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19.11.19

Casa sem moeda

Além do PDV em curso na Casa da Moeda, o governo planeja desativar uma das três fábricas da estatal no Rio. Seria uma medida mais aguda no esforço para a privatização da empresa. A Casa da Moeda faz dinheiro para o Brasil, mas não para si própria. Todo mês perde cerca de R$ 10 milhões.

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22.10.19

PDV da Conab deve parar nos tribunais

O governo Bolsonaro está despertando a ira de empacotadores, arrumadores de gôndolas e outras categorias de ex-funcionários das antigas Cobal e Cibrazem. O motivo é o PDV em gestação na Conab, subordinada ao Ministério da Agricultura. A empresa quer estender o plano de demissões aos trabalhadores egressos das duas antigas estatais. No entanto, este grupo de funcionários já se mobiliza e promete levar o caso para a Justiça. Eles alegam que foram transferidos para a Conab por decisão judicial e contam com tratamento diferenciado e estabilidade, mesmo se tratando de desligamento “voluntário”. Não é pouca gente. Os ex-Cobal e Cibrazem somam quase metade dos quatro mil funcionários da estatal. Consultada, a Conab confirmou que estuda um “Plano de Demissão Incentivada (PDI).” Perguntada especificamente sobre o risco de judicialização, a empresa não se manifestou.

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08.10.19

Montadoras pressionam governo Bolsonaro por acordão no Mercosul

As montadoras pressionam o governo Bolsonaro a acelerar as tratativas para a inclusão do setor no acordão do livre comércio do Mercosul. A indústria automobilística corre contra o relógio: o inimigo é o calendário eleitoral argentino. A premissa é que qualquer negociação multilateral neste sentido será ainda mais difícil a partir de 10 de dezembro, quando a dupla Alberto Fernández e Cristina Kirchner deverá tomar posse na Casa Rosada. O ritmo de reuniões entre os dirigentes do setor e o governo é intenso. Os dois encontros mais agudos ocorreram no espaço de uma semana: no dia 13 de setembro, o presidente da GM Americas e da GM América do Sul, respectivamente Barry Engle e Carlos Zarlenga, estiveram com o ministro Paulo Guedes.

Poucos dias antes, a cúpula da Anfavea havia se reunido com o ainda secretário da Receita Federal, Marcos Cintra. Do lado brasileiro, a maior pressão, segundo o RR apurou, vem da Volkswagen. A companhia tem sido uma das mais afetadas pela retração das exportações para a Argentina, o grande mercado comprador de automóveis brasileiros. Entre janeiro e agosto, suas vendas para o pais vizinho acumularam uma queda de quase 50% em comparação ao mesmo período do ano passado. Como consequência direta, a Volkswagen dará férias coletivas, a partir de 2 de dezembro, a três mil trabalhadores nos dois turnos da fábrica de São Bernardo do Campo.

De acordo com a fonte do RR, a montadora já acenou ao governo com o risco de um PDV no início de 2020 caso não haja uma recuperação das exportações. No mês passado, Brasil e Argentina renovaram seu acordo automotivo, que venceria em meados de 2020 e foi estendido até 2029. Entre o possível e o ideal, prevaleceu a primeira hipótese. O tratado foi uma solução-tampão, algo feito no afogadilho pelos dois países justamente para se antecipar à iminente derrota eleitoral de Mauricio Macri. A escala progressiva prevista no acordo estabelece que o livre comércio de veículos entre os dois países se dará apenas em 2029. As montadoras brasileiras, grandes exportadoras do Mercosul, consideram que esse futuro demora muito ainda.

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26.08.19

“Reforma administrativa” em pílulas

A primeira missão do futuro presidente da Embrapa será conduzir um novo plano de demissões voluntárias. O recente PDV, na gestão do ex-presidente Sebastião Barbosa, só atingiu 1,2 mil desligamentos. Segundo o RR apurou, a meta da Pasta da Agricultura é cortar três mil postos de trabalho. A Embrapa diz “desconhecer informações sobre um novo PDV”.

A Valec pode até ter escapado da extinção, mas não conseguirá se livrar de um enxugamento do quadro de servidores. O Ministério da Infraestrutura quer reduzir o contingente de 700 para 400 funcionários. As regras do PDV deverão ser anunciadas em setembro. Consultada, a Valec confirma que “realizou estudos sobre o tema e aguarda avaliação do órgão responsável”.

O próximo da fila é o Banco da Amazônia (Basa). O Ministério da Economia discute as regras para um programa de demissões no Basa, que soma cerca de três mil funcionários. O governo espera uma adesão superior à do recente PDV no Banco do Nordeste, quando apenas 268 dos sete mil servidores marcharam para a porta de saída.

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17.05.19

Demissões em série na Ford

A Ford montou uma linha de produção de demissões voluntárias. Já prepara mais um PDV para a fábrica de Camaçari (BA) no segundo semestre. A se confirmar, será o terceiro do ano. Nesta semana, a empresa abriu mais um plano de desligamento, uma vez que o PDV realizado em abril não atingiu a meta esperada. Procurada, a Ford confirmou o programa de demissões aberto nesta semana, mas não se pronunciou sobre o PDV já previsto para o segundo semestre. De acordo com informações filtradas da própria montadora, o excedente na fábrica de Camaçari seria da ordem de mil empregados.

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16.04.19

A Ford só encolhe

O chão de fábrica treme na unidade da Ford em Taubaté (SP). Diante da baixa adesão ao PDV aberto no ano passado, os norte-americanos estudam cortes na produção e demissões para o segundo semestre. De acordo com informações filtradas da própria montadora, o excedente na fábrica seria de 500 funcionários. É a linha de corte da guilhotina.

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31.07.17

Sempre cabe mais um no PDV da Caixa

Na esteira do novo Plano de Demissões Voluntárias (PDV) aberto há duas semanas, há um pleito dos administradores da Caixa Econômica para que o governo altere os estatutos do banco. A mudança teria como objetivo permitir que os diretores-executivos pudessem aderir ao PDV e, ainda assim, permanecer na instituição e em seus cargos atuais, na condição de comissionados. Querem isonomia com as castas mais altas da gestão e, com isso, a possibilidade de transformar o PDV em uma espécie de bonificação extra – sem o “D” de demissão.

Foi exatamente o que fizeram o próprio presidente da Caixa, Gilberto Occhi, e três vice-presidentes no mais recente plano de desligamentos do banco. Gilberto Occhi e os vice-presidentes Fábio Lenza, Roberto Derziê e Antonio Carlos Ferreira aderiram ao PDV encerrado em março deste ano. Funcionários de carreira da Caixa Econômica, os quatro foram formalmente demitidos e receberam suas respectivas bonificações.

Mesmo após o encerramento do vínculo empregatício, seguiram em seus cargos como comissionados, aproveitando-se do estatuto, que dá essa prerrogativa ao presidente e aos vice-presidentes. Agora que um novo PDV passa encilhado a sua frente, os diretores-executivos pleiteiam o mesmo direito, o que forçaria a instituição a refazer as contas e esticar o valor reservado para as indenizações. Procurada, a Caixa confirmou que Gilberto Occhi e três vice-presidentes aderiram ao PDV finalizado em março e já “encerraram seus respectivos vínculos”. Sobre o pleito de extensão do benefício aos diretores-executivos, o banco informou que “não comenta especulações sobre eventuais alterações estatutárias”.

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