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20.05.22

Campos Netto quer distância da campanha eleitoral

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Netto, tem compartilhado com alguns diretores que não pretende aceitar até o fim das eleições conversas com os candidatos. O presidente Jair Bolsonaro seria a exceção – nesse caso, são assuntos de governo. Ainda que nas internas, Campos Netto se antecipa, principalmente, a um eventual pedido de encontro feito por Lula. Aliás, conforme o RR apurou, uma iniciativa que vem sendo cogitada no meio do comitê de campanha petista. Há, inclusive, discussões, se o pedido de audiência deveria ser feito pelo ex-presidente ou pelo candidato a vice Geraldo Alckmin. Como se sabe, o mandato de Campos Netto coincidirá com os dois primeiros anos de governo Lula/Alckmin, caso a dupla seja eleita. Na verdade, o presidente do BC não faz mais do que sua obrigação. É corretíssimo que o comandante da autoridade monetária não misture assuntos da sua alçada com disputas eleitorais. Até agora, Campos Netto só deu bola dentro.

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25.04.19

Falta dinheiro para fazer dinheiro

O ministro Paulo Guedes o presidente do Banco Central, Roberto Campos Netto, enfrentam um problema “monetário”: está faltando dinheiro para produzir dinheiro. Os cortes no orçamento da Casa da Moeda têm inviabilizado a produção de um novo lote de cédulas de Real. O custo estimado para a impressão de algo como um bilhão de unidades é da ordem de R$ 1,5 bilhão, quase três vezes a dotação da estatal para este ano. Uma saída seria o exterior, mas também não há orçamento disponível para a contratação de empresas internacionais – desde 2016, por meio de uma MP assinada por Michel Temer, o Banco Central está autorizado a “importar” dinheiro. Procurada, a Casa da Moeda informa que “até o presente momento, o BC não a contratou” para a produção da nova leva de cédulas. Perguntada especificamente sobre o custo da impressão e suas restrições de orçamento, não se pronunciou. No fim do ano passado, a Comissão Mista de Orçamento aprovou um crédito especial para a estatal da ordem de R$ 350 milhões, mas a maior parte dos recursos foi tragada para cobrir prejuízos da empresa. A questão ganha ainda mais relevo devido à pressão das próprias instituições financeiras. As cédulas antigas entopem e danificam caixas eletrônicos. Dos mais de seis bilhões de notas em circulação no país, ainda há cerca de 160 milhões da primeira família do real, impressa há 25 anos.

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25/04/19 15:32h

Alberto Campos

disse:

As informações estão truncadas e algumas erradas. O orçamento para produção de dinheiro é do Banco Central, não da Casa da Moeda que é contratada. Os 350 milhões não foram "tragados" para cobrir prejuízos, mas sim para honrar as dívidas do governo com a Casa da Moeda que já somam quase 1 bilhão de Reais em serviços prestados e não pagos. A Casa da Moeda presta o serviço, o contribuinte recolhe aos cofres públicos e o governo dá o calote em quem executou o serviço. Simples assim. Já dizia Avram Noam Chomsky, linguista, filósofo, sociólogo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano: "Essa é a técnica padrão da privatização: Corte o dinheiro, certifique-se que as coisas não funcionam, de que as pessoas fiquem zangadas, então entregue ao capital privado." Mais claro que isso.... Porque será então que colocam a empresa que produz o dinheiro de uma nação num programa de privatização?

25/04/19 15:32h

Alberto Campos

disse:

As informações estão truncadas e algumas erradas. O orçamento para produção de dinheiro é do Banco Central, não da Casa da Moeda que é contratada. Os 350 milhões não foram "tragados" para cobrir prejuízos, mas sim para honrar as dívidas do governo com a Casa da Moeda que já somam quase 1 bilhão de Reais em serviços prestados e não pagos. A Casa da Moeda presta o serviço, o contribuinte recolhe aos cofres públicos e o governo dá o calote em quem executou o serviço. Simples assim. Já dizia Avram Noam Chomsky, linguista, filósofo, sociólogo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano: "Essa é a técnica padrão da privatização: Corte o dinheiro, certifique-se que as coisas não funcionam, de que as pessoas fiquem zangadas, então entregue ao capital privado." Mais claro que isso.... Porque será então que colocam a empresa que produz o dinheiro de uma nação num programa de privatização?