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A escolha de Adolfo Sachsida para o Ministério das Minas e Energia foi tomada antes de Paulo Guedes ser consultado. O Palácio do Planalto adora o vigor e energia de Sachsida.

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13.05.22

Empurrando para a frente

Em suas simulações fiscais, a equipe econômica cogita postergar para 2024 o início do pagamento de R$ 8,8 bilhões a fundos de pensão – a indenização é referente a perdas por aplicações no Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND), na década de 80. Ainda que forçada pelas circunstâncias, seria uma quebra do acordo firmado com as fundações, que prevê o começo do desembolso para janeiro de 2023. Se bem que, dependendo do que acontecer nas eleições de outubro, 2023 ou 2024 pode não ser mais um problema de Paulo Guedes e cia. Procurado pelo RR, o Ministério da Economia não se pronunciou.

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A bancada ruralista se mobiliza para arrancar do Palácio do Planalto mais R$ 500 milhões para o Plano Safra, além do valor adicional de R$ 1,5 bilhão aprovado recentemente. Os recursos seriam destinados a compensar a disparada dos preços dos fertilizantes. De onde sairiam os recursos desse “Vale adubo”? Paulo Guedes que se vire.

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10.05.22

Universidade Burger

Jorge Paulo Lemann voltou a ser o velho Jorge Paulo com a venda da Eleva, uma escola para príncipes, com mensalidades de até R$ 10 mil? Nada. Jorge Paulo é o mesmo Lemann de sempre, o que compra, junta, reestrutura e vende. No caso do setor de educação, há vantagens adicionais: entre a aquisição e a desmobilização, o bilionário ainda deu uma “marketada” em sua imagem, um lustro ESG colateral aos seus empreendimentos centrais. Seus ativos para valer são os que ora embriagam (Ambev), ora levam à obesidade (Heinz e Burger King). É provável que o empresário compre uma escola para criar um instituto das diversidades ou uma universidade ESG. São bons hedges para quem vem se equilibrando no fio do imposto do pecado, ou seja, o tributo sobre alimentos com açúcares e bebidas alcoólicas que Paulo Guedes ensaia criar desde o início do governo. De  qualquer forma, é melhor um “Jorge Paulo green”, a despeito de intenções marqueteiras.

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04.05.22

“Decreto do dedo duro”

O Centrão trabalha para derrubar a proposta apresentada por Paulo Guedes à CGU, que prevê a divulgação dos nomes dos responsáveis por indicações para cargos no Executivo Federal – chamada nos corredores do Congresso de “decreto do dedo duro”. O Centrão já levou essa também.

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04.05.22

Ação e reação

Líderes da bancada do Amazonas no Congresso, como o senador Eduardo Braga, articulam a boca miúda a convocação do ministro Paulo Guedes. O ministro seria chamado para esclarecer os critérios da redução do IPI, que tem sério impacto sobre as indústrias da Zona Franca.

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29.04.22

Cordão amazônico

O governo do Amazonas está tentando angariar a adesão de instituições, como a CNI e a OAB, à Ação Direta de Inconstitucionalidade movida no STF contra o decreto que reduziu o IPI em 25% em todo o país. Essas entidades entrariam no processo na condição de “amicus curiae”. Ressalte-se que pode piorar: Paulo Guedes já fala em um corte do imposto de 35%.

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O private equity Partners Group está rondando uma das maiores redes de varejo da Região Sul. Os suíços já têm um case de sucesso no setor: o Hortifruti, comprado da dupla Julio Bozano e Paulo Guedes em 2015 e vendido à Americanas no ano passado.

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13.04.22

O corta e cola de Pastore

O economista Affonso Celso Pastore, uma referência no século passado, já foi chefe de Paulo Guedes. Agora parece ter se tornado seu aluno. O programa econômico de governo idealizado por Pastore, por encomenda de Sérgio Moro, é uma cópia deslavada da política econômica de Guedes. Na realidade, há uma sutil diferença: o nome Desenvolvimento, Inclusivo, Sustentável é Ético. As quatro palavras não cabem no governo Bolsonaro.

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06.04.22

Empresários ganham uma fresta no programa de Bolsonaro

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, tem feito pressão junto a Paulo Guedes pela realização de um grande evento junto às classes empresariais. O objetivo é a apresentação de um amplo programa de governo que contemple não somente as mudanças estruturais, mas também as demandas específicas de cada setor. Uma das ideias seria a solicitação às diversas entidades empresariais de uma lista das suas sugestões de forma a absorver alguma delas no programa de ações do segundo mandato.

Nogueira acha que há uma janela de oportunidade para que Jair Bolsonaro atenda às necessidades do empresariado, enfatizando, através do diálogo, a sua diferença em relação a Lula, que não tem programa nem interlocução com os dirigentes do setor privado. O script do evento já estaria pronto: Bolsonaro seria responsável pela abertura, Paulo Guedes faria seu show off e alguns dos mais representativos mandatários de entidades empresariais, escolhidos a dedo, teriam seus minutos para considerações sobre a iniciativa.

Nogueira imagina que seria possível colocar centenas de empresários no evento, que provavelmente ocorreria em Brasília. A ideia é trazer a narrativa de um programa econômico participativo para a campanha eleitoral de Bolsonaro. Aparentemente, tendo em vista a sua governança pretérita, só cola se o empresariado tiver muito medo de Lula.

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