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22.06.22

A nova cartada da Raízen

A Raízen, leia-se Cosan e Shell, vem mantendo conversações com dois grandes grupos asiáticos com o objetivo de formar uma joint venture global para a comercialização de açúcar. O projeto é grandioso e mira em uma disputa ao mesmo tempo mundial e doméstica: o objetivo é desbancar a Copersucar do posto de maior trading internacional do setor, posto que a cooperativa ocupa por meio da Alvean. No ano passado, esta última movimentou 2,8 milhões de toneladas de açúcar. A Raízen ficou em segundo, com 2,5 milhões de toneladas, amargando uma queda de 29% em relação a 2020. Como consequência, a empresa sofreu uma espécie de “hipoglicemia” em seus resultados: o Ebitda da divisão de açúcar caiu 37%. Em parte, esse desempenho é atribuído internamente ao rompimento da joint venture com a trading Wilmar International, de Cingapura, em 2020. Há um consenso na companhia de que é preciso voltar a ter um parceiro com forte inserção no mercado asiático. Procurada, a empresa não se pronunciou.

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21.06.22

Contencioso à vista

A Ipiranga, leia-se Ultra, estuda entrar na Justiça contra a venda da Reman, refinaria da Petrobras em Manaus, para o Grupo Atem. A alegação é de que o negócio criará um monopólio privado na venda de derivados na região. Ressalte-se que, assim como a Raízen, a Ipiranga foi incluída pelo Cade como parte interessada no processo que aprovou a operação.

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31.05.22

Raízen em alta voltagem

A Raízen – leia-se Cosan e Shell – planeja entrar em geração eólica e solar. De acordo com informações apuradas pelo RR, o grupo pretende investir tanto em projetos greenfield quanto na aquisição de empreendimentos já maduros. Trata-se de um movimento fundamental na estratégia do grupo de verticalizar sua operação e se tornar um grande conglomerado na área de energia verde. A Raízen já tem negócios em etanol, etanol de segunda geração e biogás. Ou seja: aos poucos, a distribuição de derivados de petróleo, que motivou a joint venture, vai se tornar um negócio “menor” no portfólio. O investimento corrobora a disposição da Shell de transformar o Brasil em um de seus principais centros na produção de energia renovável. Os anglo-holandeses jogam com duas peças: além da Raízen, lançaram no ano passado a Shell Energy. A subsidiária pretende investir R$ 3 bilhões no país até 2025. Um dos primeiros projetos previstos, da ordem de R$ 200 milhões, é a instalação de uma unidade de hidrogênio verde no Porto do Açu (RJ).

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15.03.22

Quarto elemento?

A francesa Total estuda entrar no negócio de querosene de aviação (QAV) no Brasil. O ingresso se daria no rastro das medidas regulatórias em estudo na ANP para viabilizar o ingresso de novos competidos no segmento. Hoje, a venda de QAV no país está nas mãos de um “triopólio”: Vibra Energia, Raízen e Air BP dominam 99% do setor.

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24.02.22

“RaízenTech”

A Raízen, joint venture e a Cosan e a Shell, pretende ter a sua própria fintech.

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10.01.22

Operação cruzada

A Raízen enxerga segundas intenções na ação movida pela Gran Petro na Justiça holandesa contra a Shell. A empresa de origem mato grossense cobra uma indenização financeira alegando que a multinacional criou dificuldades para a sua entrada no mercado de combustível de aviação no Brasil. No entanto, o que se diz nos bastidores é que a Gran Petro quer mesmo é fechar um acordo e receber em troca bases operacionais da própria Raízen – joint venture entre a Shell e a Cosan – em aeroportos brasileiros. Procuradas, Raízen e Gran Petro não se pronunciaram.

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19.11.21

Internacionalização

A Raízen pretende disputar a concorrência que será aberta pelo governo da Bolívia para a produção de biodiesel naquele país. Seria um passo estratégico para os planos da companhia de montar um colar de operações na América do Sul. Hoje, a Raízen controla postos de combustíveis na Argentina e mantém uma operação de trading na Colômbia.

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05.11.21

Combustível

A Raízen, que já atua na Argentina com a bandeira da Shell, planeja esticar seus tentáculos para outros mercados da América do Sul, com a compra de postos no Uruguai e no Chile.

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17.08.21

Combustível

A Raízen avança a passos largos na América do Sul. Segundo o RR apurou, a empresa estaria em negociações para a compra de uma rede de postos na Colômbia e outra no Uruguai. Já presente na Argentina, a Raízen fechou, na semana passada, a compra de 50% da Barcos y Rodados, maior distribuidora de combustíveis do Paraguai. Procurada, a empresa não se pronunciou.

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13.08.21

Prioridade na Raízen

Além da já anunciada instalação de uma usina em Guariba (SP), a Raízen já faz planos de construir mais duas plantas de etanol celulósico. A promessa de expansão no segmento foi um dos pilares do recente IPO da companhia, que movimentou quase R$ 7 bilhões.

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