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06.09.21

Plano B

Após cancelar o IPO do Teuto, a família Mello busca um sócio para o laboratório farmacêutico. Ocorre que o clã não é uma companhia das mais fáceis. Que o diga a Pfizer, que já esteve por lá.

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25.05.21

Pfizer quer distância de Pazuello

Segundo o RR apurou, a Pfizer teria encaminhado à CPI da Covid uma nova leva de documentos detalhando os contatos com o governo brasileiro para a oferta de vacinas. Com isso, o laboratório tenta evitar uma constrangedora acareação entre Carlos Murillo – ex-presidente da subsidiária brasileira e atual no 1 do grupo na América Latina – e o general Eduardo Pazuello.

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23.04.21

Pfizer esquenta CPI logo na partida

Em conversa com o RR, um dos senadores integrantes da CPI da Pandemia informou que o colegiado pretende convocar, até o início de maio, dirigentes da Pfizer. A ideia é ouvir a presidente da empresa no Brasil, Marta Díez, e executivos da matriz, que participariam da sessão por videoconferência. Os senadores querem apurar as razões pelas quais o governo Bolsonaro não fechou a compra de 70 milhões de doses oferecidas pela Pfizer em agosto do ano passado.

Uma notícia preocupante para o Palácio do Planalto: Omar Aziz e Renan Calheiros, respectivamente presidente e relator da CPI da Pandemia, estão cada vez mais afinados, a começar pela lista de convocações. Mau presságio para o governo, que vê – ou via – em Aziz um contraponto ao oposicionista Renan.

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19.04.21

“Vale-cobaia”

Na tensa negociação com a Pfizer para a antecipação de 1,5 milhão de doses de vacina, o ministro Marcelo Queiroga chegou a usar como argumento o fato de que 1,4 mil brasileiros se apresentaram como voluntários para testar o imunizante do laboratório.

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10.03.21

Vacina da discórdia

Segundo fonte do Ministério da Saúde, o anúncio da compra de vacinas da Pfizer foi motivo de desentendimento entre Jair Bolsonaro e o ministro Eduardo Pazuello. O vazamento da decisão da Pasta de adquirir o imunizante se deu antes que a medida fosse comunicada ao presidente.

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19.01.21

Segunda dose

O RR apurou que, na semana passada, o governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, tentou negociar diretamente com a Pfizer a compra de um lote de vacinas contra a Covid-19. Nada feito. A multinacional adotou a política de só vender para governos federais.

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11.12.20

Vacina retórica

Na área técnica da Pasta da Saúde, a leitura é que Eduardo Pazuello jogou para a arquibancada ao dizer que a vacinação contra a Covid-19 pode começar ainda em dezembro “se fecharmos contrato com a Pfizer”. Dentro do Ministério, não há qualquer plano alinhavado capaz de viabilizar o início da imunização em tão pouco tempo.

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13.01.20

Drágeas sobre a mesa

A israelense Teva estaria em conversações para a compra de uma participação no laboratório goiano Teuto, controlada pela família Mello. Trata-se de um território societário hostil. A norte-americana Pfizer já foi sócia do Teuto, mas deixou o negócio após uma relação de tapas e tapas com o clã.

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02.05.19

Pfizer e Orygen aumentam a dose

A parceria entre a Pfizer e o Orygen, hoje restrita à transferência de tecnologia, poderá ganhar uma nova posologia. As propostas sobre a mesa iriam de uma joint venture ou até mesmo a entrada do grupo norte-americano no capital do laboratório farmacêutico controlado pela Biolab e pela Eurofarma. Ressalte-se que o atual presidente do Orygen é o executivo Victor Mezei, que, dependendo do ângulo, tanto pode ser um ponto de aproximação quanto de distanciamento das duas companhias. Mezzei comandou a operação da Pfizer no Brasil por 11 anos. Consta, no entanto, que sua saída foi turbulenta, motivada, sobretudo, pelo fracasso do investimento no laboratório goiano Teuto. Consultada, a Pfizer informou que “no momento não há novos desdobramentos relacionados à parceria”.

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18.09.18

Segunda dose

A Torrent, um dos maiores grupos farmacêuticos da Índia, estaria negociando a compra de uma participação no laboratório goiano Teuto, da família Melo. A Pfizer já esteve por lá, com 40% do capital. Mas saiu do negócio após graves atritos com o clã.

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