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10.07.20

Fundo perdido

A Avianca Brasil, que pediu falência nesta semana, deve mais de R$ 150 milhões à Petrobras, referentes à compra de combustível. É dinheiro que a estatal provavelmente não vai ver mais.

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15.06.20

Um pé fora do Uruguai

A Petrobras estaria em conversações com a espanhola Disa para a venda de seus ativos no Uruguai. O pacote inclui 88 postos, 16 lojas de conveniência, uma planta de querosene de aviação e um terminal de lubrificantes. A Disa já opera no Uruguai, com a bandeira Shell.

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05.06.20

Habeas corpus para Raupp

Os advogados do ex-senador Valdir Raupp (MDB-RO) estudam entrar no STF com um pedido preventivo de habeas corpus. Sinal de apreensão com o julgamento de Raupp na 2a Turma do próprio Supremo, marcado para a próxima terça-feira. Ele e dois assessores parlamentares são acusados, no âmbito da Lava Jato, de ter recebido propina da Queiroz Galvão. Segundo as investigações, o pagamento de R$ 500 mil teria sido contrapartida para contratos firmados entre a empreiteira e a Petrobras.

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02.06.20

Venda casada

O governo gaúcho entabula conversas com a Petrobras para a venda conjunta das participações do estado e da Gaspetro na Sul-gás. Seria uma forma de aumentar o valuation do ativo. Mas, como quase tudo, é projeto só para 2021.

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14.05.20

Aproximação com Maia não pacificará instituições

Termômetro

POLÍTICA

Aproximação com Maia não pacificará instituições

A tentativa de aproximação entre Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia, que chegou a animar o mercado hoje, indica que o presidente da Câmara não quer ser identificado como inimigo do governo. Ou seja, vai manter posição contra o impeachment, no atual cenário (que pode mudar com divulgação de vídeo de reunião ministerial), e adotará, nos próximos dias, linha mais conciliatória em projetos da área econômica. Maia age, também, para não ser isolado pelo Centrão.

O cenário de instabilidade institucional, no entanto, se manterá amanhã. Será alimentado por guerra aberta entre o presidente e o governador de São Paulo, João Doria, – que tem como bastidor a disputa pelo apoio do setor empresarial. Também continuará em pauta a MP editada hoje por Bolsonaro, protegendo agentes públicos de responsabilização por atos na crise do coronavírus.

A iniciativa provocará polêmica no Congresso e rejeição no STF, sob o escrutínio negativo da mídia. Crescerá a preocupação com tendências autoritárias do governo e visão negativa – que até pouco tempo atrás era contida – sobre o comprometimento de militares com Bolsonaro. Artigo do vice-presidente Hamilton Mourão, hoje, contribui para esse processo.

ECONOMIA

Petrobras e Varejo nos EUA

Destaque no Brasil para o balanço da Petrobras no primeiro trimestre do ano, que dá medida do impacto – e das projeções – da pandemia do coronavírus na operação da estatal. Também está prevista a PNAD Contínua Trimestral (IBGE), ainda que dados divulgados no final de abril já apontassem para tendência de aumento no desemprego (12,2%) em março.

No exterior, saem as Vendas no Varejo nos EUA em abril, para as quais estima-se queda vertiginosa (-12, sobre -8,4% em março), e o PIB Trimestral da Alemanha, que deve apresentar recuo na casa de 2,2%, refletindo parcialmente (até março) os efeitos da pandemia.

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11.05.20

Muito gás e pouco contrato

A boliviana YPFB vem procurando grandes grupos industriais e empresas privadas de geração no Brasil para vender gás a preço de ocasião. Até agora, as boas relações da presidente interina, Jeanine Áñez, com o governo brasileiro não tem adiantado muito. Ressalte-se que a YPFB amarga perdas expressivas com a decisão da Petrobras de reduzir a importação de gás boliviano, no rastro da retração da atividade econômica.

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24.04.20

Mudanças

Parece que Jair Bolsonaro mudou a bandeira da distribuidora (de ideias) do seu “Posto”. Aderiu à Petrobras. Mas a escolha é por aquela estatal de antes do governo Lula.

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17.04.20

Questão de timing

A Petrobras cogita suspender o processo de venda da sua participação de 51% na Gaspetro. A entrega das propostas já foi adiada uma vez – do fim de março para o dia 30 de abril.

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01.04.20

A peça que faltava no mosaico da Petrobras

A decisão da Petrobras de criar uma diretoria de logística representa, a um só tempo, o equacionamento de um gap histórico da companhia e uma medida vital para o enfrentamento dos efeitos do novo coronavírus sobre a cadeia do petróleo. A nova área, a cargo do executivo André Chiarini, terá a responsabilidade de integrar todo o processo logístico das operações de upstream e downstream, que sempre funcionaram de maneira isolada, sem necessariamente conversar entre si.
A crise atual exige visão holística. A baixa demanda por combustíveis, no Brasil e no mundo, está elevando os estoques de óleo e seus derivados. A Petrobras já sinalizou a hibernação de unidades de águas rasas e a redução na produção mensal de petróleo em plataformas. Com o agravamento da pandemia e o isolamento da população por tempo ainda indeterminado, o mais provável é que outras atividades sejam paralisadas nas próximas semanas. A redução da carga processada de refino é praticamente inexorável, dadas as curvas de crescimento dos estoques.

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27.03.20

Petros alivia seu “ajuste fiscal”

Em meio à borrasca que se anuncia na economia, os beneficiários da Petros terão um oportuno alívio no bolso até a última semana de abril. É o prazo estimado pela própria diretoria da fundação para a entrada em vigor do novo plano de equacionamento atuarial. A cobrança da contribuição extra para funcionários e aposentados da Petrobras, realizada desde 2018, prossegue – o “ajuste fiscal” é mais do que necessário cobrir um rombo de R$ 37 bilhões. No entanto, a mordida será menos dolorida: em vez de uma taxa fixa para todos, haverá uma alíquota progressiva, proporcional aos rendimentos dos contribuintes. Faixas menores pagarão menos.

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