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01.07.20

Conta-gotas

Dos R$ 16 bilhões em dinheiro novo que o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, conseguiu arrancar da equipe econômica, apenas R$ 2 bilhões devem ser liberados ainda neste ano. O restante será dividido entre 2021 e 2022. A maior parte do dinheiro vai para o “Casa Verde Amarela”, a versão bolsonarista do “Minha Casa, Minha Vida”.

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19.06.20

Localização estratégica

A reforma da política nacional de habitação, a cargo do ministro Rogério Marinho, vai dar prioridade à construção de imóveis em áreas já dotadas de infraestrutura urbana, como hospitais e escolas. Tomara!

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27.05.20

A conta não fecha

Rogério Marinho está tentando destravar junto à equipe econômica cerca de R$ 10 bilhões adicionais para os programas do Ministério do Desenvolvimento Regional, entre eles a nova versão do “Minha Casa, Minha Vida”. Até agora, no entanto, só assegurou R$ 6 bilhões. Se já era difícil, ficou muito mais com a escancarada animosidade com Paulo Guedes.

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12.05.20

Calendário eleitoral

Não obstante sua boa relação com o Congresso, nem mesmo Rogério Marinho leva fé na aprovação do marco regulatório do saneamento no curto prazo. O ministro vai manter o fogo aceso, mas sabe que esse é um prato para ser servido apenas depois da eleição municipal.

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07.05.20

Indexado

Em meio à desavença com Paulo Guedes, Rogério Marinho se indexou ao general Braga Netto. Mas permanece trabalhando com afinco para fazer as pazes com Guedes.

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07.05.20

Conta-gotas

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, tem assegurado aos governadores do Nordeste que o projeto de integração do Canal Norte do Rio São Francisco vai sair do papel. O investimento é miudinho: coisa de R$ 150 milhões.

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04.05.20

Cada vez mais forte

Cada vez mais forte no governo, o ministro Rogério Marinho tem se mostrado um ferrenho defensor da recriação do Ministério do Trabalho. O Centrão agradece.

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06.02.20

Dança das cadeiras no governo?

Termômetro

A substituição do ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, pelo atual secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, abrirá espaço para série de especulações, amanhã, sobre temas como:

1) Em primeiro plano, a intenção do presidente Bolsonaro em promover reforma ministerial, da qual faria parte o ministro Onyx Lorenzoni e, possivelmente, outros nomes desgastados, mas que contam com a simpatia do Planalto – como o ministro da Educação, Abraham Weintraub;

2) Os objetivos do novo ministro do Desenvolvimento, especificamente o planejamento para o Minha Casa Minha Vida;

3) O degaste anterior de Rogério Marinho frente a problemas na concessão de benefícios do INSS e a possível mudança de rumo – ao menos indicação disso – com a sua transferência para o Desenvolvimento Regional.

O meio ambiente e a economia

A área ambiental do governo Bolsonaro estará em foco e vai gerar nova leva de desgaste para o governo, amanhã, com duas pautas centrais:

1) O projeto de abertura das terras indígenas para a exploração mineral, pecuária, geração de energia e agricultura. Com detalhamento da proposta, vão proliferar críticas e estimativas sobre efeitos negativos da medida, inclusive em termos econômicos e na atração de investimentos externos;

2) Com o mesmo sentido, a exclusão de representantes da sociedade civil do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA).

Os sinais de Paulo Guedes

Deve haver novas sinalizações do ministro Paulo Guedes sobre a PEC do Pacto Federativo e o cronograma de reformas no primeiro semestre, nesta sexta, em evento na Fundação Getulio Vargas, no Rio de Janeiro.

O carnaval do coronavírus e o olhar para os estados

Apesar de bom desempenho de comunicação diante do coronavírus, até o momento, o Ministério da Saúde se verá frente à escalada de cobranças, amanhã, com os ganchos:

1) Da proximidade do carnaval, que alimenta temores de contágio e cobranças por medidas mais claras de contenção envolvendo aglomerações e viagens;

2) Da evolução de medidas preventivas e preparação de redes estaduais;

3) Da estrutura para quarentena de brasileiros repatriados da China, que ainda ganhará mais espaço.

As tendências da inflação em janeiro

Saem nesta sexta feira o IPCA (IBGE) e o IGP-DI de janeiro. Projeta-se número na faixa de 0,33% no IPCA (contra 1,15% em dezembro). Já no que se refere ao IGP-DI, estima-se crescimento de 0,26%, frente a 1,74% em dezembro.

Baixo desemprego nos EUA e números negativos na China

Internacionalmente, os destaques desta sexta serão: 1) A Taxa de desemprego dos EUA, que deve se manter em patamar muito baixo, na casa de 3,5% – o que fortalece o presidente Trump; 2) A Balança Comercial da China, com expectativa de recuo significativo, de US$ 46,79 bilhões para número entre US$ 36 e 38 bilhões. Números tendem a impactar negativamente os mercados globais, amanhã.

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Entrevista do secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, no fim da tarde de hoje, visa criar o primeiro horizonte para enfrentar percepção de paralisia em concessão de benefícios do INSS. No entanto, pode-se antever amanhã:

1) O escrutínio de medidas anunciadas, que precisarão ser defendidas e ter sua execução exposta e valorizada pelo governo para não parecerem improvisação. Convocação de 7 mil militares, por exemplo, alimenta imagem de que não se anteviu o problema. Mas, para além disso, de que cortes na máquina pública podem levar a fortes prejuízos para serviços essenciais;

2) Análise sobre profundidade do problema e de quanto tempo vai demorar para que seja equacionado, de maneira estrutural. De toda forma, é muito provável que ganhe corpo percepção de falha administrativa, particularmente negativa para um governo cuja área econômica ganhou – e investe em – selo de eficiência;

3) Ilações sobre degaste interno do secretário Rogério Marinho, cuja ênfase em que houve evolução no trabalho de organização interna e decréscimo em curva ascendente de pedidos, com número menor de funcionários, será de difícil assimilação.

O salário mínimo e a agenda social

O salário mínimo continuará em destaque amanhã: o novo reajuste já está definido, mas haverá questionamentos à equipe econômica quanto ao aumento de arrecadação anunciado hoje pelo ministro Guedes, como fonte para compensar os gastos gerados.

Governo pode conseguir valorizar a medida, mas a situação terá um caráter delicado porque favorece percepção de que tem agenda social frágil, por um lado e, por outro, gera preocupação no mercado.

As reformas de Guedes – e do Congresso

Tende a crescer, amanhã, o debate acerca das reformas tributária e administrativa, bem como, em segundo plano, de possibilidades de desoneração da folha de pagamentos. Tema já ganhava corpo no início de ano e será propulsionado com detalhamento, hoje, de uma espécie de cronograma do governo no primeiro semestre, pelo ministro Paulo Guedes.

Desdobramentos amanhã devem se concentrar em alguns vetores:

1) Movimentações de parlamentares, em especial de Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, e ilações sobre panorama para votações na Câmara e no Senado. Sobre a reforma administrativa, devem ter espaço avaliações políticas sobre eventual desgaste, em ano eleitoral – ainda mais após problemas no INSS.

Já no que se refere à reforma tributária, pode crescer, nesta quarta, imagem de que o projeto da Câmara, incorporando propostas do governo, largará na frente;

2) Nova rodada de análises na mídia, entre especialistas, matérias e articulistas, sobre as diferentes propostas de reforma tributária e as divergências que embutem. Nesse âmbito, pode haver destaque para insatisfações e projetos alternativos de governadores;

3) Possíveis críticas à imposto sobre transações financeiras, que, tudo indica, ainda está nos planos do ministro Guedes. Trata-se aqui de uma guerra de atrito. Se não houver questionamentos diretos sobre o tema ao presidente, ou críticas de parlamentares e instituições setoriais, amanhã, o ministro avançará. Se houver, pode ser novamente obrigado a recuar, antes de apresentar qualquer medida concreta.

Agenda de privatização e BNDES

Agenda de privatizações apresentada hoje pelo secretário especial de desestatização, Salim Mattar, estará em pauta amanhã, com destaque para o planejamento geral e, especificamente, para a Eletrobrás. Deve entrar na pauta, também, o BNDES, que planeja acelerar a venda de participações em empresas em 2020.

O desmatamento aumenta na Amazônia

Dados do Inpe, indicando aumento de 183% no desmatamento da Amazônia em dezembro de 2019, frente ao mesmo mês de 2018, vai gerar forte desgaste ao governo amanhã, com críticas e questionamentos ao ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, e à política ambiental da gestão federal como um todo.

A curva do comércio em 2019

Sai amanhã a Pesquisa Mensal do Comércio de novembro (IBGE). O índice vem do sexto mês seguido de crescimento, com acumulado de 1,6% no ano. No entanto, o avanço de outubro foi de 0,1%, frente a 0,8% em setembro. E dados dos serviços, divulgados hoje pelo IBGE, apresentaram recuo de 0,1%, após duas altas consecutivas, indicando acomodação. A conferir se o comércio segue curva similar.

Europa e EUA: balanços e projeções econômicas

Entre os indicadores internacionais, destaque amanhã para:

1) Na Zona do Euro, números de novembro para a Balança Comercial (deve haver recuo no superávit, de € 28 bilhões para algo próximo de € 23 bilhões) e a produção industrial (projeta-se recuperação, com avanço de 0,3% frente a queda de 0,5% em outubro);

2) Nos EUA, o Índice de Preços ao Produtor de dezembro (estimativas apontam para avanço de 0,2 após 0% em novembro) e a divulgação do Livro Bege, do FED, que trará um panorama geral e prognósticos para a economia norte-americana;

3) Na Alemanha, estimativa preliminar do PIB em 2019, que deve trazer número fraco, abaixo de 1%.

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10.07.19

Cabo eleitoral

Personagem-chave no esforço para aprovar a reforma da Previdência na Câmara em dois turnos ainda nesta semana, Rogério Marinho vai intensificar o corpo a corpo no Congresso. Somente na quarta e quintafeira, o secretário de Previdência e Trabalho já tem visitas agendadas ao gabinete de mais 50 deputados e senadores.

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