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06.01.21

Operação tartaruga

Augusto Aras colocou uma camisa de força na Operação Greenfield. Desde que o PGR nomeou o procurador Carlos Três para comandar a força tarefa, em novembro, praticamente nenhuma investigação avançou.

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21.12.20

O craque dos jogos perdidos

Os próprios aliados de Augusto Aras no Ministério Público já não escondem o incômodo com a insistência do PGR em se desgastar com brigas perdidas. É o caso do affair Abin/Flavio Bolsonaro. Nos últimos dias, segundo o RR apurou, Aras vinha trabalhando nos bastidores para evitar a abertura de investigação no Ministério Público. Na sexta-feira, veio a decisão da ministra Carmen Lucia obrigando a PGR a apurar as denúncias.

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16.11.20

Dinheiro vivo

A Procuradoria-Geral da República rechaçou a proposta apresentada pelo ex-governador do Mato Grosso Silval Barbosa para o pagamento de uma multa de R$ 23,4 milhões. Barbosa quer transferir imóveis de sua propriedade à União para abater do valor. No entanto, segundo o RR apurou, a PGR já informou ao STF que não abre mão do pagamento cash. Barbosa está inadimplente com a Justiça: condenado por fraudes e desvio de recursos públicos, já atrasou a quitação de cinco parcelas da sua pena.

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12.11.20

Prêmio ou castigo?

O RR apurou que três procuradores da República já foram sondados e teriam se recusado a assumir o comando da Operação Greenfield, que investiga irregularidades em fundos de pensão. Ninguém quer se sujeitar às interferências do PGR Augusto Aras nas forças-tarefas do Ministério Público.

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A rádio-corredor do Ministério Público Federal informa: a PGR prepara para os próximos dias uma nova operação, no Rio de Janeiro, contra suspeitos de desviar recursos públicos e fraudar licitações na área de saúde no governo Witzel. As investigações se baseiam na delação premiada do ex-secretário de Saúde Edmar Santos. Um dos alvos da nova operação seria a Assembleia Legislativa.

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03.11.20

“Fraqueza-tarefa”

Informação auscultada pelo RR na PGR: Augusto Aras até deve aceitar o pedido de prorrogação da Operação Greenfield, prevista para terminar em dezembro. Mas, não está disposto a ceder mais procuradores, como também solicitou o comando da força-tarefa. Aliás, Aras não tem a menor simpatia por forças-tarefas.

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13.10.20

Advogado de defesa

Informação que o RR foi buscar no Palácio do Planalto: Jair Bolsonaro agradeceu pessoalmente a Augusto Aras pela decisão da PGR de arquivar um pedido de abertura de inquérito contra ele os rebentos Carlos e Flavio relacionado às fake news.

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24.09.20

Essa é de chorar

A Procuradoria Geral da República e sua congênere boliviana investigam um suposto esquema de corrupção na venda de gás lacrimogênio por parte de companhias brasileiras a forças de segurança do país andino. A PGR já convocou para depoimento dirigentes de uma das principais companhias exportadoras. O superfaturamento na venda de gás lacrimogênio teria chegado ao equivalente a R$ 30 milhões.

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11.09.20

Um “levante” no Ministério Público

A punição disciplinar a Deltan Dallagnol, por postagens contra Renan Calheiros, aumentou a temperatura no Ministério Público. O RR apurou que um grupo de procuradores articula para os próximos dias a publicação de um manifesto de desagravo a Dallagnol e de apoio às forças-tarefas, especialmente a Lava Jato, e contra a “caça às bruxas” dentro do MP. A maior parte dos “insurretos” se concentra no Paraná, como não poderia deixar de ser, e em Brasília. Os artífices do movimento ainda discutem a dosimetria do protesto, especialmente no que diz respeito às menções ao PGR, Augusto Aras. No entanto, segundo um dos procuradores relatou ao RR, “é preciso reagir o quanto antes ao ‘macarthismo’” – ou seria “bolsonarismo”? – instaurado no Ministério Público. A mobilização teria ainda um caráter profilático: seria uma forma de constranger o Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) e evitar uma sucessão de punições a Dallagnol. O procurador é alvo de mais oito processos no CNPM. A pena de censura imposta a ele na última segunda-feira pode ser usada como agravante nas demais ações e levar até a suspensão de suas funções.

Em tempo: aliados de Deltan Dallagnol no Ministério Público enxergaram as digitais de Augusto Aras no voto do relator Otávio Luiz Rodrigues Júnior, do CNMP, favorável à sua punição. Procuradores ouvidos pelo RR chegaram a destacar trechos da peça e compará-los a entrevistas e discursos de Aras, a começar pelo mandamento do PGR de que “um membro do MPF só deve se manifestar sobre os processos em que atua no uso das suas atribuições.”

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04.09.20

Cidade partida

A vitória do subprocurador José Bonifácio de Andrada na eleição para a vice-presidência do Conselho Superior do Ministério
Público aumentou o grau de tensão dentro do MPF. Na própria PGR, já se vislumbra a hipótese de julgamentos conduzidos por Andrada, desafeto declarado de Aras, serem contestados na Justiça pela ala do MPF favorável ao Procurador-Geral da República.

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