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planos
29.11.18
ED. 6004

Nuvem de fumaça

A Renault vai anunciar no início de 2019 seu novo plano de investimentos no Brasil. Por vias indiretas, não deixa de ser uma tentativa de desviar os holofotes do escândalo Carlos Ghosn.

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18.08.16
ED. 5436

Nova rota

 A Renault está mexendo suas peças no tabuleiro da América do Sul. Na Argentina, acaba de anunciar o aumento de seus investimentos de US$ 600 milhões para US$ 800 milhões; no Brasil, está revendo o plano estratégico para o biênio 2016/2017. O desembolso deverá ser reduzido de R$ 1,8 bilhão para R$ 1,5 bilhão. Nos últimos três anos, a Renault contabilizou mais de R$ 3 bilhões em prejuízos no Brasil.

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03.03.16
ED. 5319

Renault capota e deixa corpos jogados pela estrada

 A Renault vive momentos de horror no Brasil. Em 2014, a montadora teve um prejuízo de R$ 270 milhões, seu pior resultado desde que chegou ao país, há uma dé- cada e meia. No ano passado, mais uma batida de frente, dessa vez da ordem de R$ 200 milhões. Segundo uma fonte muito próxima da Renault, já é certo que 2016 trará o terceiro balanço no vermelho seguido. Tudo isso temperado com uma performance comercial tenebrosa. Nos últimos dois anos, a empresa caiu do quinto para o oitavo lugar no ranking do setor. Apenas em 2015, suas vendas recuaram 30%, índice que, pelo andar da carruagem, será superado com certa folga neste ano. Em janeiro e fevereiro, a Renault comercializou um volume de automóveis 40% inferior ao registrado nos dois primeiros meses de 2015. Segundo o RR apurou, a companhia trabalha com projeção de melhoras parciais apenas no fim de 2017. A ver.  De acordo com a fonte do RR, a Renault está prestes a anunciar um plano radical de salvação, que muito provavelmente não dispensará a necessidade de um aporte de capital na subsidiária – a exemplo, aliás, do que fez a conterrânea Peugeot, que recentemente teve de despejar cerca de R$ 2,5 bilhões na filial. O pacote emergencial da Renault mistura cortes de produção na fábrica de São José dos Pinhais, férias coletivas na unidade paranaense e interrupção temporária dos contratos de trabalho de parte do efetivo – hoje em torno de cinco mil operários. Inclui também o cancelamento de novos lançamentos. A chegada do veículo popular Kwid, que era tratada como a grande aposta da empresa para o mercado brasileiro, ficará apenas para 2017. Isso se o projeto não for empurrado 2018 adentro. Por essas e outras, há quem diga até que, se o Brasil não fosse um mercadão para a Renault – em volume de vendas, trata-se da segunda maior operação do grupo, atrás apenas da França – a montadora dava uma de HSBC e deixava de vez o país. Procurada pelo RR, a Renault não comentou o assunto.

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27.08.15
ED. 5194

Passo atrás

A cada avanço no velocímetro da inadimplência mais os franceses da Renault se perguntam se já não é tempo de reduzir a participação na financeira criada, meio a meio, com o Santander, empurrando para os espanhóis uma parcela maior do risco. * A Renault preferiu não falar sobre a possível redução de risco.

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10.06.15
ED. 5138

No cargo desde 2012

No cargo desde 2012, Olivier Murguet estaria percorrendo seus últimos quilômetros como presidente da Renault no Brasil. Os R$ 270 milhões de prejuízo registrados em 2014 pesam sobre o bagageiro de Murguet. Ele permaneceria apenas como presidente do Conselho da Região Américas, posto que ele assumiu em 1º de abril – diga-se de passagem, um cargo mais honorífico do que efetivamente executivo. Oficialmente, a Renault Brasil nega a saída de Murguet

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