos políticos existe uma sempre uma contribuição do orçamento. Mas que ninguém pense que Paulo Guedes perdeu. Se o ministro da Economia chiar no ouvido do presidente, a exemplo de tantas outras vezes, Bolsonaro afaga seu Posto Ipiranga.

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10.09.20

Dupla afinada

Tarcísio Freitas e Rogério Marinho estão fazendo tabelinha para tirar do papel a linha 2 do metrô de Belo Horizonte. Freitas tem cuidado das tratativas com a Prefeitura de BH; já Marinho assumiu as conversas com a AGU para a liberação dos recursos provenientes da multa de R$ 900 milhões aplicada pela ANTT à Ferrovia Centro-Atlântica. É dessa derrama que sairá parte do dinheiro para financiar a obra na capital mineira.

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09.09.20

Rogério Marinho quer irrigar a popularidade de Bolsonaro

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, considera fundamental que Jair Bolsonaro entregue no ano que vem o Ramal do Agreste Pernambuco, importante apêndice da transposição do São Francisco. Trata-se de um dos principais projetos políticos identificados por Marinho na região, a atual menina dos olhos de Bolsonaro. Estima-se que sejam necessários cerca de R$ 600 milhões para a conclusão das obras – recursos, ressalte-se, que ainda não estão garantidos para o Orçamento do Ministério do Desenvolvimento Regional de 2021. O Ramal do Agreste Pernambuco é a joia mais valiosa no colar de projetos hídricos do Nordeste. A projeção é de que o Ministério do Desenvolvimento precisará de algo em torno de R$ 1 bilhão em verbas adicionais para acelerar a implantação desses empreendimentos, já contabilizando obras tocadas por governos estaduais com recursos da União. Entram neste rol projetos como o Canal do Sertão Alagoano, a Adutora do Agreste Pernambucano, o Cinturão das Águas do Ceará e as Vertentes Litorâneas na Paraíba, entre outros. Cada um representa uma solenidade de inauguração a mais para Bolsonaro.

Por falar em Nordeste e em irrigação, até a meteorologia parece estar dando uma mão para o aumento da popularidade de Jair Bolsonaro na região. As chuvas andam tão generosas que os açudes nordestinos já registram o maior nível médio dos últimos quatro anos: 41% – o dobro do verificado em 2018. No Piauí, historicamente um dos estados mais mal tratados pelas secas, os 25 reservatórios estão, em média, com 66% da sua capacidade – melhor índice desde o início da década passada.

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