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14.04.20

O Senado e a liderança na reação ao coronavírus

Termômetro

POLÍTICA

O Senado e a liderança na reação ao coronavírus

 

A reação do Senado a projeto de ajuda a estados apresentado hoje pelo ministério da economia pode definir a relação entre o governo e o Congresso durante a pandemia de coronavírus. O Planalto oferece R$ 77 bilhões (R$ 40 bilhões em novos recursos e e R$ 27,4 bilhões em suspensão de dívidas) como tentativa de evitar a aplicação de medida aprovada ontem pela Câmara, que tem como peça central a reposição de perdas de arrecadação com ICMS e ISS.

Estará em jogo, na verdade, a condução do programa de estímulo econômico e a liderança em articulação com os estados.

 

ECONOMIA

Varejo e indústria nos EUA e panorama global

 

Nos indicadores, destaque amanhã para números dos EUA, com a divulgação das Vendas no Varejo para março (previsão de forte queda, na casa de -8%); da Produção Industrial também para março (recuo na ordem de -4%) e do índice Empire State de Atividade Industrial de Nova Iorque (deve vir em torno de -35 pontos, após -21,50 em março). Dados negativos já são esperados, mas terão impacto no mercado, especialmente se vierem acima do previsto, como tem ocorrido repetidamente desde o início da pandemia de coronavírus.

Os números alimentarão, ainda, debate crescente nos EUA sobre definição de um cronograma para diminuição de medidas de isolamento social e reativação econômica, aventado pelo presidente Trump. A ideia causa polemica e recebe críticas de governadores, especialmente o de Nova Iorque. Na área de infectologia, comandada pelo Dr. Anthony Fauci, o diagnóstico é de que o país, tanto pela curva do vírus quanto pela incapacidade de realizar testes em massa, ainda não tem condições de amenizar medidas de controle.

Paralelamente, situação deve evoluir na Europa: apesar do recorde de mortes na França, o número de internações no país diminuiu e os números gerais tendem positivamente na Espanha e na Italia. Na China, apesar de riscos de segunda onda de contaminação, tudo indica que a economia manterá recuperação.

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02.01.17

Conselhinhos

Na tentativa de reanimar o “Conselhão”, o governo está estimulando as atividades dos grupos de trabalho paralelos. Nos dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro, quatro deles vão se reunir: negócios, educação básica, produtividade e competitividade e desburocratização. Outros encontros estão previstos para meados de fevereiro. A missão é produzir um calhamaço de relatórios e propostas que serão enviados ao Planalto até abril. Se nem assim o boeing decolar, aí é melhor aposentar o “Conselhão” de vez.

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26.12.16

Um ajuste rigoroso

Neste fim de ano, o Palácio do Planalto fez um rigoroso ajuste na sua comunicação. Os efeitos podem ser percebidos em toda a mídia.

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14.12.16

FHC promete uma pinguela mais firme do que Michel Temer

Fernando Henrique Cardoso não renega sua natureza. Que o diga o presidente Michel Temer, que está sentindo na pele a marca doída da traição. Com toda a sua manha de político tarimbado, Temer acreditou, sabe-se lá por que, que levar FHC como conselheiro para dentro do Palácio do Planalto seria uma manobra inteligente para fechar uma aliança sólida com o PSDB e garantir a governabilidade. Deu de bandeja o óleo e acendeu o fogo para a sua própria fritura.

Michel Temer chegou a pensar na criação de uma secretaria especial para alojar Fernando Henrique ao seu lado no Planalto, buscando ampliar o acordo com os tucanos e usufruir da aura de respeitabilidade do ex-presidente. Mais provável que estivesse seguindo a máxima de Lao Tsé: “Mantenha os amigos sempre por perto e os inimigos mais ainda”. A ideia não prosperou. Temer foi dissuadido pelos assessores mais próximos da proposta, ruim sob todos os aspectos: FHC não aceitaria o convite, vazaria que não aceitou e transformaria suas considerações pela imprensa em recados a Temer. Se é que a história ocorreu exatamente dessa forma, é mais provável que a sugestão tenha sido um balão de ensaio do presidente da República.

Em retribuição à aproximação de Michel Temer, FHC saiu em disparada para os jornais, com declarações de que prefere não ser candidato, que não tem idade para presidir o país, que nunca ouviu isso e coisa e tal. Nas últimas três semanas, foram três entrevistas para tratar sobre um eventual chamado à Presidência da República, quer seja do Congresso, quer seja da população. É improvável que ele não queira “passar” pela presidência como o condestável que conduziu o Brasil da desordem institucional às eleições salvadoras de 2018. FHC também tem dado recados a terceiros por intermédio do seu filho, Paulo Henrique Cardoso, que, se “esse infortúnio” acontecer, manterá todo o eixo da política econômica de Temer, sancionará a PEC do Teto – caso isso ainda não tenha sido feito -, promoverá as reformas da previdência e trabalhista e talvez troque um ou outro ministro. Só para ficar bem esclarecido, é muito difícil que Paulo Henrique esteja passando mensagens sem a anuência do pai. FHC conhece bem o seu rebento. Portanto, está escrito: o ex-presidente vai crescer no noticiário, sempre buscando “poupar” Temer, mas acicatando a mídia sobre o seu irrefreável dever caso uma hecatombe ocorra. Cínico. FHC sabe que o “Indiretas, já!” é a sua bala de prata na vida pública. É até para dar pena de Michel Temer.

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