fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
24.09.20

Fundos de pensão preparam seu desembarque da Invepar

A cassação da licença da Linha Amarela (Lamsa) pela Prefeitura do Rio foi a gota d ́água. Previ, Petros e Funcef, donas de 75% do capital da Invepar, discutem a venda do controle do grupo. De acordo com a fonte do RR, potenciais interessados, a exemplo da canadense Brookfield e da espanhola Arteris, já estariam sendo contatados. A perda da Lamsa, um de seus principais negócios, e o impacto negativo da pandemia sobre suas concessões (entre as quais o aeroporto de Guarulhos e o Metrô do Rio) formaram a tempestade perfeita.

Entre abril e junho, já sob os efeitos do isolamento social sobre o setor de transporte público, a Invepar teve uma queda de 49% em sua receita líquida no comparativo com igual período em 2019. No mesmo intervalo, o Ebitda despencou de R$ 462 milhões para R$ 19 milhões. Some-se ainda a pressão de uma dívida de R$ 7,5 bilhões, metade dela com vencimento em até 12 meses. Deixar a Invepar agora é vender na baixa. Paciência!

Os fundos de pensão não querem viver uma nova Paranapanema ou um Complexo de Sauípe, para citar exemplos nos quais o dinheiro da previdência privada foi torrado. O maior temor de Previ, Petros e Funcef é ter de fazer um aporte emergencial na Invepar. Não custa lembrar que, há cerca de dois anos, a trinca chegou a abrir negociações com o Mubadala e a CCR para a venda da Invepar. No entanto, não houve consenso quanto ao valor do negócio. De lá para cá, a situação da empresa se agravou. A Invepar teve de postergar o pagamento da outorga do Aeroporto de Guarulhos e já cogitou, inclusive, devolver a licença para a União.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.08.20

Fundo perdido

A Previ estuda retomar por mais três meses a suspensão da cobrança de empréstimos contraídos por beneficiários. O waiver foi programado originalmente para o período de abril a junho. No entanto, a pandemia e seu impacto sobre a economia seguem resilientes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.06.20

Quem vai pagar a conta na Previ?

O déficit atuarial de R$ 23,6 bilhões registrado no primeiro trimestre acendeu o sinal de alerta entre os beneficiários da Previ. Cresce o temor de que a direção do fundo seja obrigada a lançar um plano de equacionamento para cobrir o prejuízo, o que exigiria um aumento das contribuições pagas pelos associados. O balanço de janeiro a março reflete apenas o início da pandemia. A tendência é que os resultados do segundo trimestre sejam ainda piores, com o carregamento do impacto do coronavírus sobre a precificação dos ativos. O beneficiário da Previ passou incólume aos déficits atuariais acumulados pela fundação nos últimos anos, notadamente entre 2015 e 2017. Nesse período, não houve cobrança extra. Talvez a imunidade dos associados não resista ao coronavírus.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.04.20

Cobrança na Justiça

A Funcef pretende acionar na Justiça seus 10 ex-dirigentes que viraram réus na Operação Greenfield, entre os quais o ex-presidente da fundação, Carlos Alberto Caser. A entidade deverá exigir uma indenização pelas supostas irregularidades cometidas pelos gestores, entre os quais o célebre investimento na Sete Brasil. Segundo as investigações do MPF, somados, os desvios na Funcef, Previ e Petros passam dos R$ 5 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.03.20

Cartografia do risco

A Previ mapeou não apenas os funcionários que estiveram no exterior, mas também em contato direto com pessoas recém-chegadas de viagens internacionais. Vão todos trabalhar de casa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.02.20

Postalis em revista

Depois de sair de uma intervenção, da Previ, o Postalis entrou em outra, a do general Paulo Humberto Cesar de Oliveira, presidente provisório do fundo de pensão. Os diretores da fundação, notadamente na área de investimentos, têm trabalhado com autonomia zero. Tudo passa pela revista do general da reserva. A julgar por tudo o que aconteceu no Postalis nos últimos anos, como tirar a razão do militar?

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.02.20

Previ vende ativos

O novo diretor de Investimentos da Previ, Marcelo Wagner, vai acelerar a venda de participações societárias. Deve começar pela BRF e pela BR Distribuidora, nas quais o fundo de pensão detém, respectivamente, 9,4% e 3,5% do capital total.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.02.20

Desembarque triplo

Previ, Funcef e Petros reabriram discussões para a venda em bloco da sua participação na Invepar. A operação se
no bojo do processo de desmobilização de participações acionárias de fundos de pensão e bancos estatais que tem marcado o governo Bolsonaro. A trinca detém 75% do capital da holding de concessões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.02.20

O RR crava de novo

Após deixar o capital da Kepler Weber – conforme o RR antecipou em 26 de agosto do ano passado –, a Previ prepara a venda da sua participação na Fundição Tupy. Tomando-se como base apenas o valor de mercado, o quinhão do fundo de pensão está estimado em aproximadamente R$ 1 bilhão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.01.20

Prioridade

Prioridade na Previ: vender a participação de 9,4% na BRF.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.