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20.05.21

Riachuelo avança sobre a C&A

O RR apurou que a Riachuelo, leia-se o Grupo Guararapes, do empresário Flavio Rocha, estaria em conversações para a compra da operação da C&A no Brasil. Tomando-se como base a cotação em bolsa, a empresa estaria avaliada em aproximadamente R$ 4 bilhões. Com a aquisição, a Riachuelo praticamente duplicaria seu tamanho, saltando de 332 lojas para quase 600 pontos de venda em todo o país. Ou seja: passaria a ter um tamanho próximo ao de sua maior concorrente, a Renner. Desde o ano passado, família holandesa Brenninkmeijer, controladora da C&A, busca um comprador para a sua subsidiária brasileira. Nos últimos meses, teria conversado não apenas com redes varejistas, mas com gestoras internacionais, como a Advent. Procuradas, Riachuelo e C&A não quiseram se pronunciar.

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06.05.21

Riachuelo sai à caça

A Lojas Riachuelo, de Flavio Rocha, está garimpando fintechs no mercado para engordar a Midway. Trata-se da financeira do grupo, que está sendo transformada em banco digital.

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01.06.20

Brasil já foram 200

O Brasil 200 está perdendo fôlego. A exemplo de Flávio Rocha, herdeiro das Lojas Riachuelo, outros dois empresários teriam se afastado do movimento nos últimos dias. Em meio à acusação do STF de que integrantes do Brasil 200 seriam financiadores de uma rede de fake news, crescem também as divergências com o líder do movimento, Gabriel Kanner, sobrinho do próprio Rocha.

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15.01.20

Projeto Huck

O empresário Flavio Rocha, da Riachuelo, que já foi Doria, Meirelles, Bolsonaro e até ele próprio, está mergulhando de cabeça no “Projeto Huck”.

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07.10.19

CPI na cola do Facebook

A CPI das Fake News vai convocar Flavio Rocha, herdeiro da Riachuelo. No script da Comissão, caberá a ele o papel de vítima. No ano passado, sem qualquer explicação, o Facebook tirou do ar a página do Brasil 200, movimento liderado por Rocha, à época, pré candidato à Presidência da República. A responsável pela área de Relações Governamentais da rede social, Monica Guisé, já foi convocada. É só um aquecimento: os parlamentares deverão chamar também Conrado Leister, nº 1 do império digital de Mark Zuckerberg no Brasil.

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18.12.17

Flávio Rocha enfrenta “oposição” dentro da própria Riachuelo

Flávio Rocha já esteve cotado como presidenciável, foi sondado para disputar a sucessão de Geraldo Alckmin em São Paulo, mas tem enfrentado dificuldades para governar dentro da própria casa. A relação entre o empresário e seu pai, Nevaldo Rocha, fundador do Grupo Guararapes e controlador da Lojas Riachuelo, vem sendo marcada por divergências referentes à gestão e à estratégia de negócios da rede varejista. Segundo o RR apurou, Flavio Rocha defende uma expansão mais célere da companhia, por meio, inclusive, de aquisições – a Leader Magazine foi um cavalo que passou à frente e o empresário gostaria de ter montado.

Por ora, no entanto, Flavio seria voto vencido, assim como na proposta de transformar a operação de e-commerce da Riachuelo em uma plataforma de marketplace, indo além das marcas e produtos vendidos nas lojas físicas. Aliás, a própria investida no mundo digital teria sido motivo de dissonância. Devido a sucessivos adiamentos do projeto, por ordem de Nevaldo, somente em abril deste ano a empresa começou a vender pela Internet. Entre suas congêneres, a Riachuelo foi a última a deixar o paleolítico do comércio restrito à rede física. Procurada pelo RR, a empresa não se pronunciou. Segundo informações filtradas da própria Riachuelo, outro ponto de discordância entre pai e filho passaria pelas parcerias com grifes de luxo, iniciativa que leva a assinatura de Flavio Rocha.

Conservador e cauteloso por excelência, Nevaldo Rocha teria brecado alguns projetos, por entender que esta estratégia e uma excessiva presença no portfólio de produtos mais caros não coadunam com os tempos atuais. O que Flavio Rocha pensa, diz e decide na Riachuelo só tem valor prático se coincidir com o desejo do patriarca. Fora isso, o herdeiro é plenamente eclipsado, como em agosto deste ano, em um episódio notório que virou motivo de blague nos corredores da empresa.

No dia 29, Flávio divulgou a vários jornalistas que o Grupo Guararapes, controlador da Lojas Riachuelo, iniciara estudos para migrar ao Novo Mercado da B3. Não demorou 18 horas para que a companhia soltasse um comunicado dizendo que o próprio “Conselho de Administração sempre se mostrou contrário a este tema” – para aumentar o constrangimento, a nota oficial era assinada pelo próprio herdeiro, que acumula a presidência da Riachuelo com o cargo de diretor de Relações com Investidores. Qualquer iniciado nos assuntos do Guararapes sabe que onde estava escrito “Conselho” deveria se ler “Nevaldo Rocha”. Talvez Flavio deva mesmo enveredar pela política e buscar nas urnas a emancipação que ainda lhe escapa nos negócios da família.

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04.01.16

Redator-chefe

 Nevaldo Rocha, dono Grupo Guararapes e da Riachuelo, anda extremamente irritado com o exibicionismo do herdeiro Flavio Rocha nas redes sociais. Além das seguidas críticas ao governo, Rocha já chegou até a se vestir de blogueiro e publicar no Twitter que Eduardo Cunha renunciaria à presidência da Câmara, dando lugar a Jarbas Vasconcellos.

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