fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
21.07.17

Terceirização

Pezão jogou a toalha. No que depender dele, a Força Nacional de Segurança fica no Rio até o fim de seu mandato.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.06.17

Pezão na porta da Cedae

O governador Luiz Fernando Pezão alijou a diretoria da Cedae e, por extensão, seus funcionários, do processo de privatização da companhia – única moeda de troca do estado nas negociações para receber novos recursos federais. Para se ter uma ideia, o presidente da empresa, Jorge Luiz Ferreira Briard, sequer foi convidado para a solenidade do dia 12 de junho, quando Pezão e o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro assinaram o acordo de cooperação técnica para a venda da estatal. Informado da cerimônia pela imprensa, Briard chegou a ligar para o Palácio Guanabara no mesmo dia. Não foi atendido por Pezão. Os assessores do governador lhe disseram apenas que a formalização do acordo se tratava de “notícia velha”. Por meio de sua assessoria, o governo do Rio confirmou ao RR que “participaram da assinatura Luiz Fernando Pezão e Paulo Rabello de Castro”. Sobre a diretoria da Cedae, nenhuma palavra. Ao que parece, Pezão não está nem aí para manifestações, uma nova onda de quebra-quebra no Centro do Rio e, muito menos, para a sua popularidade junto aos servidores públicos. Talvez não haja mesmo outro jeito de privatizar a Cedae.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.06.17

Pezão briga pelos “farelos” da repatriação

Luiz Fernando Pezão está gastando o pouco cacife político que ainda lhe resta para aprovar na Assembleia Legislativa o projeto de lei que prevê a aplicação do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) sobre recursos repatriados. Todo o seu empenho é para que a proposta entre na pauta de votação já em agosto, logo após o recesso da Casa. Por ora, trata-se de um tiro no escuro: a própria Secretaria de Fazenda não tem projeções precisas quanto ao potencial de arrecadação com o tributo. Além disso, o governo do Rio vai comprar o risco de uma avalanche de processos na Justiça. Embora a tributação sobre heranças e doações seja de competência estadual, a lei da repatriação previa anistia fiscal aos que aderissem ao regime especial. Procurada, a assessoria do governo disse “não ter informação” sobre o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.05.17

Água barrenta em São Paulo

Há algumas pontas soltas no modelo de capitalização da Sabesp apresentado por Geraldo Alckmin no início do mês a uma plateia de banqueiros em Nova York. Entre os investidores, o consenso é que a criação da nova holding e a venda de parte do seu capital dependem de regras mais claras para a política tarifária do setor no estado. A percepção é de que ela atende mais a critérios políticos do que técnicos. No mês passado, a estatal solicitou à Arsesp, agência reguladora, que adiasse os estudos para a revisão das tarifas de saneamento diante do risco de redução dos preços.

Água ainda mais barrenta no Rio de Janeiro

Acuado, o governador Luiz Fernando Pezão corre contra o relógio e entraves de ordem jurídica e política para lançar o edital de venda da Cedae até agosto. Nos cálculos do governo, é o limite para que o leilão ocorra ainda em 2017. Se ficar para 2018, ano eleitoral, a convicção no Palácio Guanabara é que a venda não sai nem por decreto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.05.17

Até o natal

O governador Pezão já negocia com o Ministério da Justiça a permanência da Força Nacional nas ruas do Rio até o fim do ano. Por ora, o quebra-galho termina em agosto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.05.17

Apoio policial

O governador Luiz Fernando Pezão decide até hoje à noite se pedirá ao presidente da República, Michel Temer, o reenvio de tropas federais para o apoio ao policiamento no Rio de Janeiro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.04.17

Cerveja choca

O súbito afago de Pezão à Ambev deverá ficar só na vontade. O Ministério Público do Rio já pediu à Justiça para barrar o projeto de lei do governo do Rio que dá à cervejeira R$ 650 milhões em isenções fiscais nos próximos 20 anos. Em média, são R$ 32 milhões por ano, o suficiente, por exemplo, para pagar de uma só vez as dívidas da Uerj com fornecedores (R$ 26 milhões).

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.03.17

MP do Rio investiga “contrabando” de benefícios fiscais

O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu mais uma frente de investigação contra o governo do estado. O MP tem indícios de que o governador Luiz Fernando Pezão estaria usando a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude para “contrabandear” benefícios fiscais a empresas, descumprindo a legislação que ele próprio sancionou em dezembro – a Lei 7.495/16 proibiu a concessão de incentivos tributários no Rio pelos próximos dois anos. As investigações do MP levam de arrasto a Claro. Em fevereiro, a operadora recebeu cerca de R$ 8 milhões em benefícios direcionados ao patrocínio do torneio de tênis Rio Open 2017. O MP está escarafunchando todos os pedidos de incentivos semelhantes em tramitação na Secretaria de Esporte. Em tempo: não custa lembrar que Marco Antonio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral, comandou o órgão até janeiro deste ano. Procurada, a Secretaria afirmou que “os incentivos fiscais concedidos a empresas parceiras do Estado se pautam pelo rigoroso respeito às leis e aos critérios técnicos previstos na Lei de Incentivo ao Esporte”. Já a Claro não quis se pronunciar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.02.17

MP do Rio quer brecar antecipação de royalties

O acordo de ajuda do governo federal ao Rio de Janeiro ainda vai dar muito pano para manga. Segundo o RR apurou, o Ministério Público do Rio vai entrar com um processo de ação civil pública contra o governo do estado para impedir a antecipação de receitas futuras de royalties do petróleo. Ao lado da privatização da Cedae, esta foi uma das principais contrapartidas apresentadas por Luiz Fernando Pezão para o Rio obter R$ 6,5 bilhões em empréstimos bancários com o aval do governo federal. O argumento do MP-RJ é que a receita dos royalties tem de ser destinada para investimentos públicos ou projetos extraordinários e não para cobrir contas fiscais do estado ou verbas de custeio. Procurado, o governo do Rio diz “desconhecer a informação, por enquanto”…

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.01.17

Pezão vs. carcereiros

As negociações entre o governo do Rio e os agentes penitenciários esbarram na exigência da categoria para que o estado aumente o efetivo, convocando os aprovados nos concursos de 2003 e 2012. A última coisa que Pezão pretende é aumentar a folha de pagamento – o acordo costurado com o governo federal tem como contrapartida um PDV de servidores estaduais. Má notícia: com o impasse, os carcereiros prometem iniciar amanhã uma paralisação nos presídios do Rio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.