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09.06.21

Apólice de seguro

Após seis perdas no Alto-Comando do Ministério da Economia, Paulo Guedes acertou uma: por ora, tem conseguido manter Solange Paiva no comando da Susep. O Solidariedade, mais precisamente o deputado Lucas Vergílio, faz pressão para abocanhar o cargo.

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02.06.21

Argumento infalível

Por trás da sanha do presidente Jair Bolsonaro contra as medidas de isolamento social, está o impregnador mor Paulo Guedes. O ministro sinaliza com um PIB acima de 5% neste ano se Bolsonaro segurar os governadores que querem fazer lockdown e deixar o povo mais um tempo em casa. Os riscos são aqueles sabidos. E daí?

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28.05.21

Linha direta

Segundo o RR apurou, a decisão do governo de adiar de seis para nove meses o prazo de carência dos empréstimos concedidos a hospitais filantrópicos passou ao largo do ministro Paulo Guedes. A medida teria sido acertada diretamente entre Jair Bolsonaro e Pedro Guimarães, presidente da Caixa, responsável pela concessão do crédito especial.

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27.05.21

Os ventos da economia sopram pró-Bolsonaro

Paulo Guedes sabe muito bem o que está falando quando diz “Agora vem a eleição? Nós vamos para o ataque”. Com base nas mais recentes projeções da equipe econômica, Jair Bolsonaro e Guedes começam a trabalhar com um cenário muito melhor do que boa parte dos analistas está enxergando. A previsão de crescimento do PIB para este ano está em torno de 4%, contra os 3% iniciais. A turma de Guedes já vislumbra 5%. Para 2022, as estimativas mais modestas apontam para alta de 2,4%. Intramuros, Guedes aposta em 3%. No biênio 2020 e 2021 – mesmo com a projeção de queda do PIB de 9% no ano passado (que acabou não se confirmando) -, o resultado não será necessariamente negativo. A conta do PIB nesses dois anos vai ficar em torno de 0% ou pouco mais. Em 2019, ressalte-se, no primeiro ano de mandato, a economia cresceu 1,1%.

O avanço da vacinação é uma variável fundamental na equação do PIB. O retorno dos trabalhadores e a crescente retomada da atividade produtiva vão acelerar o ritmo de recuperação da economia, provocando um efeito cascata sobre outros indicadores. Por exemplo, o aumento da arrecadação fiscal tende a se acentuar. A receita com impostos e contribuições federais vem de três recordes mensais consecutivos. O mês de abril atingiu a maior marca da série histórica com crescimento de 45,2% em relação a igual período em 2020. Além da alta da arrecadação, o aumento do PIB também vai aliviar o garrote fiscal pelo lado do endividamento público. A relação dívida bruta/PIB já baixou a 89,2% e pode chegar a 85% no fim deste ano, ou seja, longe das estimativas mais alarmistas, na casa dos 100%.

Por outro lado, Bolsonaro e Paulo Guedes também esfregam as mãos com a perspectiva de um resultado da balança comercial nas alturas, impulsionado pelo forte ciclo de commodities. Em abril, o país registrou o maior superávit em um único mês desde o início da série histórica, em 1997. O saldo positivo de US$ 10,35 bilhões nas transações comerciais representa uma alta de 46,8% em comparação a abril de 2020.

No entanto, o grande trunfo de Jair Bolsonaro é o forte arsenal de políticas compensatórias que começará a ser despejado ainda neste ano ou no início de 2022, quando a campanha eleitoral já estará posta. Uma nova rodada do auxílio emergencial deverá ser anunciada antes mesmo da atual acabar, em setembro. Mesmo que o valor vigente seja inferior aos R$ 600 reais do ano passado, essa injeção de recursos vai fomentar o aumento do consumo e fazer a economia rodar.

Para completar, até o fim do ano o governo ainda deverá tirar do forno um dos benefícios que estão sendo burilados
pela equipe econômica, seja o Bolsa Família ampliado, o renda mínima, a carteira verde amarela ou qualquer outra coisa do gênero. Some-se a isso a expectativa de redução, ainda que tímida, do desemprego: a previsão é de que o índice de desocupação ceda dos atuais 14% para algo próximo dos 12%, ou seja, ao nível pré-pandemia. É claro que várias dessas melhorias podem ser produto de circunstâncias efêmeras que o RR não vai comentar. Mas o fato é que, mesmo com a CPI da Covid e com os quase 500 mil mortos, Jair Bolsonaro tem muita lenha para queimar. Parafraseando Paulo Guedes, Bolsonaro vai para o ataque.

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20.05.21

Melhor que nem vá

Paulo Guedes cogita sequer comparecer à reunião entre os ministros da Economia do Mercosul, convocada para o dia 8 de junho, em Buenos Aires. Guedes não esconde sua irritação com a postura da Argentina. O governo Alberto Fernández tenta derrubar a proposta do Brasil de redução da Tarifa Externa Comum do bloco em 20%. Melhor assim. Se estiver presente, Guedes corre o risco de falar alguma inconveniência.

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18.05.21

Palavras ao vento

Martha Seillier só recusou o convite do Banco Mundial e aceitou seguir à frente da Secretaria do PPI após Paulo Guedes garantir que o Programa permanecerá sob o guarda-chuva do Ministério da Economia. Como se isso dependesse apenas dele…

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07.05.21

Lusco-fusco

Paulo Guedes está convicto de que o presidente da Câmara, Arthur Lira, tem se empenhado muito pouco para acelerar a votação da Medida Provisória 1.031/21, que trata da privatização da Eletrobras. Guedes está incomodado com Lira por diversas outras pendências, inclusive a suspensão da comissão da reforma tributária.

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06.05.21

O nome de Jefferson vs. o sobrenome de Guedes

Roberto Jefferson, aliado de Jair Bolsonaro, trabalha para derrubar o ministro da Educação, Milton Ribeiro. Jefferson carrega no bolso do colete um nome para o cargo: o do ex-deputado federal Alex Canziani. O petebista já tentou emplacar Canziani na Pasta em duas ocasiões, uma ainda no governo Temer e outra no ano passado. Vai ter uma disputa dura. Jefferson encontrará outro peso-pesado pela frente. Paulo Guedes também tem sua candidata para a Educação, que, por sinal, atende pelo próprio sobrenome do ministro.

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30.04.21

Me dá um dinheiro aí

Os sete governadores reunidos no Consórcio Brasil Central, à frente o mato-grossense Mauro Mendes, articulam a criação de uma frente parlamentar em apoio ao desenvolvimento da região. Trocando em miúdos: será mais pressão por verbas para cima de Paulo Guedes.

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29.04.21

Reforma tributária passa a ser a no 1

Paulo Guedes mudou. Segundo o RR apurou, o ministro da Economia quer colocar a reforma tributária em primeiro lugar na fila, deixando a reforma administrativa para um segundo tempo. O motivo é óbvio: aprovada ainda em 2020, a tributária pode aumentar a arrecadação e render recursos já no ano que vem. A reforma administrativa, assim como a PEC Emergencial, é uma medida de arrumação da casa. Traz recursos apenas a longo prazo. Mas Guedes vai ter de se desdizer, pois afirmou o tempo todo que não aumentaria a carga fiscal do país. O discurso de que a arrecadação vai crescer em função da eficiência das empresas provocada pela reforma tributária não cola.

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