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20.04.21

Conversa fiada

Em conversa com uma fonte do RR, Paulo Skaf teria desacreditado a mobilização de empresas privadas para a compra de vacina contra a Covid-19. Acha que é muita espuma por nada, uma vez que os laboratórios só estão vendendo imunizantes para governos.

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05.04.21

Lula lá?

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, teria conversado com seu virtual sucessor, Josué Gomes da Silva, filho do ex-vicepresidente José de Alencar, sobre a possibilidade de levar Lula para palestrar na entidade. Milagre? Oportunismo?

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15.12.20

A “nova” Fiesp

Josué Gomes da Silva, candidato da situação à sucessão de Paulo Skaf na presidência da Fiesp, confidenciou a pessoas próximas a intenção de rejuvenescer os conselhos da entidade. Uma das mudanças já no radar seria a substituição do ex-ministro do STF Sydney Sanchez, 87 anos, no comando do Conselho de Assuntos Jurídicos e Legislativos.

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13.11.20

Skaf vs. Roriz

Paulo Skaf tem usado da sua influência junto ao Judiciário na tentativa de barrar a candidatura do desafeto José Ricardo Roriz Coelho à presidência da Fiesp no ano que vem. Vice-presidente da entidade, Roriz recorreu ao Tribunal de Justiça do Trabalho para garantir sua participação no pleito. Sua candidatura foi impugnada pela comissão eleitoral da Fiesp. Ou seja: por Skaf.

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27.10.20

O dia em que Paulo Skaf virou ninguém

O sonho de Paulo Skaf de realizar uma versão moderna da Conclap (Conselho Superior das Classes Produtoras), da qual ele fosse organizador e responsável pelo documento dos empresários da indústria, vai se derretendo de maneira célere. Para onde quer que se olhe, Skaf desidrata. Não desfruta mais do apoio inconteste de Jair Bolsonaro e deixou de ser um interlocutor de Paulo Guedes. Skaf foi aparteado do debate entre a indústria e a equipe econômica, hoje liderado por nomes como Pedro Wongtschowski, Pedro Passos e Horacio Lafer Piva, que assumiram o papel de discutir políticas e medidas para o setor. A perda de prestígio do presidente da Fiesp se estende também ao MDB, seu partido. Dentro da sigla, sua candidatura ao governo de São Paulo em 2022, antes tida como certa, enfrenta crescente resistência.

Mas é dentro do próprio território que antes dominava com poderes absolutistas que o esvaziamento de Paulo Skaf talvez chame mais a atenção. Skaf rachou com o empresariado paulista e perdeu até mesmo o suporte institucional da Fiesp. A ponto, inclusive, de já ter declarado que não concorrerá à reeleição e deixará o comando da entidade no próximo ano – quem anuncia que vai sair é porque já saiu. Skaf perdeu influência até mesmo junto ao baixo clero da Fiesp, composto de sindicatos de pequeno porte e de “industriais sem indústria”, como é o seu próprio caso.

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14.09.20

A Pauliceia desvairada na sucessão da Fiesp

Benjamin Steinbruch, Paulo Skaf, Josué Gomes da Silva, Ciro Gomes, Iedi… Todos são personagens da pauliceia desvairada que promete ser a eleição da Fiesp, em 2021. As múltiplas combinações cruzadas, os blefes de parte a parte e os interesses em jogo fazem desta a mais estranha sucessão da história recente da entidade – mesmo porque a indústria paulista não sabe o que é sucessão há 16 anos. E saberá desta vez? A  peça central no tabuleiro é o sempre dúbio Paulo Skaf. O mandatário já anunciou que não concorrerá ao pleito. Mas, há pessoas próximas a Skaf que acreditam se tratar de jogo de cena.

O próprio vazamento da informação de que Gomes da Silva é o nome da preferência do presidente da Fiesp para ser seu sucessor é visto por muitos como parte do teatro. Outro ponto de interrogação importante é Benjamin Steinbruch. O “barão do aço” vem sendo cortejado por um grupo de empresários de oposição a Paulo Skaf para disputar a eleição. Steinbruch é visto como um nome de peso suficiente para galvanizar o apoio de figuras importantes do empresariado paulista, cooptar sindicatos dos mais diversos segmentos da indústria e, dessa maneira, cindir por dentro a poderosa máquina eleitoral montada por Skaf.

Steinbruch, ressalte-se, é vice-presidente licenciado da entidade desde 2018, quando teria rompido com Paulo Skaf. No entanto, há dúvidas dentro da própria Fiesp se o relacionamento entre ambos está realmente abalado ou não. Ou seja: Steinbruch é um enigma. Tanto pode ser o rival de Skaf ou de seu candidato como um importante aliado para que tudo fique como está na entidade. Outra incógnita: como seria a Fiesp de Benjamin Steinbruch?

O “barão do aço” manteria a instituição como base de atendimento dos pequenos sindicatos ou levaria de volta a entidade a algo mais próximo dos tempos de Horácio Lafer Piva, a última gestão que privilegiou o apoio à indústria? O primeiro significaria na prática, seguir com o modelo Skaf; já o segundo, sob certo aspecto, representaria a incorporação de uma parte do ideário do Iedi, que não deixa de ser um spinoff da própria Fiesp. E se Benjamin, a exemplo do próprio Skaf, tiver o interesse de transformar a entidade em plataforma para um projeto político? Nesse caso, todos os caminhos apontam na direção de Ciro Gomes. Em 2018, Steinbruch esteve cotado para ser o vice na chapa de Ciro. Talvez essa dobradinha não estivesse devidamente madura para ocorrer na ocasião.

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03.09.20

Saia justa

A articulação de Paulo Skaf, aliado de Jair Bolsonaro, para indicar Josué Gomes da Silva como candidato a sua sucessão na Fiesp não foi bem recebida no Palácio do Planalto. Bolsonaro olha para o filho de José Alencar e automaticamente enxerga o rosto de Lula.

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24.06.20

Monarquia

Paulo Skaf tem certeza de que já levou. Conta com o apoio mais do que suficiente de sindicatos do interior para garantir a mudança nos estatutos da Fiesp e concorrer, ou melhor, ser aclamado para o quinto mandato à frente da entidade.

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05.06.20

“Skafonaro”

Paulo Skaf trabalha para fragilizar o PSDB de João Doria. Sua missão é arregimentar prefeitos tucanos do interior para o Aliança pelo Brasil, o futuro partido de Skaf – quando a sigla existir oficialmente. Jair Bolsonaro agradece, tá ok?

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Jair Bolsonaro convidou Paulo Skaf para participar de uma de suas lives das quintas-feiras. Até agora, apenas um empresário participou das transmissões: Luciano Hang. Continuará sendo o único.

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