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02.06.20

Quem vai pagar a conta na Previ?

O déficit atuarial de R$ 23,6 bilhões registrado no primeiro trimestre acendeu o sinal de alerta entre os beneficiários da Previ. Cresce o temor de que a direção do fundo seja obrigada a lançar um plano de equacionamento para cobrir o prejuízo, o que exigiria um aumento das contribuições pagas pelos associados. O balanço de janeiro a março reflete apenas o início da pandemia. A tendência é que os resultados do segundo trimestre sejam ainda piores, com o carregamento do impacto do coronavírus sobre a precificação dos ativos. O beneficiário da Previ passou incólume aos déficits atuariais acumulados pela fundação nos últimos anos, notadamente entre 2015 e 2017. Nesse período, não houve cobrança extra. Talvez a imunidade dos associados não resista ao coronavírus.

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03.04.20

Cobrança na Justiça

A Funcef pretende acionar na Justiça seus 10 ex-dirigentes que viraram réus na Operação Greenfield, entre os quais o ex-presidente da fundação, Carlos Alberto Caser. A entidade deverá exigir uma indenização pelas supostas irregularidades cometidas pelos gestores, entre os quais o célebre investimento na Sete Brasil. Segundo as investigações do MPF, somados, os desvios na Funcef, Previ e Petros passam dos R$ 5 bilhões.

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17.03.20

Cartografia do risco

A Previ mapeou não apenas os funcionários que estiveram no exterior, mas também em contato direto com pessoas recém-chegadas de viagens internacionais. Vão todos trabalhar de casa.

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27.02.20

Postalis em revista

Depois de sair de uma intervenção, da Previ, o Postalis entrou em outra, a do general Paulo Humberto Cesar de Oliveira, presidente provisório do fundo de pensão. Os diretores da fundação, notadamente na área de investimentos, têm trabalhado com autonomia zero. Tudo passa pela revista do general da reserva. A julgar por tudo o que aconteceu no Postalis nos últimos anos, como tirar a razão do militar?

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21.02.20

Previ vende ativos

O novo diretor de Investimentos da Previ, Marcelo Wagner, vai acelerar a venda de participações societárias. Deve começar pela BRF e pela BR Distribuidora, nas quais o fundo de pensão detém, respectivamente, 9,4% e 3,5% do capital total.

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13.02.20

Desembarque triplo

Previ, Funcef e Petros reabriram discussões para a venda em bloco da sua participação na Invepar. A operação se
no bojo do processo de desmobilização de participações acionárias de fundos de pensão e bancos estatais que tem marcado o governo Bolsonaro. A trinca detém 75% do capital da holding de concessões.

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05.02.20

O RR crava de novo

Após deixar o capital da Kepler Weber – conforme o RR antecipou em 26 de agosto do ano passado –, a Previ prepara a venda da sua participação na Fundição Tupy. Tomando-se como base apenas o valor de mercado, o quinhão do fundo de pensão está estimado em aproximadamente R$ 1 bilhão.

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21.01.20

Prioridade

Prioridade na Previ: vender a participação de 9,4% na BRF.

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26.08.19

Venda casada

O Banco do Brasil articula com a Previ uma oferta para a venda conjunta de suas participações na Kepler Weber. Está longe de ser um movimento arrasa-quarteirão no plano de desmobilização de ativos do BB. A valor de mercado, sua fatia gira em torno dos R$ 80 milhões.

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23.07.19

Arqueologia de malfeitos

A Previ também procura ossadas da era PT. Abriu investigações internas para apurar as condições dos aportes no FIP GEP entre 2009 e 2014. O objetivo é reunir munição para responsabilizar criminalmente ex-executivos por eventuais malfeitos. Segundo a Operação Greenfield, o investimento no FIP GEP gerou perdas de R$ 1,3 bilhão para o trio Previ/Funcef/Petros.

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