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25.03.20

O “crowdfunding” da ciência

Vem aí uma espécie de PPP da ciência e tecnologia. O ministro Marcos Pontes pretende fechar parcerias com empresas privadas para garantir a execução de projetos da sua Pasta. Em contrapartida ao financiamento, o Ministério se compromete a oferecer mão de obra qualificada e laboratórios para pesquisas. Na paralela, Pontes pretende dar gás ao modelo de fundos patrimoniais e endowment – modalidade de financiamento com fundos de caráter permanente. Sete fundações já foram credenciadas para receber recursos por meio deste instrumento. Se, em condições normais, o orçamento já era reduzido, agora, então, Pontes sabe que vai ser difícil pingar dinheiro público na área de Ciência e Tecnologia. E privado, vai?

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29.07.19

Brasília à venda

O governador Ibaneis Rocha terá um encontro reservado com investidores internacionais na próxima quarta-feira. Em pauta, as privatizações no Distrito Federal. A Companhia Energética de Brasília, a estatal de saneamento Caesb, a PPP da iluminação pública da cidade e a construção do gasoduto São Paulo-Brasília são as “mercadorias” que Rocha vai colocar sobre o balcão.

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30.04.18

Rio pode ter “PPP dos presídios”

Um grupo de empresários cariocas levou ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a proposta de criação de “PPPs Extraordinárias” para a área de segurança. Os recursos públicos não sairiam do caixa do estado, que, aliás, não tem um tostão, mas dos cofres da União. A aplicação do dinheiro seria unidirecional. Ou seja, toda canalizada para a construção de presídios. O modelo seria a penitenciaria de Ribeirão das Neves, Região Metropolitana de Belo Horizonte. A PPP tem três anos de existência e nunca houve motim, rebelião ou morte violenta no local. Em Minas Gerais, entretanto, é o estado que arca com as despesas, pagando R$ 3,5 mil mensais per capita à GPA (Gestores Prisionais Associados). No Rio, os empresários estimam a necessidade de 30 novos presídios, pelo menos.

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