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20.11.20

Também no mar

Empresas que operam sob o regime de concessão explorando petróleo e gás estão buscando apoio no Congresso para um projeto de lei que permita a renovação antecipada das licenças. Vários deputados federais e senadores já foram consultados e não foram refratários à ideia. Em concessões de estradas, portos e aeroportos, por exemplo, isso já ocorre, mediante o compromisso da concessionária em antecipar investimentos.

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03.04.20

Mudança de paradigma no gás boliviano

O governo da Bolívia tem procurado distribuidoras de gás brasileiras e grandes clientes corporativos com intenção de mudar os critérios de precificação do combustível. Os contratos de venda deixariam de ser indexados ao petróleo e seguiriam uma média mensal do valor internacional do gás. As conversas, no entanto, engatinham, seja pela crise econômica, que reduzirá a demanda pelo combustível, seja porque a atual cotação do petróleo (na casa dos US$ 20) está longe de pressionar os consumidores por uma mudança às pressas dos contratos.

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02.04.20

Petróleo e energia

Termômetro

ECONOMIA

Petróleo e energia

 

A confirmação ou não de corte entre 10 e 15 milhões de barris de petróleo em acordo entre Arábia Saudita e Rússia, antecipada hoje pelo presidente Trump, deve ser o fator central nos mercados globais, amanhã. Se o corte for efetivado, impulsionará não somente o setor de Óleo & Gás (Petrobras à frente, no Brasil, e gás de xisto nos EUA) como o de biocombustíveis e energias renováveis. Ao mesmo tempo, alimentará tendência de interrupção no ciclo de baixa nos preços da gasolina, diesel e, mais recentemente, GLP, internamente. O impacto no mercado seria diluído ao longo da próxima semana, no entanto, em função de enorme queda no consumo mundial.

Medidas trabalhistas

 

Paralelamente, no Brasil o foco se aprofundará para o programa de proteção ao emprego, que prevê redução de jornada entre 25% a 70%, com compensação do governo federal para trabalhadores. Como no caso da bolsa de R$ 600 para informais, o ponto de interrogação será a capacidade que o governo terá para desenvolver o programa na mesma velocidade em que se fazem sentir os impactos da paralisação econômica, que já provoca rescisões de contrato e milhares de demissões.

No caso de medidas trabalhistas, o Judiciário será “parceiro” importante, assim como o Congresso, já que haverá questionamentos judiciais. O processo vai fortalecer a liderança de Rodrigo Maia, que terá papel importante na aprovação e na aplicação do “orçamento de guerra”, prevista para os próximos dias.

Nesta sexta feira o Senado votará, ainda, proposta que suspende prazos contratuais até 30 de outubro deste ano  devem ser excluídos, em negociações de última hora, os aluguéis residenciais.

O grau da retração econômica em março – EUA à frente

 

Sai amanhã um panorama das economias norte-americana e europeia já do mês de março, que deve refletir os duros impactos gerados pelo coronavírus  e parcialmente precificados pelo mercado.

O destaque será o Relatório de Emprego dos EUA, que deve registrar forte recuo. Estima-se uma perda na casa de 100 mil empregos (frente à criação de mais de 273 mil em fevereiro), mas se o número vier muito acima disso, o que não se pode descartar, efeito nas bolsas globais será mais forte ao logo do dia. Ainda nos Estados Unidos, teremos a taxa de desemprego, o PMI Composto (Markit) e o PMI de Serviços (ISM). A expectativa é de retração significava nos serviços e aumento de pelo menos 0,3% no desemprego (de 3,5% para 3,8%). Mas pode haver surpresas.

Já na Europa, serão divulgados nesta segunda o PMI Composto e de Serviços (Markit) para a Zona do Euro e Alemanha, fechados. Os números devem confirmar a pesada queda já antecipada no final de março. As Vendas no Varejo para a Zona do Euro também saem nesta sexta, mas ainda relativas a fevereiro. Estima-se crescimento de 0,1%, frente a 0,6% em janeiro.

Retomada na China e adaptação da indústria

 

Dois fatores centrais para expectativas econômicas, que terão efeitos de médio e longo prazos, mas acerca dos quais já haverá sinais importantes nos próximos dias, serão:

1) A capacidade da China  e de países como Coreia do Sul  para retomar a produção industrial e restabelecer algum tipo de normalidade, ainda que com medidas de distanciamento e controle social. Em termos industriais, as indicações são positivas, mas será preciso observar se a curva de contaminação voltará a subir com o relaxamento de medidas e a tentativa de impulsionar a economia. Esse fator se refletirá nas expectativas acerca da recuperação do restante do mundo;

2) Os movimentos, nos EUA, na Europa e no Brasil, para adaptar a produção industrial  tanto de grandes quanto de pequenas e médias empresas  para insumos médicos, como respiradores e máscaras. O efeito  imenso  será não apenas na saúde, mas na criação de uma válvula de escape para a indústria.

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09.03.20

Bolsonaro, as reformas e o mercado

Termômetro

POLÍTICA 

Bolsonaro, as reformas e o mercado

O presidente Bolsonaro passará, amanhã, pelo maior teste do seu governo junto a forças produtivas e do mercado, que garantem sustentação à política econômica e ao governo. A debandada de hoje nas bolsas globais, em meio ao surto de coronavírus, que gera medo de recessão mundial, vai levar a forte clamor por iniciativa do Planalto em relação às reformas, em acordo com o Congresso Nacional, bem como por medidas de estímulo econômico. Paralelamente, haverá cobranças por política de preços que crie alguma proteção à Petrobrás – há especulação generalizada sobre aumento da Cide.

O ministro Paulo Guedes já deu o mote inicial e, se o governo mostrar agilidade, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre terão que responder positivamente, já que também sofrem pressão. Nesse contexto, seria possível uma aceleração das reformas tributária e administrativa (em qualquer roupagem que assuma). Faltariam as iniciativas mais imediatas, sobre as quais o ministro ainda não deu sinalização.

O maior risco, no entanto, é que o presidente mantenha agenda de campanha, falando para setores como o dos caminhoneiros e os apoiadores que organizam manifestações no dia 15. Se o fizer, pode assegurar popularidade localizada, mas verá sua imagem junto aos agentes econômicos derreter. E Guedes perderá autoridade.

A margem para erros reduziu-se decisivamente – se é que ainda existe.

PSICOSSOCIAL

O jogo do petróleo

O jogo do petróleo é tanto econômico quanto geopolítico – daí a dificuldade em se prever a possibilidade de algum tipo de acordo entre a Rússia e a Arábia Saudita. Além do conflito entre os dois países, está a concorrência com o shale gás norte-americano, cuja produção aumentou exponencialmente nos últimos anos, mas tem um custo mais alto. A Rússia quer testar o mercado, enquanto a Arábia Saudita pretende deixar inequívoca a liderança que exerce na formulação da política de preços para o setor.

A incógnita, até o momento, e que pode ser o fiel da balança, será a atitude dos EUA. O presidente Trump tentará surfar na redução de preços, de olho na popularidade interna, ou agirá para estabilizar o cenário, diante das incertezas geradas pelo coronavírus? As quais ainda vão aumentar, amanhã, com a OMS admitindo risco de pandemia e a decisão da Itália de declarar quarentena em todo o país.

Se decidir intervir, os EUA têm capacidade de influir nas decisões da Arábia Saudita.

ECONOMIA

A indústria brasileira

O principal número a ser divulgado nesta terça-feira será a Produção Industrial de janeiro, para a qual se prevê retração de 1,2%, em termos anualizados, e crescimento de 0,6% frente ao mês anterior. O número vai contribuir para o panorama negativo, mas, se confirmado nesse patamar, não causará surpresa.

No exterior, sai amanhã para o PIB na zona do Euro (deve ficar na faixa de 0,9%, na taxa anualizada). Há, ainda, expectativa – nesta terça e nos próximos dias – de medidas de estímulo econômico dos bancos centrais dos EUA, Japão e União Europeia.

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Estará em pauta amanhã a posição do governo, do presidente Bolsonaro e dos presidentes da Câmara e do Senado acerca da taxação da energia solar, em estudo pela Aneel.

Tema trará dubiedades já que, por um lado, a oposição do presidente à cobrança de impostos sobre o setor, em si, é bem vista pela mídia e pela opinião pública; por outro, imagem de intervenção em agência reguladora causa desconforto e incertezas no mercado e entre analistas econômicos.

Nesse âmbito, a grande questão, amanhã, será o grau da intervenção. Se passar a ideia de solução negociada, no âmbito do Congresso Nacional e sem desautorizar a Aneel, tema pode caminhar para pacificação.

Ao mesmo tempo, haverá espaço para a Agência:

1) Por viés mais positivo, no que se refere à bases para a consulta pública em questão, lembrando-se que a decisão ainda não foi tomada;

2) Pelo aspecto negativo, com discussão sobre composição e histórico de decisões. Hoje, por exemplo, alguns analistas indicaram parcialidade pró-empresas em resoluções de agências regulatórias, ainda que exemplos utilizados se refiram menos à Aneel do que a outras instituições, como a Agência Nacional de Saúde (ANS).

O preço do petróleo

Também na área de energia, terá destaque amanhã o resultado de reunião, hoje à tarde, entre o Ministério de Minas e Energia e entidades do setor de petróleo e gás para discutir impactos da crise entre EUA e Irã sobre o preço dos combustíveis.

Tema tem impactos muito superiores aos da energia solar, mas, no momento, parece mais pacificado. Preços não dispararam e indicação do presidente, de não intervenção, conta com forte apoio da mídia. Cenário internacional, no entanto, permanece instável.

Jornalistas em extinção

Já no que se refere a relações com os grandes veículos da Imprensa, mesmo com atritos constantes já parcialmente precificados, nova declaração do presidente afirmando que jornalistas são “espécie em extinção” transbordará do noticiário de hoje para o de amanhã. Entrará no rol de ameaças à liberdade de expressão na avaliação de articulistas.

Nubank vai às compras. E grupo chinês chega ao Brasil

Setorialmente, Nubank estará em foco – positivo – amanhã, após aquisição, hoje, da consultoria Plataformatec. Haverá espaço para bons resultados e forte crescimento da empresa, bem como para a transformação que está levando ao setor bancário – e possíveis adaptações e/ou interesse que imporá aos grandes players. Outro aspecto que tende a ganhar corpo é o crescimento de fintechs no país.

Ainda na área, alimentará o noticiário, amanhã, a abertura de banco, no Brasil, do grupo XCMG, um dos maiores fabricantes de maquinário pesado da China, para financiar o setor de máquinas para infraestrutura.

Do Iraque às crises na América Latina

Na política internacional, haverá desdobramentos, amanhã, sobre crises institucionais – em diferentes graus – na Venezuela e no Chile, mas os próximos passos no enfrentamento entre EUA e Irã continuarão a galvanizar os interesses. Cenário tem forte carga de imprevisibilidade, mas as atenções, amanhã, tendem a se voltar para possível retirada de tropas americanas do Iraque – e as consequências geopolíticas que a medida teria.

As projeções para o mercado de trabalho e setor automotivo

Saem amanhã o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) e o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), ambos da FGV, e a Produção e Venda de Veículos, da Anfavea, todos referentes ao mês de dezembro de 2019.

Acerca do IAEmp e do ICD, interessa observar se há continuidade ou reversão do cenário de lentidão na gradual recuperação do mercado de trabalho. Até novembro, o Indicador Antecedente de Emprego apresentava virtual estabilidade em médias móveis trimestrais pelo segundo mês consecutivo, enquanto o Indicador de Desemprego mostrava salto de 3,1 apenas no mês, voltando a ficar acima dos 95 pontos.

Já os dados sobre produção e venda veículos darão a medida final do setor para 2019. Apesar de queda acentuada em novembro sobre outubro (respectivamente de 21,2% e de 4,4%), números para o ano apresentavam crescimento (2,7% na produção e 8,3% nas vendas). Há expectativa de que o balanço de dezembro seja positivo, com avanço em ambos os índices, na casa de 2% e 7%. Já exportações devem fechar o ano com panorama de queda acentuada, em boa parte devido à crise na Argentina. Recuo acumulado até novembro foi de 33,2%.

Os EUA e a União Europeia: Balança Comercial, Indústria e Varejo

Internacionalmente, serão divulgados amanhã:

1) Nos EUA, a Balança Comercial e as Encomendas à Indústria de novembro e o PMI de Não Manufaturados para dezembro. Espera-se recuo de US$ 47,2 para US$ 43,8 a US$ 43 bilhões no déficit, com aumento de US$ 207 para 208 bilhões nas exportações e diminuição de US$ 254 para US$ 251 bilhões nas importações. Apesar de variações, não haveria alteração de tendência.

Já nas Encomendas da Indústria, projeção de queda significativa, da ordem de 0,8%, após crescimento de 0,3% em outubro; enquanto a PMI de Não Manufaturados deve trazer avanço, de 53,9 para 54,2 a 54,5.

2) Na União Europeia, Inflação de dezembro, para a qual se espera de estabilidade em 1% a crescimento até 1,3%, e Vendas no Varejo de novembro, com projeções de crescimento entre 0,6% e 0,7%, revertendo queda de 0,6% em outubro.

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07.11.19

Cultura em estado de alerta

Termômetro

Há fortes possibilidades de mobilização organizada da classe artística, a partir de amanhã, em reação à medida dupla do governo na cultura: primeiro ao passar a pasta (Secretaria Especial) para o Ministério do Turismo e, em seguida, nomeando para comandá-la o diretor teatral Roberto Alvim – que esteve sob os holofotes recentemente por atacar a atriz Fernanda Montenegro.

Terão influencia sobre esse processo as primeiras declarações de Alvim e as avaliações sobre sua escolha na mídia. Tendem a ser muito negativas, com o efeito colateral de ampliarem o foco para denúncias contra o ministro do Turismo. A salientar, também, que o presidente Bolsonaro sofrerá críticas por fortalecer ministério sob o comando de um gestor indiciado por comandar esquema de laranjas. Perderá capital, inclusive, em guerra interna do PSL. Por fim, temática pode ser associada a projeto que tramita na Câmara, estendendo Lei Rouanet para eventos organizados por Igrejas.

Prisão em segunda instância: o dia seguinte

Tudo indica que o julgamento no STF, em curso, pode ter dois resultados: 1) fim da prisão em segunda instância, em termos absolutos; 2) Possibilidade limitada a casos julgados pelo STJ, se for proposta por Toffoli. Caso vença a primeira hipótese, sexta-feira será marcada por discussão – e tramitação – da soltura do ex-presidente Lula. Se avançar a segunda, julgamento pode ser adiado. De toda forma, oposição criticaria duramente o ministro Toffoli, que ganharia pontos, no entanto, com parte da opinião pública.

O teto do teto

Proposta do governo – parte das PECs enviadas ao Congresso – que cria um teto de gastos mais baixo do que o atual para disparar gatilho, permitindo medidas emergenciais, vai alimentar debate sobre conjunto de reformas propostas, amanhã. Pode avançar percepção expressa hoje pela senadora Simone Tebet, de que governo terá que selecionar medidas prioritárias caso queira acelerar tramitação.

Cuba e alinhamento aos EUA

Na política externa, foco amanhã para voto do Brasil na ONU a favor do embargo a Cuba, rompendo tradição de quase 30 anos. Discussão se dará, sobretudo, acerca de três pontos: 1) Iniciativa se deu em função de pressão dos EUA? 2) O Brasil terá algum benefício em decorrência da mudança de posição? 3) Há divergências internas no Itamaraty acerca da medida?

Novo modelo no petróleo

Nova ausência de petrolíferas estrangeiras em leilões de hoje fortalecerá, amanhã, movimentações indicando mudança em modelo de exploração. Fim da preferência da Petrobrás e concessão no lugar de partilha são os temas em pauta.

A se observar, ainda, se governo adotará essa linha apenas como forma de justificar dificuldades do leilão ou se vai delinear cronograma para a mudança. Outro ponto central será a reação dos presidentes da Câmara e do Senado, nesta sexta.

Bancos: Lucro recorde e críticas

Novo lucro recorde dos 4 maiores bancos brasileiros para o acumulados dos 3 primeiros trimestres (R$ 59,7 bilhões, o mais alto para o período pelo menos desde 2006), anunciado hoje, trará novas cobranças à Febraban e às empresas. Questão central serão os juros altos e a dificuldade para obtenção de crédito. Bem como o fato de auferirem ganhos dessa dimensão em época de dificuldades econômicas. De positivo, possível justificativa associando ganhos à recuperação econômica.

Tendências do emprego e produção regional

Saem amanhã o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) e o Indicador Coincidente de Emprego (ICD), ambos da FGV, para outubro. Os indicadores trouxeram números positivos em setembro, mas apontando para recuperação lenta do emprego. Tendência deve se manter.

Ainda nesta sexta, será divulgada a Produção Industrial Regional de setembro (IBGE). Nacionalmente, dados indicaram crescimento de 0,3% para o mês e, em agosto, houve avanço em 11 das 15 regiões pesquisadas – número que pode diminuir, agora.

China: queda de exportações e acordo com os EUA

Nos indicadores internacionais, destaque para dados da China, em outubro:

1) Balança Comercial. Expectativa é de novo superávit, ultrapassando os US$ 41 bilhões. Entretanto, o olhar dos mercados estará mais voltado para os resultados de importações e exportações. Ambas vêm de fortes quedas em setembro (respectivamente 8,5% e 3,2%) e projeções indicam que curva negativa se manterá, com recuos na faixa de 8,9% em importações e de 3,8% em exportações.

Resultado aprofunda impacto de guerra comercial com os EUA e repercutirá em bolsas globais. Será, contudo, amenizado por informação do Ministério do Comércio da China, hoje, de que chegou-se a um acordo com norte-americanos para remover, por etapas, tarifas existentes entre os dois países.

2) Índice de preços ao Consumidor. Estima-se novo avanço mensal, em torno de 0,7%, o que levaria a taxa anualizada a 3,3% (meta do governo chinês é que fique abaixo de 3%, em 2019).

Vale atenção ainda para: Balança Comercial da Alemanha, em setembro, que deve vir estável, com aumento de 0,4% em exportações – sinal positivo após forte recuo de agosto, mas insuficiente para aplacar temores, após forte queda na produção industrial –; Índice Michigan de Confiança do Consumidor nos EUA, com prognósticos de nova alta – aproximando-se dos 85 pontos.

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13.12.16

O petróleo é deles

Os chineses avançam sobre o petróleo brasileiro. Sinopec e Sinochem estaria em conversações para a compra de parte das ações da Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) em dois blocos na Bacia Sergipe-Alagoas e outros dois na Bacia Pará-Maranhão. A QGEP tem 100% das quatro áreas. Quer ficar, no máximo, com 30%.

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 A Galvão Engenharia é um case entre as empresas do setor que logo no início do Lava Jato optaram por saldar suas dívidas. O ovo de Colombo foi a securitização dos atrasados da Petrobras e a negociação desses passivos com os bancos credores. Quando fez as operações, o deságio sobre os débitos da estatal ainda estava baixo. Quem esperou a Lava Jato turbinar já não conseguiu reestruturar suas dívidas com o mesmo modelo.

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11.07.16

Joint venture em formação

„• A Total negocia com a Qatar Petroleum a formação de uma joint venture no Brasil. O objetivo é investir em blocos de petróleo nas bacias de Campos e Santos, incluindo os 23% que os árabes já têm no bloco BC-10, controlado pela Shell • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Total e Qatar.

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08.07.16

Petrobras

 Pelo ritmo, muito em breve a norte-americana Janus Capital terá uma participação superior a 5% na Petrobras . Em apenas dois meses, a gestora, que administra mais de US$ 200 bilhões, amealhou quase 4% da petroleira.

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