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Um estranho script marcou a reunião do Codefat na última quarta-feira, quando o colegiado barrou o pagamento de parcelas extras do seguro-desemprego para demitidos durante a pandemia. Na hora H, dois dos conselheiros que eram contabilizados como votos certos a favor da medida não apareceram no encontro: Roberto Brant (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil) e Virgílio Carvalho (Confederação Nacional do Turismo). Automaticamente, foram substituídos pelos suplentes Renato Conchon e Sebastião Duarte. Afinados com o Ministério da Economia, ambos votaram contra a extensão do benefício. Segundo RR apurou com um dos integrantes da Codefat, nos dias anteriores à reunião, a equipe econômica atuou intensamente junto aos integrantes do Conselho para sepultar a proposta, que significaria um dispêndio extra de cerca de R$ 7,3 bilhões.

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21.08.20

“Geringonça” pelo seguro-desemprego

Os representantes dos sindicatos no Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) tentam costurar uma coalizão para garantir a prorrogação, por mais dois meses, do pagamento de seguro-desemprego a demitidos sem justa causa durante a pandemia. Além das seis centrais com assento no colegiado, os sindicalistas acreditam que terão os votos de Roberto Brant e de Virgílio Carvalho, representantes, respectivamente, da Confederação Nacional da Agricultura e da Confederação Nacional do Turismo. Nesse caso, ficaria faltando um voto para assegurar ao menos um empate de 9×9 dentro do Codefat. É o que basta. O voto de minerva cabe ao presidente do Conselho, o sindicalista José Canindé Pegado.

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