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planos
24.01.19
ED. 6040

O tango da Renner

O RR apurou que a Lojas Renner prepara-se para desembarcar na Argentina neste ano – em 2017, a rede entrou no Uruguai, onde já tem sete lojas. Será o batismo de fogo de Fabio Faccio. A partir de abril, o executivo terá a responsabilidade de comandar a Renner no lugar de José Galló, tratado como um mito por aquelas plagas.

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26.08.16
ED. 5442

Klein e Aberdeen vão juntos ao shopping

 Michael Klein, que ficou mais conhecido por ter sido dono das Casas Bahia, abriu negociações com a Aberdeen para que a gestora de recursos entre no capital da CB, sua empresa de participações e investimentos. A CB tem R$ 2,5 bilhões em caixa e 350 imóveis com valor de mercado de R$ 4,5 bilhões. O plano de Klein é se capitalizar para adquirir shoppings no Brasil e em outros países da América do Sul. Consultadas, a CB e a Aberdeen negaram a transação.  Mas, segundo informação filtrada junto à CB, o ativo mais cobiçado por Klein é a General Shopping, uma das grandes no segmento de outlets, controlada pela família Veronezi. No início do ano, a Aberdeen fez um sobrevoo na General Shopping, mas não conseguiu fechar um acordo. Os Veronezi acharam baixo os valores apresentados pela Aberdeen. Se tivessem aumentado o preço na ocasião, estariam sorrindo de orelha e orelha. Depois de três anos de prejuízos – em 2015, chegou a R$ 550 milhões –, a General Shopping está enxergando o azul em 2016. As vendas aumentaram 10%. A companhia tem quatro outlets e mais 15 shoppings.  A Aberdeen é uma das maiores acionistas da Renner e tem na carteira R$ 21 bilhões em ativos sob sua gestão no país. A estratégia no mercado brasileiro passa por aquisições sempre como minoritários em empresas do setor. Ela veste como uma luva no plano de Klein de aumentar o capital da CB e crescer através da compra de novos shoppings. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: General Shopping.

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02.09.15
ED. 5198

Renner e Caixa Econômica desafiam a conjuntura adversa

 No momento em que o varejo atinge temperaturas cada vez mais baixas e os índices de inadimplência fervem, Lojas Renner e Caixa Econômica Federal costuram a primeira grande associação na área de crédito ao consumidor desde que o “finado” HSBC Brasil se uniu à Máquina de Vendas (Ricardo Eletro e Insinuante), em 2012.  O que está em jogo é a montagem de uma operação que, no seu primeiro ano, deverá movimentar cerca de R$ 1 bilhão. O ponto de partida é a criação da nova financeira da Renner. Segundo o RR apurou, o pedido de autorização será encaminhado ao Banco Central nos próximos dias. A Caixa ficaria com 50% do capital da nova empresa. Teria ainda participação direta na gestão, com a indicação de um ou até dois diretores.  Procuradas, Renner e CEF negaram as negociações. Caso a operação se consume, a Renner, voltada às classes B e C, contará com a escolta financeira de um banco que entende de povo como poucos. A Caixa Econômica, por sua vez, terá acesso a um balcão que não para de crescer. Hoje, são 180 lojas, número que ganha um reforço se computados os 30 pontos de venda da Camicado, especializada em artigos para o lar. Sabe-se, no entanto, que a Renner pretende duplicar sua rede, com a abertura de 200 lojas nos próximos cinco anos.  E a crise no varejo? Por ora, a empresa é a exceção que confirma a regra. No ano, acumula um aumento de 10% no tíquete médio, um avanço de 20% na receita e um crescimento do lucro na casa dos 30% – o maior entre as redes do segmento de vestuário. Para a Caixa Econômica, o acordo com a Renner teria anda um forte valor simbólico.  A CEF é uma instituição financeira em busca do tempo perdido. No auge do crédito direto ao consumidor, no governo Lula, a Caixa não entrou para valer na briga pelo balcão das grandes redes varejistas, um duelo protagonizado pela banca privada. Nesse período, amarrada às atribuições de agente público, a CEF se concentrou, notadamente, na tarefa de injetar recursos em pequenas e médias redes do comércio. Agora, põe o pé na Renner em um momento de provação do varejo e do crédito ao consumo. O comércio acumula queda de 1,2% no ano e, nos últimos 12 meses, o número de inadimplentes no Brasil saltou de 51 milhões para quase 57 milhões.

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17.07.15
ED. 5165

Contramão

A Renner já faz por merecer uma honraria do Ministério do Trabalho. Além de anunciar duas mil contratações, pretende abrir 45 lojas neste ano e 50 em 2016. Consultada, a Renner não se pronunciou sobre os números do ano que vem.

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