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18.04.18
ED. 5849

Dr. Watson

Das duas uma: ou o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, é um mentecapto em busca criminal ou é cheio de esperteza e deu uma pista errada à imprensa ao informar que já tem uma linha principal de investigação sobre a morte da vereadora Marielle Franco. Disse até quem é o alvo das ações: as milícias. Faltou entregar nome e endereço.

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03.04.18
ED. 5838

A nova missão de Raul Jungmann?

Imagine se Raul Jungmann, recém-saído do PPS após 26 anos, estivesse de malas prontas para se aninhar no MDB, atendendo a um pedido do próprio Michel Temer… E se o pernambucano Jungmann trocasse não só de partido, mas de província, tornando-se um retirante eleitoral rumo ao “Sul Maravilha”. Suponha que nessa travessia um dos ministros mais importantes e leais de Temer deixasse a Pasta  da Segurança Pública para cumprir um múnus ainda maior e, na atual circunstância, intrinsicamente ligado ao cargo que ocupa: disputar a eleição para o governo do Rio. Que outro candidato teria tamanha legitimidade e conhecimento de causa para evocar a agenda da segurança pública?

Quem se não o ex-ministro da Defesa e da Segurança Pública teria maior autoridade para prometer o aumento dos investimentos na área e defender a permanência das forças militares no estado? Quem poderia cruzar o estado, visitar comunidades, posar ao lado das tropas do Exército fardado de “governador interventor” se não Jungmann? Talvez o eleitor fluminense, num arroubo bairrista, rejeitasse um forasteiro; talvez o fato de não ser uma das lideranças políticas do estado, quase todas enlameadas, se tornasse outro de seus handicaps.

Talvez Jungmann viesse a suprir uma vacância no próprio MDB do Rio, destroçado pela Lava Jato – curiosamente, em sua carta de despedida do PPS, o ministro fez menção a sua passagem pelo antigo MDB nos tempos de “resistência democrática”. Ficção? Realidade? O dia 6 de abril, prazo limite para a desincompatibilização de cargos públicos e mudança de domicílio eleitoral, tem a resposta para alguns dos enigmas de 7 de outubro.

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16.03.18
ED. 5827

Em prol da Força Nacional de Segurança

O ministro Raul Jungmann trabalha para tornar a Força Nacional de Segurança permanente e também para duplicar seu efetivo, hoje em torno de 2,5 mil agentes.

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O programa de Ratinho virou “Diário Oficial” do governo. Depois de Michel Temer e de Henrique Meirelles, o ministro da Segurança, Raul Jungmann, será a próxima atração.

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01.03.18
ED. 5816

O tempo de Jungmann

Raul Jungmann condiciona sua permanência no Ministério da Segurança Pública a que Michel Temer não seja candidato à reeleição. A questão é que Temer só decide sua vida em maio. Façam suas apostas.

Do candidato Ciro Gomes sobre o convite de Raul Jungmann a Armínio Fraga para construir uma ação empresarial pela segurança: “O Armínio está sendo chamado para articular o Ipes do Temer”.


Raul Jungmann não se limitará à demissão de Fernando Segovia do comando da Polícia Federal. Planeja também substituir a maioria dos 12 superintendentes regionais nomeados por Segovia em seus três meses no cargo.

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27.02.18
ED. 5814

Ministério da Segurança marcha para a Pasta da Defesa

A nomeação de Raul Jungmann para o Ministério Extraordinário da Segurança Pública é mais um indício do caráter transitório da Pasta. Jungmann já assume o cargo com a data de saída prescrita: 6 de abril, quando deverá se desincompatibilizar para disputar a reeleição à Câmara dos Deputados. Seria a senha para a incorporação do Ministério da Segurança pela própria Pasta da Defesa – conforme informou o RR na edição de 20 de fevereiro. Jornalistas e especialistas da área militar com quem a newsletter conversa não conseguem ver outra sinalização se não essa.

Vá lá, o timing pode variar em função da conjuntura política. Mas fazer um apartheid entre Defesa e Segurança – que já conta com uma instância ministerial no Planalto, o GSI -, tornaria mais confusa a interlocução com os comandos das Forças Armadas. Nessa rearrumação de cargos, o general Joaquim Silva e Luna já tem reservado um papel importante e simbólico, como primeiro militar a assumir o Ministério da Defesa. A priori, nenhuma combinação pode ser descartada, mas a tendência é que sua presença no cargo seja apenas de caráter transitório.

Diante da previsível fusão entre a Defesa e a Segurança Pública, um nome fortemente cotado para comandar a nova Pasta é o do general Sergio Etchegoyen, chefe do GSI. Estava escrito que os generais Silva e Luna e Etchegoyen teriam um papel importante na “militarização” do Ministério da Defesa, até então ocupado apenas por civis – ver RR de 9 de maio de 2017 e de 20 de fevereiro. A unificação dos dois ministérios encanta as Forças Armadas.

Ela levaria para o âmbito da Defesa uma parcela expressiva do aparelho de segurança nacional, a começar pela Polícia Federal. As circunstâncias justificam o fortalecimento dos militares à frente de áreas como o controle de fronteiras, portos e aeroportos, fundamental para a asfixia do crime organizado no Rio. E, se é para ser assim, por que o governo não instituiu uma estrutura de segurança pública já dentro do Ministério da Defesa? A criação da Pasta da Segurança foi uma das medidas de maior apelo do plano emergencial do governo para a área. O uso de outra nomenclatura que não “Ministério” reduziria consideravelmente o impacto da medida.

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05.02.18
ED. 5801

Palácio do Planalto prepara plano emergencial de segurança

A possível criação de uma Força Nacional permanente – revelada, na última sexta-feira, pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann – é apenas o hors d ́oeuvre. O prato principal que está sendo preparado no Palácio do Planalto é o lançamento de um grande plano emergencial de segurança. As discussões vêm sendo conduzidas pelo ministro Moreira Franco e envolvem, além do próprio Jungmann, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sergio Etchegoyen, o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, os comandantes militares e a Polícia Federal. O foco das ações se concentrará nas áreas urbanas das grandes capitais, onde, em sua maioria, os índices de criminalidade crescem de forma desenfreada. Estimulado pelo ministro Moreira Franco, o presidente Michel Temer resolveu trazer para si a questão do combate à criminalidade, diante da notória e crescente dificuldade dos governos estaduais em lidar com a questão – de quebra, cria uma agenda de forte apelo eleitoral. A premissa é que o sistema de segurança pública na maior parte das unidades da federação está corroído, seja por falhas estruturais de longa data, por limitações financeiras ou por problemas relacionadas à corrupção. Entre as autoridades da área, há um consenso de que, sem um trabalho efetivamente integrado entre o governo federal e as forças estaduais, qualquer ação de combate à criminalidade será como enxugar gelo.

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22.11.17
ED. 5750

O senador da segurança

Roberto Freire, presidente do PPS, tenta convencer o ministro da Defesa, Raul Jungmann, a transferir seu domicílio eleitoral de Pernambuco para o Rio de Janeiro e se candidatar ao Senado. O mote da campanha de Jungmann seria a segurança pública. Ou a falta dela.

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30.10.17
ED. 5735

Sarrafo mais baixo

Os planos do ministro Raul Jungmann de concorrer ao governo de Pernambuco têm sido esvaziados dentro de seu próprio partido. Para o PPS, a munição de Jungmann só dá para a sua reeleição à Câmara dos Deputados.

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25.07.17
ED. 5668

Contagem regressiva

Raul Jungmann conta os meses para deixar o Ministério da Defesa. Só não decidiu ainda o seu lugar na urna eletrônica em 2018: se sai como candidato à reeleição para a Câmara ou disputa uma vaga no Senado.

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19.07.17
ED. 5664

Reajuste dos militares opõe Jugmann e equipe econômica

Há um agastamento nas relações entre o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e seus colegas da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira. O motivo é uma questão bastante delicada: o reajuste salarial das Forças Armadas. O assunto está parado na área econômica, onde enfrenta resistências. Meirelles, principalmente, tem a sensibilidade do todo, mas não abre mão da parte.

Na Fazenda, não se discute o mérito da questão e muito menos sua importância para o governo, sobretudo pelo seu valor intangível no atual cenário político e institucional. No entanto, Meirelles olha o orçamento com lupa e tem dificuldade em encontrar uma fresta para encaixar o reajuste salarial dos militares. Os estudos preliminares do Ministério da Defesa envolveriam um aumento médio de 15%. Tomando-se como base os gastos com pessoal e encargos sociais previstos no Orçamento das Forças Armadas para este ano, o reajuste implicará um custo adicional de R$ 10,5 bilhões por ano.

Na aritmética que mais sensibiliza Meirelles, essa cifra equivale a algo como 8% do déficit primário previsto para 2018 (R$ 131 bilhões). Consultado sobre o reajuste dos militares, o Ministério da Defesa confirmou que “tem atuado junto à Fazenda e ao Planejamento para que ocorra um nivelamento com as demais carreiras de estado”. Disse ainda que “não é possível afirmar quando os estudos estarão concluídos e qual o espaço fiscal a ser concedido.”

A Fazenda, por sua vez, não quis se pronunciar. A indefinição sobre o aumento dos salários dos militares pesa nas costas de Raul Jungmann. Há pouco mais de um mês, em entrevista ao programa Forças do Brasil, da Rádio Nacional, o ministro da Defesa garantiu o reajuste. Talvez estivesse trabalhando com a fotografia de uma cena anterior.

Segundo o RR apurou, as discussões sobre o tema haviam avançado razoavelmente em março e abril, na mesma época que o governo começou a esboçar propostas para a reforma da Previdência dos militares. Desde então, no entanto, a Fazenda e o Planejamento pisaram no breque. Há uma defasagem nos salários dos militares em relação a outras carreiras de Estado na área de segurança.

Um agente da Polícia Federal, por exemplo, recebe o mesmo do que um coronel das Forças Armadas, sem ter responsabilidade de comando. Como não poderia deixar de ser, o problema aperta, sobretudo, as patentes mais baixas. Não por acaso, de acordo com uma fonte do próprio Ministério da Defesa, o modelo delineado pela Pasta prevê justamente uma redução do gap salarial entre os diferentes níveis na hierarquia militar.

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28.06.17
ED. 5649

Abin transferida?

Em Brasília cochicha-se que a Abin será transferida para o Ministério da Defesa caso se confirme a mudança do general Sergio Etchegoyen do GSI para a esmaecida pasta. O ministro Raul Jungmann já está com o visto de saída assinado para abril de 2018 – ver RR de 9 de maio.

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09.05.17
ED. 5614

Sucessão na Defesa é uma farpa nas relações entre Planalto e Forças Armadas

A saída de Raul Jungmann do Ministério da Defesa para disputar a reeleição à Câmara dos Deputados, já anunciada dentro do Planalto, está produzindo uma ranhura na superfície lisa do relacionamento entre o governo Temer e o Exército Brasileiro. As gestões têm como pano de fundo as aspirações embrionárias das Forças Armadas de que o futuro titular da Pasta seja um militar, quebrando uma tradição de 18 anos. Desde a sua criação, no governo FHC, foram dez ministros, incluindo Jungmann, todos civis.

O Ministério da Defesa sempre foi tratado como uma espécie de concessão dos militares, vigiada de perto. No entanto, a situação parece estar mudando diante das circunstâncias, que combinam crise política e as suspeições que cercam boa parte do Executivo e do Legislativo. Da parte das Forças Armadas, há ainda uma questão interna tão relevante quanto delicada: o “fator Villas Bôas”.

Por conta do seu estado de saúde, há uma considerável probabilidade de que o General Eduardo Villas Bôas tenha de se afastar do Comando do Exército antes mesmo de uma mudança no Ministério da Defesa. Hoje, o General Villas Bôas é visto como o principal fator de tranquilidade no aparelho das Forças Armadas diante do quadro de entropia política e institucional. Para todos os efeitos, Raul Jungmann terá até abril de 2018 para se desincompatibilizar do cargo – procurado pelo RR, o ministro não quis se pronunciar. No entanto, nada que envolva as Forças Armadas é feito de sopetão: as peças já começaram a circular pelo tabuleiro da sucessão.

Um candidato mais do que natural seria o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sergio Etchegoyen, hoje tido como o segundo nome mais importante e influente do Exército. No entanto, existem alguns pruridos para a sua indicação. Sua escolha criaria um embaralhamento hierárquico à medida que ele ficaria em um cargo superior ao do comandante do Exército – hoje, mesmo no GSI, que tem status de ministério, ele é um subordinado ao General Villas Bôas dentro dos critérios do Exército.

É bem verdade que se tratando dos oficiais em questão, uma eventual troca de posições formais não seria um problema, dada a excelente relação entre ambos. De toda forma, o mais provável é que o General Etchegoyen permaneça no GSI. Tanto ele quanto Temer compartilham da opinião de que sua presença no Palácio tem sido estratégica para dar fluidez às relações entre a Presidência e as Forças Armadas. Não obstante, Etchegoyen ser guardado como uma reserva técnica para ocupar o próprio cargo de comandante do Exército.

Outro nome egresso do estamento militar cogitado para substituir Raul Jungmann é o do Secretário-Geral do Ministério da Defesa, o General-de -Exército Joaquim Silva e Luna, ex-chefe do Estado-Maior do Exército. Quando Temer assumiu a presidência ainda provisoriamente, em maio de 2016, o General Silva e Luna esteve cotado para a Pasta. O fato é que, na hipótese de nomeação de um militar para a Defesa, com a permanência de Etchegoyen no GSI e a forte liderança do comandante Villas Bôas à frente do Exército, Temer teria ao seu redor uma espécie de Junta Militar.

Seriam três generais de quatro estrelas formando um cinturão em torno dos ministros civis do Planalto e do próprio Temer, todos citados na Lava Jato. Sabe-se lá se é apenas coincidência, se uma manobra para garantia institucional, se o objetivo é o de tutela disfarçada ou se a intenção é preventiva, uma alternativa a uma atitude de força maior, aquela mesmo que nem “nós” nem “eles” ousam sequer pronunciar o nome. Vade retro! A questão, ressalte-se, não está fechada a priori.

As gestões em curso preveem também a hipótese de continuidade da linhagem civil no Ministério da Defesa. O nome de Nelson Jobim, que já ocupou o cargo, é constantemente lembrado no Palácio do Planalto. Porém, pesa contra ele uma bruta contraindicação: sua atual estadia como sócio do BTG Pactual, onde está ao lado de um banqueiro citado na Lava Jato.

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11.10.16
ED. 5473

Sisfron são os novos olhos da Defesa na tríplice fronteira

  O ministro da Defesa, Raul Jungmann, o ministro-chefe do Gabinete de segurança Institucional, General Sergio Etchegoyen, e o Estado Maior das Forças Armadas estão debruçados sobre um novo plano de ações para intensificar a vigilância na tríplice fronteira – Brasil, Argentina e Paraguai. O tema, inclusive, chegou a ser discutido nos encontros que Michel Temer teve, na semana passada, com os presidentes Mauricio Macri e Horacio Cartes. A grande contribuição virá do lado brasileiro: até meados do ano que vem, as Forças Armadas deverão concluir a implantação do Sisfron, novo sistema de monitoramento de fronteiras. Trata-se de uma rede integrada que reúne satélites, radares, aeronaves e ainda postos de vigilância localizados em regiões-chave. A importância estratégica do novo sistema pode ser medida pela sua blindagem à crise nas contas públicas. Orçado em aproximadamente R$ 12 bilhões, foi um dos raros projetos das Forças Armadas que passaram razoavelmente incólumes à desidratação orçamentária. Existe, inclusive, um projeto para que a tecnologia do Sisfron seja vendida a outros países. Procurado, o Ministério da Defesa não quis se pronunciar.  Entre os equipamentos de última geração que serão utilizados, o destaque fica por conta do Vant – Veículo Aéreo Não Tripulado –, um avião-radar de patrulhamento aéreo que pode ser usado não apenas para serviços de vigilância, mas até mesmo em pequenos resgates. O Sisfron já está em fase de testes na divisa entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai. Todo o sistema será integrado aos órgãos de Inteligência das Forças Armadas, das Polícias Federal e Rodoviária, das corporações estaduais e da Receita Federal. Sua operacionalização ficará concentrada na 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, conhecida como Brigada Guaicurus, localizada na cidade de Dourados (MS).  Quando estiver integralmente implantado, o Sisfron permitirá o monitoramento dos 17 mil quilômetros de fronteira seca do Brasil. No entanto, o maior foco de preocupação para a área de Defesa é a interseção com a Argentina e o Paraguai. Ali estão os maiores poros na segurança das fronteiras, uma região pródiga na entrada de armas, drogas e mercadorias contrabandeadas. Trata-se ainda de uma área que hoje merece atenção redobrada pela movimentação de células operacionais de grupos terroristas. Durante a Olimpíada, diversos agentes dos serviços de Inteligência do Brasil e de países como Estados Unidos e França permaneceram infiltrados em Foz do Iguaçu e cidades próximas.

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29.09.16
ED. 5465

Raul Jungmann marcha para uma nova missão

 O ministro da Defesa, Raul Jungmann, iniciará no mês de outubro uma série de viagens ao exterior. Entre outros países, há visitas programadas à França e à Rússia. A missão é negociar parcerias tecnológicas para a execução de projetos das Forças Armadas, muitos deles emperrados por restrições orçamentárias.

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 O governador em exercício, Francisco Dornelles, consultou o ministro da Defesa, Raul Jungmann, sobre a possibilidade de a Força Nacional de Segurança permanecer no Rio em 2017. A princípio, o reforço vai só até as eleições.

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 Os ministros da Justiça, Alexandre de Moraes, e da Defesa, Raul Jungmann, chegaram a discutir com José Ivo Sartori a entrada emergencial das Forças Armadas na segurança pública do Rio Grande do Sul, onde há uma grave crise devido ao aumento dos latrocínios, o que tem gerado crescentes protestos da população. Por fim, chegou-se ao entendimento de que o deslocamento de agentes da Força Nacional seria menos “invasivo”.

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 A russa Rosoboronexport , que tinha ótimo trânsito no governo de Dilma Rousseff, está tentando reconstruir suas pontes em Brasília. Representantes da empresa vêm mantendo tratativas com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, na tentativa de emplacar a venda de blindados para o Exército. Sobre a mesa, um pacote de financiamento de bancos russos. Para a Rosoboronexport, o que está em jogo é a sua própria operação na América Latina. A companhia acaba de levar um petardo na Venezuela, ao perder boa parte dos contratos de US$ 3 bilhões com as Forças Armadas locais

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