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20.01.20

Água 24 quilates

Fabricantes de água mineral estão contratando segurança privada para escoltar caminhões no Rio de Janeiro. Os roubos aumentaram desde a semana passada. Afinal, água limpa virou ativo cobiçadíssimo no Rio

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27.12.19

Um elevator pitch para o carioca prudente

Observatório

Por Leonardo Braga, Capitão Submarinista da Marinha Brasileira.

Ao largo dos debates acalorados sobre o clima, há alguns consensos importantes que requerem a atenção dos cariocas prudentes. Entre o global e o local, viveremos mais um período propenso a eventos meteorológicos extremos, que por aqui acontecem usualmente do verão ao outono.

Consenso I – O clima esta mudando

Não há consenso sobre o que move a mudança no clima. Mas, na perspectiva do impacto a curto prazo, não importa se ele é antropogênico ou natural. O que importa é que os fenômenos meteorológicos extremos estão mais intensos e frequentes. A qualidade das evidências e a variedade de fontes é avassaladora. Se algumas áreas do conhecimento experimentam o risco das medições atuais serem mais abrangentes e precisas, criando uma impressão de falso aumento de casos, esse viés é incomum na ciência dos desastres. Normalmente os eventos mais conhecidos respondem pelo maior número de vítimas e destruição material, restando aos eventos esquecidos no tempo uma contribuição marginal. Assim, grandes desastres mobilizam não só as burocracias organizadas e a ciência, mas também a imprensa e a arte, reverberando pela sociedade e deixando assim seus registros fossilizados nas diversas camadas histórico-culturais.

Consenso II – Eventos extremos não são novidade

Choveu forte no Rio de Janeiro. Olhe para o lado e você verá alguém dizendo que a culpa é do aquecimento global. E compreensível, mas não é justo. No Rio de Janeiro sempre choveu muito. Alguns eventos tornaram-se verdadeiras narrativas homéricas, como registram os belos artigos de Andrea Casa Nova Maia, “Imagens de uma cidade submersa: o Rio de Janeiro e suas enchentes na memória de escritores e fotógrafos”, de 2012, e de Claudine Pereira Dereczynski, Renata Novaes Calado e Airton Bodstein de Barros, “Chuvas Extremas no Município do Rio de Janeiro: Histórico a partir do Século XIX”, de 2017.

Consenso III – O Impacto não depende somente da intensidade das chuvas

O grau de ameaça é somente um dos lados da equação. Do outro está a vulnerabilidade das regiões. A conformação das bacias hidrográficas, o tipo e declividade do solo, o grau de cobertura vegetal e as formas de ocupação do solo são alguns dos fatores que vão determinar a suscetibilidade das regiões aos eventos extremos. E quando falamos de ocupação do solo, quase todo mundo pensa que os problemas estão restritos às práticas ilegais. Isso não é verdade. Em alguns casos a dita modernidade é o que pode piorar a situação. A impermeabilização do solo resultante da construção de prédios e aplicação de asfalto nas ruas, por exemplo, aumenta a volume de água superficial, podendo provocar enchentes em locais sem registro prévio desse tipo de ocorrência.

Consenso IV – Quem avisa, amigo é

Contingência e continuidade de negócios vão, de um jeito ou de outro, tornarem-se top of mind no viver carioca.

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Decisão do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, ao determinar que o Coaf fornecesse acesso a todos os relatórios de inteligência financeira dos últimos 3 anos reacenderá, amanhã e nos próximos dias, movimentações para criação da CPI das Lava Toga.

Pode-se esperar, nesta sexta, maior espaço para justificativas do ministro – STF já alega que ele não teve acesso a dados sigilosos. Ainda, assim, reação da mídia tende a ser muito negativa.  Vai associar a medida à imagem de ilegalidade, que já atribuiu a inquérito aberto pela Corte para investigar ataques ao Supremo nas redes sociais.

A conferir se pausa do feriado vai amenizar ou não reação senadores “lavajatistas”, que defendem CPI e formam grupo de quase 40 nomes na Casa.

BRICS: Tão longe, tão perto

Declaração final da 11ª Cúpula dos BRICS terá espaço amanhã, com análise de concessões e conquistas do governo brasileiro. Deve se depreender percepção de que houve avanços em termos de aproximação diplomática e, sobretudo, econômica – destaque para a China –, a partir de olhar pragmático de parte a parte.

Mas também de que há forte distância entre o Brasil e os demais países membros no que se refere à visão de política internacional.

Ponto que ainda permanece em aberto – e pode ter conclusões mais claras amanhã – diz respeito ao cronograma efetivo de acordos e medidas comercias definido (ou não) na Cúpula. Ausência de horizonte concreto vai gerar críticas ao Itamaraty, cuja imagem já é delicada.

BNDES ganha força

Tudo indica que o presidente do BNDES, Gustavo Montezano  e, na verdade, a nova visão acerca do papel do banco no atual governo terão sua primeira grande vitória amanhã. Tendem a gerar análises muito positivas dois fatos anunciados hoje:

1) De que o lucro do Banco teve alta de 70% no terceiro trimestre.

2) De que o BNDES vai pagar R$ 132,5 bilhões ao Tesouro Nacional em 2019.

Dados permitirão que a atual gestão se contraponha às anteriores, reforçando discurso caro ao presidente Bolsonaro. A se observar, contudo, se o presidente Montezano usará o bom momento para retomar tema de “caixa-preta” do banco. Atenção, também, para questionamentos sobre a atual política de crédito da instituição.

Taxação do seguro-desemprego: risco para o governo

É grande a possibilidade, nos próximos dias, de que a oposição – e parte do Centrão – tentem transformar a proposta do governo, de  taxar o seguro-desemprego, em símbolo negativo.

O risco maior, para a equipe econômica, é que a imagem contamine debate sobre o projeto para criação de empregos entre os jovens como um todo. E, me menor medida, reformas no Congresso.

Rio e São Paulo: mobilização contra vazamento de óleo

Há possibilidade, ainda que pequena, de que manchas de óleo cheguem ao litoral de Rio e São Paulo. Outro ponto que pode gerar novos desdobramentos é a controvérsia acerca de origem do vazamento: suspeitas voltadas para navio grego não se confirmaram, o que pode levar a novo desgaste do governo federal.

Chile e Bolívia: sinais de instabilidade

Instabilidade se manterá tanto na Bolívia quanto no Chile, nos próximos dias. Questões chave serão:

1) Na Bolívia, movimentações da  presidente interina Jeanine  Añez.  Há sinais de que avança para conseguir alguma sustentação no cargo, mas ausência de lideranças indígenas no gabinete anunciado por ela pode alimentar críticas e novos protestos;

2) No Chile, jogo se dará em torno de projeto de nova constituição, anunciado pelo presidente Piñera.

Impeachment: sociedade atenta

Audiências públicas começam a dar maior dimensão para depoimentos e denúncias ligadas ao processo de impeachment nos EUA. Democratas tendem a tentar apertar o cerco, aumentando o tom de acusações nos próximos dias

Sobrevoo por EUA e Europa

Em relação a indicadores internacionais, destaque amanhã para:

1) Produção industrial e vendas no varejo nos EUA, em outubro. Espera-se nova queda na indústria (entre 0,3 e 0,4%) e cenário entre estabilidade na margem e leve crescimento, de 0,2%, no varejo.

Números indicam que cenário da economia americana mantem-se em aberto, sem que possa ser descartada retração. Ainda mais com notícias de que acordo com a China ainda pode ser paralisado por novas discordâncias;

2) Índices de Preços ao Consumidor (IPC) de outubro e Balança Comercial de setembro na Zona do Euro. Estimativas apontam para inflação estável na faixa de 0,2% e tendência de alta no superávit mensal.

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15.02.17

Secretaria da alegria

Ricardo Amaral, Boni e Roberto Medina, que conhecem como ninguém a vocação festeira do Rio, defendem que a melhor e mais barata iniciativa para esquentar o turismo é criar dezenas de eventos animados em todos os pontos da cidade, publicizados pela Prefeitura. A questão agora é fazer Marcelo Crivella cantar como a Ivete: “E vai rolar a festa…”.

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14.02.17

Classificados

Classificados da crise: há quase 40 mil imóveis residenciais e comerciais vazios na cidade do Rio.

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