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05.07.22

Lusco-fusco

A BNDESPar vai vender o que resta da sua participação na Renova Energia, comprada recentemente pela Angra Partners. Será o apagar das luzes de um investimento que gerou seguidas perdas para o BNDES, até culminar na recuperação judicial da empresa de energia. A BNDESPar chegou a ter 9% do capital; hoje, após sucessivas diluições, sua fatia não passa dos 2%. Em suma: a Renova não vai deixar a menor saudade no banco.

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19.10.21

Renova recarrega sua energia com a venda de ativos

Após a venda da Brasil PCH e do Complexo Hidrelétrico Serra da Prata, a Renova Energia, leia-se Cemig, dedica-se agora à desmobilização de ativos de menor porte. A empresa busca compradores para cinco projetos de geração eólica ainda em fase de desenvolvimento. Em conversa com o RR, a Renova confirmou que alguns desses empreendimentos “estão sendo ofertados ao mercado, como previsto no plano de recuperação judicial”.

A venda dos ativos está sendo conduzida pela Virtus BR Partners. É parte inexorável do processo de redução das dívidas da companhia, da ordem de R$ 3 bilhões. Mas, nem só de alienação de ativos vive a Renova. A empresa informou ao RR ter uma série de projetos futuros que serão desenvolvidos por conta própria ou em parceria com investidores.

O pipeline contempla empreendimentos com potencial de geração de 6 GW de energia em toda região Nordeste. Até o final deste mês, a Renova coloca em operação o Complexo Eólico de Alto Serão III – Fase A, que conta com 155 torres de geração de energia, distribuídas em 26 projetos, em seis municípios da Bahia.

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23.07.21

Luz apagada

A Cemig estaria em conversações com dois fundos internacionais para a venda da sua participação na Renova Energia. Trata-se da “carne de segunda”. O filé mignon foi negociado no início desta semana, quando a Renova vendeu a subsidiária Brasil PCH  e suas 12 pequenas centrais hidrelétricas para o Mubadala.

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26.04.21

PCHs no balcão

A Renova Energia, leia-se Cemig, procura um comprador para a sua participação de 51% na Brasil PCH. A controlada reúne um portfólio com 13 PCHs. Procurada, a Renova confirma já ter recebido 15 consultas de empresas e fundos interessados na companhia.

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09.10.20

Cemig com um pé fora da Renova

O lento plano de desmobilização de ativos da Cemig vai andar algumas jardas. O RR apurou que a companhia está em conversações com a norteamericana Castlelake para a venda de sua participação na Renova Energia. De acordo com a mesma fonte, além da aquisição dos 48% pertencentes à estatal mineira, a gestora estaria disposta a fazer um aporte de capital na empresa de geração renovável. As cifras sobre a mesa giram em torno de R$ 300 milhões. Para a Cemig e, indiretamente, para os cofres mineiros, o desembarque do negócio será um alívio financeiro. Em recuperação judicial, com uma dívida de mais de R$ 3 bilhões, a Renova tem exigido seguidos aportes de seus acionistas. Não por acaso, além da Cemig, outros acionistas da empresa também têm ofertado suas participações a investidores. Em março, o mesmo Castlelake, que administra cerca de US$ 20 bilhões em ativos, chegou a fazer uma proposta pelo complexo eólico Alto Sertão III, projeto da Renova em construção na Bahia. No entanto, o apetite dos norte-americanos ficou maior. Segundo a fonte do RR, o Castlelake enxerga a aquisição da Renova como o ponto de partida para um projeto maior de consolidação de empresas de energia renovável no Brasil. A gestora estaria disposta a investir cerca de US$ 1 bilhão na compra de ativos no país

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28.04.20

Em péssima hora

A Renova Energia, leia-se Cemig, tinha engatilhada uma captação de recursos no exterior para este semestre. Com o coronavírus, o projeto sofreu um apagão. Vai fazer muita falta. Em recuperação judicial, a Renova carrega uma dívida de R$ 3 bilhões.

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13.04.20

Venda a jato

O Conselho da Renova Energia, leia-se Cemig, deu aval para a venda do complexo eólico Alto Sertão III, na Bahia, à Castlelake, um condomínio de fundos internacionais. A ordem é correr com o negócio antes que a Covid-19 possa contaminar o acordo. Em recuperação judicial, a Renova Energia carrega uma dívida de R$ 3 bilhões.

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21.01.20

Batismo de fogo

Reynaldo Passanezi, que assumiu a presidência da Cemig, já recebeu uma missão “pra ontem”: vender a participação da estatal na Renova Energia.

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07.01.20

Curto-circuito

A proposta da Renova Energia, leia-se Cemig, de converter parte de sua dívida em participação acionária não está encontrando eco entre os bancos credores, a começar pelo BNDES.

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02.01.20

O carrasco da Av. Chile

O BNDES de Gustavo Montezano tem sido o mais duro credor à mesa de negociações da Renova Energia, leia-se Cemig. Vem do banco a maior pressão para que a empresa se desfaça da sua participação na Brasil PCH. O BNDES é contrário também ao período de carência de dois anos para o início do pagamento das dívidas. O passivo da Renova é superior a R$ 2,5 bilhões.

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