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21.11.17

Legado olímpico

A Tishman Speyer já baixou em 40% o valor da locação do Aqwa Corporate, no Porto Maravilha, no Rio. Ainda assim, cerca de 70% do prédio seguem vazios. A empresa diz que as condições adversas do mercado “não estão restritas a um empreendimento ou região específica” e afirma que o “edifício repetirá o sucesso de outros projetos”.

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23.03.17

Cidade-fantasma

A incorporadora norte-americana Tishman Speyer não apenas suspendeu novos investimentos na área do Porto Maravilha, no Rio, como desmobilizou a equipe que trabalhava nos projetos. Por ora, os norte-americanos vão manter os dois terrenos que têm na região à espera de dias melhores. Até porque vendê-los agora seria prejuízo na certa.

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01.02.17

Porto depressão

A norte-americana Tishman Speyer já está oferecendo imóveis para alugar na outrora badalada região do Porto Maravilha, na zona portuária do Rio, a preços até 40% mais baixos do que o valor inicial.

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17.11.16

Salas vazias

A americana Tishman Speyer está penando para alugar os escritórios do prédio que ergueu na área do Porto Maravilha, no Rio. O encalhe ainda está na casa dos 80%. Consultada, a empresa afirma que, “passada a crise, o edifício estará bem posicionado na retomada do mercado”.

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03.12.15

Porto Maravilha

 Aproveitando-se da depreciação dos ativos imobiliários no Brasil, o fundo norte-americano Advent deverá se associar a dois grandes empreendimentos no Porto Maravilha, no Rio.

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14.07.15

Caixa Econômica

 O projeto de revitalização da Zona Portuária do Rio, o chamado Porto Maravilha, está prestes a sofrer um duro desfalque. A Caixa Econômica deverá reduzir ou mesmo suspender, de uma só vez, o financiamento a cinco grandes empreendimentos imobiliários na área, no valor de R$ 1,5 bilhão. Oficialmente, a CEF nega os cortes.

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09.04.15

Búlgaros tiram Trump Towers da prancheta

 Depois de muitas idas e vindas, tudo indica que o Trump Towers, um dos maiores projetos imobiliários do Rio de Janeiro, enfim, vai sair do chão. Ao contrário do que o nome possa sugerir, a solução não passa pelo magnata Donald Trump, um dos idealizadores das torres comerciais na região do Porto Maravilha. A argamassa que dará liga ao empreendimento vem da Bulgária, terra dos Rousseff. A MRP International, companhia de investimentos imobiliários com sede em Sofia, será a responsável pela construção dos cinco prédios de escritórios orçados em R$ 5 bilhões.  O nome original, Trump Towers, será mantido, mais pelo apelo comercial do que por qualquer participação do investidor norte-americano. Donald Trump não passará nem na porta dos edifícios. Apenas sublocará, digamos assim, seu sobrenome para a marca fantasia do empreendimento. Os parceiros da MRP serão a construtora paulista Even e a inglesa Salamanca Group.

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Tishman Speyer, CHL e Sandria, entre outras incorporadoras menos votadas, entraram em estado de alerta no Rio de Janeiro. Nada a ver com as chuvas de verão. A Caixa Econômica estaria revendo novos financiamentos para a compra de imóveis comerciais em construção no Porto Maravilha – formalmente, o banco nega. Só a Tishman Speyer está investindo R$ 1,5 bilhão na região.

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10.04.14

“Trump Towers” balançam antes mesmo de sair do chão

 Um a um, todos os projetos imobiliários de Donald Trump no Brasil têm virado ruína sem sequer sair do papel. O exibido personagem nunca desmorona sozinho; a cada fracasso, leva consigo uma fieira de parceiros. Que o digam a construtora paulista Even, a espanhola Salamanca Group e a incorporadora búlgara MRP International. O trio está tentando sair dos escombros e salvar o projeto de construção de cinco torres comerciais na Avenida Francisco Bicalho, próximas a  região portuária do Rio de Janeiro. Na semana passada, Trump teria comunicado aos sócios sua saída do negócio, colocando em risco a continuidade do projeto. O investidor norte-americano era o principal fiador do empreendimento, orçado em R$ 2 bilhões. Dizia, inclusive, estar trazendo para o projeto um grande fundo de pensão dos Estados Unidos. Even, Salamanca Group e MRP já saíram em busca de um novo parceiro capaz de garantir a construção dos cinco edifícios – por ironia, batizados de “Trump Towers”. Correm contra o relógio: o início das obras estava originalmente previsto para o segundo semestre deste ano. A desistência de Donald Trump é fator de apreensão para os próprios investidores do mercado imobiliário. No setor, há um receio de que um eventual cancelamento do projeto cause um efeito dominó, desestimulando outros investimentos programados para a região. O Porto Maravilha, área que passa por um grande processo de reurbanização a reboque dos Jogos Olímpicos de 2016, concentra alguns dos maiores empreendimentos imobiliários em andamento no Rio. Even, Salamanca Group e MRP tentam escapar do obituário de parcerias que acompanha as frustradas investidas de Donald Trump no Brasil. Entre outros investidores, figuram nesta lista a família Depieri, uma das acionistas do laboratório Aché, e os Meyerfreund, antigos controladores da fabricante de chocolates Garoto. No início da década passada, ambos embarcaram em projetos capitaneados por Trump no Brasil, acreditando estar a bordo de um transatlântico. Quando deram por si, eram passageiros de uma canoa furada. a€ época, foram sócios da Trump Realty Brazil, criada em 2003 e pouco depois desativada. Entre os fracassos do magnata norte-americano no país, o mais retumbante foi o Villa Trump – o Narciso do real estate só acha bonito o que leva o seu nome. O projeto previa a construção de um condomínio de luxo em Itatiba (SP), ao custo de US$ 100 milhões. Os 500 lotes, cada um com cinco mil metros quadrados, o hotel de luxo e o campo de golfe assinado pelo ex-jogador norte-americano Jack Niklaus – uma das lendas da modalidade – nunca saíram da maquete.

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02.04.14

“Caixa Maravilha”

 A Caixa Econômica Federal vai se juntar a investidores do setor imobiliário para levantar cinco torres comerciais na área do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. O banco deverá entrar na empreitada com duplo chapéu: como financiador e sócio dos projetos. O desembolso da CEF pode chegar aos R$ 500 milhões.

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