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Damares Alves quer assumir a TV Escola, que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, tanto despreza, e transformá-la em uma espécie de TV Família – seja lá o que isso quer dizer. Já conversou com Regina Duarte sobre a possibilidade de abrigar produções artísticas desenvolvidas pela área de Cultura do governo. Neste caso, o que Damares quer não é exatamente conteúdo, mas, sim, beliscar a verba da Secretaria alheia.

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O ministro Osmar Terra tem sido um dos integrantes do primeiro escalão mais próximos de Regina Duarte em seus primeiros dias de governo. Ambos já discutem ações conjuntas entre o Ministério da Cidadania e a Secretaria de Cultura, notadamente em cidades do interior. Algo bem diferente do que se viu na efêmera gestão de Roberto Alvim. Terra tentou barrar a nomeação de Alvim para a Secretaria de Cultura e depois fez de tudo para derrubá-lo do cargo, o que precipitou a decisão de Jair Bolsonaro de transferir a sub Pasta para o Ministério do Turismo.

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Reunião de comitê da OMS, amanhã, determinará se será declarada situação de emergência global em função do coronavírus. A decisão vai pautar não apenas o noticiário como o próprio Ministério da Saúde, que, salvo surpresa, se manifestará às 16h, com balanço e entrevista coletiva. A iniciativa, conforme anunciado hoje, será repetida diariamente, com atualizações sobre casos suspeitos – detectados e confirmados – e medidas em curso.

Alguns pontos serão abordados com maior ênfase, amanhã:

1) A preocupação com a proliferação nacional do vírus, já que, hoje, são nove casos suspeitos, em diversos estados (Rio, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Ceará);

2) O Sistema para a realização de triagens, em diversos centros no país, e troca de informações com a Fiocruz, que centralizará o diagnóstico final, com apoio, nos próximos dias, de mais dois laboratórios nacionais;

3) A previsão para o desenrolar da situação, caso o contágio se aprofunde e demande maior agilidade na avaliação e tratamento de casos, localmente. Essa questão irá além do Ministério e levará a questionamentos sobre a capacidade dos sistemas públicos de saúde estaduais e municipais de lidarem com a doença;

4) As possíveis iniciativas a serem tomadas para enfrentar o contágio da doença durante o carnaval, em função da grande quantidade de viagens e aglomerações;

5) O planejamento para o controle de viagens e aeroportos. Por enquanto, não há maiores restrições, no entanto, se casos se espalharem pelo país, haverá cobrança mais detida nesse âmbito.

A linha de Regina Duarte na cultura

As primeiras medidas de Regina Duarte na secretaria de Cultura, bem como sinalização de linha política e de nomeações para espaços-chave da Pasta estarão em foco amanhã. Além de indicações de Regina, deve se delinear quadro mais claro de correntes que a apoiam e que tendem a combatê-la, tanto no âmbito de apoiadores do presidente (dentre eles o “guru” Olavo de Carvalho) quanto na classe artística.

De qualquer forma, a tendência é de que a nova secretária crie, amanhã, fato positivo para o governo, com boa aceitação da maior parte da mídia, especialmente a televisiva.

Protagonismo do presidente em Minas Gerais

O presidente Bolsonaro e o governo federal assumirão protagonismo, amanhã, no combate a efeito das chuvas em Minas Gerais, que já deixou mais e 35 mil desabrigados. Entrada mais forte no tema, ainda que se antecipe a possível desgaste, será faca de dois gumes: o presidente mostrará mobilização, mas vão se acelerar cobranças sobre o governo federal. Também será posta em teste a relação com o governador Romeu Zema.

O ministro Weintraub acuado

O MEC e o ministro Weintraub continuarão em “inferno astral”, amanhã, com afirmação (em off) de funcionários do próprio Ministério de que resultados do Enem não são 100% confiáveis e indícios de falhas do Sisu na oferta de vagas para deficientes, segundo o MPF.

BNDES: o fim da caixa-preta?

Há expectativa por posicionamento definitivo do presidente Bolsonaro amanhã sobre explicações dadas hoje pelo presidente do BNDES, Gustavo Montezano, a respeito de auditoria de mais de R$ 40 milhões, que não encontrou irregularidades em operações do banco. Permanência de Montezano é a hipótese mais provável, mas não está garantida.

Agenda de privatizações e EBC

Exposição do secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, Salim Mattar, hoje, indicando cronograma de privatizações, alimentará pauta, amanhã: 1) Sobre capacidade que o governo terá para acelerar o processo; 2) Particularmente, acerca de privatização da EBC (Empresa Brasil de Comunicação).

Os serviços e o IGP-M de janeiro

Saem amanhã a Sondagem de Serviços e o IGP-M de janeiro, ambos da FGV. Projeta-se que a primeira sondagem do ano confirme avaliação positiva do setor, detectada em dezembro de 2019, que trouxe salto importante no Índice de Situação Atual (avanço de 1,8 ponto) e, em menor medida, no de Expectativa (+0,4 ponto), apesar da ligeira queda (–0,1 ponto) no Nível de Capacidade Instalada.

No IGP-M, estima-se número entre 0,55% e 0,65%, com forte desaceleração frente ao final do ano passado (2,09%).

O PIB dos EUA e as tendências na Europa e na China

Internacionalmente, será divulgado amanhã o PIB do quarto trimestre nos EUA, que deve confirmar crescimento, anualizado, de 2,1%. Destaque ainda para: 1) Pedidos de auxílio desemprego nos EUA em janeiro, que devem trazer pequeno aumento, sem maiores impactos; 2) Taxas de desemprego em janeiro na Zona do Euro (mantendo-se na faixa de 7,5%) e na Alemanha (também estável, em 5%); 3) PMI Industrial e de Serviços de janeiro na China. Ainda sem levar em conta efeitos do coronavírus, se projeta equilíbrio na indústria, com número em torno de 50,0 pontos e crescimento nos serviços, passando-se de 53,0 para 53,5 pontos.

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28.01.20

Interventora?

No pacote de mimos que ofereceu a Regina Duarte, Jair Bolsonaro acenou com a possibilidade da atriz “aconselhar” na destinação das verbas de estatais para a área de cultura. Deve ser da boca para fora, como tantas promessas de Bolsonaro. Se bem que o Capitão até já tirou do ar propaganda do Banco do Brasil.

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27.01.20

Espelho meu

Maldade que circula entre ministros do governo Bolsonaro: “Nas reuniões de gabinete, vai ser difícil saber quem é Regina e quem é Damares”.

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23.01.20

Sinhozinho e Porcina

Artistas do “cast bolsonarista” se mobilizam para lançar um manifesto de apoio à indicação de Regina Duarte para a Cultura. O elenco vai de Carlos Vereza, que chegou a ser sondado para o cargo, aos sertanejos Chitãozinho e Gusttavo Lima.

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22.01.20

A “namoradinha dos ruralistas”

A indicação de Regina Duarte para a Cultura está sendo celebrada pela “bancada ruralista”. Ao longo dos próximos dias, integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária deverão divulgar manifestações de apoio a sua nomeação. Já há uma mobilização para a realização de um evento em torno da nova Secretária e de seu marido, o pecuarista Eduardo Lippincott. Há notória afinidade de interesses entre o casal e os ruralistas. Regina e Eduardo figuram entre os maiores criadores de gado da raça Brahman do Brasil. A atividade agropecuária, por sinal, nem sempre faz bem à imagem da atriz. Vez por outra, Regina e seu marido acabam por pisar em terras “pantanosas”. Em 2009, por exemplo, ambos se reuniram com o então vice-governador do Piauí, Wilson Martins, para investir no estado. Consta que o encontro teria sido intermediado pelo pecuarista Herbert Carranca, sobre quem repousam suspeitas de grilagem de terras e de perseguição a comunidades indígenas no Paraguai.

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Situação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, pode se agravar amanhã com informação de que número de pedidos para recorreção de provas do Enem já chega a 60 mil – MEC havia afirmado que no máximo 9 mil candidatos haviam sido prejudicados com falha em parte das provas.

Pressão aumentará, ainda, porque o ministério garantiu que será mantida para amanhã a data de abertura das inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), através do qual os estudantes buscam vagas em Universidades Federais. Mídia acompanhará desdobramentos ao longo do dia, com visão crítica sobre a atuação do ministro.

Na cultura, teste para Regina Duarte

“Noivado”de Regina Duarte, como definiu a atriz, com o ministério da Cultura, que se inicia amanhã, terá efeito duplo:

1) Criará válvula de escape para o profundo desgaste com o processo que levou à exoneração de Roberto Alvim.

A possível nova ministra tende a criar imagem de relativa abertura ao diálogo e “upgrade” em relação a nomes que ocuparam a pasta anteriormente;

2) Duarte, pessoalmente e no que se refere a seus objetivos de gestão, sofrerá forte escrutínio – que já se iniciou hoje. E a tolerância da mídia e de boa parte dos formadores de opinião com imagem de intervencionismo e direcionamento ideológico na cultura atingiram um limite.

Troca de nome, sem indicação de mudança de política, renovará desgaste, que atinge todo o governo.

FMI prevê crescimento maior e dá gás para a política econômica

Revisão para cima de previsão de crescimento do FMI para o Brasil (passou para 2,2%) terá efeito positivo no mercado amanhã. A conferir se, em meio a momento difícil para o governo, será capitalizado pela equipe econômica.

Panes sistêmicas

Problemas no sistema do IBAMA (foi impedido o armazenamento de milhares de autos de infração) alimentará imagem de desmonte de estrutura de fiscalização ambiental pelo governo. Que já sofre crise de imagem na área social, com calcanhar de Aquiles no INSS e crises na cultura e na educação.

A Caixa preta do BNDES

Destaque hoje para falta de resultados em relatório do BNDES que prometia abrir a “caixa preta”de operações do banco nos governos do PT levará a cobranças sobre a direção do banco, amanhã. Tanto no que se refere à percepção de que a iniciativa foi uma espécie de caça às bruxas – e desperdício de verbas públicas – quanto a questionamentos gerais sobre a política da instituição para 2020.

Indicadores, no Brasil e no exterior

No Brasil, expectativa é de que a segunda parcial do IGP-M (FGV) para janeiro confirme a desaceleração inflacionária frente à dezembro de 2019. No exterior, destaque para o Índice de Expectativas da zona do Euro (espera-se recuo, mas ainda em faixa positiva) e na Alemanha (estimativa de crescimento significativo).

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A demissão do secretário especial de cultura, Roberto Alvim, após discurso parafraseando o ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels, que dominou completamente o noticiário de hoje, se desdobrará amanhã em pautas sobre:

1) O histórico do secretário interino, José Paulo Martins, e nomes cotados para assumir o cargo permanentemente. Já ganha força a informação de que Bolsonaro convidou a atriz Regina Duarte, que daria resposta até amanhã.

A despeito de posições políticas da atriz e críticas da parte da oposição, a intenção será vista como espécie de recuo de Bolsonaro em linha ideológica na pasta.

Se ela aceitar, haverá impacto positivo para comunicação do governo, dentro do possível, após o enorme desgaste de hoje.

2) A política do governo no setor. É provável que seja traçado quadro muito negativo, de paralisia em áreas da Secretaria – ou correlatas, como a Ancine – e discriminação ideológica em outras;

3) Associação do presidente Bolsonaro e da chamada ala ideológica do governo e de Olavo de Carvalho com a política defendida por Roberto Alvim. Mesmo com a demissão, não será possível isolar o desgaste, nem em relação ao presidente nem em relação a outros ministérios. Na mira, sobretudo, o MEC e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos;

4) A repercussão internacional e o efeito sobre a imagem do Brasil. Serão relembradas crises anteriores, especialmente a referente à queimadas na Amazônia. E, embora não haja risco de recuo no apoio americano à entrada do Brasil na OCDE, deve haver ilações sobre a posição de outros países membros, diante de polêmicas;

5) Percepção de liderança do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, um dos primeiros a se manifestar enfaticamente pedindo a demissão de Alvim.

Os serviços do governo na berlinda

A eficiência de serviços prestados pelo governo continuará em “inferno astral” amanhã.

Por um lado, o pedido do MP para que seja suspensa a contratação de militares visando suprir funções no INSS alimentará a visão já crítica da mídia sobre a medida. E deve ensejar novas explicações da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.

Por outro, ganharão espaço novos problemas, dessa vez no site da Receita Federal. Falhas dificultam, entre outros pontos, a emissão de certidão negativa de empresas com o Fisco.

A ANP e a política de energia

Após a saída do presidente da ANP, Décio Odone, está aberta e terá novos capítulos amanhã a fase de especulações, tanto sobre seu substituto quanto em relação a eventuais mudanças na política da Agência.

O primeiro nome a ser “testado” será o do o contra-almirante José Roberto Bueno Junior, chefe de gabinete do Ministério de Minas e Energia. Pode, no entanto, enfrentar resistências, sobretudo por não ter histórico técnico no setor, fora da esfera militar, e favorecer preocupações quanto a intervencionismo do governo na instituição.

A Secretaria de Comunicação voltará à tona

Apesar de perda de tração do tema devido ao destaque para crise na Cultura, hoje, permanecerá delicada a posição do chefe da Secretaria de Comunicação Social, Fabio Wajngarten, diante de revelações de que sua empresa tem contratos com emissoras e agências de publicidade que recebem verbas do governo.

Assessor de Paulo Guedes na mira da Justiça

Decisão da Justiça, aceitando denúncia da Operação Greenfield que atinge o assessor especial do ministro Paulo Guedes, Esteves Colnago, também vai gerar noticiário negativo, amanhã.

Os ventos da China

Após as primeiras avaliações sobre os efeitos do acordo comercial entre China e EUA para a economia brasileira, terão mais espaço amanhã panoramas sobre impactos, em 2020, quanto ao que parece ser o novo ritmo, menos intenso, da economia chinesa, atestado pelo PIB de 2019, que fechou com crescimento de 6,1%.

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