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A Trígono Capital estaria ampliando sua posição na Fundição Tupy, com seguidas compras em mercado. A gestora já é o terceiro maior acionista da companhia, atrás apenas da BNDESPar e da Previ. Em tempo: coincidência ou não, corre no mercado que o fundo de pensão pretende reduzir ou vender integralmente sua participação.

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08.06.22

Previ exportação

A Previ pretende aumentar as aplicações em renda variável no exterior. Não custa lembrar que, no início do ano, a fundação subiu o teto do plano Previ Futuro para investimentos internacionais, de 3% para 8% da carteira.

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07.04.22

Fundos de pensão abrem nova frente de batalha contra a Ambev

Previ, Funcef e Economus, fundo de pensão da antiga Nossa Caixa, vão voltar à carga contra a Ambev. Segundo o RR apurou, o trio estuda entrar na CVM com uma nova ação contra a cervejeira de Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles. As três fundações, que detinham bônus de subscrição emitidos pela antiga Brahma em 1996, alegam ter direito a convertê-los em ações da própria Ambev.

Somente Previ e Funcef calculam o seu prejuízo em R$ 4 bilhões. Cabe lembrar que o colegiado da CVM já se posicionou favoravelmente à fabricante de bebidas por duas vezes, a última em 2004. Os fundos de pensão, no entanto, acreditam que desta vez têm munição de maior calibre contra a Ambev.

De acordo com a fonte do RR, nos últimos anos a cervejeira teria firmado acordos sigilosos com outros detentores de bônus da Brahma, entre os quais um grande banco, para encerrar ações administrativas e judiciais. No entendimento das fundações, seria uma “confissão de culpa” da companhia. Procurada pelo RR, a Ambev não quis se pronunciar.

Previ, Funcef e Economus também não se manifestaram. A CVM, por sua vez, informou que “até o momento, não recebeu reclamação com o teor objeto da demanda”. Além do front regulatório, a batalha se desenrola nos tribunais, onde a AmBev também saiu em vantagem. O STJ deu ganho de causa à cervejeira, entendendo que os bônus não deveriam ser convertidos em ação. Agora, os fundos de pensão tentam reverter essa decisão no STF.

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09.03.22

Agenda ESG

A Previ vai concentrar seus investimentos no exterior na compra de bônus de sustentabilidade. Ou seja: a agenda ESG vai ditar o aumento das aplicações internacionais do fundo, que deverão passar de 3% para 8% dos ativos totais neste ano.

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25.02.22

“Previ Venture”

A Previ estuda montar uma carteira de investimentos focada em startups.

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23.02.22

Pé no freio

A Previ prepara o terreno para a venda da sua participação de 12% na fabricante de autopeças Frasle, do Grupo Randon. De acordo com a fonte do RR, a operação se daria por meio de um leilão em bolsa. Consultado, o fundo de pensão não se manifestou.

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04.02.22

Classificados

A Previ quer reduzir sua exposure no setor imobiliário. Entre outros ativos sobre o balcão, procura comprador para quatro andares no Edifício Rio Branco 1, que já foi um dos mais concorridos centros empresariais no centro do Rio.

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20.01.22

Bilhete único 1

Previ, Petros e Funcef querem vender sua participação de 48,5% na Hmobi, nova controladora do Metrô do Rio. O restante das ações está nas mãos do Mubadala.

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18.01.22

Previ quer barrar os “dividendos disfarçados” da Neoenergia

Segundo o RR apurou, a Previ pretende entrar na Justiça para barrar o controverso contrato firmado entre a Neoenergia e sua controladora, a espanhola Iberdrola, no apagar das luzes de 2021. O fundo de pensão estuda acionar também a CVM. Pelo referido acordo, a Neoenergia pagará o equivalente a 0,9% da sua receita líquida anual ajustada a título de royalties pelo uso da marca do grupo ibérico.

A valores de 2021, o pedágio soma cerca de R$ 160 milhões. No que depender da Previ, “no pasarán”. Segunda maior sócia da Neoenergia, com 30% do capital ordinário, a fundação enxerga o pagamento como uma espécie de distribuição de dividendos “disfarçada”, uma engenhosa artimanha com o objetivo de privilegiar a Iberdrola e lesar os demais acionistas. De acordo com a mesma fonte, o fundo de pensão está se articulando com outros minoritários para que eles também assinem a ação. Procuradas pelo RR, Neoenergia e Previ não quiseram se pronunciar.

O contencioso, ressalte-se, se dá em um momento importante da longa relação entre a Previ e a Neoenergia. No ano passado, a empresa de energia comprou participações do fundo de pensão em três de suas controladas – Coelba, Cosern e Afluente Transmissão de Energia Elétrica. No mercado, há quem aposte que este descruzamento societário seria apenas antessala para uma operação maior: a venda de parte ou mesmo da totalidade das ações da Neoenergia em poder da Previ. A título de registro: pela cotação em bolsa, as ações pertencentes ao fundo de pensão valem cerca de R$ 6 bilhões.

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04.01.22

Novas fronteiras

A Previc tem feito estudos para aumentar o limite para investimentos de fundos de pensão no exterior. A ideia é subir esse sarrafo dos atuais 10% para 20% das aplicações totais. É justamente o teto reivindicado por Previ e Funcef, os dois principais articuladores da mudança nas regras.

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