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25.06.18
ED. 5895

Plantão médico

O GIC – o fundo soberano de Singapura que já aportou mais de R$ 3 bilhões na Rede D ́Or – estaria se unindo à gestora norte-americana HIG para comprar hospitais no Brasil.

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07.03.18
ED. 5820

Pressão

Um dos maiores acionistas da Rede D ́Or, o Carlyle tem feito pressão pela abertura de capital da empresa.

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04.01.18
ED. 5779

Carlyle e Pátria cabeça a cabeça

O Pátria deve ostentar por pouco tempo o troféu de maior captação de recursos para investimentos na América Latina. A gigante norte-americana Carlyle estaria montando um fundo para a compra de ativos na região que pode chegar a US$ 3 bilhões. O valor superaria, com alguma sobra, o private equity de aproximadamente US$ 2,5 bilhões que o Pátria estaria constituindo neste momento. Segundo o RR apurou, um dos alvos prioritários do Carlyle na região, notadamente no Brasil, é a área de saúde. Neste caso, todos os caminhos levam à Rede D ́Or, na qual os norte-americanos já injetaram mais de R$ 2 bilhões. O novo fundo trará ainda mais saúde financeira para o grupo acelerar o processo de consolidação de hospitais no mercado brasileiro.

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04.12.17
ED. 5758

IPO se aproximando

A Rede D ́Or, um dos maiores grupos hospitalares do país, prepara seu IPO.

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19.09.17
ED. 5707

Epidemia

Os sócios da Rede D ́OrCarlyle, GIC e o médico Jorge Moll – estão com a pressão a 18 por 12. De um lado, Antonio Palocci, que sabe de cor como foi aprovada a MP permitindo o capital estrangeiro em hospitais; do outro, a iminente delação de Sergio Cortes, ex-secretário de Saúde do governo Cabral e ex-diretor médico do grupo. A Rede D ́Or diz desconhecer “citações ao seu nome em depoimentos de Palocci e Cortes”.

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13.07.17
ED. 5660

Espólio de Edson Bueno se equilibra entre o fato e a versão

O espólio de Edson Bueno, falecido em fevereiro, tornou-se objeto de cobiça de grandes investidores da área de saúde. Pesos-pesados do setor têm procurado os herdeiros do empresário interessados na compra dos seis hospitais do Grupo Ímpar, holding que reúne os negócios da família. Os dois principais pretendentes seriam a Rede D ́Or São Luiz e a norte-americana UnitedHealth, que, em 2012, adquiriu a própria Amil, fundada por Bueno.

Segundo o RR apurou, ambos já teriam entabulado conversações com Pedro Bueno, filho do empresário. Procurada pelo RR, a Rede D ́Or negou as negociações. A UnitedHealth e o Grupo Ímpar não quiseram comentar o assunto. O destino dos negócios de Edson Bueno, por sinal, está no meio de um tiroteio cruzado entre a realidade e a intriga. Há informações desencontradas, notadamente em relação aos próprios herdeiros. Circulam relatos de divergências entre Pedro Bueno e sua madrasta Dulce Pugliese, viúva do empresário e sócia do Grupo Ímpar.

Uma das versões aponta que Pedro teria iniciado conversações com outros grupos do setor sem autorização dos demais herdeiros. O RR consultou fontes próximas à família e apurou que não existem atritos entre Dulce e seu enteado. Os dois, inclusive, passaram juntos o último fim de semana. Na visão da matriarca, Pedro tem um papel importante na administração do Grupo Ímpar.

Segundo uma fonte, ambos estão alinhados e entendem que este não é o momento para a venda de ativos, muito menos nas cifras aventadas no mercado. Este, aliás, é outro ponto de colisão entre o fato e a versão. O RR recebeu a informação de que os seis hospitais do Grupo Ímpar estariam avaliados em torno de R$ 5 bilhões. Provavelmente trata-se de uma cifra soprada de fora para dentro da empresa.

O valor não bate com as apurações junto a fontes ligadas à família. Por esse valor, os herdeiros de Edson Bueno não vendem sequer o 9 de Julho sozinho. Trata-se do terceiro maior hospital de São Paulo, atrás apenas do Albert Einstein e do Sírio-Libanês. Estes dois últimos, ressalte-se, por serem entidades filantrópicas, seguem outro regime tributário.

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10.05.17
ED. 5615

Plantão médico

O fundo norte-americano Carlyle avalia a venda de sua participação de 8,3% na Rede D ́Or. Qualquer semelhança entre o timing da saída do negócio e a recente prisão do diretor médico da companhia e ex-secretário de Saúde do governo Cabral, Sergio Cortes, não seria mera coincidência.

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27.03.17
ED. 5586

Best friends

Há tanta afinidade entre Sergio Cortes, ex-secretário de Saúde de Sérgio Cabral, e a Rede D ́Or que, se pudesse, ele se tornaria sócio da empresa.

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17.11.16
ED. 5497

Mal para a saúde

A compra da Clínica São Vicente pela Rede D’Or caiu como uma ducha de água fria sobre a direção da Unimed-Rio. A operação diminuiu consideravelmente as chances do Grupo D’Or comprar de imediato o hospital da empresa de planos de saúde na Barra da Tijuca. Avaliado em R$ 700 milhões, trata-se do único trunfo da Unimed para reduzir sua dívida de quase R$ 2 bilhões.

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 Por falar em Unimed-Rio, a ANS subiu o tom nas negociações para que a Unimed Brasil assuma o controle da enferma coligada.

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16.08.16
ED. 5434

Chinatown 1

 A chinesa Fosun, que comprou recentemente a Rio Bravo, quer investir na área de saúde no Brasil. Segundo o RR apurou, os asiáticos têm especial interesse na Rede D´Or, controlada pelo Carlyle, pelo GIC, fundo soberano de Cingapura, e pela família Moll. A Fosun, ressalte-se, administra mais de US$ 60 bilhões em ativos. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Rede D’Or e  Fosun.

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03.08.16
ED. 5425

Que outro remédio resta à Unimed?

 A comissão eleita na semana passada pelos cooperativados da Unimed para assumir temporariamente a gestão já está debruçada sobre uma série de medidas para fazer frente à grave crise financeira da companhia. Além de uma chamada de capital da ordem de R$ 200 milhões, a cooperativa retomou o processo de venda do hospital da Barra da Tijuca. Segundo informações filtradas junto à própria Unimed-Rio, o ativo já teria sido oferecido à norte-americana UnitedHealth, controladora da concorrente Amil, e ao fundo Advent. Procurada, a Unimed-Rio disse que não há tratativas em curso, mas confirmou que “está aberta a estudar propostas envolvendo a venda do hospital”. Para bom entendedor…  O hospital da Barra quase foi vendido para a Rede D´Or há pouco mais de um ano. No entanto, na reta final das negociações, o próprio Celso Barros impôs uma série de condições. O ex-presidente da Unimed-Rio sempre foi contra a transferência do hospital, um dos xodós da sua gestão. Pois este bibelô custou caro demais à Unimed-Rio, contribuindo com parte expressiva da dívida da companhia, na casa de R$ 1,2 bilhão. A insistência de Barros em manter a unidade, ressalte-se, ainda vai cobrar uma cota extra do caixa da empresa. Há um ano, o hospital valia mais de R$ 600 milhões. Hoje, estima-se que seu valor gire na casa dos R$ 400 milhões.

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17.02.16
ED. 5308

TPG faz um plano de saúde na Hapvida

  O Texas Pacific Group (TPG), que administra US$ 80 bilhões em recursos, vem mantendo negociações para a compra de uma participação na cearense Hapvida. Trata-se da maior empresa de medicina de grupo do Norte e Nordeste, com mais de três milhões de vidas e faturamento de R$ 3 bilhões. Segundo o RR apurou, o médico Candido Pinheiro Lima, fundador da companhia, seguirá como acionista majoritário. Já há algum tempo a porta da Hapvida está entreaberta para a chegada de novos sócios. No ano passado, a empresa chegou a contratar o BTG e o Credit Suisse para conduzir seu IPO, mas a operação não resistiu às condições adversas do mercado.  No fim do ano passado, o TPG fez uma dupla oferta pelo controle dos hospitais Santa Joana e Memorial São José, em Recife, mas foi superado, respectivamente, pelo empresário Edson Bueno e pela Rede D´Or. Sem o aperitivo, os norte-americanos decidiram partir para o prato principal. Como prato principal entenda-se a oportunidade de ter uma participação relevante na maior operação integrada do setor no Norte e Nordeste. Além da gestão de planos de saú- de, a Hapvida congrega duas dezenas de hospitais, 70 clínicas e uma rede com mais de 100 laboratórios. Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  TGP e Hapvida.

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19.01.16
ED. 5290

Carlyle e GIC avançam sobre o controle da Rede D´Or

 A estratégia do Carlyle e do GIC para a Rede D’Or vai além da Rede D’Or. A companhia será a ponta de lança de um abrangente projeto de consolidação na área de saúde. A estratégia da gestora norte-americana e do fundo soberano de Cingapura é transformar a Rede D’Or em um grande grupo de healthcare, uma holding com participações em hospitais, laboratórios de medicina diagnóstica e clínicas especializadas em doenças de alta complexidade. Carlyle e GIC pretendem jogar para dentro da empresa suas futuras aquisições na área médica no Brasil. Antes, no entanto, querem se assegurar de que terão as rédeas do negócio. Para isso, estariam articulando um novo aporte de capital na Rede D’Or com o objetivo de assumir o controle. Segundo uma fonte que acompanha as conversações, as cifras podem chegar a R$ 3 bilhões. A operação envolveria a transferência de aproximadamente 15% das ações. Com a nova capitalização, a participação da família Moll – fundadora e maior acionista da Rede D’Or – seria diluída dos atuais 64% para 49%. Consequentemente, a dupla GIC e Carlyle sairia de 36% para 51%, assumindo o controle da companhia. Assim como ocorreu nas recentes capitalizações realizadas pelos dois investidores internacionais, os novos recursos iriam direto para o caixa da Rede D’Or, com o objetivo de financiar futuras aquisições e também os projetos greenfield. Para este ano, estão programados investimentos da ordem de R$ 500 milhões na expansão e modernização da rede hospitalar.  Consultada pelo RR, a Rede D´Or garantiu que “não há negociação em andamento neste momento”. Está feito o registro. No entanto, os fatos recentes sugerem que a transferência do controle da empresa vem se desenhando gradativamente, com os seguidos avanços do Carlyle e do GIC sobre a participação dos demais sócios. Em abril do ano passado, no embalo da nova legislação que permitiu a entrada de investidores estrangeiros na área hospitalar, os norte-americanos pagaram cerca de R$ 1,75 bilhão ao BTG para ficar com 8,3%. Um mês depois, foi a vez de o fundo soberano de Cingapura comprar 14% junto à própria instituição financeira e à família Moll. Em dezembro, os asiá- ticos fisgaram os 11,7% que ainda estavam em poder do BTG. Esta operação, ressalte-se, já estava engatilhada, mas a intenção do banco era seguir na mesma toada e vender o restante das suas ações ao longo do primeiro semestre deste ano. A Lava Jato precipitou os fatos.

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 O BTG vai vender mais 5% da Rede D’Or, o que poderá gerar cerca de R$ 1 bilhão. Um alívio para a contabilidade da área de private equity, que tem batráquios como BR Pharma e Sete Brasil? Nada disso. O dinheiro vai quase todo para o bolso dos sócios, responsáveis pelo aporte para a compra da fatia da rede hospitalar. A empresa não se pronunciou.

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07.07.15
ED. 5157

Na Rede D’Or

Na Rede D’Or, o que se diz é que o BTG Pactual deverá zerar sua posição na rede de hospitais até o fim do ano. O banco chegou a ter quase 30% do capital; hoje, controla 15%. Oficialmente, o BTG nega a intenção de deixar o negócio.

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02.01.15
ED. 5032

André Esteves tem feito intensas gestões

 André Esteves tem feito intensas gestões junto a um seleto grupo de senadores, todos velhos amigos do peito. O banqueiro trabalha para garantir a votação da MP 656/2014, que autoriza a entrada de capital estrangeiro no setor hospitalar. O projeto já foi aprovado pela Câmara e, agora, terá de passar pelo crivo do Senado até 15 de março. Caso contrário a MP perderá sua validade. Esteves trata a mudança na lei como fundamental para a venda de parte da Rede D’0r. O banqueiro não vê a hora de reduzir sua participação na empresa, mas, até agora, todas as tentativas de negociação com investidores nacionais fracassaram.

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