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16.11.20

Fila indiana

Paulo Guedes entrou em divergência com mais um ministro: o almirante Bento Albuquerque, de Minas e Energia. Guedes faz pressão pela privatização da PPSA, que, entre outras missões, administra o petróleo obtido pela União sob o regime de partilha. Albuquerque é contra.

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12.11.20

Tudo contra o “ministro gastador”

Paulo Guedes tem detonado dentro do governo a proposta de “privatização” dos fundos de desenvolvimento do Nordeste (FDNE), da Amazônia (FDA) e do Centro-Oeste (FDCO). Não porque desgoste da medida. Muito pelo contrário. Mas, entre defender seu próprio ideário e bater no desafeto Rogério Marinho, pai da proposição, Guedes não tem a menor dúvida.

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10.11.20

Mercado futuro

Paulo Guedes é um kryptoliberal. Está promovendo na marra a estatização do sistema bancário. Dizem as más línguas que, quando
deixar o governo, vai abrir sua própria fintech. Pode ser. Seria uma “Operação Arrasa Bancos” para, depois, entrar no mercado
numa boa. Para o RR, não passa de maledicência pura.

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06.11.20

Leite quente

Grandes produtores de leite estão pressionando Paulo Guedes a elevar a tarifa de importação de lácteos. O RR teve a informação de que um manifesto do setor chegará nos próximos dias à mesa do ministro. As importações de leite e derivados dispararam nos últimos meses: em agosto, o volume foi 56% superior ao registrado no mesmo mês em 2019. Não custa lembrar que a relação entre o setor e Paulo Guedes azedou no ano passado, quando o ministro decidiu zerar as alíquotas para a importação de leite. Acabou desautorizado pelo próprio Bolsonaro.

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05.11.20

Banco Central cogita um PIX para transações internacionais

Nos corredores do Banco Central há quem defenda um PIX em camadas. O próximo passo seria a adoção do sistema de pagamentos eletrônicos na área de transações internacionais. A medida teria impacto positivo para o comércio exterior. Hoje, toda a movimentação financeira em torno das exportações é uma barafunda. Da emissão do “conhecimento de embarque”, documento feito pelo comandante do navio, até a cobrança e o pagamento internacional, a média é de quatro dias para companhias de navegação estrangeira. No caso de uma empresa brasileira, esse prazo pode chegar a 10 dias. Isso para não falar da burocracia e dos custos que ela traz a reboque. Um exemplo: um armador relatou ao RR a via crucis que teve de atravessar no mês passado, ao embarcar três contêineres para o Porto de Hamburgo. O Bill of Landing (BL) – o “conhecimento de embarque” emitido pelo transportador – só foi expedido um dia antes da chegada do navio à Alemanha. Resultado: o armador teve de arcar com um gasto extra de 700 euros para bancar a estadia da carga no terminal até que toda a documentação fosse liberada e o pagamento, concluído. Com o “PIX das transações internacionais”, toda a operação financeira poderia ser feita em questões de minutos, sem a necessidade de qualquer documento físico. O sistema poderia ainda reduzir os custos bancários que incidem sobre o comércio exterior. Essa despesa é debitada diretamente no valor da fatura do exportador. Chega a custar até 1% do valor da carga.

Por falar em comércio exterior: grandes exportadores brasileiros têm cobrado do ministro Paulo Guedes que o Ministério da Economia entre em campo para solucionar a lentidão do governo argentino na expedição de guias de importação para produtos brasileiros. Em alguns casos, um procedimento que levava menos de uma semana tem demorado cerca de um mês. O governo Alberto Fernández estaria conduzindo uma espécie de operação tartaruga na autorização das importações para frear a escassez de dólares no país.

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05.11.20

General Kuster

Paulo Guedes é o maior entusiasta no governo da proposta de eliminar a meta de proteção de 100% das terras indígenas do país. Guedes prega que o Estado gasta muito dinheiro para cumprir uma obrigação inexequível. Como se sabe, para o ministro, “essa história de matar índios e queimar florestas é um exagero”.

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05.11.20

Rebaixamento

Depois de Jair Bolsonaro, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, é hoje o principal interlocutor do governo com o senador Marcio Bittar, relator da proposta orçamentária para 2021. Paulo Guedes? No máximo, pega o terceiro lugar do ranking.

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30.10.20

Uma vez Paulo Guedes, sempre Paulo Guedes

Paulo Guedes quer fritar os bancos comerciais e privatizar o SUS. Em relação aos grandes bancos, é possível que o ministro tenha criado algum trauma – diz-se que era um apostador contumaz no mercado de ações, o que o teria levado a perder uma pequena fortuna. O fato é que Guedes se empapuçou de ganhar dinheiro em um desses bancos – o Pactual, hoje chamado de BTG – que, segundo ele, “enganam 200 milhões de trouxas”. Agora se sente à vontade de escarnecer com a antiga casa e moradias vizinhas. Quanto ao SUS, Paulo Guedes nunca foi e nem irá mesmo. By the way: a Febraban pode usar sua milionária tropa de choque – Nizan Guanaes, Ana Tavares e Antonio Lavareda – para enfrentar a falta de limites de Paulo Guedes.

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30.10.20

Manda quem pode…

A decisão do governo de aumentar os incentivos à Zona Franca de Manaus partiu do próprio presidente Jair Bolsonaro, a pedido do governador do Amazonas, Wilson Lima. Paulo Guedes foi apenas “comunicado”.

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28.10.20

Paulo Guedes topa ser o ministro do anti-racismo?

As agências de pesquisas de tendência Box1824 e a consultoria Indique uma Preta identificaram dados relevantes sobre a ocupação pelo negro no mercado de trabalho. A amostragem foi de 1.000 mulheres negras e pardas. No andar de baixo, 54% não têm trabalho remunerado atualmente.

No andar mais alto, simplesmente não existem negros CEO ou vice-presidente. A dúvida entre os institutos é como dar densidade política e identificar o speaker no governo para entregar formalmente o estudo. A preferência, por enquanto, seria o ministro Paulo Guedes, que ainda carrega a pasta do Trabalho, e precisaria de uma causa mais amigável para desopilar o discurso de malévolo destilado em todas as áreas.

Se há alguém que fala com autoridade junto aos CEOs é Guedes. Seria uma bela bandeira social para quem só tem uma bandeira – preta, com uma caveira branca – para sacudir frente aos orçamentos, principalmente no que tange os grupos menos favorecidos – as mulheres mais atingidas entre eles, é claro. Na verdade, com Guedes ou sem Guedes, a causa permanece, antes de tudo porque é justa. São os passivos históricos do Brasil que persistem até hoje.

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