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No Palácio do Planalto, a avaliação é de que Jair Bolsonaro conseguiu se desvencilhar do caso Pedro Guimarães, demitido da presidência da Caixa Econômica sob a acusação de assédio. Ainda mais depois do conveniente vazamento da informação de que Paulo Guedes vetou o reajuste de 44% do salário de Guimarães, proposto pelo próprio executivo poucos meses antes de deixar o cargo.

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27.07.22

Promessa eleitoral?

O ministro Paulo Guedes confidenciou a um banqueiro das antigas que Jair Bolsonaro, caso seja reeleito, surpreenderá muita gente, criando um “Ministério ESG”. Parece mais conversa de Guedes para LGBTQIA+ dormir.

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27.07.22

Triplex fiscal

Paulo Guedes estuda o “teto do teto do teto”. O primeiro foi o teto idealizado; o segundo, o rompido; o novo seria uma âncora fiscal com alguma mobilidade. Tudo depende de Jair Bolsonaro emplacar 2023.

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O general Braga Neto, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, costura uma medida que deverá ser o ápice da convenção do PL, neste domingo: a manutenção do valor de R$ 600 para o Auxílio Brasil caso o Presidente seja reeleito. O sofrido Paulo Guedes digere somente mais um ano com a atual cifra do benefício. E olhe lá.

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O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, com ajuda de ex-companheiros do Ministério da Economia, toca celeremente o projeto de privatização da Petrobras. O prazo para apresentação da Emenda Constitucional encomendada pelo ministro Paulo Guedes é até o final de agosto.

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15.07.22

Pacificador

O ministro Paulo Guedes acrescentou uma nova sacada ao seu repertório. Quando seus assessores se dizem indignados com o noticiário a respeito do seu desequilíbrio e agressividade, Guedes mostra a medalha de “pacificador” com a qual foi condecorado pelo Exército, devido a sua atuação na reforma da Previdência. Santo Guedes!

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14.07.22

Privatização universal

Paulo Guedes nutre um desejo para o segundo mandato de Bolsonaro: privatizar tudo, sem dó nem piedade. No pacotaço de desestatização entrariam inclusive a Embrapa e a Fiocruz. As duas instituições abririam capital e teriam parte das suas ações vendidas ao setor privado em um modelo public company, mantendo o Estado como o maior acionista individual. O Ministério da Economia informa que não recebeu demanda nesse sentido.

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01.07.22

Emprego temporário?

Paulo Guedes, que tanto tem reclamado da falta de assessores, quer levar Eduardo Zimmer Sampaio de volta para o governo. Sampaio presidiu a Casa da Moeda nos dois primeiros anos de mandato de Jair Bolsonaro. Deixou o cargo após as frustradas tentativas de privatização da empresa. Hoje está no governo mineiro, mais precisamente na Codemge (Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais).

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29.06.22

Falta cilindrada no consumo

Segundo o RR apurou, no primeiro semestre deste ano as vendas de automóveis 1.0 representaram mais de 50% do total de veículos comercializados no Brasil. O dado, que será divulgado pelas montadoras nos próximos dias, chama a atenção: é a primeira em vez em mais de uma década que o volume de carros de mil cilindradas, portanto mais baratos, supera a soma de todos os demais veículos vendidos no país. Em 2019, primeiro ano do governo Bolsonaro, os automóveis 1.0 representavam aproximadamente 39% do mercado brasileiro. A tal recuperação em “V” de Paulo Guedes foi parar no acostamento.

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29.06.22

A bonança econômica que antecede a tempestade

O presidente Jair Bolsonaro vai surfar em números positivos neste período pré-eleitoral, e possivelmente até o fim do ano, ao contrário do que previu o RR. Em 2023, no entanto, a batata vai queimar a mão de quem segurar o manche do governo. A bomba relógio está na contagem regressiva. Tic tac tic tac… Senão vejamos:

  • Para quem dizia que o desemprego não desceria de dois dígitos – o RR, inclusive – a taxa bateu em 9,5% em maio. Está caindo. Pode descer a 8,5%. Como dizia Keynes, se a realidade muda, nós mudamos.
  • Não bastasse a melhoria do emprego neste ano, o fato é que ela está se dando de forma consistente: praticamente todos os setores vem reduzindo demissões e aumentando a absorção de mão-de-obra.
  • O fim da pandemia, com a reabertura da economia, está tendo seus efeitos positivos além do aguardado.
  • O consumo está aumentando, porque o governo vem soltando recursos não só por meio da ampliação das políticas compensatórias e desonerações – um subsídio ao contrário -, mas também da injeção de grana a conta-gotas.
  • O câmbio apreciado ajuda a indústria, por um lado; por outro, permanece o boom de commodities, que ajudou Lula e Bolsonaro a surfarem nessa onda de riqueza. Commodity não tem ideologia.
  • O PIB pode chegar neste ano aos 2,5% de Paulo Guedes. E mais: pode bater em 3%, em parte pelos arranjos para segurar ou até reduzir os preços dos combustíveis.
  • Portanto, o Natal deve ser bom. Mas também não vai ser um festão. Os consumidores estão poupando ao invés de irem às compras. As comemorações natalinas antecedem o furacão de 2023.
  • Os juros, segundo fontes do próprio BC, mesmo com uma subida da Selic para 13,75%, tendem a caminhar com certa inércia, até porque essa singela recuperação econômica deverá postergar os efeitos restritivos e anti-inflacionário das taxas elevadas. E vice-versa.
  • Os juros deste ano não movem uma palha a inflação de 2022, mas detonam com a economia em 2023.
  • Roberto Campos Neto, conforme aposta do RR, não vai mudar a meta, o que seria recompensador do ponto de vista da política monetária do próximo governo. Sem alterar o target, o presidente do BC vai forçar o futuro ministro da Economia a fazê-lo. Como se espera um make-up do teto, as duas medidas juntas e ao mesmo tempo vão criar uma tensão indesejável nos mercados.
  • Em 2023, podemos colocar uma coroa de espinhos. Um PIB entre -1% e -2,5% (se não der 3% negativos); um desemprego de volta a 12,5% (segundo um banco mais conservador).
  • Vento que venta lá, venta cá. A brisa de 2022 deve se transformar em uma tempestade para a gestão de 2023. Não esquecer que iniciando neste final de ano, e com impacto pleno em 2023, o cenário internacional começa a assumir dimensão imprevisível, com estagflação, eclosão de novas guerras, e o aperto de liquidez no mundo devido à elevação dos juros e do QE do FED e dos BCs europeus, noves fora as crescentes expectativas de default de países  como Rússia e Sri Lanka.

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