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30.09.21

Corda bamba

A Ricardo Eletro pode estar entrando em um caminho sem volta. Excluídos do plano de recuperação judicial, grandes bancos credores, como Itaú Unibanco e Santander, estudam acionar a Justiça para anular o acordo. Se isso ocorrer, o risco de falência da rede varejista cresce consideravelmente. Procurados, Ricardo Eletro, Santander e Itaú não se pronunciaram.

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26.08.21

Ou vai ou racha

A nova assembleia de credores da Ricardo Eletro será realizada no dia 16 de setembro. A anterior, em julho, foi suspensa a pedido dos bancos e fornecedores, por falta de acordo com a empresa. O que está em jogo é a aprovação ou não do plano de recuperação judicial da rede, atolada em um passivo de R$ 4 bilhões.

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16.08.21

Sinal de alerta

O site da Ricardo Eletro está fora do ar há semanas. A empresa promete o lançamento de uma nova plataforma de e-commerce. Mas, os credores temem que o projeto não saia tão cedo do papel. A empresa está em recuperação judicial, com dívidas de quase R$ 5 bilhões.

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23.10.20

ViaVarejo avança sobre a Ricardo Eletro

A ViaVarejo, de Michael Klein, estuda a aquisição de ativos da Ricardo Eletro. Segundo fonte de um banco de investimento envolvido nas negociações, a operação passaria pela compra da marca e de dois centros de distribuição, em Goiás e no Amazonas. A ViaVarejo ampliaria, assim, seu colar de bandeiras, já composto por Casas Bahia e Ponto Frio. Apesar da crise, a Ricardo Eletro ainda é uma marca com razoável recall em mercados como Minas Gerais e alguns estados do Nordeste. Em recuperação judicial, com aproximadamente R$ 4 bilhões em dívida, a empresa fundada por Ricardo Eletro é um “morto-vivo”: fechou todas as lojas físicas, demitiu 3,5 mil funcionários e opera apenas na internet.

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15.09.20

Quem manda na Ricardo Eletro?

A Ricardo Eletro sofre uma espécie de “take over branco”. Grandes credores – entre eles a gestora Starboard, que aportou R$ 250 milhões no negócio – chamaram para si a missão de buscar um comprador para a empresa. Ofereceram o controle da rede varejista ao Magazine Luiza. O ativo em questão, no entanto, não parece abrir o apetite da empresária Luiza Helena Trajano. Cabe o registro de que a Ricardo Eletro, hoje controlada pelos investidores Pedro Magalhães e Pedro Bianchi, está em recuperação judicial, carrega R$ 4 bilhões em dívidas e fechou todas as suas lojas, mantendo o e-commerce. Consultada sobre as conversas conduzidas pelos credores, a Ricardo Eletro disse “não ter essa informação”.

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24.08.20

Sem teto

A Ricardo Eletro já soma mais de 100 lojas com ordem de despejo por atrasos no pagamento de aluguel. O número representa quase um terço de todos os pontos de venda da rede varejista. É só um dos problemas da empresa, em recuperação judicial com uma dívida de R$ 4 bilhões.

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13.07.20

Baú de memórias

Quem conhece de perto as práticas fiscais de Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro, é o ex-sócio e desafeto Luiz Carlos Batista. Foram muitas as divergências sobre o tema nos tempos de sociedade. Nunes foi preso na semana passada, acusado pelo Ministério Público e pela Fazenda de Minas Gerais de sonegar R$ 400 milhões em impostos.

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18.02.20

Ordem de despejo

Fundador da Ricardo Eletro, Ricardo Nunes já foi alijado da gestão executiva. Agora a gestora Starboard, que assumiu o controle da holding Máquina de Vendas, força sua saída do capital. Nunes ainda tem 25% do grupo varejista.

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10.12.19

Eletro sem Ricardo?

Dona de 72,5% da Ricardo Eletro, a Starboard Restructuring Partners estaria se movimentando para fisgar a participação do fundador da rede, Ricardo Nunes. Sob sua gestão, a rede varejista viveu o êxtase de uma grande expansão e a agonia de uma dívida de R$ 2,5 bilhões que a lançou em uma recuperação extrajudicial.

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09.09.19

Recomeço no varejo

Luiz Carlos Batista, que rompeu a sociedade com Ricardo Nunes e deixou a Máquina de Vendas, pretende voltar às origens, montando uma operação de varejo no Nordeste. O empresário era dono da cearense Insinuante, que se juntou à Ricardo Eletro numa combinação que nunca encaixou, notadamente por conta das pontiagudas arestas entre Batista e Nunes.

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