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02.08.18
ED. 5923

Lipoaspiração

Os “departamentos da gordura” na Pepsico já começaram a sentir o aperto. A companhia está remanejando seu orçamento no Brasil para privilegiar o desenvolvimento de uma linha de produtos mais saudáveis, tanto de bebidas como de alimentos. Em alguns segmentos, a transfusão de recursos deve passar de 20% das verbas. A pressão vem da matriz: até o fim de 2019, o faturamento global do novo conceito de nutrição deverá superar, pela primeira vez, a receita das linhas convencionais.

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04.01.18
ED. 5779

Orgânicos

Após a compra da Mãe Terra, a Pepsico está de olho em outra marca de alimentos orgânicos: a paranaense Vapza. Os norte- americanos não comentam. Já a Vapza diz que “a princípio, não tem informação sobre o assunto”.

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21.11.17
ED. 5749

A horta da Pepsico

A Pepsico quer “purificar” sua linha de bebidas no Brasil. A grande aposta é a venda de sucos a base de frutas orgânicas. Os norte-americanos  topam até se associar a produtores para garantir a matéria-prima. A estratégia pode resultar numa parceria entre a Pepsico e o sobrenome Diniz. Pedro Paulo, filho de Abilio, é um dos grandes produtores orgânicos do país.

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26.10.17
ED. 5733

Pepsico do bem

A Pepsico está sedenta para comprar a fabricante de sucos Do Bem, controlada pelo empresário carioca Marcos Leta.

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23.08.17
ED. 5689

O leite da Pepsico

A Pepsico perdeu a disputa pela Vigor, mas não desistiu de entrar no mercado de laticínios no Brasil. Na mira dos norte-americanos, uma grande cooperativa do Centro-Oeste, com faturamento acima de R$ 1 bilhão.

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30.03.17
ED. 5589

Leite B

A Pepsico – que chegou a sonhar com a Vigor – estaria em conversações com a fabricante de laticínios mineira Embaré, empresa com faturamento de R$ 1 bilhão. Os norte-americanos são assessorados pelo JP Morgan. A Embaré nega a negociação. A Pepsico, por sua vez, não comenta o assunto.

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07.03.17
ED. 5572

Uma cerveja que vale ouro

Há apenas quatro meses no cargo, a vice-presidente de marketing da Pepsico no Brasil, Daniela Cachich, tem sido intensamente cortejada por head hunters. De onde vêm os caçadores? No setor, há quem diga que a AmBev pagaria o que fosse para ter a executiva que até outubro do ano passado comandava toda a estratégia de vendas da Heineken no Brasil. Ainda mais agora que os holandeses compraram a Brasil Kirin.

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24.10.16
ED. 5481

Água de pedra

 O mega investidor Willem Kooyker, dono da australiana Aurantiaca, decidiu investir pesado no mercado brasileiro de água de coco, hoje praticamente dominado pela Pepsico. Kooyker está perto de mordiscar a quarta colocação no ranking do setor. Quer crescer com aquisições. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Aurantiaca.

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06.10.16
ED. 5470

O ano para Pepsico

 O ano tem sido tenebroso para a Pepsico no Brasil. A companhia acumula uma queda de receita de 25% de janeiro a setembro comparada com igual período em 2015.  As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Pepsico.

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26.07.16
ED. 5419

Pepsico quebra coco em busca do faturamento perdido

 A número 1 da Pepsico no Brasil, Andrea Napolitano, está há seis meses no cargo, diagnosticando porque os resultados da empresa estão tão aquém do esperado. Uma ficha pelo menos já caiu: a operação brasileira não atenderá às expectativas da matriz só com o crescimento orgânico. Andrea tem autorização para ir às compras e está seguindo à risca a determinação. Abriu negociações, no mês passado, para comprar a Coco do Vale, líder do mercado do Nordeste. A empresa fatura R$ 300 milhões, o equivalente a 10% da receita de todo o mercado de água de coco no Brasil. Somente com essa aquisição, a divisão coqueira da Pepsico no Brasil, puxada pela marca Kero Coco, fecharia o ano com 51% do segmento. É apenas um primeiro passo. Andrea tem que correr atrás de outras empresas para mostrar a que veio.  A operação da Pepsico no Brasil tem conseguido a proeza de perder cada vez mais sua importância para o grupo norte-americano. Já representou 4% da receita líquida mundial há cinco anos e hoje vale metade disso, atrás do México, Rússia, Canadá e Inglaterra, além do maior mercado, os Estados Unidos. A projeção da própria companhia é de que até o fim do ano o percentual deverá cair para 1% e o Brasil não ficará mais nem entre os dez maiores mercados do grupo. Andrea Napolitano veio para mitigar esse resultado negativo já no seu primeiro ano no comando. A executiva não gostou do que viu, aliás, o que seria impossível, e pretende imprimir sua marca de durona na gestão da empresa. Vai ter de apertar porcas e parafusos.  A controlada perdeu nada menos do que vinte pontos percentuais de participação de mercado nos últimos quatro anos. Mas o foco mesmo são as aquisições. Desde 2009 – quando adquiriu a Amacoco não fez uma única nova compra de fabricante. Apostou errado suas fichas no crescimento orgânico. O resultado foi que enquanto seu carro chefe, a Kero Coco, cresceu as vendas em volume de aproximadamente 10%, as suas duas principais concorrentes, Ducoco e Sococo, registram aumento de 15%. Você aí, se quiser vender sua fábrica de bebida, disque Pepsico. A chance é boa. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Pepsico e Coco do Vale.

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16.05.16
ED. 5369

Pepsi sem gás

 O primeiro trimestre foi uma lástima para a Pepsico no Brasil. O faturamento da fabricante de bebidas caiu 20% em relação ao mesmo período de 2015. Trata-se de um número altíssimo para um setor pouco habituado a bruscas variações. Procurada pelo RR,a Pepsico não comentou o assunto.

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29.12.15
ED. 5277

Kero Coco

 O crescimento de pequenos e médios concorrentes no mercado de água de coco está tirando o sossego da Pepsico. Sua marca, a Kero Coco, vai fechar o ano com 60% do setor. Muito? Não para quem perdeu dez preciosos pontos de market share em apenas dois anos.

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16.11.15
ED. 5248

Um gole para recordar

 Os norte-americanos da PepsiCo lembraram que têm uma fábrica em Manaus. Depois de mais de uma década sem qualquer aporte relevante, vão investir R$ 120 milhões para ampliar a produção de extratos e concentrados de refrigerantes. Para 2016, está prevista também a expansão de unidades no Nordeste e no Sudeste, dentro da dura tarefa da PepsiCo de reduzir a descomunal distância para a Coca-Cola no mercado brasileiro de refrigerantes: quase 50 pontos percentuais separam as duas empresas. A  empresa PepsiCo não retornou ou não comentou o assunto.

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17.04.15
ED. 5103

Pingo no deserto

Sinal dos tempos: Vasco Luce, presidente da divisão de bebidas da Pepsico para a América Latina, respirou aliviado diante do aumento de 0,5% nas vendas de refrigerantes no Brasil durante o primeiro trimestre. Talvez tenha sido excesso de cautela, mas a companhia trabalhava com a possibilidade de queda dos resultados entre janeiro e março. Procurada, a Pepsico informou que não comenta resultados.

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