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26.08.19

Venda casada

O Banco do Brasil articula com a Previ uma oferta para a venda conjunta de suas participações na Kepler Weber. Está longe de ser um movimento arrasa-quarteirão no plano de desmobilização de ativos do BB. A valor de mercado, sua fatia gira em torno dos R$ 80 milhões.

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23.07.19

Arqueologia de malfeitos

A Previ também procura ossadas da era PT. Abriu investigações internas para apurar as condições dos aportes no FIP GEP entre 2009 e 2014. O objetivo é reunir munição para responsabilizar criminalmente ex-executivos por eventuais malfeitos. Segundo a Operação Greenfield, o investimento no FIP GEP gerou perdas de R$ 1,3 bilhão para o trio Previ/Funcef/Petros.

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24.04.19

O novo dono da Paranapanema

Ao que tudo indica, a Paranapanema vive o fim de uma era. Após comprar os 20% da companhia em poder da Previ, a Buritipar, do empresário João José de Araújo, avança sobre a participação da Caixa Econômica. O banco detém 17% da empresa. Tomando-se como base apenas a cotação de mercado, sem qualquer prêmio de controle, a fatia da Caixa está avaliada em cerca de R$ 160 milhões. A se confirmar a saída da CEF, a Petros ficaria como a última remanescente da operação de socorro montada em 1995, no governo FHC, para o salvamento da Paranapanema. E lá se foram mais de duas décadas com os fundos de pensão e a Caixa torrando centenas de milhões no alto-forno da empresa. O presente não é muito diferente do passado: só em 2018, a empresa teve mais de R$ 320 milhões em prejuízo.

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05.04.19

Troca de guarda

Nos corredores da Previ circula a informação de que o presidente da fundação, José Mauricio Coelho, está com os dias contados. O favorito para o posto seria o atual presidente da BB DDTVM, Carlos André, que caiu no gosto do presidente do BB, Rubem Novaes;

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25.03.19

O calvário da OAS está chegando ao fim?

O presidente da OAS, Josedir Barreto, passou os últimos dias em contato direto com os maiores credores da empreiteira. O executivo garantiu a todos que a companhia vai anunciar o fim da sua recuperação judicial até a próxima semana. Trata-se do gatilho que vai disparar a transferência da participação da OAS na Invepar (25%) para os seus credores, por sua vez prevista para 16 de abril. Para Previ, Petros e Funcef, que detêm o restante do controle da holding de concessões públicas, pode ser o fim de um problema ou o início de outro. Uma revoada de fundos abutre, liderada pelo Aurelius, está prestes a aterrissar na Invepar. Consultada, a OAS disse “que vem trabalhando a fim de cumprir todas as etapas necessárias e seguir com seus negócios”. A empresa informou ainda que, “no dia 15 de março, pagou uma parcela de R$ 15,3 milhões da sua dívida”.

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14.03.19

Dueto

BNDES e Previ costuram uma oferta conjunta de suas participações na Fundição Tupy. A saída se daria por meio de um leilão em bolsa, com a pulverização do controle da empresa.

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07.03.19

Custo Invepar

O novo SOS financeiro da Invepar deverá custar quase R$ 800 milhões a Previ, Funcef e Petros. É o montante que o trio deverá subscrever na nova emissão de debêntures da empresa para não ter sua participação diluída.

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26.02.19

Sauípe renasce

O Grupo Aviva Algar, que comprou o Complexo de Sauípe da Previ, mantém conversações com fundos de investimento para a construção de um parque temático no resort. O investimento está orçado em aproximadamente R$ 400 milhões. Se sair do papel, o projeto confirmará a redenção de Sauípe, que esteve por um fio para ser fechado pela Previ depois de prejuízo atrás de prejuízo. Estima-se que o fundo de pensão tenha perdido mais de R$ 150 milhões no negócio. No ano passado, o primeiro sob a gestão do Aviva Algar, Sauípe voltou até a dar lucro.

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04.01.19

Os fundos de Palocci

O chão já começa a tremer na Previ, Petros e Funcef. O primeiro depoimento de Antonio Palocci após selar o acordo de delação no âmbito da Operação Greenfield, que investiga irregularidades nos fundos de pensão, deverá ocorrer na semana do dia 14 de janeiro.

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02.01.19

Quem te viu, quem te vê

O superávit atuarial da Previ rompeu a casa dos R$ 15 bilhões em dezembro. E olha que a fundação ainda tem a venda de ações da Vale no coldre. Fora o “trocado” de aproximadamente US$ 70 milhões que a Previ espera arrecadar, sob a forma de dividendo, com a venda de 80% da Embraer para a Boeing.

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