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Portuário

27.06.16

Maersk seca investimentos na cabotagem

 No momento em que o ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, fala de medidas para estimular a navegação de cabotagem, uma das maiores companhias do setor navega na direção contrária. A Maersk estaria transferindo para a Ásia mais da metade dos investimentos previstos para o Brasil. Significa dizer que cerca de R$ 250 milhões estariam singrando para longe. A empresa dinamarquesa seguirá atuando no Brasil – e nos demais países da América do Sul – com quatro navios, incluindo o já anunciado Mercosul Itajaí, encomenda que escapou dos cortes no país. Consultada, a Mercosul Line, braço de navegação da Maersk, confirmou o desembolso de R$ 200 milhões na nova embarcação, mas não se referiu a futuros investimentos. O assoreamento dos planos de expansão da Mercosul Line para o Brasil se deve fundamentalmente a mudanças na estratégia global da empresa: a prioridade de momento é ampliar a operação em outros países da Ásia que não apenas a China. Como se não bastassem as razões de ordem geoeconômica, o cenário do mercado brasileiro é desestimulante. Nos últimos dois anos, o volume de carga transportado por cabotagem cresceu, em média, apenas 1%. Para este ano, por conta da retração econômica, o declínio já é dado como certo.

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23.06.16

À deriva

Um dos operadores portuários de Santos está naufragando. Procura um comprador, mas, se essa maré for demorada, poderá embarcar em uma recuperação judicial.

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24.03.16

Cabotagem

 Até segunda ordem um dos principais aliados do Planalto no PMDB, o ministro Helder Barbalho articula a abertura da navegação de cabotagem ao capital estrangeiro. Entre as propostas apresentadas pelo Secretário de Portos está a flexibilização da chamada reserva de bandeira, o que permitiria a utilização de navios montados no exterior sem as atuais restrições.

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