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06.06.19
ED. 6130

Pirraça no Ministério Público

A postura do subprocurador Nicolao Dino na última terça-feira, durante a sessão do Conselho Superior do MPF, foi interpretada por seus pares como uma vendeta despropositada contra Raquel Dodge. No meio da votação que referendaria a indicação do procurador federal Ailton Benedito para a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos do Ministério da Mulher e da Família, Dino pediu vistas do processo e interrompeu a sessão. Na prática, nada mudará: Benedito já conta com seis dos 11 votos do colegiado. Dino apenas atrasará em alguns dias a indicação do candidato de Raquel Dodge para a Comissão Especial. Ao que tudo indica, o irmão do governador do Maranhão, Flavio Dino, não engoliu o fato de não ter tido o apoio da PGR para concorrer a sua sucessão.

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05.06.19
ED. 6129

MPF em clima eleitoral

Enquanto as atenções se voltam para a sucessão de Raquel Dodge, outra disputa eleitoral no Ministério Público esquenta. O subprocurador Moacir Guimarães, postulante a uma das duas vagas abertas no Conselho Superior do MPF, entrou com pedido de impugnação da candidatura da colega Luiza Frischeisein. Guimarães alega que, como a procuradora também concorre à lista tríplice para o lugar da própria Raquel Dodge na Procuradoria Geral da República, ela não poderia concorrer ao Conselho. “É como se alguém fosse disputar uma cadeira no Senado e na Câmara dos Deputados ao mesmo tempo” disse Guimarães ao RR. O requerimento de impugnação deve ser apreciado pelo próprio MPF até o início da próxima semana. A eleição para o Conselho Superior será no dia 17 de junho.

Por falar em Ministério Público, a julgar pelo calendário eleitoral, junho será um mês de trabalhos mais lentos na PGR. Depois do debate entre os candidatos à sucessão de Raquel Dodge, realizado ontem, em São Paulo, haverá encontros hoje, no Rio, e nos dias 11 e 14, respectivamente em Porto Alegre e Brasília. Todos em horário de expediente. As sedes da PGR costumam parar nesses dias.

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04.06.19
ED. 6128

Meia volta, volver

Em campanha para se reeleger no Conselho Nacional do Ministério Público, o procurador regional da República, Silvio Amorim, vem perdendo fôlego na disputa. O motivo tem nome e sobrenome: Raquel Dodge. Até o momento, ao contrário do que era esperado, a PGR não manifestou apoio a sua candidatura. O tempo está se esgotando: a eleição para a lista tríplice será no dia 8.

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28.05.19
ED. 6123

Raquel Dodge no páreo

Procuradores estão organizando, para a próxima semana, em Brasília, um jantar em homenagem à PGR Raquel Dodge. É mais um indício de que Raquel está em campanha para permanecer no cargo, mesmo não constando na lista de candidatos da Associação Nacional dos Procuradores da República.

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08.05.19
ED. 6109

Raquel Dodge sai à caça de votos

Os procuradores mais próximos de Raque Dodge não têm dúvidas: ela está em campanha pela sua recondução à PGR. Nas últimas duas semanas, não parou em seu gabinete. Cumpriu intensa agenda em eventos do Ministério Público. Chegou a faltar a duas sessões no STF para comparecer à posse da nova diretoria do Conselho Nacional dos Procuradores Gerais em Campo Grande (MS). Curiosamente, Raquel percorre o colégio eleitoral do qual desdenhou: votou contra a formação da lista tríplice na votação da Associação Nacional dos Procuradores da República.

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24.04.19
ED. 6100

Os dados rolam na PGR

Em meio ao conflito entre a Procuradoria Geral da República e o STF, um novo nome desponta na corrida para substituir Raquel Dodge. Trata-se Luiza Cristina Fonseca Fricheisen, subprocuradora-geral da República e coordenadora da área criminal na PGR. Sua mindicação ganhou força nas últimas semanas, no vácuo do pacote anticrime de Sergio Moro. Luiza está na linha de frente do grupo do MPF que atua junto à Câmara dos Deputados e ao Senado pela aprovação das 10 medidas apresentadas pelo ministro da Justiça. A subprocuradora é conhecida entre seus pares pela defesa da prisão após condenação em segunda instância e pela reformulação do sistema de recursos penais. Segundo a fonte do RR na Procuradoria-Geral, Luiza está disposta, inclusive, a concorrer no polêmico pleito que a Associação Nacional dos Procuradores da República quer realizar dia 18 de junho, eleição esta que, a princípio, não conta com o respaldo de Raquel Dodge e do Conselho Superior do Ministério Público Federal.

Outra peça importante se movimenta no tabuleiro da sucessão de Raquel Dodge. O ex-PGR Rodrigo Janot já adiou por duas vezes sua anunciada aposentadoria do Ministério Público e segue atuando junto à Quinta Turma do STJ. Dificilmente deixará o jogo antes de setembro, quando termina o mandato de Raquel Dodge. Janot está em campanha pela indicação de Lauro Cardoso, que ocupou a Secretaria Geral da PGR durante sua gestão.

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25.09.18
ED. 5960

Nada a temer, ao menos até 2019

O Palácio do Planalto considera baixo o risco de que a PGR Raquel Dodge apresente ao STF a terceira denúncia contra Michel Temer. E menor ainda que exista tempo hábil para a Câmara dos Deputados abrir e votar um eventual processo de afastamento do presidente até o fim do mandato. Os problemas de Temer começam mesmo para valer a partir de 1o de janeiro de 2019.

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05.02.18
ED. 5801

Lava Jato recebe reforço no Rio

O temor de muitos de que Raquel Dodge pudesse puxar o freio da Lava Jato não tem se justificado, notadamente no que diz respeito ao braço da operação no Rio de Janeiro. A PGR deverá destacar mais um procurador para a força-tarefa do Rio. No início do ano, outro integrante do Ministério Público já havia sido deslocado para a cidade – hoje, a equipe conta com dez procuradores. O reforço da tropa se deve às recentes denúncias apresentadas contra Sérgio Cabral e à expectativa de novos acordos de delação.

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Já são 18 acordos de delação premiada, no âmbito da Lava Jato e da Calicute, que estão sobre a mesa da Procuradora-Geral Raquel Dodge à espera do seu imprimatur. Ou não.

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