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09.09.19

Recomeço no varejo

Luiz Carlos Batista, que rompeu a sociedade com Ricardo Nunes e deixou a Máquina de Vendas, pretende voltar às origens, montando uma operação de varejo no Nordeste. O empresário era dono da cearense Insinuante, que se juntou à Ricardo Eletro numa combinação que nunca encaixou, notadamente por conta das pontiagudas arestas entre Batista e Nunes.

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07.06.19

Uma só prateleira

As negociações para a fusão entre a Máquina de Vendas/Ricardo Eletro e a ViaVarejo – informação antecipada pelo RR na edição de 29 de maio – avançaram algumas casas nos últimos dias. O Apollo Management, sócio da Starboard Partners na Máquina de Vendas, deverá entrar com aproximadamente 70% dos recursos necessários para a aquisição da fatia do Pão de Açúcar na empresa controladora do Ponto Frio e da Casas Bahia. Estima-se que o negócio chegue à casa dos R$ 2 bilhões. O passo seguinte será a criação de uma única holding, na qual serão penduradas as bandeiras da Máquina de Vendas e da ViaVarejo.

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28.11.18

Presente de grego

O Natal da Ricardo Eletro, encaixotada por uma dívida de R$ 1,3 bilhão, promete ser de sangue, suor e lágrimas. Segundo o RR apurou, o novo presidente da holding Máquina de Vendas, Luiz Wan-Dall, deverá fechar até 20 lojas da rede. Sua missão é arrumar a casa para a transferência do controle à gestora Starboard.

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24.07.18

Troca de posições

A rede varejista Império Móveis Eletro, de Pernambuco, é candidata a incorporar lojas da Máquina de Vendas, leia-se Ricardo Eletro, no Nordeste. Pode ser um bom negócio para os dois lados. A recém-criada Império Móveis aceleraria sua expansão na região; por sua vez, a Máquina de Vendas passaria adiante pontos de venda deficitários. Em tempo: o mundo dá voltas. A Império Móveis pertence ao empresário Richard Saunders, que, em 2011, vendeu a Eletro Shopping para a própria Máquina de Vendas.

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11.04.18

Ricardo Eletro na vitrine

As tratativas para a venda da Ricardo Eletro avançaram nas últimas semanas. Representantes de bancos credores, que tomaram as rédeas da operação, estariam no exterior em negociações simultâneas com a chilena Falabella e a alemã Steinhoff. A Ricardo Eletro
tem cerca de 600 lojas, R$ 6 bilhões/ano em receita, mas um contrapeso difícil de carregar: uma dívida de R$ 1,4 bilhão.

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02.02.18

Esmagamento

A Máquina de Vendas, segundo o RR apurou, deverá fechar mais 20 lojas da bandeira Ricardo Eletro. Seria uma exigência dos bancos credores, que, ainda não assumiram o controle da companhia, mas, na prática, determinam cada passo de Ricardo Nunes, controlador do grupo.

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05.01.18

Banho de loja na Ricardo Eletro

Os bancos credores prestes a assumir a gestão da Ricardo Eletro já estariam discutindo medidas para dar uma chacoalhada na operação de e-commerce da rede varejista. O negócio teria ficado meio de lado nos últimos tempos devido à grave crise financeira da companhia.

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07.12.17

Minoritário no caminho da Ricardo Eletro

O largo sorriso que o empresário Ricardo Nunes voltou a exibir na TV como garoto-propaganda da Ricardo Eletro contrasta com seu semblante fechado nas últimas reuniões com os credores da holding Máquina de Vendas. Os bancos têm pressionado Nunes a resolver o quanto antes a pendenga com os Salfer, minoritários da companhia. A família Salfer contesta a reestruturação societária da Máquina de Vendas e a emissão de R$ 1,6 bilhão em debêntures, exatamente os pilares da renegociação da dívida da rede varejista. Os Salfer não concordam com o modelo da operação, que diluirá sua participação no capital da Máquina de Vendas de 7% para menos de 2,5%. O receio dos bancos é que, no limite, a já manifesta intenção do clã de levar o caso para arbitragem inviabilize o plano de reestruturação da holding varejista, dona da Ricardo Eletro. A operação prevê a transferência do controle às próprias instituições financeiras.

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16.11.17

Vai ter Natal na Ricardo Eletro

Os executivos da Ricardo Eletro começam a respirar aliviados. Grandes fabricantes de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, como Whirlpool e LG, estão normalizando o fornecimento de produtos para a rede varejista. A medida vem na esteira do acordo entre a empresa e seus credores, que assumirão o controle do negócio. Houve um momento em que os dirigentes da Ricardo Eletro temeram por um Natal de prateleiras quase vazias.

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Prestes a assumir o controle da Máquina de Vendas em troca de uma dívida de R$ 1,5 bilhão, os bancos credores não vão ficar muito tempo vendendo geladeira e liquidificador. Já abriram canais de negociação com potenciais candidatos à aquisição da rede varejista, dona da bandeira Ricardo Eletro. Entre os pretendentes está a chilena Falabella, que, recentemente, manteve gestões para a compra da ViaVarejo.

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