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17.11.20

Passando a boiada

Fetiche do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles: transformar o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, em uma espécie de adventure park, com hotéis e atividades esportivas operados pela iniciativa privada. E a Mata Atlântica? Ora, e dai?

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16.11.20

Guerra dos “Us”

Ao contrário do TCU, CGU e AGU já saíram em socorro de Ricardo Salles. Os dois órgãos entendem que a contratação de militares para cargos de chefia do Ibama foram legais, diferentemente do parecer do Tribunal de Contas.

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04.11.20

De Rodrigo Maia para Rodrigo Maia

Um grupo de governadores está articulando um ato de desagravo ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pelos ataques feitos pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Na Câmara, há quem diga que é o próprio Maia é que está “articulando a articulação” dos governadores.

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30.10.20

O burlesco tiroteio entre o general Ramos e Salles

O conflito entre os ministros da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e o do Meio Ambiente, Ricardo Salles, constituiu uma verdadeira ópera bufa no andar de cima do governo. De um lado, a ala militar; do outro, o segmento ideológico. O enredo burlesco envolveria uma orientação de Jair Bolsonaro para que seu secretário iniciasse o processo de fritura do titular do Meio Ambiente. Dependendo do andar da carruagem, o próprio Ramos assumiria o Ministério do Meio Ambiente, que ganhou um status institucional bem superior ao dos primeiros meses de Ricardo Salles à frente da Pasta.

Não seria por outro motivo que os prestigiosos nomes do vice-presidente, general Hamilton Mourão, e da ministra da Agricultura, Teresa Cristina, vêm sendo cogitados para o cargo, ambos com acúmulo de funções. Salles reagiu com a fúria de quem não teme o Exército e tem o apoio do Centrão e de Eduardo Bolsonaro – arquiduque da família imperial de Olavo de Carvalho. Chamou o general de “banana de pijama” e “Maria Fofoca”. Pois bem, foi o mesmo Jair Bolsonaro, “autor” da ordem a Ramos para que flambasse Salles, que atuou como mediador entre o general e o ministro do Meio Ambiente.

Levou-os para um almoço conjunto na base da Força Aérea Brasileira (FAB), onde trocaram salamaleques. Salles saiu da base aérea prometendo que ele e o secretário de Governo conversariam depois, mas teria dito aos seus colaboradores que se “Ramos quisesse terçar armas, veria quem tinha pólvora para vender”. A alusão foi feita em relação às citações de que Ramos é grande amigo de Bolsonaro há quase um quinquênio. Amigo, coisa nenhuma. Mas vento que venta lá, venta cá.

No Palácio do Planalto, Salles é chamado pelo grupo dos generais Braga Neto e Augusto Heleno, além, é claro, de Ramos, de “espiga de milho” ou “cara de pamonha”. A comédia chegou a uma temperatura mais alta, envolvendo o comandante do Exército, general Edson Pujol. Denúncias cruzadas, segundo fontes ligadas aos dois ministros, responsabilizaram Salles e Ramos pelo vazamento da notícia de que o secretário de Governo substituiria Pujol. De todo esse dramma bernesco, parece ter um único fundo de verdade: a compreensão, na alta esfera de governo, de que a pasta do Meio Ambiente ficou maior do que o chapéu de Ricardo Salles. O resto é fofoca, baixaria e desrespeito.

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16.10.20

Fast track

O ministro Ricardo Salles está apertando o Ibama para que ele conclua até dezembro os estudos ambientais relativos à construção do segundo trecho da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico). O projeto está a cargo da estatal Valec. Além da importância logística, Salles enxerga um valor intangível no empreendimento: manter em alta o seu ibope junto ao agronegócio.

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06.10.20

Advogado de defesa

O advogado geral da União, José Levi do Amaral Junior, ganhou pontos junto a Jair Bolsonaro. O motivo foi a “absolvição” prévia do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Em resposta a recurso do Ministério Público, a AGU determinou que não há relação entre o aumento do desmatamento no país e os atos da Salles. Imagina…

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22.09.20

Laços de família

A nomeação de José Vicente Santini como assessor especial do ministro Ricardo Salles deve ser creditada diretamente na conta de Eduardo Bolsonaro, seu amigo de infância. Em janeiro, Santini foi demitido da Secretaria Executiva da Casa Civil após usar um avião da FAB para voar de Davos para a Índia.

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25.08.20

Campo minado

O RR não acredita nessa hipótese. Mas vozes importantes no Ministério do Meio Ambiente apontam a demissão do coronel da PM-SP Homero Cerqueira da presidência do ICMBio como uma provocação de Ricardo Salles ao general Hamilton Mourão. Cerqueira gozava de notório prestígio junto ao vice-presidente e comandante do Conselho da Amazônia. A ponto de ser citado no Palácio do Planalto como um potencial substituto do próprio Salles.

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10.08.20

Fogo amigo

No que depender do general Hamilton Mourão, “ministro da Amazônia”, a proposta de Ricardo Salles de reduzir as metas oficiais de preservação da região para 2023 será incinerada. Meta é para ser mantida, mesmo que não necessariamente para ser cumprida.

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23.07.20

Um passaporte para Salles

O Palácio do Planalto já estuda uma “solução Weintraub” para o ministro Ricardo Salles, leia-se seu “exílio” em um organismo multilateral. Bird e CAF, Corporación Andina de Fomento, são os destinos cogitados. Se bem que do jeito que Jair Bolsonaro gosta de uma provocação, periga o incendiário Salles acabar na Organização do Tratado de Cooperação Amazônica.

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