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planos
19.04.18
ED. 5850

Uma ponte de volta para casa

O ex-diretor do BNDES Carlos Costa prepara-se para voltar à área acadêmica, de onde é egresso. Deverá lecionar muito provavelmente no Insper. Até há algumas semanas, Costa era dado como um dos mais fortes candidatos à sucessão de Paulo Rabello de Castro. Seu prestígio no banco era crescente. Para se ter ideia do seu grau de influência, basta verificar a soma de responsabilidades do seu antigo cargo: diretor de Planejamento e das Áreas de Crédito, Área de Comércio Exterior e Fundos Garantidores, Área de Indústrias de Base e Área de Tecnologia de Informações, além do departamento de comunicação do banco. A história de Costa é, curiosamente, tangenciada pelo nome “Paulo”. Antes de Rabello de Castro, um outro “Paulo”, o Guedes, atravessou sua trajetória profissional. O ex-diretor do BNDES foi um dos fundadores do Ibmec-SP, que pertencia, à época, a Guedes e a Cláudio Haddad. Hoje este último é o dono do Insper, cujo embrião foi o Ibmec-SP. Se confirmada sua ida para o Insper, ela será uma volta de 360 graus, ou seja, um retorno aonde o futuro começou.

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26.03.18
ED. 5833

O popular

Se Paulo Rabello de Castro for realmente candidato a presidente, levará uma montanha de votos dos funcionários do BNDES. Apesar da postura um tanto heterodoxa, Rabello de Castro, compreende o corporativismo do banco e fala o que seus colaboradores querem ouvir. A Associação de Funcionários do BNDES bem que poderia fazer uma pesquisa.

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13.03.18
ED. 5824

TCU é o fio desencapado na licitação das distribuidoras

O responsável pela área de desestatização do BNDES, Rodolfo Torres dos Santos, que trabalha diretamente vinculado a Paulo Rabello de Castro, não esconde sua apreensão nas reuniões de diretoria do banco. O motivo tem três letras: TCU. Na agência de fomento, há uma crescente percepção de que o Tribunal de Contas da União será um óbice à privatização das seis distribuidoras de energia federalizadas dentro do cronograma estabelecido pelo BNDES – a intenção do banco é lançar o edital ainda nesta semana e realizar o leilão em abril. Segundo o RR apurou, o TCU já teria sinalizado que exigirá mudanças no modelo de venda das concessionárias do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Piauí e Alagoas – o relator do processo é o ministro José Mucio Monteiro. A licitação das distribuidoras se enrosca com a privatização da própria holding. Há duas semanas, outro ministro do TCU, Vital do Rêgo, determinou a abertura de auditoria para avaliar a diluição do controle da estatal e também a decisão da assembleia de acionistas que autorizou a Eletrobras a assumir cerca de R$ 19 bilhões em dívidas das distribuidoras de energia. O temor do BNDES é que o TCU amarre de tal forma os dois processos que a licitação das seis concessionárias só seja permitida após autorização para a venda da Eletrobras. Qualquer engarrafamento no cronograma pode significar a própria implosão das empresas. Se não forem licitadas até julho, as distribuidoras serão liquidadas, o que obrigaria o governo a abrir uma concorrência apenas pelas concessões da distribuição de energia nos seis estados.

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13/03/18 14:00h

alberto jabur

disse:

O TCU tem o poder de jogar no lixo uma baba de dinheiro para fazer prevalecer sua alternativa para esse duradouro caos das distribuidoras? As divergências quanto à solução TCU são relevantes? Alguém poderia colocar luz nesse debate? Seria ótimo desinfetante.

09.03.18
ED. 5822

Queimado na largada

Paulo Rabello de Castro ainda está no “vou, não vou”. Mas, de antemão, o nome do atual presidente do Ipea, Ernesto Lozardo, cotado para sucedê-lo, já enfrenta resistência no BNDES. O motivo é a relação de Lozardo com a Marfrig, da qual é conselheiro. O banco é sócio e credor do frigorífico, um dos seus “cavalos vencedores”.

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08.03.18
ED. 5821

Paulo Rabello “recorre” à Lei Maria da Penha

Prestes a deixar o BNDES para concorrer à Presidência pelo PSC, Paulo Rabello de Castro vai atrás do eleitorado feminino. Confidenciou a assessores a ideia de convidar Maria da Penha Maia Fernandes para ser vice de sua chapa. A farmacêutica cearense tornou-se símbolo da defesa dos direitos femininos ao dar nome à Lei que pune crimes de violência contra a mulher.

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24.11.17
ED. 5752

O economista e o pastor

O PSC quer misturar no mesmo caldeirão o presidente do BNDES e um dos maiores líderes evangélicos do país. O partido, do “pré-presidenciável” Paulo Rabello de Castro, tenta seduzir o pastor Silas Malafaia a se candidatar ao Senado.

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17.11.17
ED. 5747

Reforçando o tom

A equipe de produção do programa eleitoral do PSC passou os últimos dias reeditando o filmete que vai ao ar no próximo dia 21. O objetivo foi reforçar o tom de “presidenciável” de Paulo Rabello de Castro, protagonista da produção.

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16.10.17
ED. 5725

Pedalada salomônica

O recuo estratégico do ministro Henrique Meirelles na discussão com o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, sobre o valor da devolução dos empréstimos do Tesouro ao banco indica que a Fazenda já pensa em um mix de soluções para compensar a redução do repasse previsto de R$ 130 bilhões, em 2018. É provável que uma complementação tenha de ser pedida ao Congresso para evitar que o governo quebre a “regra de ouro”. À margem do ajuste fiscal, o arranjo permitiria que nem Meirelles nem Rabello de Castro saíssem como o perdedor na disputa pelos recursos. A coluna do meio atende os anseios políticos de ambos.

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08.09.17
ED. 5700

Rabello não concorda

Paulo Rabello de Castro não concorda com a devolução de recursos do BNDES para o Tesouro, muito menos em valores superiores a R$ 100 bilhões. E ponto final.

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06.07.17
ED. 5655

Banco da energia

Paulo Rabello de Castro começa a abrir as comportas do BNDES. Após concluir o empréstimo de R$ 670 milhões para a construção de 12 parques eólicos no Rio Grande do sul, o banco prepara um pacote para financiar a instalação de usinas solares.

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29.06.17
ED. 5650

Rabello de Castro, o itinerante

A decisão de Paulo Rabello de Castro de anunciar em São Paulo, na última segunda-feira, o lançamento da nova plataforma do BNDES para micro e pequenas empresas não deve ser vista como fato isolado. Foi um gesto calculado, eivado de simbolismo: Rabello de Castro pretende deixar o claustro da Avenida Chile e criar uma intensa agenda de eventos e encontros com empresários. Na pior das hipóteses, é mais centimetragem nos jornais do dia seguinte.

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