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15.09.20

Quem manda na Ricardo Eletro?

A Ricardo Eletro sofre uma espécie de “take over branco”. Grandes credores – entre eles a gestora Starboard, que aportou R$ 250 milhões no negócio – chamaram para si a missão de buscar um comprador para a empresa. Ofereceram o controle da rede varejista ao Magazine Luiza. O ativo em questão, no entanto, não parece abrir o apetite da empresária Luiza Helena Trajano. Cabe o registro de que a Ricardo Eletro, hoje controlada pelos investidores Pedro Magalhães e Pedro Bianchi, está em recuperação judicial, carrega R$ 4 bilhões em dívidas e fechou todas as suas lojas, mantendo o e-commerce. Consultada sobre as conversas conduzidas pelos credores, a Ricardo Eletro disse “não ter essa informação”.

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24.08.20

Sem teto

A Ricardo Eletro já soma mais de 100 lojas com ordem de despejo por atrasos no pagamento de aluguel. O número representa quase um terço de todos os pontos de venda da rede varejista. É só um dos problemas da empresa, em recuperação judicial com uma dívida de R$ 4 bilhões.

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13.07.20

Baú de memórias

Quem conhece de perto as práticas fiscais de Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro, é o ex-sócio e desafeto Luiz Carlos Batista. Foram muitas as divergências sobre o tema nos tempos de sociedade. Nunes foi preso na semana passada, acusado pelo Ministério Público e pela Fazenda de Minas Gerais de sonegar R$ 400 milhões em impostos.

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18.02.20

Ordem de despejo

Fundador da Ricardo Eletro, Ricardo Nunes já foi alijado da gestão executiva. Agora a gestora Starboard, que assumiu o controle da holding Máquina de Vendas, força sua saída do capital. Nunes ainda tem 25% do grupo varejista.

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10.12.19

Eletro sem Ricardo?

Dona de 72,5% da Ricardo Eletro, a Starboard Restructuring Partners estaria se movimentando para fisgar a participação do fundador da rede, Ricardo Nunes. Sob sua gestão, a rede varejista viveu o êxtase de uma grande expansão e a agonia de uma dívida de R$ 2,5 bilhões que a lançou em uma recuperação extrajudicial.

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09.09.19

Recomeço no varejo

Luiz Carlos Batista, que rompeu a sociedade com Ricardo Nunes e deixou a Máquina de Vendas, pretende voltar às origens, montando uma operação de varejo no Nordeste. O empresário era dono da cearense Insinuante, que se juntou à Ricardo Eletro numa combinação que nunca encaixou, notadamente por conta das pontiagudas arestas entre Batista e Nunes.

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07.06.19

Uma só prateleira

As negociações para a fusão entre a Máquina de Vendas/Ricardo Eletro e a ViaVarejo – informação antecipada pelo RR na edição de 29 de maio – avançaram algumas casas nos últimos dias. O Apollo Management, sócio da Starboard Partners na Máquina de Vendas, deverá entrar com aproximadamente 70% dos recursos necessários para a aquisição da fatia do Pão de Açúcar na empresa controladora do Ponto Frio e da Casas Bahia. Estima-se que o negócio chegue à casa dos R$ 2 bilhões. O passo seguinte será a criação de uma única holding, na qual serão penduradas as bandeiras da Máquina de Vendas e da ViaVarejo.

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28.11.18

Presente de grego

O Natal da Ricardo Eletro, encaixotada por uma dívida de R$ 1,3 bilhão, promete ser de sangue, suor e lágrimas. Segundo o RR apurou, o novo presidente da holding Máquina de Vendas, Luiz Wan-Dall, deverá fechar até 20 lojas da rede. Sua missão é arrumar a casa para a transferência do controle à gestora Starboard.

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24.07.18

Troca de posições

A rede varejista Império Móveis Eletro, de Pernambuco, é candidata a incorporar lojas da Máquina de Vendas, leia-se Ricardo Eletro, no Nordeste. Pode ser um bom negócio para os dois lados. A recém-criada Império Móveis aceleraria sua expansão na região; por sua vez, a Máquina de Vendas passaria adiante pontos de venda deficitários. Em tempo: o mundo dá voltas. A Império Móveis pertence ao empresário Richard Saunders, que, em 2011, vendeu a Eletro Shopping para a própria Máquina de Vendas.

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11.04.18

Ricardo Eletro na vitrine

As tratativas para a venda da Ricardo Eletro avançaram nas últimas semanas. Representantes de bancos credores, que tomaram as rédeas da operação, estariam no exterior em negociações simultâneas com a chilena Falabella e a alemã Steinhoff. A Ricardo Eletro
tem cerca de 600 lojas, R$ 6 bilhões/ano em receita, mas um contrapeso difícil de carregar: uma dívida de R$ 1,4 bilhão.

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