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18.01.21

Em causa própria

O senador Renan Calheiros entrou pesado na campanha de Baleia Rossi à presidência da Câmara. Mais do que um apoio ao colega de MDB, trata-se de uma autodefesa. O comando da Câmara vai aumentar consideravelmente o poder de Lira em seu reduto, Alagoas, onde Renan dá as cartas há décadas. Com o fim do mandato do rebento, Renan Filho, em 2022, o senador começa a jogar desde já para manter o comando do governo alagoano.

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11.09.20

Um “levante” no Ministério Público

A punição disciplinar a Deltan Dallagnol, por postagens contra Renan Calheiros, aumentou a temperatura no Ministério Público. O RR apurou que um grupo de procuradores articula para os próximos dias a publicação de um manifesto de desagravo a Dallagnol e de apoio às forças-tarefas, especialmente a Lava Jato, e contra a “caça às bruxas” dentro do MP. A maior parte dos “insurretos” se concentra no Paraná, como não poderia deixar de ser, e em Brasília. Os artífices do movimento ainda discutem a dosimetria do protesto, especialmente no que diz respeito às menções ao PGR, Augusto Aras. No entanto, segundo um dos procuradores relatou ao RR, “é preciso reagir o quanto antes ao ‘macarthismo’” – ou seria “bolsonarismo”? – instaurado no Ministério Público. A mobilização teria ainda um caráter profilático: seria uma forma de constranger o Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) e evitar uma sucessão de punições a Dallagnol. O procurador é alvo de mais oito processos no CNPM. A pena de censura imposta a ele na última segunda-feira pode ser usada como agravante nas demais ações e levar até a suspensão de suas funções.

Em tempo: aliados de Deltan Dallagnol no Ministério Público enxergaram as digitais de Augusto Aras no voto do relator Otávio Luiz Rodrigues Júnior, do CNMP, favorável à sua punição. Procuradores ouvidos pelo RR chegaram a destacar trechos da peça e compará-los a entrevistas e discursos de Aras, a começar pelo mandamento do PGR de que “um membro do MPF só deve se manifestar sobre os processos em que atua no uso das suas atribuições.”

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10.08.20

Adversário duro

Renan Calheiros vai clonar o gabinete do ódio para metralhar Davi Alcolumbre. Motivo: Renan será candidato à presidência do Senado em 2021. Ele já começou a costurar a candidatura dentro do MDB, notadamente junto aos senadores Jader Barbalho e Eduardo Braga.

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A recondução de Luiz Roberto Curi para a presidência do CNE (Conselho Nacional de Educação) é mais uma prova de que a promessa de Jair Bolsonaro de romper com a “velha política” ficou lá na campanha. Curi se notabiliza pelo bom trânsito entre antigos próceres do Congresso. Sua mulher, a advogada Emília Ribeiro, já foi chefe de gabinete de José Sarney e de Renan Calheiros no Senado. Também foi secretaria executiva do Ministério da Ciência e Tecnologia na gestão de Celso Pansera, indicado para o cargo por Eduardo Cunha.

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14.07.20

A volta dos que não foram

Renan Calheiros começou a articular dentro do MDB sua candidatura à presidência do Senado em 2021. Deverá enfrentar a concorrência interna de Eduardo Braga.Renan Calheiros começou a articular dentro do MDB sua candidatura à presidência do Senado em 2021. Deverá enfrentar a concorrência interna de Eduardo Braga.

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25.06.19

Fraude a caminho do arquivo-morto

A coalização com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, começa a render dividendos para Renan Calheiros. A investigação sobre a fraude na eleição à presidência da Casa, em fevereiro, foi praticamente suspensa. Nos corredores do Senado, o que se diz é que o corregedorgeral, Roberto Rocha (PSDB-MA) vai arquivar o caso sem sequer um relatório final. À época da fraude, pairaram fortes suspeitas de que Renan estaria por trás do voto a mais depositado na urna que quase melou a eleição do próprio Alcolumbre.

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11.06.19

O “PDF” de Alcolumbre

A julgar pela dança das cadeiras, Renan Calheiros é o grande desafeto do presidente do Senado, David Alcolumbre. Desde fevereiro, quando assumiu o comando do Senado, Alcolumbre já afastou mais de 40 funcionários ligados a Renan em seu “PDF” – Plano de Demissões Forçadas –, a maioria apeada de cargos comissionados.

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05.02.19

Ato final

Romero Jucá foi um consigliere decisivo para que Renan Calheiros retirasse sua candidatura à presidência do Senado. No início da tarde de sábado e mesmo após aberta a votação, em um último esforço Jucá manteve contato com mais de quatro dezenas de senadores em busca de apoio a Renan. Por volta das 17 horas, ao ver que a derrota era certa, recomendou ao aliado que pulasse fora. A mise-en-scéne na tribuna ficou por conta do próprio Renan.

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15.01.19

Última palavra?

No último fim de semana, Renan Calheiros recebeu a garantia de que o PT está fechado com a sua eleição à Presidência do Senado. Palavra de Jaques Wagner.

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30.08.18

Fernando Collor vs. Renan Calheiros

A campanha ao governo de Alagoas promete. Nos bastidores, os ex-aliados Fernando Collor de Mello e Renan Calheiros têm trocado ameaças de chumbo cruzado. Poucos políticos brasileiros se conhecem tão bem: um poderia escrever a mais impublicável biografia sobre o outro. No caso de Collor, a munição seria disparada para derrubar Renan e seu rebento, Renan Filho, candidato à reeleição e líder das pesquisas em Alagoas.

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