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25.08.20

Campo minado

O RR não acredita nessa hipótese. Mas vozes importantes no Ministério do Meio Ambiente apontam a demissão do coronel da PM-SP Homero Cerqueira da presidência do ICMBio como uma provocação de Ricardo Salles ao general Hamilton Mourão. Cerqueira gozava de notório prestígio junto ao vice-presidente e comandante do Conselho da Amazônia. A ponto de ser citado no Palácio do Planalto como um potencial substituto do próprio Salles.

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10.08.20

Fogo amigo

No que depender do general Hamilton Mourão, “ministro da Amazônia”, a proposta de Ricardo Salles de reduzir as metas oficiais de preservação da região para 2023 será incinerada. Meta é para ser mantida, mesmo que não necessariamente para ser cumprida.

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23.07.20

Um passaporte para Salles

O Palácio do Planalto já estuda uma “solução Weintraub” para o ministro Ricardo Salles, leia-se seu “exílio” em um organismo multilateral. Bird e CAF, Corporación Andina de Fomento, são os destinos cogitados. Se bem que do jeito que Jair Bolsonaro gosta de uma provocação, periga o incendiário Salles acabar na Organização do Tratado de Cooperação Amazônica.

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22.07.20

Mourão se torna “embaixador do meio ambiente”

O vice-presidente Hamilton Mourão vai comendo o mingau de uma vez só no que diz respeito ao comando das ações ecológicas do país. Mourão assumirá a função de porta-voz do Brasil para assuntos do meio ambiente no exterior. Será uma espécie de embaixador plenipotenciário, notadamente das questões amazônicas. Vai manter contato com chefes de Estado, autoridades governamentais e empresários. O general é um PHD em assuntos da Amazônia, onde comandou a 2a Brigada de Infantaria de Selva em São Gabriel da Cachoeira (AM) – para não falar do fato de que a região está no sangue de Mourão (seus pais nasceram no Amazonas).

A sua missão é uma resposta ao consenso de que os problemas ambientais, principalmente o desmatamento, começam a prejudicar seriamente os interesses nacionais. E que a maior autoridade do país, o presidente Jair Bolsonaro, é incapacitado para assumir tal responsabilidade. A escolha de Mourão como “embaixador do meio ambiente” atende à exigência de que o interlocutor dos assuntos ambientais no exterior seja uma alta autoridade. Se tem alguém que não pode ser interlocutor da questão ecológica, esse alguém é o presidente Jair Bolsonaro.

Não só ele como seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ambos por motivos óbvios. Além da missão internacional, Mourão se prepara para dar um cavalo de pau na política do meio ambiente. O vice já deixou sua marca com a proposta de aumento do quadro de fiscais do Ibama – com a realização de concurso ainda este ano. Mourão trabalha pela recriação das Coordenações Regionais (CRs) do ICMBio, órgãos que davam apoio técnico a todas as 334 unidades federais de conservação do país.

As 11 CRs foram extintas em fevereiro deste ano, por meio de decreto assinado por Jair Bolsonaro – um dos itens da “boiada” de medidas infralegais, nas palavras do ministro Ricardo Salles. Em outro front, Mourão defende que o governo breque no Congresso o projeto de lei 3729/94, do deputado Kim Kataguri. O PL flexibiliza de tal forma as regras de licenciamento ambiental no país, que mais se assemelha a uma “licença para desmatar”. É o tipo de munição que o Brasil não pode dar à comunidade internacional neste momento.

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20.07.20

Bolsonaro escreve suas promessas a lápis

A julgar pelo track records, a declaração de Jair Bolsonaro de que Ernesto Araújo, Eduardo Pazuello e Ricardo Salles permanecerão no governo não tem grande valia. Em 6 de abril, Bolsonaro bancou a manutenção de Henrique Mandetta na Saúde. Dez dias depois, Mandetta era demitido. Como Sergio Moro, o revés foi ainda mais célere. Entre a última fala de Bolsonaro garantindo a permanência de Moro na Justiça e sua saída do governo passaram-se não mais do que dois dias.

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15.07.20

MPF na cola de Ricardo Salles

Vem mais chumbo grosso na direção do ministro Ricardo Salles. O Grupo de Trabalho de Defesa da Amazônia, do Ministério Público Federal, prepara um relatório com o apoio técnico de entidades como Instituto Socioambiental, do Imazon e da Rede Xingu+. Será mais subsídio para fundamentar o pedido de afastamento de Salles por improbidade administrativa, devido à “desestruturação dolosa das estruturas de proteção ao meio ambiente”

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Sem alarde, o Palácio do Planalto já começa a buscar nomes para o Ministério do Meio Ambiente. O pedido de afastamento de Ricardo Salles do cargo por improbidade administrativa, feito pelo Ministério Público Federal, era a peça que faltava para selar o destino do ministro.

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08.06.20

Um dia sob medida

Provocação em forma de chiste que circulava nos corredores do Ministério de Ricardo Salles, na última sexta-feira, dia do Meio Ambiente. Os funcionários diziam que era necessário se criar o “Dia do Desmatamento” para Salles ter o que comemorar. Desce o pano.

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28.05.20

Partido da “boiada”

Expulso do Partido Novo, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, poderá embarcar no Republicanos. A exemplo do caso do senador Flavio Bolsonaro, seria uma filiação-motel, um pernoite até que o Aliança pelo Brasil, a sigla do clã Bolsonaro, seja oficialmente registrado.

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26.05.20

A turma da motosserra agradece

A Advocacia Geral da União já se mobiliza para assegurar na Justiça a execução do despacho do Ministério do Meio Ambiente, que concedeu anistia a acusados de crimes ambientais na Mata Atlântica até 2008. Na outra trincheira está o Ministério Público Federal, que solicitou ao Judiciário a manutenção de todas as multas e sanções. A anistia aos devastadores da Mata Atlântica é um dos “animais” da “boiada” de medidas infralegais que o ministro Ricardo Salles disse em alto e bom som, na reunião ministerial de 22 de abril, que pretende passar durante a pandemia.

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