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18.06.18
ED. 5890

A segunda tentativa do Carlyle

O fundo Carlyle, dono de 60% da Tok&Stok, está decidido a realizar o IPO da rede varejista em 2019 – o restante do capital permanece nas mãos do casal Régis e Ghislaine Dubrule. A emissão de ações seria a porta de saída dos norte-americanos do negócio. Cabe lembrar que, quando o assunto é IPO, a experiência recente do Carlyle no Brasil não é das mais favoráveis. O fundo fracassou na tentativa de abrir o capital da RiHappy.

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06.06.18
ED. 5882

O novo (velho) Walmart Brasil

O Advent parece disposto a transformar o Walmart Brasil em um museu de grandes novidades. Já teria sondado o executivo Hector Nuñez, hoje presidente da rede de lojas de brinquedos Ri Happy, para o Conselho de Administração da companhia. Nuñez foi CEO do Walmart Brasil, assim como Luiz Fazzio, que o fundo norte-americano já teria convidado para reassumir o cargo. Pelo jeito, o Advent quer aprender com os seguidos erros do passado, que levaram os herdeiros de Sam Walton a desistir do Brasil.

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15.05.18
ED. 5867

Ri Happy à venda

O Carlyle não está para muita brincadeira. Após a frustrada tentativa de IPO da Ri Happy, procura um comprador para o controle da rede de lojas de brinquedos.

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30.01.18
ED. 5797

Temporada de IPOs

O Credit Suisse é um bom termômetro do reaquecimento dos IPOs na bolsa brasileira. Entre ofertas de ações prestes a sair do forno e prospects bem engatilhados, o banco está envolvido com oito operações. A fila deverá ser puxada com a abertura de capital da RiHappy, rede de lojas de brinquedos controlada pelo fundo norte-americano Carlyle.

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05.12.17
ED. 5759

Benchmarking às avessas

A abertura de capital da Restoque tem servido de sinal alerta para empresas de porte similar que estão na fila do IPO, como Ri Happy, Banco Inter e Tivit. Desde 30 de novembro, quando a holding da área de moda concluiu sua oferta de ações, o papel já caiu quase 20%. Antes disso, a dona das marcas Dudalina, Le Lis Blanc, entre outras, teve sucessivas amostras do baixo apetite do mercado. Inicialmente, a Restoque esperava captar R$ 800 milhões. No fim, ofertou apenas R$ 200 milhões, sendo que o total de ações subscritas parou nos R$ 148 milhões.

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21.09.17
ED. 5709

Carlyle redesenha seu portfólio no Brasil

O Carlyle passa por um momento de rearrumação dos seus negócios no Brasil. Além da decisão já anunciada de vender a rede de ensino Uniasselvi e parte da varejista de brinquedos RiHappy, a gestora norte-americana procura também um comprador para a Urbplan, empresa de desenvolvimento imobiliário e urbano. Trata-se de um momento de inapetência pelo Brasil? Muito pelo contrário. O país receberá a maior parte dos recursos do novo fundo que o Carlyle está captando para investimentos na América Latina. Entre as prioridades, empresas de tecnologia e negócios na área de saúde avançada.

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26.07.17
ED. 5669

Carlyle não quer mais brincar

O Carlyle deverá anunciar nos próximos dias a venda de uma participação na RiHappy, maior rede de lojas de brinquedos do país. Segundo fonte próxima ao fundo norte-americano, a operação gira em torno dos US$ 70 milhões.

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08.12.14
ED. 5017

Carlyle monta seus novos brinquedos no Brasil

 Após fisgar o controle das duas maiores varejistas do setor – PBKids e RiHappy -, para onde mais o Carlyle pode caminhar no mercado brasileiro de brinquedos? Neste jogo de tabuleiro, a carta que os norte-americanos levam a  mão parece dizer: “Avance duas casas e verticalize sua operação”. O fundo também pretende fincar sua bandeira em um grande fabricante nacional de brinquedos. Os dados estão rolando sobre a mesa, mas, desde já, dois nomes surgem no radar do Carlyle: Estrela e Grow. Além da possibilidade de adicionar ao seu portfólio uma marca forte, com expressivo índice de recall entre os consumidores, o que impulsiona os norte-americanos é o desejo de dominar o setor de ponta a ponta, garantindo condições mais vantajosas para suas duas redes varejistas. Ao todo, PBKids e RiHappy somam mais de 200 lojas no Brasil. O Carlyle, que administra cerca de US$ 200 bilhões em recursos, já investiu mais de US$ 500 milhões no mercado brasileiro de brinquedos – 80% desta cifra foram desembolsados na aquisição da RiHappy e da PBKids. Comparativamente, a compra de uma participação em um dos dois grandes fabricantes nacionais seria um investimento bem menos dispendioso. Noves fora um eventual prêmio de controle, atualmente o valor de mercado da Estrela, por exemplo, não passa dos R$ 130 milhões. A empresa, aliás, é vista pelos norte-americanos como uma presa até mais frágil do que a Grow, que sempre conseguiu manter um nicho de mercado – no segmento de jogos de tabuleiro – e, nos últimos anos, soube se reinventar com a digitalização de seus produtos mais famosos, como War, Perfil e Imagem & Ação. A entrada no capital de um fabricante de brinquedos poderia gerar um efeito colateral para o Carlyle e suas redes varejistas, com um eventual estremecimento das relações entre a PBKids e a RiHappy e outros grandes fornecedores. No entanto, os norte-americanos, ao que parece, não temem esse risco, assim como Abílio Diniz não temeu comprar uma participação na BRF quando ainda tinha um pé no Pão de Açúcar.

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