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08.01.20

Objeto de desejo

O híbrido de deputado e youtuber Arthur do Val, conhecido como”Mamãe falei”, está sendo cortejado pelo PSL. Expulso do DEM, “Mamãe falei” tem o atributo que mais interessa à sigla: virou um destemperado crítico de Jair Bolsonaro.

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27.12.19

Aliança 2

O RR apurou que, na semana passada, Rodrigo Maia e o vice-presidente do PSL, Antonio de Rueda, tiveram duas longas conversas. A incorporação do partido pelo DEM é apenas questão de tempo… O tempo da saída de Jair Bolsonaro e os seus.

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18.12.19

Tomada de poder

Aproveitando-se do esfarelamento do PSL, Rodrigo Maia trabalha na coxia para que a cobiçada CCJ aterrisse no colo do DEM.

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10.12.19

Damares e Francisco

Damares Alves quer ir a Roma e ver o papa. A ministra da Família vai solicitar uma audiência com o sumo pontífice Francisco para apresentar os programas de combate à exploração sexual de menores e contra o trabalho infantil do governo Bolsonaro. Damares estará na capital italiana até o fim desta semana para participar de reunião da FAO, a organização para alimentação e agricultura da ONU.

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05.12.19

Oposição caseira

Rodrigo Maia vai ter de gastar muita saliva para convencer seus próprios pares sobre o “retorno” do Centrão. A iniciativa do presidente da Câmara de estimular reuniões conjuntas com PP, PL, PSD, Republicanos, MDB, Solidariedade, Avante enfrenta resistências dentro do DEM, a começar pelo presidente do partido, ACM Neto. Em tempo: apesar dos pesares, Maia segue empolgado com o tema. Já encomendou ao marqueteiro Chico Mendez a produção de mais três vídeos apresentando propostas comuns a essa maçaroca de partidos.

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05.12.19

Candidato estepe

O senador Major Olímpio já lançou seu nome no PSL como candidato a prefeito de São Paulo em 2020. Mas, se Joice Hasselmann resistir ao canto tucano, o lugar é dela e ninguém tasca.

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03.12.19

Pisa alimenta debate sobre políticas educacionais

Termômetro

Dados do Pisa (avaliação da OCDE que mede resultados da educação), afirmando que o setor está essencialmente estagnado no Brasil desde 2009, provocarão movimento duplo, amanhã: 1) Mapeamento de falhas e avanços da política educacional nos governos do PT (sobretudo) e de Michel Temer; 2) Cobranças acerca de planejamento da atual gestão. 

Como números avaliados são de 2018, não haverá responsabilização do ministro Weintraub por resultados do Pisa em si. No entanto, sua imagem na mídia é negativa, piorou recentemente com relatório técnico de comissão parlamentar, capitaneada pela deputada Tábata Amaral, e suas declarações de hoje foram consideradas agressivas e pouco propositivas. O quadro tende a alimentar duros questionamentos sobre medidas tomadas na educação em 2019 e em projetos para 2020. 

Ministério ainda enfrentará desgaste em função de relatório da Controladoria Geral da União apontando irregularidades em licitação de R$ 3 bilhões para a compra de equipamentos de informática. Pregão (eletrônico) já foi suspenso. 

O Embate no PSL

Confirmação, pelo diretório nacional do PSL, de suspensões e punições a 18 deputados vai somar-se à dissolução do diretório de São Paulo para gerar nova reviravolta na estrutura de comando do partido. Assim que a decisão for protocolada, o deputado Eduardo Bolsonaro deve perder a liderança da sigla na Câmara. Demais deputados suspensos também perderão os cargos que exercerem em comissões. Nesse contexto, serão dois os desdobramentos centrais, a partir de amanhã:

1) Indicações de quem será o novo líder do partido e de como o PSL se posicionará diante do governo Bolsonaro;

2) Reação da ala “bolsonarista” da agremiação, que terá de fazer algum movimento para manter a influência parlamentar. Tendem a ganhar espaço, novamente, especulações sobre as dificuldades e riscos para a criação de novo partido do Presidente (Aliança pelo Brasil). 

Anvisa em foco

Decisão da Anvisa, permitindo o registro e venda de medicamentos à base de Cannabis, mas proibindo o plantio no Brasil, alimentará um amplo debate, amanhã. Por um lado, serão aventadas as consequências e limitações da medida para pacientes. Por outro, a existência ou não de influência político-ideológica na decisão. 

Na Câmara, vetos e orçamento

Na Câmara, destaque amanhã deve ser para votação de vetos do presidente à minirreforma eleitoral. Deputados – irritados por demora em liberação de emendas – podem reverter questões como o fim do horário eleitoral gratuito. Vale atenção, ainda, para movimentações em torno da votação do orçamento 2020. 

PIB: análises e impulso para a equipe econômica

Números acima do esperado para o PIB do terceiro trimestre continuarão a gerar noticiário majoritariamente positivo para o governo amanhã. Haverá detalhamento e análise por setor da economia, com foco na curva de investimentos, percebida como indicação da sustentabilidade do crescimento. Resistência do desemprego se manterá como grande calcanhar de Aquiles, servindo de contraponto a diagnóstico e projeções mais entusiasmadas. 

Isso posto, equipe econômica ganhará importante capital de imagem, nesta quarta, com benefícios estratégicos para o ministro Paulo Guedes, que vem do maior desgaste de sua gestão, após declarações sobre o AI-5. Pode aproveitar o momento para avançar em “balões de ensaio” lançados hoje com o objetivo de acelerar privatizações e concessões – destaque para o Banco do Brasil, que dependeria de aval de Bolsonaro. 

Petrobras valorizada

Vai gerar bom efeito para o mercado, amanhã, anúncio do presidente da Petrobras de que pretende realizar nova oferta de ações da BR Distribuidora. Outro fator importante será o anuncio de que o Fundo Soberano da Noruega retirou a estatal de uma lista de empresas que poderiam perder investimentos devido ao risco de corrupção.

A indústria pode alimentar otimismo

Saem amanhã a Produção Industrial de outubro (IBGE) e o Índice de Commodities de novembro (IC-Br) do Banco Central. Na indústria, a expectativa é de crescimento de 0,5% sobre setembro e de 0,7% sobre outubro de 2018. Seria a terceira alta seguida, frente ao mês anterior, e a segunda, frente ao mesmo mês de 2018. Se tais dados se confirmarem, favorecerão o aumento de estimativas para o PIB em 2020. Em relação às commodities, que têm expressiva influência nas contas externas, projeções estão em aberto. Número vem de alta de 2,21% em outubro (mas queda de 1,56% em taxa anualizada). 

Adiamento de negociações EUA-China e alinhamento brasileiro

Declarações do presidente Trump, hoje, de que acordo com a China pode ficar para depois das eleições presidenciais norte-americanas, estimulará volatilidade de mercados, amanhã. Afirmação será lida por boa parte da mídia internacional – e brasileira – como forma de desviar atenções para dificuldades internas geradas por processo de impeachment em curso. Questão também aprofundará percepção negativa quanto à política de alinhamento automático com os EUA. Nesse mesmo sentido, pode haver, amanhã, mais informações acerca de anúncio de Trump de que vai taxar o aço e o alumínio brasileiros. 

Os serviços nos EUA, Zona do Euro e Alemanha

No exterior, destaque para PMI de serviços nos EUA, Zona do Euro e Alemanha, em  novembro. Espera-se queda nos índices dos três países: pequena nos EUA (de 54,7 para 54,5) e na Alemanha (de 51,6 para 51,3) e mais significativa na Zona do Euro (de 52,2 para 51,5). Os números se mantêm em patamar positivo e não devem provocar maiores abalos. Mas gera particular atenção o recuo na Zona do Euro, que sofre com temores de retração econômica. 

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28.11.19

“Rachadinha”

O senador Major Olímpio tem se referido ao Aliança pelo Brasil, o novo partido da família Bolsonaro, pela alcunha de “Rachadinha”. Trata-se de uma cáustica alusão ao racha que o clã criou dentro do PSL somado às acusações de que os funcionários do gabinete de Flavio Bolsonaro tinham que pagar um dízimo ao chefe.

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Formação de maioria no STF para permitir o compartilhamento de dados do Coaf e da Receita com o MP, sem autorização judicial, porá em foco, amanhã, processo contra o senador Flávio Bolsonaro. Serão aventados os próximos passos de investigação e impactos no mundo político.

 

Fragilidade do governo no Congresso?

 

Derrubada de 7 vetos do presidente Bolsonaro a projeto de minirreforma eleitoral e confusão entre líderes na votação de dispositivos da LDO levarão, amanhã, a questionamentos sobre sustentação do governo na Câmara. Desde que Bolsonaro anunciou saída do PSL, ainda não está clara qual é a sua base de apoio no Congresso.

Preocupação será alimentada, também, por decisão da executiva do PSL de suspender 14 deputados da legenda, entre eles Eduardo Bolsonaro. Medida precisará ser corroborada pelo diretório nacional da legenda, que se reúne semana que vem, mas evidencia disposição de Luciano Bivar para desgastar o presidente.

Por outro lado, grupos que comandaram a derrubada de vetos sofrerão críticas por reporem medidas consideradas polêmicas, como liberação de uso do fundo partidário para passagens aéreas independentemente de filiação à agremiação. E sobretudo pela intenção, nítida, de aumentar o valor do fundo eleitoral.

Lula: julgamento e movimentações políticas

Condenação de Lula no processo sobre sítio em Atibaia, em si, já era esperada, mas dois aspectos da decisão do TRF 4 provocarão debate, amanhã: 1) Fato de não devolver o julgamento à primeira instância. Havia expectativa nesse sentido em função de julgamento recente do STF determinando que o réu delator deve ser ouvido antes do delatado (o que não ocorreu com Lula); 2) Aumento da pena, que passou de 12 anos e onze meses para 17 anos e 1 mês.

 

Condenação deve ainda alimentar, amanhã, movimentação de parte de deputados e senadores para acelerar calendário de votação de projeto que retomaria a prisão em segunda instância.

 

Dólar atinge o presidente

Terceira alta recorde do dólar já leva a questão ao presidente Bolsonaro e desgaste se ampliará caso a volatilidade permaneça. Declarações do ministro Guedes, minimizando o problema, ainda incomodam o mercado e geram temor de efeitos macroeconômicos.

Cultura e educação geram novos desgastes

Dois setores do governo estarão – ou continuarão – na berlinda amanhã: cultura e educação. Em ambos estará em pauta a orientação fortemente ideológica no atual governo.

Na cultura, ganchos serão: 1) Declarações de Sérgio Nascimento, novo presidente da Fundação Palmares, órgão responsável pela promoção da cultura afrobrasileira, de que não existe racismo no Brasil, de que a escravidão foi benéfica para os descendentes e de que o movimento negro deveria ser extinto. Fato de Nascimento ser ele mesmo de origem afrobrasileira não evitará enorme pressão para que seja exonerado; 2) Em grau bem menor, nomeação de nova secretária do Audiovisual que já defendeu a extinção da Ancine.

Já na educação, amplia-se e pode provocar reações do ministro Weintraub relatório de Comissão da Câmara apontando paralisia do MEC. Deputada Tábata Amaral – cuja ação técnica e política influenciou a queda do ministro anterior, indica que assumirá discurso de duras e embasadas críticas a Weintraub.

Médicos pelo Brasil – e cubanos

Aprovação pelo Senado de MP do governo que institui o programa “Médicos pelo Brasil”, substituto do “Mais Médicos”, do governo Dilma, vai gerar, amanhã: 1) Discussão na mídia sobre impactos da saída de médicos cubanos após conflito entre o presidente Bolsonaro e Cuba, no início do ano; 2) Análise sobre cronograma e metas do programa aprovado, incluindo comparações com o governo Dilma e avaliação sobre possibilidade de que médicos cubanos retornem.

Cheque especial cria agenda positiva

 

Será analisada com lupa, mas tende a boa repercussão, amanhã, resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional estabelecendo que a taxa de juros do cheque especial não pode passar de 8% ao mês.

 

Ministro do Turismo ressurge

Vale atenção para reações, amanhã, a ressurgimento do ministro do Turismo, que voltou ao jogo abordando duas questões que dividirão opiniões: 1) Intenção de liberar cassinos no país, associados a grandes resorts; 2) Reestruturação da Embratur, que passaria a contar com parte de recursos hoje destinados ao Sebrae.

Incêndio e polêmica em Alter do Chão

Permanece obscura e pode gerar fatos novos, amanhã, prisão de membros de ONG, acusados de terem provocado incêndios em florestas de Alter do Chão, no Pará. Grampos apresentados pela polícia não parecem indicar nenhuma ação criminosa, embora Justiça tenha mantido prisão preventiva, e mídia já ensaie visão crítica do inquérito – que pode se intensificar nesta quinta. A conferir, também, se o ministro Ricardo Salles manterá linha de sobriedade em entrevistas, mas ataques a ONG’s no twitter.

Régua da indústria e aceleração da inflação

Saem amanhã a Sondagem da Indústria e a terceira parcial do IGPM de novembro, ambos da FGV. A Sondagem tem particular importância porque significará “mediana” entre levantamentos de outubro da CNI (indicando avanço na produção industrial) e da própria FGV (que mostrou diminuição de confiança entre empresários do setor). Já no caso do IGP-M, interesse maior é confirmar aceleração registrada no IPC Fipe (somente da cidade de São Paulo), que foi de 0,26% na segunda quadrissemana de novembro para 0,44% na terceira.

 

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Serão fundamentais, amanhã, as movimentações no Senado sobre o projeto que repõe a prisão após condenação em segunda instância.

 

Isso porque Rodrigo Maia, com a firmeza que tem marcado sua atuação, “bateu o pé” hoje, deixando claro que a Câmara levará à frente emenda constitucional sobre o tema. No senado, Alcolumbre, em negociações que incluem o ministro Moro, articula mudanças em artigos do Código Penal, que poderiam ser aprovadas por maioria simples.

 

Questão é complexa, por dois motivos centrais, que devem gerar desdobramentos amanhã:

 

1) Pela polêmica e os interlocutores que o projeto envolve – de Moro a Lula –, se discordância for mantida pode degenerar em início de desgaste significativo entre Câmara e Senado (bem como entre Maia e Alcolumbre);

 

2) Mídia e opinião pública parecem divididas sobre o tema. Por um lado, há visão favorável à retomada da prisão após condenação em segunda instância. Por outro, há temores de que a iniciativa do Senado seja vista como inconstitucional. E, no âmbito político, precipitada.

 

Embate ideológico e violência no campo 

 

Afirmação do presidente Bolsonaro de que vai enviar ao Congresso projeto de lei que autoriza o emprego de operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para reintegração de terras vai provocar forte embate político, a partir de amanhã. Tendência é de que o presidente utilize o tema como cavalo de batalha para agradar sua base de apoio, sem efetiva mobilização no Congresso.

 

Ao mesmo tempo, anúncio deve atrair imediatos ataques da oposição e de setores da mídia, que apontarão na medida o provável aumento da violência no campo. Serão lembrados massacres como o de Eldorado de Carajás.

 

O novo PSL

 

Primeiros sinais de deputados do PSL que não acompanharão o presidente Bolsonaro em novo partido (Aliança pelo Brasil) devem se intensificar amanhã. Por enquanto incipientes, tendem a se multiplicar – abertamente ou em ações de bastidores – indícios tanto sobre movimentações  voltadas para eleições de 2020 como  prováveis realinhamentos no Congresso.

 

Greve de petroleiros

 

A conferir, amanhã, o grau de mobilização e o impacto na mídia do início da greve de petroleiros, prevista para durar 5 dias. Até o momento, nenhum movimento grevista – ou com qualquer demanda social que não a educação – conseguiu mobilização capaz de afetar as pautas do governo.

 

Aproximação com os EUA

 

O anúncio, hoje, do início da fase de teses do Global Entry, programa de testes que facilita a entrada nos EUA (sem substituir vistos) vai gerar boa repercussão para o governo amanhã. Ainda que se ponha na balança limitações da iniciativa, será interpretada – e vendida – como evidência de que avança a aproximação com os EUA.

 

Mercosul em risco?

 

Na contramão de noticiário positivo, na seara internacional virá insegurança gerada por declarações do primeiro-ministro Ernesto Araújo, hoje, aventando saída do Mercosul, caso o bloco não se concretize em medidas de liberalização econômica. Afirmações funcionarão como recado à Argentina e embutem um risco: qualquer resposta pode dar vazão à espiral de desentendimentos.

 

 

 

A saúde da construção civil

 

Vale conferir amanhã, a Sondagem da Construção e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) de novembro, ambos da FGV. Os dois indicadores vem de resultados positivos em outubro (aumento de confiança e queda de custos). Ao mesmo tempo, há dúvidas quanto ao fôlego da industria, como um todo, no final de ano e início de 2020. Números desta terça serão indicação importante para avaliar se a tendência positiva no setor de construção se manterá no futuro próximo.

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