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Possibilidade de recriação do Ministério da Segurança Pública, aventada pelo presidente, e pedido de demissão do coordenador da Lava Jato na Procuradoria Geral da República, por divergências com o Procurador Geral Roberto Aras, vão gerar, amanhã, nova rodada no embate entre o presidente Bolsonaro e o ministro Moro.

O jogo se desdobrará em recados por meio de apoiadores e mensagens veladas na mídia. Mas pode haver, também, algum sinal mais enfático do ministro Moro, que não aceitará a perda da área de segurança em seu Ministério. Se for o caso, é forte a possibilidade de que Bolsonaro, já em viagem oficial para a Índia, recue.

O STF no jogo

Nesse contexto, o enfrentamento aberto no STF após a decisão de Fux suspendendo a implantação do juiz de garantias deve ter novos capítulos amanhã. Será pano de fundo tanto para as chamadas alas lavajatistas da Câmara e do Senado – que agem para fortalecer Moro como liderança de centro-direita, em detrimento de Bolsonaro – quanto para os “garantistas”, no Supremo e no Congresso, que buscam podar as ações da Força-Tarefa – e do ministro.

Davos e reformas no primeiro semestre

Final da participação em Davos e retorno do ministro Guedes ao Brasil, amanhã, levará a retomada de debate sobre agenda de reformas, no primeiro semestre. Estará no ar, nesta sexta, se a prioridade será a reforma tributária, que parece avançar, ou a administrativa, acerca da qual foram lançados diversos balões de ensaio em janeiro.

Em termos específicos, o ministro será questionado – e dividirá opiniões – por proposta aventada hoje, de taxar produtos como cigarros e chocolates.

Paralelamente, será feito balanço – majoritariamente positivo, especialmente no que se refere a agentes do mercado – de resultados do ministro no Fórum Econômico.

Por fim, ainda na economia, haverá interesse amanhã por confirmação e cronograma para apresentação de projeto do governo, anunciado hoje pelo secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, para reajuste anual do salário mínimo. O projeto exposto por Rodrigues, no entanto, ao indicar que não haverá compromisso com reajuste acima da inflação, apenas antecipará debate desgastante para o governo.

Empregos em dezembro: política e imagem

Ao mesmo tempo, a divulgação do Caged de dezembro, amanhã, influenciará decisivamente o noticiário econômico e sobre o governo como um todo. Se o índice corresponder a expectativas positivas, o ministro Guedes e o presidente terão margem de manobra política ampliada. Caso contrário, serão postos na defensiva.

 

A “pausa” na cultura alimenta embate de bastidores

Demora de Regina Duarte em aceitar a Secretaria de Cultura alimentará, amanhã, espaço para todo tipo de movimentação de bastidores e ilações na mídia, o que ameaça gerar desgaste dentro e fora do governo. Se a situação se agravar, são dois os cenários mais prováveis: que se confirme a entrada na Secretaria, mesmo que extraoficialmente; que comecem especulações sobre chances de recuo de Duarte.

Expectativas do consumidor no Brasil; serviços e indústria no exterior

No Brasil, destaque para a sondagem do consumidor de janeiro (FGV). O índice teve crescimento importante em dezembro, tanto no item Situação Atual quanto em Expectativas. Vale atenção particular, amanhã, para a curva da intenção de compras de bens duráveis, sinal importante para a economia e que vinha em curva ascendente.

Já no exterior, sairão nesta sexta-feira os índices do Gerente de Compras (PMI) industrial e de serviços de janeiro para a Alemanha (previsão de estabilidade na faixa de 52,9 pontos para os serviços e de crescimento superando os 44 pontos na indústria), Zona do Euro (curvas similares às da Alemanha, mas, no caso dos serviços, em patamar menor, de 46,9); e EUA (tendências ao equilíbrio em ambos os indicadores, na ordem de 52,8 nos serviços e 52,4 na indústria).

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