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19.03.21

Dilma lá?

No instante em que celebra a “volta” de Lula, o PT cogita também o “retorno” de Dilma Rousseff. Segundo uma fonte intestina do partido, já se fala na candidatura de Dilma ao governo de Minas Gerais em 2022. O senão é a cicatriz que a ex-presidente carrega de 2018, quando amargou um quarto lugar na eleição para o Senado.

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16.03.21

Os candidatos a ministro da Economia de Lula

Ainda faltam 565 dias para a eleição presidencial de 2022, mas quatro nomes já despontam como candidatos a ministro da Economia em um eventual governo Lula: Armínio Fraga, Monica de Bolle, Marcos Lisboa e André Lara Resende. Arminio, Monica e Lisboa são arroz de festa. Desde sempre estão disponíveis para integrar qualquer governo. Lisboa foi o primeiro a se ofertar nessa corrida.

Já fez chegar ao PT e ao próprio Lula sua disposição para colaborar no que for necessário. Só faltou mandar currículo. O presidente do Insper é, de todos, o que mais deseja o cargo. Vai panfletar seu próprio nome enquanto Lula não se decidir. Por um lado, Lisboa tem a seu favor a participação no governo do ex-presidente: ocupou o cargo de secretário de Política Econômica de 2003 a 2005. Por outro, foi levado ao cargo pelo ex-ministro Antonio Palocci, hoje desafeto geral. O ex-presidente do BC Armínio Fraga é farinha de outro saco.

Armínio é um crítico elegante das políticas econômicas dos governos do PT. Bate, mas com luvas alvas e acolchoadas. Em outra seara, por pouco, não sujou as mãos de lama: seria o ministro de Aécio Neves caso ele tivesse derrotado Dilma Rousseff em 2014. Lula não liga bulhufas para essas coisas. Henrique Meirelles na presidência do BC é uma demonstração da flexibilidade do ex-presidente da República. Armínio imagina que haveria espaço para implementar suas novas ideias social-democratas no governo do PT. O ex-presidente do BC criou três grupos de estudos próprios que trabalham na construção de parte de um programa de governo.

Armínio tem a seu favor a simpatia de todo o mercado. É um dos mais votados entre as instituições financeiras. Monica de Bolle já rezou na igreja de Armínio. Foi uma das fundadoras e diretora da Casa das Garças, um think tank tucano dominado pelos economistas da PUC-RJ. Hoje, pensa inteiramente diferente daquele tempo. Por isso, quer o cargo; para impor suas teses e ainda fazer um aceno ao movimento feminista, do qual é simpatizante declarada. Sem dúvida, traria um certo frescor aos ambientes acinzentados do Ministério da Economia.

Monica é bastante próxima de Laura Cardoso, economista darling do PT. O senão é que Laura, mesmo não sendo das mais cotadas, também deseja a vaga na Pasta da Economia, provavelmente com o apoio do partido. Em tempo: Monica também caberia como uma luva na presidência do BC. O RR aposta que ela iria para a Economia. De todos os nomes que orbitam no entorno de Lula, é possível que André Lara Resende seja quem menos dispute a tarefa.

Mas, talvez seja aquele que mais estaria disposto ao sacrifício, muito menos pelo cargo e mais pela oportunidade de testar na prática o seu “experimento”. Ele fez a mesma coisa com o Plano Real, então uma teoria não testada. André tem circuito acadêmico no exterior e tomou para si a cruzada de fazer valer a teoria monetária moderna, um pensamento emergente da academia que joga por terra o tradicional dogma fiscal hoje absolutamente em voga no Brasil. O economista conta com a simpatia de Ciro, que comprou suas ideias. É um intelectual independente.

Vem de uma formação tucana. Mas, hoje fala com todo mundo. De todos, é quem está mais focado na ideia de ajeitar o Brasil. Como não poderia deixar de ser, trata-se de conjecturas sobre desejos e vantagens comparativas, assim como recados que foram lançados. Seja quem for o ministro de Lula, o objetivo é que ele acene para o mercado, tranquilizando-o. A priori, a ordem do ex-presidente é primeiramente caminhar pelo país, visitando, sobretudo, o Nordeste. Antes do fim do ano, seria apresentado, então, o seu ministro. Qualquer semelhança com a trajetória de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes é mera coincidência mesmo.

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12.03.21

Primárias

O senador Humberto Costa é tido dentro do PT com um dos principais articuladores da abertura do processo contra Marilia Arraes na Comissão de Ética do partido. 2022 já começou: ambos disputam cabeça a cabeça a indicação como candidato do PT ao governo de Pernambuco

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11.03.21

Cabe um general na chapa de Lula?

Por mais inusitado que possa parecer, em meio a uma torrente de recomendações, Lula já ouviu o aconselhamento de que o seu vice-presidente em 2022 seja um oficial militar. Alguém como o general Santos Cruz, que teria um enorme efeito simbólico, dada a sua alta respeitabilidade nas Forças Armadas e a sua postura crítica ao presidente Jair Bolsonaro. A hipótese de um militar na chapa estaria cheia de senões: um deles seria a repetição de Bolsonaro, que tem um general como vice-presidente.

O outro obstáculo seria a aceitação da ideia dentro do próprio PT, que poderia enxergar a iniciativa como uma espécie de rendição: ou seja, uma “Carta aos Militares” em vez de ao povo brasileiro. Mesmo que a candidatura não esteja posta, as conjecturas de como seria um futuro governo já estão em marcha. Com o pronunciamento de Lula ontem, ficou claro que existem dois estamentos que serão objeto de especial atenção de sua parte: os empresários e o aparelho de segurança, leia-se as Forças Armadas, a Guarda Nacional e as polícias.

No passado, em 2002, Lula contemplou um empresário para compor sua chapa. Era preciso conquistar a Avenida Paulista. No presente, o desafio é se aproximar dos quartéis. Seria uma forma de desmontar um dos principais ativos políticos de Bolsonaro. O presidente é useiro e vezeiro em tratar as Forças Armadas como se fossem suas apoiadoras. Ainda há muita estrada pela frente para que a especulação se materialize. Mas, a fonte do RR é um conhecido interlocutor do ex-presidente Lula.

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10.02.21

Queimou a largada

Guilherme Boulos tem um “aliado” dentro do PT. Em conversas reservadas, José Dirceu também considerou que Lula se precipitou ao anunciar a candidatura de Fernando Haddad à Presidência em 2022.

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22.01.21

Pegando carona

O que se diz na Câmara é que PT e PSOL deverão aderir ao pedido do Rede ao STF solicitando o afastamento de Eduardo Pazuello do Ministério da Saúde.

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20.01.21

Mojito

José Dirceu tem dito a velhos companheiros do PT que Lula está perdendo uma oportunidade de ouro de avançar sobre a jugular de
Jair Bolsonaro. Nas últimas semanas, enquanto João Doria deita e rola no episódio da vacina, o ex-presidente está em Cuba, gravando cenas para um documentário de Oliver Stone.

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13.01.21

Muita falta do que fazer

O RR apurou que a própria presidente do PT, Gleisi Hoffmann, autorizou o partido a embarcar em uma história sem pé nem cabeça: o pedido feito pela sigla ao STF, na última segunda-feira, para participar de uma ação que tenta anular as eleições no Vasco. Com a repercussão negativa do caso, Gleisi tirou o corpo fora, retirou a petição e tentou jogar toda a responsabilidade sobre os ombros do ex-deputado petista e ex-presidente da OAB Wadih Damous. Espera-se que Gleisi não tenha o mesmo procedimento em relação à coalizão partidária que apoia a candidatura de Baleia Rossi à presidência da Câmara.

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12.01.21

Falta do que fazer

Na tarde de ontem correu entre parlamentares a informação de que PT e PSOL vão solicitar ao Twitter a exclusão da conta pessoal de Jair Bolsonaro na rede, alegando constante disseminação de fake news, notadamente em relação à Covid-19. Para Bolsonaro, receber a mesma punição de Trump, seria mais prêmio do que castigo. Melhor deixar como está.

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18.12.20

Costura para lá e para cá

A candidatura de Oto Alencar (PSD-BA) à presidência do Senado ganhou fôlego. Responsável pelas articulações, Gilberto Kassab garante ter o apoio tanto do DEM quanto do PT.

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