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21.05.21

Saúde farta

No embalo da sua nova oferta de ações, que pode chegar a R$ 6,7 bilhões, a Rede D´Or prepara uma ofensiva para
desembarcar em Porto Alegre. O objeto de desejo é o Hospital Moinhos de Vento, o maior da capital gaúcha.

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13.05.21

Plantão médico

A Rede D´Or estaria em conversações para a compra do Hospital do Coração Anis Rassi, um dos maiores de Goiânia. Seria uma resposta à recente investida do Albert Einstein na cidade, com a aquisição do Hospital Órion.

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Enfim, o RR teve uma boa notícia: o governador da Bahia, Rui Costa, negocia com o Banco do Brasil um empréstimo de R$ 1,5 bilhão para a compra de aproximadamente dez milhões de doses da vacina russa Sputnik V.

Pandemia 2

Não que Jair Bolsonaro vá se preocupar com isso. Mas a cardiologista Ludhmila Hajjar tem uma grande rede
na comunidade dos médicos. Nos últimos dias, chegou-se a discutir um manifesto de desagravo a Ludhmila.

Pandemia 3

Mais um indicador do avanço da Covid-19 no Rio: a Rede D´Or, dona dos principais hospitais particulares da cidade, está recrutando médicos recém-formados para dar conta do atendimento dos infectados em UTIs.

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24.11.20

Alerta vermelho

O RR apurou que, nas últimas três semanas, o número de internações de pacientes com Covid-19 nas UTIs da Rede D ́Or subiu 80%. É o horror, o horror, o horror.

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22.09.19

Pingo nos is

Em relação à nota “O troca-troca do ‘Neymar do Jaleco'”, publicada na edição de 19 de setembro, o médico Antonio Luiz Macedo, cirurgião-chefe do Hospital Vila Nova Star”, entrou em contato com o RR para esclarecer que: “Foi a oportunidade profissional o fator que impulsionou a minha decisão de trabalhar no Vila Nova Star. A Rede D’Or São Luiz é formada por 46 hospitais, o que me possibilita interagir com diversas equipes médicas e compartilhar um pouco do conhecimento que adquiri ao longo dos anos. Além disso, posso tratar de pacientes extremamente complexos, de alta gravidade e com perfis muito variados. É um meio de trabalho riquíssimo”.

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02.09.19

Acionistas da Qualicorp abrem fogo contra Seripieri

Quando José Seripieri Filho abriu negociações com a Rede D´Or para a venda de uma parcela da sua participação na Qualicorp? As tratativas com o grupo hospitalar se deram simultaneamente às ordens de compra de ações da companhia feitas pelo empresário? Estes são alguns dos questionamentos que minoritários da Qualicorp – notadamente XP Gestão de Recursos e a norte-americana Wellington Management – pretendem levar à CVM. Para as duas gestoras, Seripieri teria adquirido ações da companhia em Bolsa durante o primeiro semestre deste ano já carregando no bolso do colete a carta da posterior operação com a Rede D´Or e da consequente elevação das cotações. Ou seja: o empresário teria sido insider de si próprio, auferindo um razoável lucro ao movimentar os papéis nas duas pontas.

Entre o fim de 2018 e meados deste ano, o fundador da Qualicorp aumentou sua participação na companhia de 15% para 20% – conforme informou o RR na edição de 26 de junho. Nesse período, pagou em média R$ 15 pela ação. Pouco depois, exatamente no dia 8 de agosto, selou a transferência de 10% do capital da empresa de medicina de grupo. Na referida data, o papel estava cotado a R$ 22. Neste caso, Seripieri teve um ganho de aproximadamente 46% sobre os 5% do capital adquiridos no primeiro semestre. Consultada, a CVM informa que “Até o presente momento, não identificou o recebimento de questionamento a respeito do assunto”.

Qualicorp, XP e Wellington Management não quiseram se pronunciar sobre o assunto. Ressalte-se que José Seripieri Filho já responde a um Processo Administrativo Sancionador na CVM (PAS n° 19957.010505/2018-49). A autarquia investiga o acordo firmado entre a Qualicorp e Seriperi em outubro do ano passado, pelo qual a companhia pagou R$ 150 milhões ao empresário mediante seu compromisso de não abrir novos negócios no setor até 2026. Em abril, o superintendente de relações com empresas da autarquia, Fernando Soares Vieira, apresentou o Termo de Acusação, no qual afirma que o contrato foi lesivo à companhia.

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27.08.19

A medicina que poderia estar no Guia Michelin

A Rede D’Or vai investir em mais três hospitais premium até o final de 2020. No final do ano deverá ser entregue, em São Paulo, uma espetacular unidade, que está sendo planejada para constar entre os cinco melhores e mais luxuosos hospitais do mundo. Em maio, também na capital paulista, foi inaugurado o Vila Nova Star, que já iniciou a operação avaliado como o melhor do Brasil.

A hotelaria tem TVs de 50 polegadas com a mais alta definição, lençóis de 400 fios, chef francês pilotando os fogões e, o mais importante, os equipamentos mais avançados do planeta. Os passes dos médicos também foram disputados junto aos concorrentes como se fosse um Real versus Barça. A conquista mais celebrada pela Rede D’Or foi a do cirurgião Antonio Luiz Macedo – aquele mesmo que operou Jair Bolsonaro. Dr. Macedo deixou o Hospital Albert Einstein e passou a fazer suas cirurgias no Vila Nova Star.

No Rio, a Rede D’Or controla o Copa Star, que também disparou no ranking. Na bolsa dos passes mais caros o Copa D’Or conseguiu fechar com o superespecialista em Raio X e radioterapia Ricardo Pinho, que pilota um aparelho de ponta capaz de conter a radiação a uma fração mínima nos exames. Estão sendo planejadas unidades no Nordeste e no Sul. Para se ter ideia do padrão que está norteando os projetos, no próximo Star Hospital que surgirá em São Paulo, o slogan é “Você se trata como estivesse nos hospitais da Califórnia e se hospeda como se tivesse nos hotéis de Dubai”.

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10.07.19

Fundo soberano negocia aporte na Rede D´Or

O GIC, fundo soberano de Cingapura, estaria negociando o aumento da sua participação no capital da rede D´Or. A operação ocorreria mediante um aporte da ordem de R$ 1,5 bilhão. O fundo asiático detém atualmente 16% do grupo hospitalar. A capitalização daria fôlego para novas aquisições. Recentemente, a Rede D´Or comprou a maternidade carioca Perinatal por aproximadamente R$ 800 milhões.

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20.05.19

Rede D´Or esbanja saúde

O Carlyle e o GIC, fundo soberano de Cingapura, preparam um aporte de capital na Rede D´Or. O valor seria de R$ 3 bilhões. As ordens de grandeza do grupo não permitem outras cifras. A Rede D´Or gastou R$ 7 bilhões em aquisições nos últimos cinco anos e já anunciou um investimento de R$ 8 bilhões na construção de dez hospitais.

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25.06.18

Plantão médico

O GIC – o fundo soberano de Singapura que já aportou mais de R$ 3 bilhões na Rede D ́Or – estaria se unindo à gestora norte-americana HIG para comprar hospitais no Brasil.

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