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08.05.20

Será o Remdesivir a “cloroquina” da vez no Ministério da Saúde?

O Ministério da Saúde está debruçado sobre medidas para iniciar a produção, no Brasil, do Remdesivir, medicamento que vem sendo usado nos Estados Unidos para o tratamento dos efeitos do coronavírus em pacientes mais graves. Como tudo referente à crise sanitária, depende do medicamento cair ou não nas graças do Dr. Jair Bolsonaro, a exemplo da cloroquina. De toda a forma, a área técnica do Ministério da Saúde defende que a Anvisa e o INPI aprovem as licenças necessárias com celeridade.

Segundo fonte da Pasta, a meta é iniciar a produção o mais rapidamente possível. Bom seria que fosse desde já. Procurado, o Ministério da Saúde confirmou que o “o antiviral Remdesivir está entre os medicamentos que têm sua eficácia estudada no combate ao coronavírus”. Consultado especificamente sobre as gestões envolvendo INPI e Anvisa, o Ministério não se pronunciou.

Desenvolvido originalmente para o tratamento da zika, da febre amarela e da parainfluenza tipo 3, o Remdesivir é um bom exemplo dos efeitos colaterais provocados pelo vírus da burocracia no Brasil. A norte-americana Gilead Sciences, fabricante do medicamento, já deu entrada em seis pedidos de patente no INPI, entre 2009 e 2016. Nenhum dos processos foi concluído até hoje. Dois estão em fase de exame clínico no Instituto. Três foram enviados à Anvisa para anuência prévia. O último pedido sequer teve sua admissibilidade aprovada pelo INPI. Quem sabe agora esse comprimido sai do frasco.

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